quinta-feira, 7 de março de 2019

AMANHÃ - FERIADO MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO


VENTOS DE MUDANÇA?

SE ASSIM FOR... É MOTIVO DE REGOZIJO...



NA IMPRENSA...


“ALDRUBAS” PROTEGIDO VALE POR DOIS!


DEIXA LÁ QUE QUALQUER DIA TAMBEM VAIS À CRISTINA!...


TAMBÉM “NEM TANTO AO MAR NEM TANTO À TERRA” – JÁ VI PRETOS “LAMBUZADOS” DE FARINHA…

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


                                                                                                    EDUARDO LUCIANO
Os livros, as leituras, os leitores e os que acham tudo isso desnecessário
Há uns anos comprei um livro de um jovem autor premiado e não consegui fazer o que faço sempre, começar e acabar a leitura da obra. Tentei várias vezes e não conseguia acertar com o ritmo da escrita, encontrar aquele fio que nos apetece puxar, até que nada reste do novelo da escrita do outro e tudo fique composto em múltiplas imagens do lado de quem lê.
No final do ano passado voltei a tentar e desta vez consegui sentir o ar que naturalmente passa entre as palavras de quem escreve com talento e terminei a leitura da obra que andou comigo em casas e estantes diferentes, guardada para quando eu tivesse a maturidade suficiente para aprender o que, estando ou não escrito, aquela soma de caracteres me ensinou.
Acabei de ler um outro romance do mesmo autor e desta vez não tive qualquer dificuldade em retirar prazer da leitura, em partilhar em voz alta passagens que entendi poderem dar origem a reflexões sobre características e vivências de personagens, em suma, que permitisse aprendizagem partilhada.
Nos últimos três meses li apenas seis livros, o que significa que estou a ler mais devagar e provavelmente a retirar mais prazer do que leio, o que me permite cimentar melhor a dimensão da minha ignorância.
Vem esta conversa a propósito de um texto do meu amigo Samuel, que partilhei na minha página de uma rede social e de alguns comentários que a mesma suscitou.
Fi-lo por ter achado estranho que dois adultos, licenciados, um professor de história, não fizesse a mais pálida ideia de quem tinha sido Mao Zedong. Fi-lo porque me apanhei a reflectir sobre a improbabilidade daquelas pessoas conseguirem ler, por não possuírem as necessárias ferramentas de conhecimento para navegarem no que não está impresso no papel, ainda que tenham quinze ou dezassete anos de escolaridade.
Levei logo com o julgamento sumário de que a minha preocupação era de que as pessoas não se interessavam sobre a “história do comunismo”, de que se eles não sabiam quem era o Mao não era grave, porque eu também não sei como se chama a mulher do George Clooney e teria falhado clamorosamente uma pergunta para a qual a maioria sabe a resposta.
Estas observações revelaram apenas que quem as fez não consegue sequer vislumbrar as razões do meu espanto, que nada têm a ver com uma postura de culpabilização das pessoas que se arriscaram a participar num programa de televisão sujeitando-se ao escrutínio de milhões de sabichões.
Talvez a observação que mais me preocupou foi aquela que sugeriu que o conhecimento do passado não servia para nada e seria mesmo uma verdadeira perda de tempo. Lembrei-me de imediato de afirmações de jovens brasileiros que não tendo passado pela ditadura militar emitiram opiniões em sua defesa, de gente que todos os dias anda a dizer que no tempo do Salazar é que era bom ou a confundir miséria (dos outros) com honestidade, de professores que conseguem falar da segunda guerra mundial sem referir uma única vez o papel do exército vermelho na derrota do nazismo, dos que alcunham de ditadura qualquer regime de que não gostam, ou de comunismo tudo o que lhes cheire, ainda que vagamente, a oposição ao capitalismo.
A minha preocupação não é com a ignorância de dois jovens sobre a história do século XX, todos somos ignorantes sobre muitas coisas, mas com o facto da coisa se transformar em “normalidade”, como se saber ler e escrever fosse coisa de uma elite intelectual.
Quando o meu amigo Chico me emprestou, aos 15 anos, uma obra de Remarque talvez soubesse que quarenta e quatro anos depois eu não desistiria de um livro apenas porque o meu ritmo era diferente do ritmo do escritor.
É por isso que os meus filhos se queixam de que as prendas de aniversário e de natal são, invariavelmente, livros.
Para terminar esta crónica, que já vai longa, deixo-vos um facto histórico: o Partido Comunista Português celebrou ontem noventa e oito anos, quarenta e oito dos quais debaixo de uma ditadura fascista, com gerações de militantes e dirigentes perseguidos, presos, torturados e assassinados.
Não se trata da “história do comunismo” em Portugal. Trata-se da história do povo português na sua luta pela liberdade. Ficam com esta informação, quanto mais não seja para não falharem se esta pergunta vos sair num programa de televisão.
E já agora, pesquisar no motor de busca da internet não costuma ser suficiente.
Até para a semana



DIVULGAÇÃO - MONTEMOR


quarta-feira, 6 de março de 2019

PROMOÇÃO X SEMANA GASTRONOMICA DO PEIXE DO RIO – ALANDROAL

Depois de publicitado na RTP1 e Canal Q

HOJE FOI A VEZ DO MESMO SER DIVULGADO NA CMTV E SIC




CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


                                                                                                   JOSÉ POLICARPO
                                     O circo está instalado
Este fim semana foi marcado pelas declarações iradas e contundentes dos líderes do partido comunista português e do bloco de esquerda, a propósito da possibilidade do Estado injetar mais de mil milhões de euros no novo banco.
Quem tivesse chegado ao nosso país e não conhecesse nada do que aqui se tem passado nos últimos três anos e meio, concluiria sem margem para quaisquer dúvidas que, tanto o partido comunista, como o bloco, seriam os ferozes opositores do atual governo do partido socialista.
Na verdade, estes partidos permitem que o partido socialista seja governo por via do seu apoio parlamentar e, sempre se associaram, com ruído parlamentar e mediático às bandeiras mais populares do governo. Disso temos os exemplos da reposição dos rendimentos dos funcionários públicos e dos pensionistas, como, também, as reversões das privatizações levadas a cabo em matéria de transportes pelo governo anterior.
Nos aspetos mais populares da governação, os méritos eram sobretudo deles, quanto às medidas mais impopulares, como os aumentos dos impostos indiretos, combustíveis, IUC e outros, isso não era nada com eles, nada lhes dizia e diz respeito. Se isto não fosse um drama para os portugueses que precisam do automóvel para trabalhar e/ou para se fazerm transportar, até seria uma comédia.
Contudo, estes dois partidos votaram, favoravelmente, quatro, repito quatro orçamentos de Estado, por isso, a governação do partido socialista só existe porque comunistas e bloquistas através dos seus grupos parlamentares a apoiam. E, os resultados positivos e negativos, na minha opinião mais negativos do que positivos, da atual governação estão umbilicalmente ligados a estas duas forças partidárias.
Ora, Jerónimo de Sousa e Catarina Martins estão convencidos que, para não terem uma derrocada eleitoral nas próximas eleições legislativas, têm que demarcar-se da governação socialista nas medidas menos populares do governo do PS. Por isso, não dispensarão de utilizar tudo para saírem com os alegados louros da governação, mesmo que isso soe a incoerência e a ridículo. Portanto o circo político está em andamento.



NEM SÓ DE BRINCADEIRA SE COMPÕE O CARNAVAL…

  

NA IMPRENSA...


AINDA POR CIMA… A GENTE É QUE PAGA!
NÃO O LEVEM TODO. DEIXEM ALGUM P´RÁ GENTE… (para pagar as custas do tal processo)
VÁ LÁ… AINDA HÁ POLITICOS QUE PENSAM!...

DIVULGAÇÃO: FERIADO MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO

MEMÓRIAS CURTAS - Prof Vitor Guita

Foi uma das noites de luar mais bonitas dos últimos tempos.
É, pelo menos, a opinião de alguns que presenciaram o invulgar cenário nocturno que teve lugar no passado mês de Janeiro. Uns chamaram-lhe super Lua; outros apelidaram-na de Lua sangrenta ou Lua de sangue de lobo.
Para quem não aprecia linguagem ou práticas sanguinolentas, o nome até nem tem nada de bonito. Os mais supersticiosos dirão mesmo que a designação não augura nada de bom.
Foi a 21 de Janeiro que tudo aconteceu: Para os astrónomos, habituados a observar estes fenómenos, a super Lua ocorre, de longe em longe, quando o satélite da terra, na sua trajetória. elíptica, mais se aproxima de nós. A Lua cheia apresenta-se maior e mais brilhante do que é habitual e adquire, durante algum tempo, uma tonalidade avermelhada.
Nessa madrugada não pregamos olho, acompanhando, minuto a minuto, o extraordinário cenário que tínhamos diante dos nossos olhos. Fomos acompanhando o paulatino movimento da Lua, as suas várias nuances, assim como o reflexo, cá em baixo, da sua luz.
Ocasiões houve, de maior claridade, que parecia estarmos a assistir ao romper do dia. Noutros momentos, o espaço circundante tingiu-se de vermelho, reflectindo a cor da Lua. Fazia lembrar um cenário de teatro que vai cambiando misteriosamente de luz e de cor.
Como se tudo isto não bastasse, a altas horas da madrugada ocorreu um eclipse lunar, quando o satélite entrou num cone de sombra da Terra. Um espectáculo surpreendente!
Entre os mais antigos existe a crença de que a lua interfere nas condições meteorológicas e no desenvolvimento das sementes, das planta e também no ciclo animal, ser humano incluído. É como se a Lua dirigisse, lá do alto esta complexa orquestra que é a natureza.
Ainda não há muito tempo, um velho amigo nosso afirmava: “Vai chover brevemente. A Lua já deu rumores.” Verdade seja dita, também ouvimos alguns que nos disseram: “Nunca ligues nada a isso. É tudo conversa”.
Acredite-se ou não, o facto é que a crença de que a Lua influencia as culturas remonta a tempos muito distantes. Vários povos do mundo, ainda hoje, semeiam e plantam respeitando as fases da Lua. Apesar de escassearem provas científicas, há quem confirme ter aumentado as suas produções a partir do momento em que começou a dar mais atenção às virtudes lunares.
Numa das nossas frequentes caminhadas ao Monte das Alpistas, onde costumamos ir à rocura de produtos da terra, detivemo-nos ali alguns instantes para conversar com Alexandrino Vedorias e Rosária Bravo, nossos velhos conhecidos e portadores de uma sabedoria que se vai esfumando no tempo. Apesar da idade que não perdoa, marido e mulher teimam em manter a sua horta bem tratada. Não se dá o trabalho feito! Exclama frequentemente o casal de hortelões.
As coisas já não são o que eram, mas há saberes e praticas que não se perdem. Fazer os alfobres ou plantar couves, alfaces e outras plantas com folhas susceptíveis de espigar deve ter lugar no minguante. O mesmo deve acontecer com o plantio de cebolas.
São inúmeros os provérbios que ouvimos acerca da Lua e de outros astros, assim como aqueles que giram em torno do cultivo das hortas e do campo em geral:
“Janeiro quente traz o diabo no ventre”
“Não há luar como o de Janeiro nem sol como o de Agosto”
“Em Janeiro sobe ao outeiro. Se vires terre(j) ar põe-te a cantar, se vires verdejar, põe-te a chorar”.
A certa altura apercebemo-nos de que Rosária Bravo gostaria de interromper por momentos a conversa sobre o mundo das crenças e das influencias lunares, manifestando vontade de descer do céu à terá para falar da sua vida. Memórias de uma vida dura!
O seu nascimento teve lugar no Monte da Ribeira, sítio escuso, na vizinhança do Monte do Pé Bom e dos Mortórios, o mesmo será dizer, já perto do limite das Fazendas.
Havia no monte apenas duas u três moradias, mas não faltava gente, incluindo gente nova e bem animada. Ali por aqueles lados viveu a família Carvoeiro, de onde saíram alguns dos melhores bailadores de fandango da nossa região.
Ao longo do tempo, Rosária Bravo teve saltitar atrás da família, entre a Quinta dos Cavaleiros, o Monte do Picatojo, até se fixar no Monte das Alpistas. Com oito ou nove anos, já estava fartinha de carregar pesos à cabeça, vergada à dureza do trabalho. “Muitas vezes, a cambalear, parecia uma bêbada estrada fora! Outras vezes, nas manhãs frias, nem sentia as mãos engadanhadas de tanto arrancar sargaços”. Depois vieram-lhe à lembrança as longuíssimas caminhadas até às proximidades do Ciborro. As mulheres iam a pé, os homens em carroças carregadas com mantimentos. Se algum carreiro bebia um copo a mais pelo caminho, a jovem Rosária saltava para cima da carroça e era ela que conduzia as mulas. O destino era a Herdade de Cruzetes, onde ela e as companheiras iam juntar cortiça.
Quando se chegava ao trabalho já toda a gente ia moída. Porém, lá vinha a voz do manajeiro: “Vocês deviam trabalhar mas era com uma pedra ao pescoço”.
Foram muitas noites mal dormidas, em cima de molhos de cevada. O barulho das patas das bestas não deixava pregar olho.
Rosária Bravo fez de tudo ou quase tudo: Até ceifar arroz, metida nos camalhões, enterrada em água e lama. De vez em quando lá vinham os trenós, carros sem rodas, puxados por juntas de bois.
No tempo da azeitona, a nossa camponesa chegou a andar na apanha quinze semanas a fio, molhada, a cheirar a fumo. Em dias de muita chuva, corria-lhe a água preta do chapéu para dentro da tijela da sopa. “Quem é que deixou aqui ficar esta?” gritava o manajeiro. Não podia ficar uma azeitona no chão. Hoje, e já estamos em Fevereiro, vêem-se os olivais ainda carregadinhos.
Para o bem e para o mal, o mundo deu uma grande volta!
Alexandrino Vedorias quis associar-se a conversa, com o saber que a experiência lhe dá. Falámos do tempo em que as hortas eram cavadas “à manta”ou ao “montujo”, processo natural de tornar as terras mais fértil. “Hoje chegam-lhe adubos p´ra diante”. Aí por esses “vais”, em qualquer buraco corria água. Havia agriões por todo o lado.
A conversa arrastou-se por mais algum tempo. Entretanto fizeram-se horas de regressar a Montemor. Tínhamos que alinhavar umas quantas linhas acerca do que vimos e ouvimos, interligando tudo com os mistérios da Lua.
De acordo com o que foi anunciado, o céu aparecerá novamente iluminado por uma Lua de sangue no dia 19 de Fevereiro em 2021, segundo as previsões dos astrónomos, o satélite vai reaparecer excepcionalmente grande e luminoso.
Cá estaremos para assistir.
Até um dia destes
Vitor Guita
In Montemorense – Fevereiro 2019 (transcrição autorizada pelo Autor)


segunda-feira, 4 de março de 2019

É PRECISO DESCARAMENTO!.....

JÁ POR MOTIVOS DIFERENTES #####, OS LESADOS PENSAM EM TI!
JÁ A GENTE DORMIA MAIS DESCANSADO SE ESTIVESSES ONDE HÁ MUITO DEVIAS ESTAR########

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

                                                                              MARIA HELENA FIGUEIREDO
                                           Machistas e Misóginos
Quando a Justiça não se dá ao respeito, não vale a pena esperar que seja respeitada.
Neto de Moura é apenas mais um caso de machismo na Justiça. Repreendido há uns 15 dias pelo Conselho Superior da Magistratura por, num processo de violência doméstica, se ter referido à vítima, usando “expressões ofensivas, desrespeitosas e atentatórias dos princípios constitucionais da dignidade e da igualdade humanas”, não se contém.
Diz agora que está ofendido na sua honra por o acusarem publicamente de ser machista e misógino e vai por isso exigir reparação em Tribunal. São para aí já uns 20 os visados pela senha do Desembargador: da deputada Mariana Mortágua a Ricardo Araújo Pereira, passando por jornalistas e comentadores, numa lista que só pode crescer.
Depois de num acórdão em que, para aligeirar a pena de dois homens que sequestraram e agrediram violentamente uma mulher, citou a Bíblia dizendo que o adultério da mulher é um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem e que há sociedades em que a mulher adultera é lapidada, mandou agora retirar a pulseira electrónica a um homem que rebentou a socos o tímpano à companheira, que ameaçava de morte, e não contente com isso reduziu-lhe a pena de proibição de se aproximar dela de 3 para 1 ano.
Disse que o Tribunal na 1ª instância não tinha pedido ao agressor a autorização para aplicar esta medida – o que é verdade. Mas Neto de Moura podia ter determinado que fosse fundamentada a medida.
Sempre a desculpar os criminosos, ofendendo a dignidade das vítimas, ficamos a saber que o Sr Desembargador para além de machista também lida mal com a crítica e, pior ainda, com o humor. Como dizia alguém troca o código penal pelo catecismo e, por isso, digo eu, deve achar que as suas decisões são iluminadas.
Mas de facto o que temos é um juiz que lida mal com as mulheres e com os direitos humanos. Que lida mal com a lei. O que, se é sempre mau, num juiz é fatal!
Em sua defesa veio o Presidente da Associação dos Juízes Portugueses Manuel Soares dizendo que os juízes não podem ser “sacos de pancada”.
Palavras para quê se foi este mesmo juiz Manuel Soares, do Tribunal da Relação do Porto, um dos autores do Acórdão que suspendeu a pena aos violadores no caso de uma jovem de 26 anos que foi violada na casa de banho de uma discoteca quando estava inconsciente, sem poder reagir, por dois funcionários da discoteca, dizendo o acórdão que a gravidade era mediana, poucos os danos físicos e que não tinha havido violência.
A violência sobre as mulheres é, em Portugal, um flagelo, mas não é só nas casas de cada um, nas ruas ou nas discotecas. É também nos Tribunais.
E não é apenas a violência das sentenças do juiz Neto de Moura e as ameaças sobre aqueles que o criticam.É a violência dos Netos de Moura que por aí andam quando todos os dias denegam às mulheres o direito à Justiça.
São juízes e juízas que confundem a independência da sua profissão com a arrogância com que substituem a lei pela suas convicções morais ou religiosas, minando assim a confiança dos cidadãos na Justiça e atacando um dos pilares fundamentais da democracia.
É preciso acabar com o corporativismo com que o Conselho Superior da Magistratura trata estes casos, não reconhecendo os erros e que há juízes que não têm condições para o ser.
E é preciso reconhecer que é urgente que os magistrados deixem os preconceitos e a sua moral à porta da sala de audiências, que tenham formação em matéria de violência de género e que os Tribunais interpretem e apliquem a Lei à luz dos valores actuais e do sentir da sociedade.
Afinal estamos no séc XXI.
Até para a semana!



                                                                                 
                                        



DUQUES & CENAS - Professor J.L.N.

Correndo o risco de me tornar aborrecido…
…Não posso deixar passar este primeiro contacto mais a sério com os leitores após o lançamento do «Cloreto de Sódio» para, agora com alguma distância de permeio, manifestar a minha admiração e agradecimento pela generosidade de tantos familiares e amigos que quiseram estar comigo nesse dia. Os exemplares que começaram a circular a partir dessa tarde, libertaram-se, finalmente e estão agora nas mãos de muitos que, tal como o autor, gostam desta terra e das pessoas e do vento que sopra do lado da Serra das Vinagras e do Sol que se põe por detrás da Ponte de Ferro.
No meio deste entusiasmo todo, há ainda um pormenor especial que me deixa cheio de esperanças. Dos leitores habituais já eu esperava uma forte adesão ao livro e a tudo o que o rodeou nessa tarde de 2 de Fevereiro. O que me deixou profundamente emocionado foi o ter vindo a saber, no decorrer dos dias posteriores que muitos dos meus alunos estão a ler o “Cloreto”, alguns deles confessando ser o primeiro livro que abriram desde há alguns anos.
Mas nem tudo foram rosas. Sei que, nessa tarde, houve alguns constrangimentos em termos de espaço, o que levou a que muitos dos que ficaram nos corredores da Biblioteca Municipal desistissem e decidissem regressar ao remanso dos lares. Tenho pena e peço desculpa por isso, mas são situações que não se conseguem controlar. Houve depois, em consequência, sugestões para, numa próxima oportunidade, se realizar outro tipo de cerimónia num espaço maior onde todos coubessem sem problemas. A Biblioteca Almeida Faria é, contudo, e por todas as razões visíveis e invisíveis, o espaço particularmente destinado a este tipo de eventos. Talvez duas sessões, se tal se justificar… “E na segunda servimos uma sopinha…” atirou a Fofa, entre duas carimbadelas nos exemplares a enviar pelo correio para amigos distantes.
O Balú deitado no seu tapete persa, elevado a estrela quase literária, por causa dele próprio e da sua patinha mágica, decidiu não se pronunciar. O silêncio é, tantas vezes a melhor resposta. Talvez eu devia, de vez em quando, seguir o seu exemplo.
João Luis Nabo
“In Montemorense Fevereiro 2019”

E A FOLIA CONTINUA...


E O PAGODE CONTINUA…
                                                          HOJE VAMOS AO BAILE…


domingo, 3 de março de 2019

DESPORTO RESULTADOS

                                                    Associação Futebol de Évora
TAÇA DINIS VITAL – Quartos Final
Reguengos 3 – Canaviais 2
Monte Trigo 1 – Juventude 4
Sport Viana 0 – Lusitano 1
Arcoense 1 – Portel 4.
INICIADOS
União Montemor 0 – Estremoz 2
Viana 9 - Terena 0
                                                CAMPEONATO DE PORTUGAL – Série E
Redondense 1– Oriental 3
Casa Pia 2 – Vidigueira 1
Moura 1 - Praiense 2.
                                                                                  RugbY

R.C. Montemor 17 – Benfica 20
R.V. Moita 0 – C.R. Évora 50

TOMEM LÁ QUE JÁ ALMOÇARAM!

“MAI NADA…"


DEIXA…DEIXA! “Estão FEITAS AO BIFE”

                MEU PAÍS – MINHA GENTE 

sexta-feira, 1 de março de 2019

CARNAVAL = VAMOS AO BAILE = DIVIRTA-SE!

SUGESTÕES AL TEJO PARA O CARNAVAL




CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


RUI MENDES
                            Segurança Social
Ultimamente sempre que a comunicação social aborda alguma matéria da segurança social transmite-nos um elevado nível de preocupação.
No final do ano passado soube-se dos enormes atrasos que existem na atribuição de pensões por parte da Segurança Social, algo pouco compreensível quando temos um Governo que cria regimes especiais de acesso à reforma que permitem aceder à pensão ainda que não esteja cumprida a idade mínima de acesso à reforma (em 2019 os 66 anos e cinco meses), caso do regime especial de pensão antecipada para carreiras muito longas, pensões estas que estão isentas da aplicação do factor de sustentabilidade.
Ora, ao requerer a pensão é suposto que o processo decorra dentro do prazo previsto para o seu reconhecimento, de forma a não penalizar o trabalhador. Sempre que se verifique um qualquer atraso existe uma penalização que naturalmente afeta apenas quem requer a pensão.
Ou seja, haverá casos em que para além da necessidade do cumprimento das condições de acesso à reforma, ainda haverá que contar com o “tempo administrativo” dos serviços, atrasos incluídos, para que seja reconhecido o direito à pensão.
Contudo, com este governo tudo se tolera, mesmo quando se lesam aqueles que apenas pretendem que os serviços do Estado lhes atribuam algo a quem tem direito.
Esta semana recebemos outra notícia bizarra. Que o Estado português pagou pensões a pessoas falecidas, algumas  há mais de dez anos, o que mostra que o mecanismo de controlo interno para detectar o falecimento de pensionistas não é eficaz.
Esta notícia surgiu em resultado de uma auditoria do Tribunal de Contas ao Instituto de Segurança Social.
Mas preocupante também é saber que dos montantes indevidamente pagos, 3,7 M€ apenas 614 mil foram recuperados.
Estes são apenas dois exemplos do país que estamos a construir. Em que as respostas são lentas e em que a desorganização dos serviços é cada vez maior.
Em muitos casos perde-se por completo o sentido do razoável.
 Até para a semana



DESPORTO PARA O FIM-DE SEMANA

TAÇA DINIS VITAL – Quartos Final
Reguengos – Canaviais
                                                               Monte Trigo – Juventude
                                                               Sport Viana – Lusitano
                                                                      Arcoense – Portel.
INICIADOS
União Montemor – Estremoz
Viana - Terena
                   CAMPEONATO DE PORTUGAL – Série E

Redondense – Oriental
Casa Pia – Vidigueira
Moura - Praiense
                                                                          RugbY 
R.C. Montemor – Benfica
R.V. Moita – C.R. Évora

                                                                       CICLISMO
Cerca de 120 ciclistas de 18 equipas vão formar o pelotão da 37.ª edição da Volta ao Alentejo em bicicleta, que vai estar na estrada entre 20 e 24 de março para percorrer mais de 800 quilómetrosA edição deste ano da ‘Alentejana’, cuja apresentação decorreu na Biblioteca Municipal Almeida Faria, em Montemor-o-Novo, é organizada pela Podium Events e pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC). O pelotão luso vai contar com as equipas profissionais do Aviludo-Louletano, Efapel, LA Alumínios-LA Sport, Miranda-Mortágua, Rádio Popular-Boavista, Sporting-Tavira, UD Oliveirense-Inoutbuild, Vito-Feirense-PNB e W52-FC Porto. Do estrangeiro, está prevista a participação da Euskadi Basque Country – Murias e Fundacion Euskadi, de Espanha, Bai-Sicasal-Petro, de Angola, Differdange Geba, do Luxemburgo, Lokosphinx, da Rússia, SRA, da Suíça, Team Wiggins e a Seleção U23 Great Britain, do Reino Unido, e UNO X, da Noruega. Com um total de 802 quilómetros, a Volta ao Alentejo em bicicleta arranca, no dia 20 de março, em Montemor-o-Novo e termina em Moura, naquela que é a tirada mais longa, seguindo-se a etapa que liga Mértola a Odemira. Na terceira etapa, o pelotão vai ligar Santiago do Cacém e Mora e para o quarto dia de prova volta a estar prevista uma etapa dupla, com os ciclistas a terem de fazer a ligação entre Ponte de Sor e Portalegre e um contrarrelógio em Castelo de Vide. A sexta e última tirada da ‘Alentejana’, marcada para o dia 24 de março, começa em Portalegre e termina na Praça do Giraldo, considerada a sala de visitas da cidade de Évora.




IMPRENSA REGIONAL DE HOJE


NA IMPRENSA...

AINDA NÃO COMEÇOU E JÁ A DAR QUE FALAR!...

MENOS CONVERSA…E MAIS JUSTIÇA! JÁ…

EH PÁ! COMO CONSEGUE O GAJO METER 7 (SETE) TELEMÓVEIS NO CU?

É CARNAVAL…NINGUÉM LEVA A MAL!