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terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

NÃO HÁ FOME QUE NÃO DÊ EM FARTURA, MAS…TAMBÉM A FARTURA POR VEZES CONDUZ À FOME

Permitam-me recuar umas décadas. Finais dos anos 60, anos 70, 80 e muitos de 90.
As noites no Alandroal eram uma verdadeira “pasmaceira”. Ou copos de vinho na taberna até horas de recolher a casa, ou, os mais “afoitos” batota na velhinha Sociedade Artística.
Programas recreativos, nada, “casas abertas”: só tabernas, ou os cafés existentes, mas que pela meia-noite encerravam. Ainda me lembro do escândalo que provoquei, e os impropérios que ouvi, quando membro da Assembleia Municipal votei favoravelmente uma proposta para abertura de um espaço nocturno (proposto por um Fulano de Vila Viçosa) no Alandroal.
Acima de tudo, talvez por ser amante do cinema (vício que ainda conservo), custava-me ter que me deslocar a Vila Viçosa, ou mesmo Borba para ver o filme que tinha captado a minha atenção ao ler a crónica do mesmo.
Igualmente ver na TV os artistas da altura, e que no Alandroal só eram possíveis (e com grande arrojo) ver pela Festa de Setembro.
Tentei, dentro do possível remar contra tal infortúnio. Assim e enquanto Corpo Directivo dos B.V.A., e aproveitando o espaço proporcionado pela garagem dos veículos adsitritos aos Bombeiros consegui uma parceria com um empresário aqui de Montemor ( Senhor Piteira) que proporcionou a actuação de várias vedetas no Alandroal, assim como “bailaricos” entre os quais se escolheu (já passaram vários anos) a Miss Alentejo.
Mas a falta do cinema era uma espinha atravessada!
Assim e com um pedido ao Ministério da Cultura (e graças aos conhecimentos do Dr Berbem) arranjou-se a verba necessária para comprar a máquina de projectar ao Homem que levava o cinema ao Alandroal (Domingos Maria Peças). E, passou a haver cinema nos Bombeiros. Não foi o sucesso que esperava (máquina já obsoleta para a altura, nenhum conhecimento do método de escolher os distribuidores. Eram sempre os mesmos ( Bud Spencer e Terence Hill, ou Franco Franchini e Ciccio Igracias), projeccionistas ( José Pedro e José Ribeiro) sem qualquer formação profissional, mas sempre competentes a “desenrascar” problemas. Assentos em secretárias, refugadas da escola primária (por intermédio do Rato). Face aos fracos resultados alargamos a aventura a Terena (e lá ia eu ruas fora anunciando o filme da noite). E já na altura talvez a assistência em Terena fosse superior ao Alandroal . Mas, abro já um parêntesis para dar a conhecer um facto que ainda hoje trago atravessado: Comemoravam-se 5 anos da existência dos Bombeiros. Assinalou-se a data com pompa e circunstância. Houve jantar comemorativo à borla (ao qual ninguém faltou) . Programou-se para o dia seguinte um espectáculo (com entradas simbólicas) comemorativo no qual e graças a grandes diligências actuaram Grupo Coral de Portel e a Orquestra Juvenil de Ponte de Sôr (na altura do melhor no Alentejo), só que o público não compareceu no número desejado e a vergonha porque passei ainda hoje não a esqueço.
Vem tudo isto a propósito da forma abrupta como foi encerrado o Fórum Cultural do Alandroal e cancelados não só os programas que tinham lugar semanalmente como a projecção de cinema.
Senti uma mágoa tamanha quando há dias passei junto ao Fórum e vi tudo encerrado!
Verdade que, pese embora sentisse um certo orgulho quando em conversas de café dava a conhecer a programação daquele espaço, com orgulho dizia o filme X recentemente estreado já foi projectado no Alandroal, duvidava também como era possível tal acontecer. Agora sinto pena quando vejo por exemplo que localidades idênticas ao Alandroal vão projectar o “Agora” e que no Alandroal tão pouco se pode ver o “Pátio das Cantigas”.
Reconheço, após leitura da entrevista do Sr. Presidente Grilo que não era possível manter as coisas tal como estavam (a pouca afluência da população aos eventos, por mim comprovada, o que fazia um custo de 250€ por espectador).
Afinal…o ex- Presidente fez tudo para trazer para o Alandroal as condições necessárias para proporcionar com conforto e qualidade uma equiparação às grandes localidades deste Portugal do interior. Talvez exagerasse na quantidade.
A população não soube dar o devido valor, comparecendo no número desejável a tais eventos. É triste ter que colocar um comentário que diz “no Alandroal eram 50 ou 60, aqui a casa estava cheia, dançou-se e houve vários encores”.
Face a tais circunstâncias, compreendo perfeitamente que a atitude tomada pelo actual Presidente não podia ser outra. No entanto também me parece que “cortar o mal pela raiz” assim abruptamente não foi a melhor solução.

Chico Manuel

ASSIM NÃO

ASSIM SIM. ABERTO, MAS COM CONTEÚDO

Fotos:F.Tata

DE BÔAS INTENÇÕES ESTÁ O MUNDO CHEIO

Assis admite revisão de salários dos políticos

Se a crise se agravar, quem está no topo deve dar o exemplo, defende o líder do PS na AR.

ACREDITAM?

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/

Francisco Costa - Alqueva: Os profissionais do não pensem nisso

09-fev-2010
Calaram-se as vozes tormentosas que duvidaram do Alqueva e calaram-se também aquelas que achavam que de nada serviria gastar tanto dinheiro dos contribuintes. Por um lado os profissionais do “já devia estar feito” e por outro os do “nem pensem nisso”. Confesso a minha satisfação pelo facto.
Não tanto pelo silêncio dos críticos, habituei-me ao ruído da opinião infundada, mas pela vitória dos que opinam com base em factos, que é sempre um exercício mais difícil, se bem que nem sempre audível. É preciso dar tempo ao tempo. Ora e sempre que os factos desmentem alguns juízos passamos a ser mais exigentes com a crítica. E ela ou se cala ou se esforça mais. Está nos manuais que é sempre mais difícil defender algo que atacá-lo. Ou que é mais fácil destruir que construir. Tem querido a circunstância que eu esteja quase sempre a defender. Por isso sinto moral para querer mais dos que simplesmente criticam por criticar. É que, para além de não prezar barulho, gosto de uma opinião que seja exigente consigo mesma, sobretudo porque uma crítica fundamentada estimula a correcção. É bom quando se tem razão e é mau quando achamos que temos toda a razão. Eu próprio sou corrigido e não vem nenhum mal ao mundo. Já paguei por achar que tinha toda a razão comigo mas, pelo menos, nunca a perdi toda. Bem mais prosaica é a realidade do Grande Lago. Agrícola, Turística e Energética. O sistema de regadio atingirá brevemente mais de 50 mil hectares e com ele diversifica-se o tipo de exploração dos solos, aumenta a procura de investidores em novas explorações e moderniza-se a nossa produção de bens alimentares. A sua capacidade de produção energética está prestes a duplicar, o que reduzirá a nossa dependência do petróleo, fornecendo energia a mais de 300 mil pessoas e evitando a emissão de 235 kilotoneladas de CO2 por ano. A nova realidade do território transformou uma terra interessante num novo destino turístico mundial, onde avançam os projectos de interesse nacional que pretendem substituir o tipo de turista que procura o mais baixo preço pelo mais sofisticado e exigente cliente. O facto aumentará o nosso próprio nível de exigência na prestação de serviços. Chama-se satisfação na procura de valor acrescentado e para ele têm trabalhado mais as Escolas Profissionais que as Instituições de Ensino Superior, de certa maneira ainda alheadas da necessária ligação do ambiente de formação com o ambiente do trabalho. O Alqueva não significa apenas mais gente de bandeja na mão a servir turistas. Significa mais empresas inovadoras, capazes de competir mundialmente, melhores serviços, melhores e mais competitivos produtos agrícolas e energia mais limpa. A partir daqui a minha particular atenção será dada com certeza aos que me dirão “nem pensem nisso”. Os que defendem que já devia estar feito não podem ser levados a sério.
Obrigado e até para a semana.

"POIS..."

Cabelo branco é saudade
Da mocidade perdida
Ás vezes não é da idade
É dos ORÇAMENTOS da vida

Cabelo branco é saudade
De te ver ir embora,
Se não fores de vontade...
Não perdes pela demora!


Pobre mocidade perdida...
Que andei eu a fazer?
Tinha uma triste vida...
Acabei por enriquecer!


Às vezes não é da idade,
Mas sim falta de competência!...
Governar com seriedade,
Sentido de estado e decência!


É dos desgostos da vida,
Desta vida desgostosa...
A governação está perdida,
Só nos resta a vida airosa!!!

POETA

(Parceria Poeta & xpto)

O QUE SE ESCREVE E DIZ SOBRE O ALENTEJO

Rastreio ao colo do útero no Alentejo candidato a prémio europeu

O projecto “Sistema de Rastreio do Cancro do Colo do Útero na ARS Alentejo”, promovido pela Administração Regional de Saúde do Alentejo em parceria com a empresa First Solutions, SA, é candidato aos Prémios Europeus de Iniciativa Empresarial 2010avança o Portal da Saúde.
http://www.pop.eu.com/

Municípios vão convocar Assembleia Geral da EDAB

O Conselho Directivo da AMBAAL – Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral, reuniu ontem. As autarquias decidiram convocar a Assembleia Geral da EDAB- Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja.
http://www.radiopax.com/

Feira Nacional da Água e Regadio já tem data

A 13ª edição da Feira Nacional da Água e do Regadio (FNAR) de Ferreira do Alentejo vai realizar-se no Parque de Exposições e Feiras da vila entre os dias 24 e 27 de Junho de 2010, anunciou esta semana a autarquia.
http://correioalentejo.com/

Mora: Apoios à natalidade crescem quase 40 por cento em 2009

A Câmara de Mora atribuiu no ano passado 20.500 euros em subsídios à natalidade, correspondentes a 25 novos bebés do concelho, o que representa um aumento de quase 40por cento dos apoios, em comparação com 2008

Évora: Movimento lança petição contra privatização da água

A defesa da água como um bem público está na base de um movimento apresentado ontem, em Évora, que vai promover uma petição dirigida aos órgãos da administração central e local contra a sua privatização
http://dianafm.com/

Município de Reguengos de Monsaraz reforça cooperação com Juntas de Freguesia

O Município de Reguengos de Monsaraz anunciou ontem que vai conceder cerca de 320 mil euros para as cinco juntas de freguesia do concelho, no âmbito da legislação que estabelece o quadro de transferências de atribuições e competências para as autarquias locais
http://www.diariodosul.com.pt/

IMPRENSA

DESCUBRA AS DIFERENÇAS




segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

AO CORRER DO TECLADO (POR AL-KALATY)

«A LINGUA PORTUGUESA»

A língua nacional será um dos mais valiosos patrimónios de um povo que, se afirma civilizado.
Zelar a cada momento pela sua integridade, cuidar constantemente pela sua pureza é praticar um acto de patriotismo que, por ser silencioso não deixa de ser profícuo.
Tal como não devemos deixar cair em ruínas os monumentos que atestam a grandeza de um passado, da mesma forma teremos o dever de cuidar religiosamente deste grande monumento vivo… a nossa língua pátria.
Ainda que se torne dificílimo conseguir tal objectivo, o caminho cada vês mais se torna sinuoso mas, agradável e entusiasmante, quando se olha para trás e encontramos na nossa literatura, um caminho seguro para chegar ao fim desejado.
Aos mais novos e até a alguns estudantes que certamente estas linhas vão ser visualizadas eu vos digo, têm absoluta necessidade de ler, ler muito mas criteriosamente.
Existe como em tudo, literatura resultado de péssimas traduções que envenenam os hábitos e a inteligência, corrompendo a linguagem, tais como determinados romances policiais e outros escritos com episódios inverosímeis e rocambolescos, onde as novelas nos prendem o coração e nos açambarcam.
Leituras sãs, é o mais que por aí existe felizmente, bons escritores de ontem e de hoje, para todos os gostos e todas as idades «os romances de Júlio Dinis, de Camilo, de Eça, os opúsculos de Antero, as obras de Latino Coelho, de Ramalho Ortigão, de Fialho de Almeida e de tantos outros.
A diversidade de gostos, determina efectivamente a preferência por este ou aquele assunto, outros preferirão temas marítimos, narrativas de viagens ou romances históricos, ou porque não os contos, sem a necessidade de traduções
O conhecimento das ciências positivas, não se torna incompatível com a correcção e a elegância da linguagem digna, sabendo-se á partida que, nem todos poderão chegar a letrados, como nem todos chegarão á sumidade linguística, ainda assim deverão ter a obrigação e o saber o suficiente, para não cometer erros de palmatória.

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ALQUEVA DO NOSSO CONTENTAMENTO

TURISMO

Projectos saem do papel:
Roquette dá o pontapé de saída com o início das obras no Parque Alqueva. Turismo rural, a par dos barcos-casa, continuam a crescer.

ENERGIA

EDP duplica capacidade hidroeléctrica:
450 operários trabalham dia e noite nas obras de reforço de potência desta obra da EDP. Um investimento de €170 milhões.

AGRICULTURA

Em Abril regará 52 mil hectares:
É uma das vertentes mais visíveis do empreendimento de Alqueva. Só de olival regado, o Alentejo ganhou 30 mil novos hectares.

Fonte: Expresso

TUDO ENVELHECE....E CRIA RUGAS

UM PORMENOR DO AL BARRAM (RUGAS NO TERRENO)

COMENTÁRIOS EM PÉ DE PÁGINA - RUBRICA DE ANTÓNIO BERBÉM

À ESQUINA dos COMPROMISSOS MOLES

Para o que der e vier, temos vindo a desejar e a dizer que seria bom para o Alandroal que não estivesse tão fragilizado e duvidoso, quanto parece que o país vai ficando. Se estamos enganados na previsão tanto melhor. Mas o que não pode acontecer, é que o Concelho passe agora a viver da miragem de entrevistas torrenciais, previamente acertadinhas e concertadas. As quais por tudo quererem dizer, acabam por objectivar muito pouco, de novo e de concreto. De útil e de realizado.
O Alandroal como o país parecem ter os mesmos problemas graves: moleza social, dívidas externa e interna elevadas, um défice vertiginoso, uma economia local que não há meio de arrancar e uma taxa de desemprego local dramática. Tudo isto num pequeno Concelho cansado de expedientes extravagantes e manipulações políticas recentes de toda a ordem. Assim sendo, o actual executivo camarário não tem de seguir novamente este caminho. Nem sugerir com uma mão o que está ainda a pensar como irá dar com a outra mão.
II.
A sensação que, entretanto, se vai tendo é a de que toda a convergência de esforços e votos de mudança podem vir a valer pouco. O beneplácito dos tais ‘sete votos’ que ditaram um novo vencedor, “a bem do concelho” não devem convencer-nos de que as reais mudanças urgentes, se vierem efectivamente a acontecer, serão apenas para serem vistas bem mais lá para diante. E, porventura, mais em benefício claro de apenas uma freguesia do que das outras…
Digamos, com simplicidade, que a “ética presidencial” não o aconselha e a moral não o deve permitir. Até porque as consequências serão sancionadas pelos eleitorados das freguesias prejudicadas. Os avanços têm de ser feitos com coesão social e política concelhia. O concelho dispensa acrescidas comédias de enganos. Os argumentos até aqui utilizados, poderão não ser eternamente convincentes.
Cada um de nós, os que votaram e aqueles que pagam aqui impostos, se assim acontecer serão também responsabilizados pela (in)consequência da escolha feita há mais de quatro meses e preparada há mais de um ano. Não podemos simular que as coisas vão resultar…elas têm mesmo de resultar. E quanto mais depressa melhor. O tempo é, afinal, um bem escasso.
Os compromissos e as responsabilidades institucionais dos parceiros na governação local, não têm de ser postos à esquina do tempo ou serem moles. Devem, pelo contrário, ser transparentes e eficientes. É isto precisamente o que carece agora ser, de imediato, demonstrado. Sob pena dos problemas e bloqueios do concelho se começarem a agravar. Ou a serem adiados e resolvidos, à pressa, daqui por uns dois anos e tal.
III.
Os intervenientes e os responsáveis locais nos problemas e assuntos do concelho, não podem ser arautos (ou vítimas) da sua própria ingenuidade e voluntarismo e da falta de eficácia que os afecta pela simples razão de que podem nem sequer a ter.
Uma coisa é certa, o conjunto de dúvidas e (des)confianças que se apontam, erros e receios (porventura com um sinal difícil de expressar e politicamente incorrecto) se não forem já discutidos e abordados, apenas terão como consequência o agravar da situação socioeconómica do concelho.
Num país descaracterizado e de rastos e num concelho como o nosso, a situação real é bastante perigosa. E digamos mesmo que pode gerar outras mudanças que muitos alandroalenses, por ora, ainda nem sequer sonham. Uma vez que estão para além dos meros discursos e das tais copiosas entrevistas. Até porque o desencanto pode ser tanto pior… quanto maior for o silêncio dos que agora se limitam a ver o tempo passar.
É por isso que devemos acreditar que o poder político local (re)organizado não deve querer alienar a base de apoio que o elegeu. Em democracia, tudo ou quase tudo devia ser transparente: os interesses, as estratégias, os objectivos, os ideais colectivos.
Quanto ao papel interventor dos actores políticos, o mínimo que deve dizer-se é que ninguém os obrigou a candidatarem-se aos cargos públicos. Mas, se foram os escolhidos, foi porque eles mesmos, alimentaram expectativas que devem ser cumpridas.
A realização de uma cidadania alandroalense participativa passa por aqui. Os alandroalenses não são moles e não querem ver o seu futuro escapar à sua intervenção. Como já se viu. Mais do que uma vez.
Confiemos pois, que não vamos continuar a ser confrontados, a curto ou a médio prazo, apenas com derivas inconsequentes relativamente aos objectivos que foram anunciados e propostos.
Por agora, precisamos tanto ou mais de actos quanto do verbo fácil.

António Neves Berbém
VII/II/MMX

O QUE SE ESCREVE E DIZ SOBRE O ALENTEJO

Redondo: Semana Cientifico-Cultural Doutor Hernâni Cidade começa hoje

PROT-Alentejo ( Plano Regiona de Ordenamento do Território): Autarcas socialistas contra e Quercus a favor

Vila Viçosa: Sócrates apresentou Redes de Nova Geração em zonas rurais

Pulo do Lobo, Montados de Sobro e de Azinho, Vale do Guadiana, Praia da Zambujeira do Mar pré-finalistas das 7 Maravilhas Naturais de Portugal

Alcáçovas: Ministro da Agricultura anuncia marca para produtores portugueses

IMPRENSA ALENTEJANA

"MAI NADA"

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

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Miguel Sampaio - Deus morreu

08-fev-2010
Deus morreu, Marx morreu e, eu próprio não me sinto lá muito bem. É este o retrato do partido actualmente no poder. Aderente entusiasta da “real politic”, o partido liderado por José Sócrates é isso mesmo, um conglomerado de interesses, sem referências, condenado a governar à vista, dependente de lideranças conjunturais, forçado a reagir mais do que a determinar a sua própria agenda.
Partido laico, que meteu o socialismo na gaveta e que por via disso, perdeu as referências ideológicas. Só assim se entende o percurso ziguezagueante das suas reformas; da educação à saúde, da justiça à reforma fiscal, passando pela administração pública, tudo no governo deste partido é fachada inconsistente, pastiche político, governação “a la carte” Manipulam-se dados estatísticos, distorcem-se verdades, sufoca-se o contraditório, recorre-se ao “Photoshop” e eis o país moderno, das energias renováveis, das grandes vias, dos grandes investimentos públicos, criadores de riqueza e bem-estar. O Sistema nacional de saúde não funciona? O ensino é uma linha de montagem que produz licenciaturas de pacotilha para ajeitar os números do sucesso? As Universidades estão sufocadas? As crianças não têm creches? Os professores estão desmotivados? O desemprego aumenta? O subsídio de desemprego cobre apenas uma parcela mínima de desempregados? Os salários da função pública cristalizaram na noite dos tempos? Os impostos são cada vez mais altos? Os meses cada vez maiores? Isso é ficção. Isso são histórias criadas por desestabilizadores, para diminuir a grandiosa obra do partido no poder. A solução? Calar os energúmenos, silenciá-los de uma vez por todas. Quem não é pelo partido do poder, é contra o Estado. Quem não aplaude está contra a nação. Porque a nação é o partido no poder. Porque a nação se contém nas instituições de crédito, nas seguradoras, na galp, nas mais-valias bolsistas, nas belas negociatas que por aí se fazem. Luis XIV, José Sócrates dois homens o mesmo lema: O Estado sou eu…
Até para a semana.


domingo, 7 de Fevereiro de 2010

DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL

DISTRITAL DE ÈVORA

Divisão de Honra

Monte Trigo 6 – Arraiolense 0
Oriola 1 – Bencatelense 1
Giesteira 0 – Sporting de Viana 3
Arcoense 0 – Portel 0
Redondense 2– Escouralense 1
Calipolense 2 – Borbense 1
Santiago Maior 0– Vendas Novas 1

1ª Divisão Série A

Luso Morense 3 – Brotense 0
Valenças 4 – Alcaçovense 2
Santana do Campo 3– S. Bartolomeu do Outeiro 1
Cabrela 0 – Canaviais 4.

1ª Divisão série B

Corval 1 – Aldeense 1
S. Romão 2 – Bairro Stº António 0
Perolivense 2 – Estremoz 0
Azarujense 1 – Rosário 2
Vera Cruz 1 – S. Manços 1.

Distrital de Juvenis

Alandroalense 1 – Sport Lx Évora 3

Distrital Infantis Futebol 7

Terena – Estremoz B

NACIONAIS

2ª Divisão

Arouca 3– Eléctrico 2
Atlético de Reguengos 2 – Camacha 0
Aljustrelense 0 – Odivelas 0

3ª Divisão

Castrense 1 – Quarteirense 2
Lusitano 1 – Juventude 1
Farense 1– Moura 1
Esperança de Lagos 3– União de Montemor 3.

ESTÁ QUASE...

Parque de estacionamento e acessos?

Torres de iluminação prontas

Bancadas?


AF Évora

Foi um sucesso o 1º treino de captação do Futebol Feminino no Distrito de Évora. Cerca de 20 atletas corresponderam à iniciativa e participaram num treino realizado pelo
Gabinete Técnico da AFE. Dos 10 aos 16 anos as atletas desenvolveram um conjunto de exercícios da sua modalidade preferida.
Este projecto tem a finalidade de promover o gosto pela modalidade no público feminino, com o intuito de aumentar o número de praticantes e Clubes no Distrito de Évora.
O próximo treino de captação está agendado para o dia 13 de Fevereiro (Sábado) das 10h00 às 12h00, no complexo desportivo do Grupo Desportivo de Monte Trigo.
As inscrições continuam abertas, consulta o programa e inscreve-te em
www.afevora.com.

GENTE DA NOSSA TERRA É NOTÍCIA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

No de hoje, dia 07/Fev/2010 São dados a conhecer vários João Semana da era moderna. Entre as biografias seleccionadas a do Dr. Paulo Jaleco é uma delas.

Ainda há médicos João Semana

Jovens profissionais de saúde sentem "falta de interesse" em exercer em zonas mais isoladas. Alguns clínicos ajudam utentes carenciados facilitando acesso a medicamentos e laboratórios
Solidários em nome da saúde
Paulo Jaleco foi para o Alentejo com cinco anos. Passados 42 anos, diz-se nascido em Évora e que a sua profissão de médico-cirurgião lhe permite "continuar a praticar a solidariedade no desporto". Râguebi, andebol, futebol, ciclismo, karaté e atletismo fazem parte do seu currículo benemérito, a que se junta a ajuda aos Bombeiros Voluntários de Évora.
Jaleco diz que o facto de, desde muito jovem, ter praticado râguebi, lhe deu "uma visão diferente da vida". Foi fundador, presidente, treinador, jogador e médico do Clube de Râguebi de Évora, onde iniciou um périplo por vários clubes da região. De forma gratuita.
Mas o futebol e o clube do seu coração, Juventude de Évora, também têm merecido atenção. Agora, com menos assiduidade, Jaleco continua a dar apoio ao clube. Sempre gratuitamente. Quando esteve no Hospital de Serpa, também o clube da aldeia de Pias "beneficiou" dos seus serviços.
Entretanto, interessou-se pelo ciclismo e pela Volta ao Alentejo, onde se mantém há 13 anos. Foi o médico oficial das provas organizadas pelo JN, substituindo os históricos Barreiros de Magalhães.
Fonte : Jornal de Notícias

VOZ DO POVO É VOZ A ....TER EM CONTA

O rumo dos acontecimentos está a deixar-me deveras preocupado, agora sim estamos a ver a índole dos nossos governantes. Já falam em crise os mesmos que esconderam a verdadeira dimensão do déficit, os mesmos que levaram o nosso país a bater os piores recordes dos piores indicadores na economia da Europa que há vinte e tal anos eles quiseram.
São os mesmos que agora ameaçam com a demissão se não disserem que sim a tudo os partidos da oposição? Aonde vamos nós parar e que futuro esperar para as novas gerações que já estão cada vez mais desiludidas. Vou tendo vergonha de ser português com governantes destes. Quando acordará o nosso povo? Até quando consentiremos que gente como Varas, Vitores Constâncios, Loureiros, Penedos e Almeidas Santos ditem o nosso destino e por conta disso e de todos nós criem fortunas astronómicas enquanto ao nosso lado há quem não tenha para comprar pão??
Este não é o país que me ensinaram na escola Primária...
Vou lembrar-me de hoje em diante quando me pedirem o meu voto...
Que mais não seja pela memória daqueles que lutaram por um PORTUGAL justo e nessa luta deram o derradeiro sacrifício.

Leitor

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS

O QUE SE ESCREVE E DIZ SOBRE O ALENTEJO

Alqueva desperta para o turismo

0s grandes projectos turísticos anunciados para o Alqueva começam finalmente a sair do papel. O empresário José Roquette já arrancou com as obras do seu empreendimento em Reguengos de Monsaraz, que prevê investimentos de 1000 milhões de euros em sete hotéis, quatro campos de golfe, marinas e várias outras infraestruturas. Nas aldeias da região, as casas de turismo rural estão a registar uma procura crescente.
http://aeiou.expresso.pt/

Realojamento de 49 famílias de Campo Maior continua adiado um mês

Um mês após a derrocada parcial da muralha do Castelo de Campo Maior, que colocou em risco habitações precárias de 49 famílias, ainda não há solução para o realojamento dos agregados, que incluem cerca de uma centena de menores.
http://www.ionline.pt/

Municípios de Alandroal e Villanueva Del Fresno promovem concurso literário

Os municípios de Alandroal e de Villanueva Del Fresno estão a promover a 11ª edição do Certame Literário Luso-espanhol “José António de Saraiva”. Criado com o objetivo de promover o nível cultural e o conhecimento das regiões da Extremadura espanhola e do Alentejo, a iniciativa pretende também contribuir para o estreitamento das relações entre estas duas regiões.

Fórum Alentejo 2015 promoveu conferência “A Nova Agricultura Alentejana”
http://dianafm.com/