sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

NA IMPRENSA...

TELEMÓVEIS E DROGA JÁ É HÁBITO! AGORA UM ALAMBIQUE?
MEDIDAS ACERTADAS!
MEDIDA DESAJUSTADA…
Então?... A MENINA TÁ PARVA!....



MAIS VALE TARDE QUE NUNCA


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM





RUI MENDES
                                      ADSE
No passado dia 7 a ADSE remeteu aos seus beneficiários e-mail que referia: “A ADSE comunica aos seus beneficiários que a notícia publicada no Expresso sobre a denúncia das convenções dos grandes grupos privados não tem fundamento.”
Percebemos logo que o assunto era sério e que a notícia do jornal Expresso teria a sua razão de existir.
Nem mais nem menos, dias depois o grupo José de Mello Saúde (rede CUF) suspendia a convenção com a ADSE e o grupo Luz Saúde tenderá a seguir caminho idêntico, isto porque, segundo os prestadores de saúde privados, existem dossiers que não terão a sua aceitação: as regularizações retroactivas, divergências sobre a tabela de preços e os prazos de pagamento.
Esta suspensão deriva da falta de entendimentos e de um diálogo sério. Cabe às partes conseguir chegar a consensos, porque ambos terão interesses que terão que defender.
Mas a responsabilidade pela manutenção deste subsistema de saúde cabe apenas ao Governo.
Esta falta de diálogo, em que os órgãos directivos da ADSE não poderão ser desresponsabilizados, poderá trazer graves consequências ao SNS, que não consegue dar resposta capaz os seus utentes, podendo a rede do SNS ser sobrecarregada com mais de um milhão de pessoas que hoje integram o subsistema da ADSE.
Mas também os beneficiários da ADSE serão prejudicados, porque terão que recorrer a uma rede de serviços do SNS que, na maioria dos casos, tem a sua capacidade já esgotada, recebendo serviços com menos qualidade.
A ADSE foi um serviço que o Estado criou para assegurar a prestação de cuidados de saúde aos seus servidores. A taxa de contribuição tem vindo a ser actualizada ao longo dos anos para que o sistema seja sustentável.
Este subsistema de saúde é suportado pelas contribuições dos seus beneficiários, que descontam para o sistema 3,5% da sua remuneração ou pensão, contribuições que serão suficientes para suportar os custos do sistema, pelo que é um sistema auto-suficiente.
Este Governo tem conseguido desequilíbrios em tudo o que diz respeito à Saúde. Tem por detrás uma agenda que não ajuda a resolver os problemas, pelo contrário introduz ruído e cria desconfianças. E talvez seja precisamente por essa agenda e desconfianças que o problema da ADSE surge na comunicação social.
Estamos certos que o Governo perceberá da importância da ADSE para o SNS, pelo que a sua continuidade estará assegurada.
A Saúde vive permanentemente em tensão, desde a contestação dos enfermeiros, às faltas de medicamentos nas farmácias, às rupturas em hospitais, às listas de espera intermináveis para consultas e intervenções cirúrgicas, ao aumento das dívidas do SNS, à suborçamentação dos Serviços, nada tem uma resposta capaz. Desestabilizar a ADSE é agravar os problemas já existentes.
 Até para a semana





              «QUEM CANTA SEU MAL ESPANTA»


CUMPRA A SUA OBRIGAÇÃO E EVITE MALES MAIORES


DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA

                                                                               FUTEBOL    
                                                                                INAtel
 Liga Fundação
 Alandroal United - Montoito
                                          Distrital Associação Futebol de Évora
Divisão de Elite
Arraiolos – Monte Trigo
Alcáçovas – Portel
Atlético Reguengos – Lusitano
Estrela V. Novas – Canaviais
Arcoense – Viana
Calipolense – Corval
Juventude – União Montemor.
LIGA AFE
Outeiro – Borbense
Estremoz – Santana do Campo
Tourega – Bencatel
Cortiço – Cabrela
Oriola – Valenças
Escoural – Giesteira.
INICIADOS
União – Viana
Lusitano B - Terena
                                              CAMPEONATO DE PORTUGAL – Série E
Redondense – Angrense
Moura – Louletano
Armacenense – Vidigueira.
                                                                                   .FUTSAL
G.U.S. - Vinhais
                                                                            RugbY 
Taça Challange
R.C. Montemor – C.D.S. Cascais
                                                                     EQUITAÇÃO



CINEMA ALANDROAL

Alandroal - 17 Fevereiro - 17,00H


 

EM ÉVORA...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

MEMÓRIAS CINÉFILAS - Rufino Casa Branca

       Homenagem do Al Tejo a Domingos Maria Peças
                                           20th CENTURY FOX
A Guerra Fria ainda não acabou. Inicialmente pensou-se que tinha acabado em Novembro 1989, quando alguns alemães, dos dois lados, e de alguns estrangeiros de outros pontos do mundo, deitaram abaixo, à picareta, o muro de Berlim.  E durante dez anos todos pensámos que sim. A Guerra Fria tinha terminado com a vitória do capitalismo sobre o comunismo. E pronto, assunto arrumado: O capitalismo tinha ganho aquela guerra. Daí em diante tudo seriam maravilhas. O centro do mal tinha sido erradicado e a humanidade podia respirar de alívio. O monstro tinha sido vencido. Ou morrera pela ordem natural das coisas. Paz à sua alma, se porventura a tinha. Mas… e nestas coisas há sempre um mas… de súbito, dez anos depois, o mundo começa a ser comprado por um país que era governado por um partido comunista: a China. E logo depois começa uma outra guerra, desta vez comercial – mas sempre a aquecer – entre os nossos Estados Unidos da América, guardião dos também nossos muito queridos valores ocidentais e aqueles “olhos em bico” lá dos confins da Ásia. Quem é que aquela arraia-miúda pensa que é? === Quem um dia, porventura, ler estas linhas pode, com justiça, pensar: mas o que tem este paleio a ver com uma crónica sobre cinema? Muito, dizemos nós. É que na origem da 20th Century Fox, quase sempre – sobretudo a partir dos anos cinquenta, depois da morte de Franklin D. Roosevelt – estiveram presentes interesses outros que não eram somente cinéfilos. Hoje, para quem amiúde acompanha estas coisas do cinema, é perfeitamente visível que os estúdios de cinema, as estações de televisão, rádios e jornais da Fox, são um dos principais meios de propaganda dos sectores mais retrógrados e conservadores dos EUA. Reacionários, mesmo E esta tendência vai aumentar.   
Mas nem sempre foi assim, valha-nos Nuestra Madre de Los Angeles, protectora do cinema.
=======As crónicas que temos vindo a publicar, respeitantes a vários filmes, dizem respeito apenas a fitas rodadas nos estúdios da 20th Century Fox. Esta companhia, sedeada em Hollywood, foi proprietária dos estúdios de cinema mais importantes do mundo durante as décadas de trinta, quarenta e cinquenta. Resultante da fusão de duas empresas produtoras de mediana dimensão, a 20th Century Fox, rapidamente se elevou aos píncaros da produção cinematográfica, sobretudo enquanto foi dirigida Darryl F. Zanuck.
John Ford foi um dos realizadores que trabalharam para esta companhia produtora, e é precisamente com este realizador que nos estreamos nestes escritos falando sobre o filme “As Vinhas da Ira”.

                                             “AS VINHAS da IRA”
 --- filme baseado no romance homónimo de John Steinbeck.
A Califórnia sempre exerceu uma grande atracção não só sobre os emigrantes que iam chegando aos Estados Unidos – ainda hoje assim é – mas também sobre todos aqueles que, vivendo noutros Estados e já sendo cidadãos norte-americanos se sentiam atraídos por aquelas terras supostamente de permanente sol e fartura. São mitos antigos e já muitas vezes desmentidos pelos factos, mas a voz popular era essa e contra isso nada havia a fazer. Se a Califórnia era uma atracção permanente em tempos de vida normal, calcula-se a atracção que seria em tempos de míngua. E tempos de míngua eram os que se viviam nos Estados Unidos da América, sobretudo nos estados do leste e do centro do país, depois da Grande Depressão do início dos anos trinta. É sobre esses tempos que fala o romance de John Steinbeck e que John Ford soube filmar desta extraordinária maneira
Título Original: “The Grapes of Wrath”
Título Português: “As Vinhas da Ira”
Idioma: Inglês
Realizador: John Ford
Argumento: Nunnally Johnson – a partir do romance acima mencionado
Produção: Darryl Zanuck – 20th Century Fox
Ano de Produção: 1940
Interpretação; Henry Fonda, Jane Darwell, John Carradine, Russell Simpson, Charley Grapewin…
Importa desde já destacar que o argumento não segue o romance. Apesar do dramatismo visível, bastante visível no filme, a verdade é que o argumentista suavizou as condições das grandes migrações que por essa época se deram de Leste para Oeste. O Oeste dos Estados Unidos aparecia como o Eldorado para as famílias que, tendo sido desapossadas das suas terras devido à impossibilidade de pagar as hipotecas, se dirigiam para a Califórnia aonde iam engrossar os números dos exércitos de assalariados que trabalhavam nas vinhas e pomares dessa região. O filme conta o drama de uma dessas famílias: a família Joad. Uma das cenas dignas de registo é aquela em que a matriarca da família queima os “trastes” que não consegue transportar quando é expulsa da sua casa. Cena essa que, aliás, lhe valeu o Óscar para melhor actriz secundária nesse ano de 1940.
John Ford também ganhou, com este filme, o Óscar para melhor realizador.
Rufino Casablanca –Terena – Monte do Meio – 12 de Maio de 1999

A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM





EDUARDO LUCIANO
                                             O dia dos namorados
Há uma primeira vez para tudo e esta é a primeira crónica sobre o dia dos namorados. Quem haveria de dizer que neste espaço de suposta crónica política haveria lugar a falar de namorados e de um dia especial para se comemorar esse encantamento entre duas pessoas.
Tal como outros dias comemorativos também se resume a uma certa oportunidade de negócios, da hotelaria à restauração, da perfumaria à florista, da ourivesaria à bilheteira electrónica de um qualquer festival que há-de acontecer lá mais para a frente.
É assim um dia de ménage a trois com a participação do comerciante mais a jeito ou, usando um linguajar mais próximo de uma certa modernidade parola, uma comemoração com outros players e stackholders.
Talvez contagiados por este espírito de amor uma vez por ano, uma certa camada política acha por bem namorar, nem que seja por via do linguajar, com formas de estar e perspectivas de análise que se aproximam da rudeza do mais básico, acreditando que cavalgando tal onda que se avista da praia poderão sobreviver ao seu rebentamento.
Apagam a memória, dão cambalhotas que lhes permitem afastar-se hoje do que promoverem ontem, conseguindo mesmo o milagre de se venderem como paladinos do combate contra o que criaram com todo o amor e carinho.
Este namoro permanente com a hipocrisia, o moralismo de pacotilha, e a crença na sua própria virgindade eterna, até lhes pode dar uma certa sensação de bem-estar nas comemorações do dia dos namorados mas, mais cedo que tarde, acabará num terrível divórcio com a realidade com consequências terríveis para a sua saúde mental.
Mas hoje é dia de paz e amor, ainda que por encomenda, não é dia de lembrar outros namoros por interesse imediato, na mira de um poder que almejam e que nunca terão.
Na política, mesmo que local, não se deve confundir a realidade com o espelho distorcido das ambições medíocres de quem confunde um barco a remos com um transatlântico.
Vão lá comprar a flor, o perfume, marcar o restaurante e enviar a mensagem da praxe e não pensem no que acabei de dizer.
Como diz a minha prima Zulmira relativamente ao namoro: mais vale à tarde que nunca.
Até para a semana



DIVULGAÇÃO - ALANDROAL


Com o patrocínio da Câmara Municipal do Alandroal, Associação Economia Azul realiza um “Encontro do Mar” no próximo dia 12 de março, a partir das 14:00 horas, no auditório do Fórum Cultural.
Os “Encontros do Mar” têm como objetivo formar e informar as empresas e as forças vivas do Município para as oportunidades que o Mar pode criar e os cuidados a ter. Só assim se constrói a “vaga de fundo” capaz de tornar o Mar no desígnio nacional de que tanto se fala e os objetivos da economia do Mar numa realidade concreta.
Este evento é organizado em duas mesas redondas, contemplando ainda a apresentação de um Flash de Empresas de sucesso.
O debate será dinamizado por oradores qualificados cujas intervenções        nas mesas serão dedicadas aos temas:
 - “Turismo sustentável”, incluindo o Património cultural, as Atividades marítimo turísticas, a segurança náutica, os desporto de ar livre, o papel dos Clubes Náuticos 
-“Economia”, incluindo as Associações de desenvolvimento local, a poluição, o financiamento das atividades, as oportunidades de negócio
Nos espaços contíguos ao auditório, as empresas podem apresentar os     seus produtos e serviços, assim como colocar roll-ups, bancadas, folhetos, amostras, etc..
Brevemente, será enviada uma maquete com indicações detalhadas dos temas e dos oradores, e das autoridades que irão estar.
Assistir a estes encontros é gratuito e não carece de inscrição. Gostaríamos de contar com a sua presença, agradecendo a confirmação para o telem.: 913 928 983 ou para o e-mail:geral@aezulmar.com
A Direcção,
JTBarata

IMPRENSA REGIONAL


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

COLABORAÇÃO DO A.N.B.


                                    APONTAMENTOS dos TELHEIROS (3)
A)     Os Sons do Vento
Os sons do vento (e do lançamento da próxima ferrovia até Elvas) levam-nos ao território e à estratégica “Fortaleza de Juromenha”, onde anda, mais uma vez, a verificar-se um certo desinteresse e vazio cultural devido à falta de atenção e iniciativas consistentes da Autarquia.
Tudo leva a crer que há-de passar mais este mandato autárquico e descontados os fogachos habituais da “ retórica de campanário” nada ou bastante pouco, vai acontecer, tanto mais que a próxima campanha eleitoral ainda terá de esperar um tempo contado (e depois logo se verá).
O património e capital histórico, militar, arquitectónico e turístico esse contínua em Juromenha. Lá onde parece continuar a faltar tudo o resto para perceber que Juromenha é uma “espécie de Joia da Coroa” que já esperou tempo demais para ser parte integrante da sua própria valorização e do Concelho do Alandroal. Faltará portanto arregaçar as mangas!
Vejamos, então, no Al tejo, mais este exemplo de «Incapacidade e não Acompanhamento Autárquico» para quem anda a fazer acontecer projectos inovadores.
É assim: desde 2016 que existe uma candidatura conjunta das Fortalezas, de Valença, Almeida, Marvão e Elvas elevadas a Património Mundial da UNESCO. Um dos objectivos é incluí-las numa rota turística da RAIA que tem mais de 60 fortalezas abaluartadas. Trata-se, como é evidente, de uma candidatura Intermunicipal que visa também a criação de “Centros Interpretativos” sobre os acontecimentos históricos que envolveram a sua criação e o seu continuado valor histórico e monumental ao longo dos tempos.
Dirigida a todos, este projecto em execução, tem ainda como uma das suas vertentes principais, a Formação Turística de Agentes Locais aptos a criar/sustentar postos de trabalho.
  A questão é pois esta: o Alandroal anda assim tão distraído e tão ineficaz que não sabe ou ainda não deu conta desta iniciativa? Funciona isolado? Não sabe o que se passa? Não pretende participar? O Presidente e a Vereação têm ou não informação e participação sobre o lançamento deste “Destino Turístico de Excelência”? Nós e as gentes raianas criámos ou não relações fortes (e hoje pacificas) que se mantêm e projectam no futuro?  
 Pergunto mesmo, se esta dita questão não seria de abordar/incluir num primeiro ORÇAMENTO PARTICIPATIVO que, por cá, se atrasa e teima em não ser posto em prática e ao serviço das populações?
Os autarcas em exercício, terão assim tanto receio de que estas Iniciativas escapem aos cenários do seu poder centralizador que persistem em usar ou até em usá-lo de forma pouco capaz e democrática?
A)     Inovam Rotas que servem as Pessoas
 Reparem também que grande parte dos Concelhos do país, vão tendo em execução, os seus Planos de REQUALIFICAÇÃO URBANA. Será o caso do Alandroal? É visível isso?
Não é, mas convinha ter em atenção que já é um exercício corrente em parte dos Concelhos do País e que, para além da necessária INICIATIVA camarária, requer fundamentalmente Isenções do IMI, do IMT e IVA e reduções nas taxas de vistoria das obras. Além dos apoios normais em materiais de construção e no financiamento com condições especiais (em sede de IFRRU 2020).
  Em síntese,
como e quem decide de uma vez por todas posicionar «a Qualificação Ambiental e Paisagística» do Concelho como prioridade estratégica? Já se pensou ou sequer se anteviu, por exemplo, um Plano de APOIO á Recuperação (estética) das Fachadas e das Cores originais das 3 Vilas?  
Quem anda, ou devia andar a apoiar incentivando publicamente processos de Regeneração Urbana nas suas várias dimensões? Haveria isenção de taxas relacionadas com procedimentos meramente administrativos?
Quando e como, ou com quem vai, a CMA, assumir-se em conjunto com a sociedade local como agente dinamizador de um Processo renovador de Urbanismo Local que já peca por tardio?
Vistas as coisas assim, fica-se sem saber se o Presidente e os Vereadores são capazes e estão verdadeiramente interessados em dinamizar aquilo que podia e devia ser dinâmico. Ou se, pelo contrário, entendem que o desenvolvimento/crescimento do Concelho se faz andando, ano após ano apenas em carros novos. Mostrando depois e apenas o argumento das esperadas dificuldades económicas habituais?
Precisamente porque têm uma cómoda visão estratégica embora não faltem a si próprios com o que vão percebendo que melhor os serve e os foi servindo.       
 Como é evidente, não é preciso partidarizar estas coisas ou estes factos até porque o Muda tem mais a ver consigo mesmo… e com os seus interesses domésticos. Basta, isso sim, que os Munícipes se mantenham atentos não apenas ao que devia estar a ser feito. Como também para denunciar aquilo que ainda não foi, nem neste mandato provavelmente será feito. O caminho terá que ser bastante diferente! Vamos a tempo?
  ( PS: Os Decálogos Interpretativos serão retomados ‘´sine die``)
  Saudações Democráticas
     António Neves Berbem
               ( 13 de Fevereiro de 2019)


DIVULGAÇÃO - ALANDROAL - DIA DOS NAMORADOS


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM



JOSÉ POLICARPO
                   Autoridade e dignidade
Vem isto a propósito da alegada falta de autoridade do Estado e, nalguns casos, mais do que menos, também a falta de dignidade. Os romanos há mais de dois milénios falavam na auctoritas et gravitas, para se referirem às qualidades para que se pudesse exercer o poder público de forma competente e insuspeita.
O Estado, esta entidade abstrata, que muitos verbalizam o nome, mas penso que poucos saberão o que significa. É constituído por um povo, por um território, e pelo poder politico. E foi constituído, se quiserem desenhado para dar resposta ao que individualmente ou em grupos pequenos, as pessoas não o conseguiam fazer.
Na verdade, ninguém está ver uma pessoa ou mesmo grupos de pessoas a organizarem a sua defesa através de um exército. Desde logo com que dinheiro pagariam as despesas com salários e armamentos respetivos. Não é necessário ser muito esperto para que se conclua que é uma impossibilidade. Por isso, o Estado foi a melhor resposta que os povos num determinado território encontraram para enfrentar as adversidades colocadas pelos demais povos.
Passaram alguns séculos sobre a criação dos Estados e o que percecionamos atualmente é que os líderes, no caso, os europeus na sua maioria não preenchem os requisitos da autoridade e da dignidade. Querem exemplos? Os que conduziram o Reino Unido ao brexit. O desentendimento entre o Chede Estado francês e os líderes que compõem a solução de governativa italiana. E, os exemplos, não ficam por estes dois.
No caso português não afirmo, pergunto: O caso de Tancos, os incêndios de Pedrogão e de Mação, o desmoronamento da estrada municipal de Borba, e, por último, para não invocar mais, o tratamento que se tem dado à greve dos enfermeiros, em todos houve autoridade e dignidade demonstradas pelos representantes do Estado? É que se não houve a responsabilidade é do povo, só do povo.



                          ALANDROAL – TERRA E GENTES
                               Colaboração do Prof. Vitor Rosa (as suas pinturas as suas fotos)




NA IMPRENSA...

EH LÁ…QUALQUER COISA AQUI NÃO BATE CERTO!
SÃO POUQUÍSSIMOS? HAJA DEUS!....

IMPRENSA DA REGIÃO


NA CAPA DO DIÁRIO DO SUL DE HOJE O DESTAQUE É A FESTA DE S. BRÁS DOS MATOS