quarta-feira, 8 de julho de 2020

LEMOS E COMENTAMOS...

O HABITUAL!...JÁ VAI SENDO O PÃO NOSSO DE CADA DIA!

QUEM BRINCA COM O FOGO - QUEIMA-SE!

I.L. - EXEMPLO DO QUE SE PODE CHAMAR « VERDADEIRO EMPATA - F...s»

POETAS DA MINHA TERRA - O MAJOR ESTÁ REVOLTADO E DESILUDIDO!


É JÁ NO SÁBADO....

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM



                                                    A Verdade e o Azeite!
Embora a pandemia tivesse agravado a vida de muitos portugueses, os que perderam o emprego e os que perderam o rendimento, foram os mais fustigados e viram realmente as suas vidas a degradar-se substancialmente.
Porém, o mal era há muito anunciado. Só não viu quem não quis ver. Há muito quer era antecipável um fim trágico para muita gente e, não me refiro às vitimas da covid 19.
Soubemos agora, formalmente, que a TAP e EFACEC que há um tempo a esta parte vinham a passar por grandes dificuldades financeiras e a soma dos empregados destas duas empresas ultrapassa a dezena de milhar. Porque é isto era ocultado do grande publico, porquê? Soubemos, também, formalmente, que o sistema nacional de saúde está pelas pontas. Dificuldades financeiras e a falta de recursos humanos qualificados, são uma realidade indesmentível.
Na verdade, não se pode aceitar e deve-se repudiar com toda a veemência, embora à posteriori, a informação veiculada pelo regime que, “tudo estava bem, que tudo corria sobre rodas”: a dívida pública a descer face ao PIB, as contas públicas apresentaram um saldo positivo, o único em democracia.
E, com efeito, esta narrativa tem três grandes responsáveis: O Presidente da República; O Governo e alguma comunicação social. A quem lhes era pedido a maior das seriedades, constitucional, cívica e ética, falharam redondamente.
A realidade é só uma: em vez de termos um país preparado financeira, social e politicamente, para fazer face às grandes contrariedades como aquela que a pandemia está a provocar e provocará, existe um pais sem dinheiro e mais uma vez entregue às mãos dos credores. Não aprendemos e, aparentemente, negamos convictamente a realidade que nos rodeia.
José Policarpo

CADA TERRA COM SEU USO.....


CURIOSIDADES SEXUAIS

VIDA AUTÁRQUICA - ALANDROAL

ASSUNTOS PARA DEBATE REUNIÃO VEREAÇÃO



terça-feira, 7 de julho de 2020


LEMOS E COMENTAMOS...


VOLTA E MEIA O JUIZ CARLOS ALEXANDRE LÁ PESCA PEIXE GRAÚDO!

SÓ FALTARAM AS SARDINHAS PARA ASSAR!

POIS!......

E...PORCOS EM CHIQUEIROS, GALINHAS EM GALINHEIROS, COELHOS EM COELHEIRAS...

E PORQUE SORRIR É O MELHOR REMÉDIO....



CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA NA DIANA/FM

https://www.dianafm.com/


                                                    Os Próximos
Termina esta temporada de crónicas da DianaFM e partimos para férias. O I Grande Confinamento Mundial, que nos manteve, de formas diferentes, próximos de uns e longe de tantos, marcou-as. A situação inédita, de caso de vida ou morte, levou naturalmente a isso. E a muito mais. Destacaria a vitória da incoerência. Ou melhor, da incoerência como outro nome para “desculpas”, esfarrapando-as.
Fomos tratando vários assuntos a propósito do tema da pandemia, tema incerto e gerador de incertezas, audácias, arrogâncias, coragens e asneiras. Hoje deixar-vos-ei uma reflexão sobre a proximidade, talvez até para que se perceba como a tal incoerência é tão pandémica há tanto tempo e pode, por isso, causar danos a quem a descubra com surpresa e não se resolva com ela.
Ao contrário da incoerência, a proximidade é uma noção de contornos positivos. “Do bem”, diríamos para sermos melhor entendidos. Mas será sempre assim? Vamos conhecendo as suas possíveis definições e os contextos do seu uso ao longo das nossas vidas. Ou das vidas de alguns. Mais do que a demagoga proximidade alardeada por políticos de ambições locais ou paroquianas, que são na sua esmagadora maioria sinónimo de cunhas e jeitinhos, interessa-me agora a proximidade entre concidadãos. Mais: entre almas que se conhecem, pelo menos de nome, reciprocamente. Interessa-me, para terminar esta série de crónicas tão marcada pela intimidade do lar, a proximidade dos que chamamos família, amigos, colegas e conhecidos. Assim, dos teoricamente mais próximos aos mais afastados.
O I Grande Confinamento mostrou também quão relativa é essa proximidade. Dos que, pelos laços familiares ou outros (os jovens em Erasmus, por exemplo), estiveram juntos confinados, terá havido os mais ou os menos ansiosos por desconfinar juntos, ou a adiar o mais tempo possível voltarem a cruzar-se numa qualquer esquina. E a proximidade da família pode ter ganho outro significado, nessa procura do reencontro. É que há os familiares tipo empresa de eventos, que exercem a proximidade em baptizados, casamentos, aniversários e funerais, o que não é pior mas de quem não se podia esperar muito nestes tempos. No lado oposto, há os familiares que sempre foram de longe, que multiplicaram as videocalls, os grupos de chat, os telefonemas fora do horário habitual, como se tivessem estado sempre juntos antes, porque de facto estavam. E foi também com a tecnologia que se pode ter descoberto que conhecidos se tornaram mais colegas de ocupações e gostos comuns, já que do zoom à troca de e-mails foi um instantinho. Poderá ter havido colegas que estreitaram laços e se consideram agora amigos, pois as sessões ao vivo vieram multiplicar a vontade de manter o contacto que afinal nos mostrou a falta que faziam as conversas de corredor ou do bar. E, sobretudo, podemos ter descoberto os amigos que nos faziam muito mais falta do que só o encontro eventual e cíclico. Enfim, distinguiram-se, nessa presença conquistada ao Grande Confinamento, outras proximidades que se revelaram afastamentos: os conhecidos que só merecem o grau básico do civismo de um cumprimento, felizmente agora ao abrigo da “etiqueta”; os colegas que dispensam o contacto que ocupe espaço e tempo para além do necessário, roubando-os ao que realmente importa; as amizades que se revelaram com prazo de validade curto e feitas de matéria facilmente perecível; os familiares de uma genética tão ténue como uma árvore genealógica desenhada para um TPC pateta ou uma cabotina busca de um pedigree perdido.
Talvez estas observações e possibilidades sejam resultado de incertezas ou de audácia arrogante na análise simplista de coisas complexas que nem a oportunidade de retiro, para pensar, chegou. Só o tempo, como com o caminho do Corona vírus, e quase tudo o resto, o dirá. Para já, desejo o melhor Verão possível a todos – familiares, amigos, colegas, conhecidos e os nada disto que me acompanharam – e que os próximos (falo dos textos de crónicas agora) nos encontrem de saúde e com bons ares. Até lá.
 Cláudia Sousa Pereira


         NÃO HÁ GENTE COMO A GENTE


Teresa Pegacho e Francisco Pardal - Saias da Ti Maria from MPAGDP on Vimeo.

IMPRENSA DA REGIÃO


segunda-feira, 6 de julho de 2020

QUANDO VISITAR MOSTRE QUE SABE!


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM



MARIA HELENA FIGUEIREDO

                                      Diz-me com quem votas, dir-te-ei quem és
A indigitação de Francisco Assis para o conselho de concertação social apanhou de surpresa muita gente.
Assis, não é um mero crítico da actual direcção do Partido Socialista, é um defensor do bloco central e manifestou-se sempre contra alianças à esquerda. Nomeá-lo para o CES é uma clara cedência do Partido Socialista às confederações patronais e à direita.
Também a nomeação de António Costa Silva, um gestor do petróleo que publicamente se manifestou contra os acordos à Esquerda, numa trapalhada em que foi apresentado como coordenador dos ministros e depois apenas como consultor para elaboração do Programa de Recuperação Económica e Social 2020-2030, mostra bem como o Partido Socialista está cada vez mais capturado pelos grandes interesses e pela visão de direita.
Cedências à direita que não auguram nada de bom nem para os trabalhadores nem sequer para o Partido Socialista, mas que sobretudo violam o sentimento popular expresso nas últimas eleições.
Por isso é bom revisitar as afirmações e compromissos de Costa, para melhor se ver o percurso pelo qual, afinal, o Partido Socialista está a enveredar.
Como todos nos lembramos, ainda não há um ano que se realizaram as eleições legislativas de onde saiu um parlamento maioritariamente de esquerda.
Os quatro partidos que celebraram os acordos e puseram termo à governação desastrosa do PSD/CDS, e devolveram ao Parlamento o papel decisivo na vida política, somaram mais de 52% dos votos populares, com o Partido Socialista a beneficiar claramente do percurso de recuperação dos salários e das pensões, conseguido com o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e os Verdes.
Foi a chamada Geringonça que permitiu aprovar medidas, ainda que tímidas, e que a economia começasse a respirar e foi nessa perspectiva que muitos e muitas votaram.
No rescaldo das eleições de 6 de Outubro, António Costa afirmou “os portugueses gostaram da geringonça e desejam a continuidade da actual solução política”.
Apesar dos resultados, Costa sabia que sem a maioria absoluta, precisaria dos parceiros de esquerda para fazer passar o programa de governo e o orçamento.
Mas ainda assim fugiu de celebrar novo acordo com o Bloco de Esquerda e afastou qualquer compromisso que o amarrasse.
E ao contrário do que continua a afirmar quando diz que quer prosseguir na linha traçada em 2015 com os parceiros de esquerda, ou quando em declarações públicas, como a que fez este passado sábado na Comissão Nacional, rejeita qualquer possibilidade de bloco central, na prática Costa tem ensaiado agora uma aproximação às políticas de direita. E isso vê-se não apenas nas nomeações de Costa Silva ou de Assis, mas no chumbo, em conjugação com o PSD, de muitas propostas para defender o país e quem trabalha, apresentadas pelos partidos à esquerda.
A pandemia lançou grandes desafios e mostrou-nos que nestes momentos mais difíceis é o Serviço Nacional de Saúde, é a Escola Pública, são os serviços públicos fortes e bem organizados que nos podem salvar. E mostrou-nos que o país continuou a funcionar graças aos muitos milhares de trabalhadores que nunca pararam.
É preciso, pois, que o Partido Socialista não embarque agora em agendas liberais nem em aproximações à direita, que não nos ajudarão a relançar a economia, a criar emprego e a manter rendimentos e aposte antes no reforço do Estado Social e no reconhecimento dos direitos de quem trabalha e, de facto, cria riqueza.
Veremos se o PS consegue resistir à pressão dos interesses económicos e à tentação do bloco central ou se sacrificará o mandato que recebeu aos interesses de alguns.
Até para a semana.


O QUE A HISTÓRIA NÃO NOS ENSINA.

DAS   CARTAS   À   PRISÃO :  5   FACTOS   SOBRE   O   VISCERAL   RELACIONAMENTO   DE  OSCAR   WILDE   E   ALFRED   DOUGLAS




Em junho, comemorou-se o mês do Orgulho LGBT, em homenagem a um grande marco na luta na rua pelos direitos dessa população: as Rebeliões de Stonewall, que aconteceram em 28 de junho de 1969
 Nos dias de hoje, todos os anos, acontecem inúmeras Paradas do Orgulho LGBTQI+ durante esse período.
Muitas das figuras históricas mais importantes e lembradas da história, foram e são LGBTs. A homossexualidade, a bissexualidade e transexualidade experimentam diferentes tratamentos ao longo da história, com diversos altos e baixos. De comportamento absolutamente natural, passou a ser pecado e até crime.
A importância de relembrar esses casos torna-se cada vez mais essencial ao longo dos anos, especialmente porque ainda existe muito para se lutar em prol da igualdade.
Oscar Wilde,  famoso escritor irlandês, sofreu isso na pele de maneira brutal: foi preso por causa da sua sexualidade, considerada crime no Reino Unido durante o século 19. Além dele, muitas outras pessoas sofreram com o preconceito de inúmeras épocas — mas resistem até os dias de hoje.

O relacionamento mais conhecido de Wilde foi com o poeta Lord Alfred Douglas e foi simplesmente esse o seu crime. 
Aqui, listamos alguns factos sobre esse icônico namoro:
1. Cartas de amor
Foram 55 mil palavras amorosas escritas por Oscar Wilde ao seu amante Lord Alfred Douglas enquanto esteve preso numa cela de prisão em Berkshire, Inglaterra. Eram cartas de amor viscerais que ultrapassavam a perseguição sofrida por homossexuais no Reino Unido no século 19.
Além dos escritos do cárcere, os dois trocavam cartas tristes principalmente quando brigavam e se separavam. Dessa forma, a poesia observada nas obras dos dois estava presente no hábito do casal de escrever um ao outro depoimentos de amor e ternura entre dois homens.
2. Livro sobre seu amor
Wilde e Douglas conheceram-se por meio de um primo do poeta, Lionel Johnson, que foi responsável pela apresentação dos dois. Ele já era uma espécie de cupido para o casal, mas tornou-se mais que isso ao começar a desenvolver um romance que aparentemente teve a relação como inspiração.
O livro The Green Carnation, foi publicado anonimamente pela primeira vez em 1894 e é muito utilizado até os dias de hoje para falar sobre o relacionamento em questão, que foi narrando dramaticamente ao longo das páginas. No entanto, o texto iria causar um problema para Wilde no futuro: ele foi utilizado contra o autor durante os seus julgamentos em 1895.
3. Convivência difícil
Ainda que estivessem apaixonados um pelo outro, a convivência não era fácil. Douglas era descrito como mimado, imprudente, insolente e extravagante, gastando fortunas com homens e jogos de azar. Mas pior que isso: achava que o seu amante tinha a obrigação de o ajudar nos seus altos gastos desnecessários.
Por esse motivo e muitos outros, os dois frequentemente brigavam e terminavam o relacionamento que, no entanto, voltava em pouco tempo com a reconciliação. As já mencionadas cartas eram trocadas geralmente nesse período de término, gerando quase sempre um retorno rápido no namoro.
4. Sem apoio da família
Na época, a homossexualidade era considerada crime no Reino Unido. 
Além de terem de se esconder da lei, também tinham que tentar desvencilhar-se do poderoso pai de Douglas, o nono marquês de Queensberry, que não apoiava o relacionamento. Mais do que não apoiar, o homem fazia de tudo para difamar  Wilde e manchar o seu nome para impedir o namoro.  Chegou  mesmo a ameaçar espancar os donos de estabelecimentos em que o casal tivesse encontros.
Wilde dizia que a sua “vida inteira parece arruinada por esse homem" e decidiu processa-lo. Ele conversou com um advogado e pediu um mandato, que levou à prisão do Marquês. Mas isso não acabaria bem para o escritor. Com o julgamento, foi obrigado a abrir mão das queixas, que o colocaram numa situação perigosa. O orgulho, porém, fez com que ele continuasse.
5. Prisão de Wilde
Durante a defesa do pai de Douglas, foi confirmado que seus actos eram justificados pela  preocupação com a companhia do filho. Foi assim que o Marquês fez a denúncia pública sobre a sodomia de Wilde, alegando que o escritor teria contratado 12 meninos em dois anos para a prática criminosa. Wilde foi obrigado a retirar as acusações.

Mas isso não foi deixado de lado e ele foi condenado no dia 25 de maio de 1895 por “sodomia e indecência grosseira”. Foi, então, sentenciado a dois anos de trabalhos forçados num campo punitivo britânico essencialmente pela sua sexualidade.
ISABELA BARREIROS 


sexta-feira, 3 de julho de 2020

AL TEJO SUGERE-LHE



NÃO PODE…NEM VAI PERDER!

SERÁ DESTA?


NOTÍCIA COMPLETA AQUI
Agradecimento à Rádio Campanário

Tambem ao site da Rádio Elvas

SETE MARAVILHAS DA CULTURA PORTUGUESA . (Concurso RTP1)


APOSTO QUE NÃO SABIA!

Via- Álvaro José Ferreira
 Muitas invenções e criações artísticas foram realizadas por mulheres e atribuídas a homens. A História necessita de ser reescrita... 
Em Portugal, durante a 1ª República, o papel das mulheres foi importantíssimo, pois sugeriram inúmeras reformas para melhorar a sociedade. Os  políticos machistas tiveram medo da inteligência das mulheres e pouco ou nada fizeram, a não ser entrar em guerrilhas partidárias. O grande erro imperdoável da 1ª República , que nem à maioridade chegou, ( 1910- 1926) foi proibir o voto às mulheres(!). . Se as mulheres tivessem votado, hoje Portugal seria o PAÍS mais desenvolvido da Europa.
Saudações a todos os Amigos-do-Lugar ao-Sul
Idalete Giga
            Invenções femininas que mudaram o mundo
 1 – Aquecedor de carro
Para esquentar os dedos dos pés frios dos motoristas do século 19,  Margaret A. Wilcox inventou um sistema que conduzia o ar de cima da máquina para aquecer os pés, em 1893.


2 – O jogo Monopólio
Esse famoso jogo de tabuleiro que atravessou gerações foi inventado por Elizabeth Magie, em 1904, e batizado de “O Jogo dos Proprietários”. O jogo de Magie foi uma crítica às injustiças do capitalismo sem controle e, de forma irónica, seu jogo tornou-se um sucesso quando Charles Darrow roubou a sua ideia e a vendeu á Parker Brothers, 30 anos depois. Depois de algum tempo a empresa finalmente rastreou Magie e pagou-lhe US$ 500 de indemnização pela injustiça cometida.

3 – A Escada de Emergência
Quando há um incêndio, você tem para onde correr graças a Anna Connelly, que inventou as escadas em 1887.

 4 – O Bote Salva-vidas
Em 1882,  Maria Beasely inventou um modo de evitar a morte de pessoas em desastres marítimos, e assim criou o bote salva-vidas. Basely também inventou a máquina para fazer barris, o que a tornou rica.

 5 – Os Painéis Solares
A ideia de converter a energia da luz do Sol em energia elétrica surgiu entre a parceria da física Dra. Maria Telkes e a arquitecta Eleanor Raymond. Elas construíram a primeira casa totalmente aquecida por energia solar em 1947.

 6 – A Seringa
Ok, sabemos que essa criação não é a favorita de todas as pessoas, mas foi um grande avanço na medicina. Em 1899, Letitia Geer inventou uma seringa médica que podia ser operada com apenas uma das mãos, para a alegria geral – ou não.

 7 – O Frigorífico Elétrico
Florence Parpart, em 1914, foi a responsável pela criação dos refrigeradores que conhecemos hoje. Imagine o que seria dos nossos alimentos sem essa mulher!

 8 – A Máquina de Fazer Sorvetes
Nancy Johnson inventou a máquina de fazer sorvetes em 1843, patenteando um design que ainda é usado nos dias atuais, mesmo após o invento das máquinas de sorvetes elétricas. Que invenção preciosa, hein?!

 9 – O Algoritmo de computador
Ada Byron King, a condessa de Lovelace, foi uma das poucas mulheres a figurar na história do processamento de dados. Ela estudou matemática e ajudou o colega Charles Babbage no desenvolvimento da primeira máquina de cálculo, além de ser responsável pelo algoritmo que poderia ser usado para calcular funções matemáticas. Entre 1842 e 1843, ela criou notas sobre a máquina analítica de Babbage, que foram republicadas mais de cem anos depois. A máquina foi reconhecida como primeiro modelo de computador e as anotações da condessa como o primeiro algoritmo especificamente criado para ser implementado num computador.

 10 – A Tecnologia das telecomunicações
A física teórica Dra Shirley Jackson foi a primeira mulher negra a receber um Ph.D. do MIT, em 1973. Enquanto trabalhava na Bell Laboratories, ela realizou uma pesquisa científica que permitiu a outros inventar o fax portátil, o telefone de toque, cabos de fibra óptica, e a tecnologia por trás do identificador de chamadas e chamada em espera.

 11 – A Máquina de Lavar Louça
Josephine Cochrane criou a máquina de lavar louça mecânica em 1886 e foi a base para os outros modelos que se seguiram.

 12 – O transmissor Wireless (sem fio)
Hedy Lamarr, inventou um sistema de comunicações secretas, durante a Segunda Guerra Mundial, para torpedos controlados por rádio, empregando “salto de frequência”. A tecnologia de Hedy Lamarr foi a base para outras, desde o Wi-Fi ao GPS. Ela também foi uma estrela de cinema mundialmente famosa.

 14 – Coletes Balísticos e a fibra Kevlar
A química Stephanie Kwolek inventou a fibra Kevlar, que por ser extremamente resistente, é usada para produzir coletes à prova de bala. A invenção de Kwolek é cinco vezes mais forte que o aço, e também tem cerca de 200 outras aplicações.

 16 – A Cerveja
Aos que dizem que cerveja não é coisa de mulher, saibam que vocês estão bem enganados. A historiadora de cervejas, Jane Peyton, afirma que as antigas mulheres da Mesopotâmia foram as primeiras a desenvolver, vender e até mesmo beber cerveja. Embora possa ser difícil de definir exatamente quem, há milhares de anos, “inventou” a cerveja que conhecemos e amamos hoje, é seguro dizer que as mulheres antigas em todo o mundo estavam com certeza fermentando alguma coisa. Então, da próxima vez que você levantar um copo, faça um brinde a Ninkasi, a deusa suméria da cerveja!

 Mas, a maior invenção da mulher foi a "desculpa" ainda usada: "oh! querido, hoje estou com uma grande enxaqueca", só para não aturar os "chatos" dos homens quando não estão para aí viradas e, quando estão, e eles nem por isso dizem: "oh! meu meu querido......" e os "papalvos" caiem no logro (incluindo eu obviamente).

Já uma vez enviei uma quadra do meu Pai, à laia de adivinha que reza assim:

Canta e ri, mostra que chora;
bate o pé, faz o que quer;
sol e chuva à mesma hora ...
.......................................... advinha o que é (???)
Não digas mais ... é a mulher!
Manuel Maria Codorvil




JÁ CONHECIA O "ESPANHOLÊS" AGORA FIQUEI A CONHECER O "ANGOLANÊS"

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


RUI MENDES
                      Registos da semana
As fissuras criadas no Governo pela covid-19 são cada vez mais visíveis.
A ministra da Saúde está debaixo de fogo. É o resultado do aumento da propagação do vírus, que se regista há várias semanas, em particular na Área Metropolitana de Lisboa. Marta Temido foi recentemente desautorizada pelo primeiro-ministro em reunião pública.
Ainda que a ministra da Saúde refira que “Não se pode falar em descontrolo”, o certo é que há um problema, que não é pequeno, e que cria uma enorme pressão nos hospitais, e severos danos na economia, não só na da AML mas em todo o país, já que os efeitos da existência de cadeias de transmissão ativas, atinge diretamente vários setores da economia, em especial o turismo.
Seja por descontrolo ou não, a terminologia utilizada pouco interessa, não deixa de existir um problema que persiste, e que cria natural inquietação na população, com a retração na circulação e no consumo das pessoas.
Diga-se o que se disser, os transportes públicos serão um meio facilitador de transmissão do vírus. Se houve ou não transmissão em meios de transportes é algo que ninguém poderá, com segurança, garantir. De igual forma, não se poderá dizer que não houve transmissão por meio do transporte público. Contudo, Marta Temido conseguiu assegurar que não houve transmissões nos transportes públicos. Absolutamente incrível.
 Ontem o Governo comunicou que o Estado passa a controlar novamente a maioria do capital (72,5%) e a responsabilidade da gestão da TAP.
Afiguram-se tempos muito difíceis para as companhias de aviação. Os próximos anos não serão, de todo, favoráveis ao negócio do transporte aéreo de pessoas.
A TAP irá passar (novamente) por um processo de reestruturação. Enfim, o habitual.
Sabemos a importância da TAP para o país, o seu peso no PIB, a sua dimensão na criação de emprego, direto e indireto, a sua importância para a economia, para o turismo.
Sabemos os custos que serão suportados, quer com a aquisição dos 22,5% do capital, quer o montante que está autorizado para ser injetado na TAP, a título de empréstimo, tão só 1.2 mil milhões de euros.
Sabemos que o Estado assumiu um compromisso económico gigantesco.
O que não sabemos é o que vai ser a TAP daqui para frente.
O que não sabemos é quanto é que o Estado irá perder em mais este “investimento”.
E isto é que nos deve preocupar.
Esta semana salva-se pela abertura das fronteiras entre Espanha e Portugal, de fundamental importância para os povos transfronteiriços e para ambas as economias que são dependentes uma da outra.
De referir o bom senso espanhol em marcar o momento com a contenção que a pandemia exige, pois pelo lado português queria-se comemorar a circunstância com devida pompa.
Para tudo António Costa quer festa. Parece não ver que os exemplos que dá.
 Até para a semana