quarta-feira, 20 de junho de 2018

MAIS TRABALHO E MENOS "PALEIO"


No início de junho, a RTP noticiou a queda de uma das torres da Fortaleza de Juromenha, monumento localizado no município do Alandroal que remonta ao século IX. Porém, ao que parece, a derrocada terá acontecido há dois meses, causada pelas “fortes chuvadas”, adiantou ao Observador a Direção Regional de Cultura do Alentejo.

EH   EH…HE – NOS AÇORES É QUE É  (Tudo Preparado para celebrar o S. João)

GREVE…GREVES… + GREVE


Aqui a 40%,50% mais ? menos? Não se percebe… não vão aguentar! 
 Os diretores discutem a coisa em privado mas sempre que sentem que estão sendo encarados param de falar e assumem  as posições herméticas habituais.
Os professores na maioria fantasiam sobre a moralidade com as mãos tatalando como asas quebradas...

 Eu sou chapeleiro do grande chapéu misterioso que continua recordando e propondo um brinde irónico, como sempre
V.R.


A CRONICA DE HOJE TRANSMITIDA NA DIANA/FM


JOSÉ POLICARPO
                            NÃO DEIXEM MORRER A CIDADANIA!
As câmaras municipais existem porque os cidadãos/munícipes por si próprios não conseguem edificar, construir, preservar, conservar e regular aquilo que é de todos. Já viram e pensaram o que seria se as ruas e travessas ficassem sob a alçada de um qualquer morador no centro histórico? Estou certo e seguro que, só as ruas e travessas sitas intramuros, seriam reparadas e conservadas.
Não pretendo dar aqui uma aula sobre a organização do Estado, nomeadamente, na sua vertente descentralizada, porém, os cidadãos, no caso, os munícipes, devem ter uma postura mais participativa e mais atuante. Não resta cumprirem o seu dever cívico de quatro em quatro anos, duração dos mandatos autárquicos, porque se deixarmos a atuação politica ao nível do mantado que é conferido pelo voto, nem sempre sucede, há concelhos onde as coisas funcionam regular e, adequadamente, mas na sua maioria a situação é manifestamente insuficiente.
No caso concreto do concelho de Évora, infelizmente, a situação, ou se pauta pelo sofrível e/ou pela má. Esta semana, para não variar, fizeram chegar ao meu conhecimento várias queixas. As pessoas que residem no bairro do degebe, nomeadamente, na quinta da sisuda, queixam-se que o caminho não foi arranjado por falta de funcionários. As ervas na estrada dos canaviais são mais do que muitas e, neste particular, o Estado obriga os particulares à limpeza dos seus terrenos e é negligente com os seus.
Ora, se não temos uma Câmara Municipal à altura de dar resposta aos problemas que, diariamente, se levantam aos munícipes, alguma coisa não estará certo. A falta de pessoal não é resposta, nem muito menos justificação para a sua inercia. Se a Câmara não tem pessoas disponíveis para responderem às solicitações, deverá contratar privados para suprirem as falhas. Já pensaram ir por aqui?



ALANDROAL - TERRA E GENTES




VAMOS A ELES ! É P´RA GANHAR!



E GANHAMOS.... MAS CUSTOU E MUITO!

terça-feira, 19 de junho de 2018

"UNS COMEM OS FIGOS, OUTROS REBENTA-LHES A BOCA"

…No entanto, do ponto de vista da lei, “é o museu que tem quase mil tesouros nacionais, registados pelos legisladores e especialistas, que selecionaram e consideraram que são bens de interesse nacional”.
António Carvalho tem dificuldade em nomear os tesouros do Museu Nacional de Arqueologia, porque são muitos, dentro das centenas de milhares de peças que o museu alberga, mas realça alguns: “O núcleo do Endovélico, cujo templo se localizava no atual concelho do Alandroal, assume um papel de grande relevo no museu”.



ESCLARECIMENTO DA C.M.A.


"ANTES TARDE QUE NUNCA" OU "QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA"


A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


 CLÁUDIA SOUSA PEREIRA
                                                        ERA AQUARIUS?
Lembro-me de um filme musical intitulado Hair que retratava a alucinada década mundial de 60 , nomeadamente a alucinação por LSD dos hippies e a do napalm no Vietnam, em que a canção Aquarius dizia qualquer coisa como: quando a Lua estiver na sétima casa e Júpiter alinhar com Marte, então a paz guiará os planetas e o amor conduzirá as estrelas.
Com este relevante episódio do navio Aquarius na saga da migração para a Europa, também eu tenho esperança que aquela que se designa como uma comunidade unida, ganhe vergonha e se dedique ao trabalho político que esta matéria cíclica da história da Humanidade requer.
Tive, não há muito tempo, contacto com várias redes de Cidades que se juntavam por interesses comuns. Trabalhando por uma política comum, ainda que atenta a especificidades de cada um dos seus membros, tentava-se levar a cabo esse trabalho de maneira a que essas características partilhadas fossem beneficiadas e servissem os respectivos cidadãos. Algumas dessas Cidades teriam até ambições maiores do que as práticas reais e vigentes que as faziam pertencer a esta ou aquela rede, mas o objectivo era precisamente que esse comprometimento servisse para que, passo a passo, se alcançasse a missão de o ser. À maneira da Declaração Universal dos Direitos Humanos, carta para alguns dos assinantes muito mais de intenções do que de práticas em vigor.
A União Europeia, para lá de um óbvio e omnipresente sistema financeiro-económico que a deve sustentar, assenta na solidariedade entre os seus membros, mas não só, que o próprio termo União que lhe está na génese determina. O assunto dos migrantes – refugiados de uma situação humanamente insustentável – que procuram a Europa merece mais do que dichotes entre chefes de Estado e de Partidos que compõem os seus Estados membro. Merece deputados e comissários europeus empenhados, atentos e incómodos para com aqueles Estados que não cumprem as regras básicas da Comunidade a que pertencem. Não basta criticar algumas atitudes dos que são constantemente chamados a abrir portas a todos quantos lhes caiam semi-inanimados nos braços, muitas vezes e só porque geograficamente é neles que está o acesso mais fácil. Não basta criticar os que impõem regras mais apertadas porque as suas situações económicas se tornam mais atraentes para receber novas gerações de um fluxo migratório tradicional.
Importa, não apenas evitar cuidadosamente os que sem escrúpulos se aproveitam da fragilidade dos recém-chegados, e falo dos traficantes de seres humanos para fins vários, como importa ajudar os que tendo muitas condições e boas intenções para receber refugiados e/ou migrantes não têm os atractivos que os fazem permanecer e juntar-se a uma comunidade aumentando-a e enriquecendo-a, sem serem criadas descriminações geradoras de conflito. Não há-de ser fácil – ninguém terá dito que era – mas não deverá ser impossível se o fim for nobre, positivo, humano e os processos não se desviarem desses portos, independentemente da dureza da rota. Oxalá este episódio do Aquarius como numa história bem contada que faz nela mergulhar leitores à procura de um final feliz, represente o início de uma nova Era. Afinal, foi assim com os Livros que fizeram tantos ligarem-se em torno de Um.
Até para a semana.


                           AINDA COM SANTO ANTÓNIO NA LEMBRANÇA

                               O PASSADO E O PRESENTE
Foto: Manuel Correia

             SE O CALOR APERTAR DE VERDADE, TEMOS À MÃO A PRAIA DA LIBERDADE…

Fotos: Face "Amigos Capelins" de Manuel Correia

LEMBRA-SE?



segunda-feira, 18 de junho de 2018

CELEBRAÇÃO DAS EXÉQUIAS

Confiando na misericórdia e no amor divinos, entregamos o corpo desta Capela à terra, terra à terra; cinza à cinza; pó ao pó; na esperança da Ressurreição geral no último dia para a Vida eterna no mundo porvir, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Foto: José Pessoa

DIREITO À OPINIÃO

Leitor devidamente identificado perante o Administrador do Al Tejo fez-nos chegar com pedido de publicação o texto e as fotos que se seguem.
É caso para perguntar: mas “isto” nunca mais tem solução?

Passando pela estrada que serve o campo de tiro de Santiago Maior e vendo uma moradora com uma tesoura de poda a cortar as silvas, pois os carros que por ali passam já roçam e fazem riscos em ambos os lados com as ditas, não resisti a tirar umas fotos, pois como alguém disse uma foto vale mais que mil palavras, pena que a Senhora já tenha cortado os ramos maiores mas ainda assim não se passa sem que as silvas toquem nos carros e se vier um carro de cada lado, fica a pintura bem danificada. Segundo a moradora, tem o carro todo cheio de riscos.
Quando em tempos se comentava sobre este já velho e gasto problema da dita estrada, que apesar dos tempos continua por resolver, havia comentários que nas entrelinhas falavam de um certo ressabiamento e vingança do Professor João Grilo sobre certa pessoa que por ali vive. Nunca levei a coisa muito a sério, mas na verdade parece que o atual Presidente continua a não saber digerir as escaramuças pessoais e como tal ficam lesadas terceiros que por ali vivem e nada tem a ver com tais novelas. Se eu estiver enganado neste meu vaticínio, então a gravidade é na mesma tremenda e incompreensível, porque o que o atual Presidente prometeu às pessoas é que iria governar de igual para todos os Munícipes, que vinha para unir, para unificar, mas pelo que se vê, foi só promessas, na verdade há tratamento diferenciado para com os munícipes do Alandroal.
Fora de políticas, aqui ficam as imagens que nas fotos não dá para se ter uma ideia real do estado em que a estrada se encontra, mas ainda assim para que cada um julgue conforme a sua consciência.
Um bom domingo a todos.






 PROSSEGUE O MÊS DOS SANTOS POPULARES – PORTANTO SIGA A MARCHA…

A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

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MARIA HELENA FIGUEIREDO
CENTRO COMERCIAL ÀS PORTAS D’AVIZ: UMA ESTÓRIA MAL CONTADA (1)
A questão do Centro Comercial às Portas d’Aviz voltou à ordem do dia.
O Presidente da Câmara insiste em vender terrenos públicos para a construção do centro comercial; apresentou em reunião de câmara um novo caderno de encargos e a seguir retirou-o; afirmou que só avança com a venda se houver consenso, mas vai dizendo que não precisa de nova aprovação da Assembleia municipal.
A forma como a questão tem sido apresentada por Pinto de Sá é tudo menos transparente.
Por isso e enquanto longe dos nossos olhos e dos nossos ouvidos se vão fazendo negociações com os investidores interessados, vamos aproveitar estas semanas para levantar algumas questões que a CDU, maioritária na Camara Municipal, deverá esclarecer.
Comecemos pelo 1.º argumento que tem vindo a ser há anos utilizado: Se as outras cidades têm um Centro Comercial, Évora deveria ter também o seu, não se justificava que os eborenses para fazer as compras se tivessem de deslocar ao Montijo ou a Almada.
Cai bem na opinião publica. Afinal não somos menos que os outros.
Se o argumento até podia colher no passado, perdeu hoje toda a validade: Évora tem um Centro Comercial!
Por isso, inventa-se agora, num refrescamento da narrativa, que se pode ter 1 centro comercial, pode seguramente ter 2.
Ora, os estudos em que a Câmara se tem sustentado – antigos, de 2007, e que se tivessem sido actualizados como o Bloco de Esquerda propôs seriam certamente ainda mais críticos – feitos pela Professora Teresa Barata Salgueiro dizem expressamente que Évora não tem capacidade para ter 2 centros comerciais.
Mas mais que isso:
Os especialistas da Associação Portuguesa de Centros Comerciais e da consultora especializada Cushman & Wakfield, numa análise feita há menos de 1 ano, são unânimes em dizer que depois da inauguração do Évora Shopping e de um outro centro comercial em Loulé, não há espaço para mais centros comerciais no país e que estes devem ser os últimos a abrir.
“O Mercado está maduro, não há espaço para mais, até porque a população não tem vindo a crescer”. E acrescentava ao Expresso, em Setembro passado, Marta Costa, a responsável pela C&W, “depois de Évora e Loulé …o mercado atingiu a maturidade e quem disser o contrário está a mentir”.
Ora, se não há espaço no país para mais um centro comercial como se justifica que o Sr Presidente da Câmara insista em querer abrir mais um em Évora?
Mas a par de não haver capacidade para ter 2 Centros Comerciais, todos sabemos que os centros comerciais existentes noutras cidades estão em grandes dificuldades. Em Leiria, por exemplo, fecharam 57% das lojas existentes nos vários centros comerciais. O do Montijo tem vivido uma situação complicada.
A falência do modelo dos centros comerciais é uma tendência que atravessa este e outros países e que tem vindo a aumentar, quer pelo esgotamento do modelo quer porque outros padrões de consumo e comportamento estão a emergir.
Aliás, face a esta saturação de centros comerciais e ao aumento do turismo, o caminho seguido por outras cidades, numa tendência que está a consolidar-se, é a do reforço das lojas de rua. Como a consultora Cushman & Wakfield diz, no futuro é o comércio de rua que vai sair a ganhar.
E a nossa cidade é especialmente vocacionada para o comercio de rua, com um espaço público privilegiado e as galerias comerciais que são as arcadas.
Ora bem, se a tendência por todo o lado é essa, porque é que em Évora se há-de estar a começar o que nos outros locais está a ser abandonado?
Pelo que cabe perguntar: E se um centro comercial no coração da zona classificada como Património da Humanidade se transformar num fantasma, quem assume a responsabilidade e o custo brutal da reposição? O promotor privado – um qualquer fundo financeiro internacional – que está dispensado de apresentar garantia financeira de salvaguarda para uma situação dessa natureza? Ou o Município está preparado para o garantir e com que recursos financeiros? Ou deixa-se a apodrecer?
E como é que, neste contexto, uma câmara da CDU justifica a insistência em promover um negócio que tem do outro lado um qualquer fundo de investimento imobiliário, mais interessado no lucro que na protecção do património e das pequenas e microempresas comerciais da cidade e é o protótipo do capitalismo financeiro?
Até para a semana!



TERÁ QUE SER RÁPIDO...ANTES QUE CAIA TUDO!


JÁ QUE AS “SAIAS” NÃO PASSARAM DE INTENÇÃO…VAMOS ENTÃO TENTAR JUROMENHA!

COLABORAÇÃO Tiago Salgueiro

O Alentejo vive um período de grande dinamismo!
O património natural, histórico, cultural, aliado à gastronomia e aos vinhos, assumem-se como pontos de referência para quem visita a região. Ninguém tem dúvidas de que o turismo, nas suas diversas vertentes, tem dados sinais de qualidade e competitividade, o que converte este sector numa alavanca de desenvolvimento.
Apesar das dificuldades decorrentes da crise económica recente, penso que o nosso Alentejo e as suas gentes têm demonstrado uma vitalidade que assume contornos importantes e que permite, na minha opinião, ter esperança no futuro. A desertificação deixou marcas, assim como o envelhecimento generalizado da população. Apesar disso e de todas as adversidades, o espirito tenaz e combativo dos Alentejanos, característica secular, tem trazido benefícios evidentes, com a colocação da nossa região “no mapa”.
A promoção da oferta do Alentejo, a nível cultural, gastronómico, vinícola e turístico, tem como consequência um conjunto muito significativo de benefícios que devem continuar a ser aproveitados, graças a esta “onda” de entusiasmo que está a ser gerada, também através da mediatização desse legado.
O cante, como expoente máximo das particularidades da região e dos seus usos e costumes, viu a classificação como Património Mundial da UNESCO converter-se numa realidade. Este processo demonstrou bem que temos todas as condições de lutar pelos nossos objetivos, ainda que estes pareçam inalcançáveis. O mesmo se aplica em relação à Arte Chocalheira e aos Bonecos de Estremoz. Estes bons exemplos devem ser seguidos e valorizados.

A TEMPO E HORAS


domingo, 17 de junho de 2018

DESPORTO

                                                                     FUTEBOL
                                                                   AMIGÁVEL
                                           S . Pedrense 2 – Amigos S. Brás dos Matos 4
                                            MUNDIAL - Resultados até ontem
                                                     Rússia 5 -Arábia Saudita 0
                                                           Egito 0-Uruguai 1
                                                           Marrocos 0 –Irão 1
                                                      PORTUGAL 3-Espanha, 3
                                                          França 2-Austrália 1
                                                         Argentina 1-Islândia 1
                                                            Peru 0-Dinamarca 1
                                                            Croácia 2-Nigéria 0                                                                  DESTAQUE


NA MARCHA DE HOJE RECORDAMOS CARLOS PAIÃO

      EM SEMANA DE SANTOS POPULARES – AS “MARCHAS” NÃO VÃO FALTAR

A "ARTE" DO PROF. VITOR ROSA


O SERMÃO DE DOMINGO

HOJE: O POVO

IMPRENSA REGIONAL RECENTE