sábado, 1 de abril de 2017

INICIATIVA QUE SE LOUVA

A PARTIR DE HOJE OS HABITANTES DO ALANDROAL PASSAM A TER MAIS UM LOCAL ONDE PODEM ENRIQUECER A SUA GASTRONOMIA.

                   TRATA-SE DE UM NOVO TALHO QUE SE DEDICA                                EXCLUSIVAMENTE À VENDA DE  “CAÇA”
 Fica o mesmo situado na Praça da Républica.

5 comentários:

Anónimo disse...

Alguma coisa acontece nesta terra, no que me diz respeito vou ser cliente, a ver vamos se gente de fora será informada deste espaço que é coisa rara em todo o País.
Boa sorte.

Anónimo disse...

Tudo para dar certo, pode ser que alguns notáveis da nossa restauração que compram a carne ali no intermarché do Redondo e depois é borrego de pasto, cabrito do monte, galinha do campo e por aí fora, comessem a ter outras coisas de mais qualidade aqui à mão.Bem precisa certo restaurante afamado cada vez com menos clientela e falo por mim, pois tive lá à pouco tempo e infelizmente é uma sombra do que já foi, a não repetir.

Uma dica para quem abriu o espaço, façam um site e publiquem não se fiquem só pela clientela local ou estão entalados e se for alguém da terra pior ainda.

carlos gomes disse...

Há algo que não bate certo. Vender o que é proibido vender?!!!Tudo truque

Anónimo disse...

Quem são os proprietários do referido talho? Qual o nome do dito?

Anónimo disse...

Permitam-me que cite Hernani Lopes no blogue https://dotempodaoutrasenhora.blogspot.pt:
«1º de Abril em Portugal
O dia 1 de Abril é conhecido entre nós por “Dia das mentiras”, dia em que por tradição se pregam partidas aos outros, sejam eles familiares, amigos, vizinhos ou colegas de trabalho. A nível dos mídia, a imprensa escrita, a rádio, a televisão e a internet veiculam notícias, a maioria das vezes surpreendentes ou fantásticas, mas credíveis, as quais só no dia seguinte se vem a saber serem “mentiras do 1º de Abril”.
Decerto que haverá referências mais antigas ao 1º de Abril em Portugal, mas a mais antiga que eu conheço, data de 1885 e deve-se a Teófilo Braga [1] que nos revela que nos Açores a data era conhecida por “dia das petas” e no Porto por “dia dos enganos”, citando a propósito um jornal de província: “Efectivamente um dos enganos mais explorados é obrigar um indivíduo a dar passos baldados, procurar um objecto impossível ou que não está no sítio que lhe designam.»

Chico Manuel