segunda-feira, 8 de junho de 2015

E FOI ASSIM !


   Após bem comidos e bem bebidos seguiu-se a animação musical










3 comentários:

Anónimo disse...

Francisco, não leve a mal, mas tenho reparado, aqui e no Facebook, que insiste em escrever xíxaros, isso não existe, de todo. Escreve-se chícharos; julgo importante que estando a gerir um meio de comunicação tenha algum cuidado com a ortografia.

Francisco Tata disse...

Tem o meu amigo toda a razão.
O termo correcto é Chicharo e não xixaro como eu venho escrevendo.
Vou elucidar porque escrevo xixaros: Existe (e há muito mais tempo que a nossa, e devidamente legalizada a Confraria dos Chicharos, numa localidade cujo nome não me ocorre de momento. Quando num almoço restrito foi lançada a ideia de formar uma Confraria com esse nome verificamos que já havia uma a sério, e para ser diferente e não haver confusões lancei a idéia de a nossa se escrever com X.
Como o vocabulo se pronuncia da mesma maneira e apenas se fala do mesmo uma vez por ano... olhe ... passei a escrever assim com X. Não vem grande mal ao Mundo ...
De qualquer forma agradeço o seu reparo e como vai verificar daqui a pouco, em postagem que vou colocar, todos vamos ficar a saber a origem da leguminosa e a maneira correcta de a escrever.
Cá os confrades ligam mais ao sabor do que à ortografia.
Abraço
Chico Manel

Anónimo disse...



OBS.


Em breve depoimento final sobre a FESTA da CONFRARIA dos XIXAROS/ CHICHAROS deste ano,2015, vamos apenas acrescentar que se tratou fundamentalmente de um reencontro de alandroalenses tendo como polo dinamizador e agregador o Al tejo. Um blog com aceitação regional.

Se repararem bem nas fotografias e nos vídeos, poderão também verificar que se trata de uma tarde de encontros entre gerações. Umas com mais passado do que futuro e outras com mais futuro do que passado. Assim é. Mas é assim que se torna bonito.Sem desencontros e lamúrias intergeracionais.

O que é importante é que a mensagem que o Al tejo vai passando se prolongue através de nós, ao largo conjunto dos que vão sendo Visitantes do Al tejo e de todos os alandroalenses que estão fora.

Não tenho duvidas em afirmar que, no ano que vem, seremos porventura ainda mais. E digo isto porque o trabalho aglutinador de base e de comunicação que anda a ser feito, diariamente, tem consigo a virtude de nos tornar mais alandroalenses do que já eramos. Mais leitores do que já fomos. E até mais participantes do que aquilo que julgávamos poder ser.

Neste contexto é justo e correcto reafirmar que foi uma bela tarde, com muita gente e muitos diálogos cruzados, muita musica, bastante humor, boa comida e uns bons tintos.

Assim como foi uma tarde onde todos fomos amigos e praticantes entusiasmados do que melhor ajuda a definir-nos: a nossa própria maneira de ser, mantendo as nossas mais antigas tradições culturais. Reconstruindo algo da nossa identidade perdida através dos tempos.

Se quiserem foi também uma tarde com uma ponta forte de emoções várias a que só não é sensível quem não quer. Ou a quem anda (por alguma razão) um tanto esquecido do modo de ser ou de ter "alma alandroalense".
Mas se não quiserem usar este termo, chamem-lhe "mística". Ambos os termos vão dar quase ao mesmo.
Ou seja, a uma das mais belas sensações terrenas: a de que nascemos aqui e daqui havemos de partir para outros mundos. Por estrada real pelo Caminho da Fonte e "com dois arcos a aventura".

É de tudo isto que já está e vai reconstruir-se a nossa memória de ter nascido e vivido no Alandroal. Pese embora as curvas apertadas,a falta de chama ( e de Luz electrica em certas e tenebrosas Ruas)em termos humanos e sociais pelos quais a nossa Vila anda a passar.

Melhores saudações


Antonio Neves Berbem