segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
VOCÊ E O FISCO
Tome nota dos procedimentos a ter em conta quando da entrega do seu I.R.S.
25
de fevereiro – confirmação das faturas
15
de março – informação sobre o valor das deduções
1 de
abril – início do prazo de entrega
30
de junho – fim do prazo de entrega
31
de agosto – fim do prazo de devoluções
Entrega da declaração do IRS
À
semelhança do ano passado, existe apenas uma data para todos os
contribuintes. Quer seja
trabalhador independente, ou por conta de outrem, terá que entregar a sua
declaração entre 1 de Abril e 30 de Junho de 2019..
A
entrega das declarações é exclusivamente online, não sendo aceitas declarações
em papel.
Validação das faturas no portal E-Fatura
Até dia 25 de Fevereiro de 2019 pode aceder
ao seu E-Fatura e
confirmar as suas faturas de 2018. Acrescente
a informação que possa estar em falta e garanta que todas as suas faturas
constam do portal. Caso contrário, é possível inseri-las manualmente, também
dentro deste prazo.
Em Março, até ao dia 15, a Autoridade
Tributária e Aduaneira disponibilizará no mesmo portal (E-Fatura) informação
sobre o valor das deduções com base nas faturas emitidas em 2018, comunicadas e validadas dentro do prazo acima referido, 25 de Fevereiro.
Devolução e pagamento do IRS
O previsto é que as devoluções sejam feitas
a todos até ao dia 31 de Julho. O sistema é similar a
outros anos, portanto, quanto mais rápido tratar do seu IRS, mais cedo recebe o
reembolso.
domingo, 27 de janeiro de 2019
ORGULHO DE SER DO ALANDROAL
NEM TODAS AS LOCALIDADES SE PODEM ORGULHAR DE POSSUÍREM UM
LOCAL ONDE A PAR COM A BOA COMIDA SE PODE OUVIR O FADO !
DESPORTO - RESULTADOS
FUTEBOL
INATEL
Campeonato Distrital
Orada 1 – Alandroal United 2
Distrital Associação Futebol de Évora
Divisão de Elite
Alcáçovas 1 – Reguengos 2
Monte Trigo 0 – Estrela V. Novas 1
Portel 3 – Arcoense 1
Lusitano 3 – Calipolense 0
Canaviais 1 – Juventude 2
Viana 3 – União Montemor 3
Corval 1 – Arraiolense 2.
LIGA AFE
Outeiro 1 – Estremoz 1
Aguiar 1 – Tourega 1
Borbense 2 – Cortiço 2
Santana do Campo 1 – Oriola 1
Bencatel 1 – Escoural 1
Cabrela 5 – Giesteira 2.
INICIADOS
Juventude 1 – União 0
Borbense 13 – Terena 0.
CAMPEONATO DE PORTUGAL – Série E
Real 1 – Redondo 0
Moura 0 – Casa Pia 1
Oriental 0 – Vidigueira 0.
Particular
RugbY
Arcos Valdevez 24 – Montemor 27
S. Miguel 12 – Évora 27.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM
RUI MENDES
FACTURAS
POR PAGAR
Queiramos
ou não o país não tem margem orçamental. Não a tem desde há muitos anos.
Este
Governo foi-nos dando sinais que não correspondem à realidade.
Desde
logo porque as medidas tomadas são anunciadas como se fossem para ter
imediatamente os seus efeitos, mas os seus impactos financeiros são sempre
arrastados para bem mais tarde. Nalguns casos anos mais tarde.
Recentemente
várias notícias vão-nos dando a conhecer o verdadeiro impacto desta governação.
Com
o passar do tempo as facturas vão sendo apresentadas, vamos conhecendo a sua
dimensão e o crescimento da despesa a que elas se referem, sem se saber em
muitos casos como e quando serão pagas. E são muitas as facturas de que
falamos.
A
factura da dívida pública, dívida que nominalmente tem vindo sucessivamente a
aumentar;
A
factura das dívidas do Serviço Nacional de Saúde (SNS);
A
factura da redução para as 35 horas, resultando na falta de recursos humanos,
em especial no SNS;
A
factura do descongelamento das carreiras do regime geral, que só terá os seus
efeitos totais no orçamento de 2020 (em 2018 e 2019 os seus efeitos são apenas
parciais);
A
factura da redução das propinas;
A
factura apresentada pelas farmácias, e tantas outras.
A
táctica desde Governo foi carregar nos impostos, inventar taxas, e cativar
bastante nos orçamentos dos ministérios. Foi o plano B deste Governo, ainda que
nunca o tenha assumido. Para além do mais ainda beneficiou de uma conjuntura
externa favorável, e de uma balança comercial positiva fruto do trabalho do
anterior governo.
O
que temos assistido é o assumir de encargos, mas empurrando os seus efeitos
financeiros para um futuro tão longínquo quanto possível.
Portugal
é um país altamente endividado e com este Governo a divida nominal tem-se
agravado. Mas quem ouve os nossos governantes parece ser o contrário. Parece
que se resolveu um problema quando ele agravou-se.
Hoje
o país não está melhor. Temos uma administração com respostas mais lentas, uma
administração com funcionários menos motivados, uma administração com menos
organização. Temos uma economia a decrescer.
Tudo
consequência de uma política que não promove o desenvolvimento e a coesão do
país, em que apenas se vai distribuindo aquilo que os elevados impostos o
permitem, adiando a resolução de problemas e agravando encargos para futuros
orçamentos.
Os
portugueses logo que se aperceberam que as promessas deste Governo foram
levadas pelo vento, iniciaram um período de greves por todo o lado,
paradoxalmente greves apoiadas pela ala esquerda dos que apoiam o Governo,
greves que já todos nós percebemos que o governo é impotente para resolver.
Perdeu-se
o sentido dos equilíbrios, porque este Governo gere apenas momentos, não o desenvolvimento
e crescimento do país.
Ainda
assim a linguagem dos nossos governantes é substancialmente diferente daquela
com que iniciaram a governação, porque já perceberam que não acreditamos na
ilusão que nos criaram, e porque importará pôr alguma água na fervura para que
os diferentes grupos profissionais abrandem a sua contestação. Só que agora
talvez já seja tarde…. porque quem contrai dívidas deverá ter que as pagar.
Até
para a semana
DESPORTO - FIM-DE-SEMANA
FUTEBOL
INATEL
Campeonato Distrital
Divisão de Elite
Alcáçovas – Reguengos
Monte Trigo – Estrela V. Novas
Portel – Arcoense
Lusitano – Calipolense
Canaviais – Juventude
Viana – União Montemor
Corval – Arraiolense.
LIGA AFE
Outeiro – Estremoz
Aguiar – Tourega
Borbense – Cortiço
Santana do Campo – Oriola
Bencatel – Escoural
Cabrela – Giesteira.
INICIADOS
Juventude – União
Real – Redondo
Moura – Casa Pia
Oriental – Vidigueira.
RugbY
Arcos Valdevez – Montemor
S. Miguel – Évora.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
DUQUES & CENAS - Pelo Prof J.L.N.
Ano Novo, Ano Novo, Ano Novo!
(Foto: Nuno Photography)
“Come as 12 passas e cala-te”, mastigou a Fofa, em pleno pico destress, tentando fazer tudo a que tinha direito na noite da Passagem de Ano. Eu, que nunca fui muito de comer passas à pressa e formular desejos ao mesmo tempo, fingi que mastigava, enquanto ela se atirava para cima de um banco, com um copo (desculpem, mas não temosflutes) de champanhe na mão. Logo a seguir, mesmo antes de me desejar Bom Ano Novo, lançou-se em direcção ao telemóvel e desatou a telefonar aos filhos e às amigas a desejar tudo de bom no tempo que estava para vir. E ali fiquei eu, paciente (é todos os anos a mesma coisa) encostado à lareira, à espera do meu beijo de Boas Festas. Lá veio ele, já perto da uma da manhã, lânguido e apaixonado. Olhámos um para um outro e desatámos a rir.
Não era preciso verbalizar os votos que nos animavam naquele momento. Sabíamos intimamente, adivinhávamos sem hesitação, líamos apaixonadamente o que nos ia no coração e os bons desejos que tínhamos um para o outro, para os nosso filhos, para a nossa família, para os amigos e para os filhos dos nossos amigos. Voltámos a encostar os copos um no outro, voltámos a encostar levemente os lábios e ficámos no sofá num exercício de adivinhação sobre o que nos iria acontecer no ano acabado de nascer. E o que formulámos posso perfeitamente revelá-lo, sem qualquer receio, porque os nossos desideratos são, mais coisa menos coisa, iguais aos de toda a gente.
Queremos entrar em 2019 com o pé direito, porque é assim que se deve fazer. Se, depois, o passo se troca, por descuido nosso, ou por causa de um ou outro empurrão de alguém menos cuidadoso, isso será resolvido a tempo e com as pessoas certas. Para já, posso revelar que pensámos na família, primeiro, nos que partiram e, depois, nos ficaram; na harmonia sempre necessária para avançarmos no tempo e progredirmos no modo como tentamos percorrer as nossas estradas; tomámos nas mãos o desejo de uma contínua tolerância para que todos se sintam confortáveis e encorajados nas suas ideias, nos seus desejos e nas suas conquistas, sem críticas nem palavras nascidas no preconceito e na inveja; quisemos acreditar que todos os familiares e amigos iriam ter sucesso nos seus projectos, nas rotas que viessem a traçar, de forma pessoal ou colectiva, nos seus empregos e nos seus tempos de lazer; olhei-a nos olhos e vi lá reflectidos os nossos filhos, cada um percorrendo o seu caminho sempre com vontade de avançar, de melhorar, de saber mais e melhor sobre o mundo e a vida, procurando, serenos, vencer os obstáculos, com coragem e honestidade, sem pisar ninguém, sem usar ninguém, sem odiar ninguém; e desejámos o mesmo para os seus amigos, merecedores também dos maiores sucessos; pensámos, com força, nos mais pequenos da família, na Carminho, na Mariana e no Duarte e, tal como duas fadas madrinhas, desejámos-lhes o melhor deste mundo e de todos os mundos que possam existir para além deste, com saúde e força para os pais e também para os avós, que são, como todos sabemos, a grande base de apoio e de conforto dos recém-casados e dos recém-nascidos; direccionámos o nosso pensamento aos amigos e amigas, sobretudo àqueles que neste momento atravessam momentos mais complicados e que viram o seu caminho interrompido por factores de vária ordem. Queremos que tudo volte ao normal e queremos que saibam que estamos cá para o que for preciso.
Passaríamos a noite inteira a formular votos sem fim, se à memória nos viessem todos aqueles que fazem parte dos nossos dias, no nosso emprego, nos nossos tempos livres, todos os que encontramos nas ruas da cidade e que para nós têm sempre uma palavra amiga sobre nós e sobre os nossos. Estaríamos durante este novo ano, todo inteiro, de fio a pavio, a desejar a paz e a justiça para todos os que fogem da guerra, da doença, da fome e da intolerância; a imaginar como seria bom se todos tivessem uma casa decente, emprego todos os dias, saúde, pão na mesa e um livro que os fizesse sonhar, na mesinha de cabeceira; pensámos como tudo seria mais fácil se os corruptos pagassem na justiça o dinheiro e a dignidade que nos roubam diariamente, e devolvessem com juros tudo o que nos tiraram neste duros últimos anos da nossa existência; como tudo seria bem melhor se quem nos governa olhasse para nós como seres humanos, com um nome próprio e um apelido, e não como um simples número de contribuinte ou da segurança social.
Adormecemos no sofá no meio de tantos desejos, tantos que não tinham fim. Com a lareira já apagada e a sentir o frio que tinha regressado à sala, decidimos ir para o quarto, para nos restabelecermos, de modo a estarmos prontos a enfrentar o ano recém-nascido. Antes de cair nos braços do Morfeu, ainda a ouvi murmurar: “Não te esqueças de que vamos ter um compromisso importante em Fevereiro.” “Vamos?”, perguntei já meio perdido. “Sim. Vamos lançar oCloreto de Sódio no dia 2, na Biblioteca Municipal. Temos de tratar dos convites.” “Temos”, concordei, atabalhoadamente, já muito longe, quase, quase a iniciar a viagem que me iria levar até ao novo ano.
E aqui estamos. E por aqui vamos continuar.
Bom Ano!
João Luís Nabo
(Foto: Nuno Photography)
“Come as 12 passas e cala-te”, mastigou a Fofa, em pleno pico destress, tentando fazer tudo a que tinha direito na noite da Passagem de Ano. Eu, que nunca fui muito de comer passas à pressa e formular desejos ao mesmo tempo, fingi que mastigava, enquanto ela se atirava para cima de um banco, com um copo (desculpem, mas não temosflutes) de champanhe na mão. Logo a seguir, mesmo antes de me desejar Bom Ano Novo, lançou-se em direcção ao telemóvel e desatou a telefonar aos filhos e às amigas a desejar tudo de bom no tempo que estava para vir. E ali fiquei eu, paciente (é todos os anos a mesma coisa) encostado à lareira, à espera do meu beijo de Boas Festas. Lá veio ele, já perto da uma da manhã, lânguido e apaixonado. Olhámos um para um outro e desatámos a rir.
Não era preciso verbalizar os votos que nos animavam naquele momento. Sabíamos intimamente, adivinhávamos sem hesitação, líamos apaixonadamente o que nos ia no coração e os bons desejos que tínhamos um para o outro, para os nosso filhos, para a nossa família, para os amigos e para os filhos dos nossos amigos. Voltámos a encostar os copos um no outro, voltámos a encostar levemente os lábios e ficámos no sofá num exercício de adivinhação sobre o que nos iria acontecer no ano acabado de nascer. E o que formulámos posso perfeitamente revelá-lo, sem qualquer receio, porque os nossos desideratos são, mais coisa menos coisa, iguais aos de toda a gente.
Queremos entrar em 2019 com o pé direito, porque é assim que se deve fazer. Se, depois, o passo se troca, por descuido nosso, ou por causa de um ou outro empurrão de alguém menos cuidadoso, isso será resolvido a tempo e com as pessoas certas. Para já, posso revelar que pensámos na família, primeiro, nos que partiram e, depois, nos ficaram; na harmonia sempre necessária para avançarmos no tempo e progredirmos no modo como tentamos percorrer as nossas estradas; tomámos nas mãos o desejo de uma contínua tolerância para que todos se sintam confortáveis e encorajados nas suas ideias, nos seus desejos e nas suas conquistas, sem críticas nem palavras nascidas no preconceito e na inveja; quisemos acreditar que todos os familiares e amigos iriam ter sucesso nos seus projectos, nas rotas que viessem a traçar, de forma pessoal ou colectiva, nos seus empregos e nos seus tempos de lazer; olhei-a nos olhos e vi lá reflectidos os nossos filhos, cada um percorrendo o seu caminho sempre com vontade de avançar, de melhorar, de saber mais e melhor sobre o mundo e a vida, procurando, serenos, vencer os obstáculos, com coragem e honestidade, sem pisar ninguém, sem usar ninguém, sem odiar ninguém; e desejámos o mesmo para os seus amigos, merecedores também dos maiores sucessos; pensámos, com força, nos mais pequenos da família, na Carminho, na Mariana e no Duarte e, tal como duas fadas madrinhas, desejámos-lhes o melhor deste mundo e de todos os mundos que possam existir para além deste, com saúde e força para os pais e também para os avós, que são, como todos sabemos, a grande base de apoio e de conforto dos recém-casados e dos recém-nascidos; direccionámos o nosso pensamento aos amigos e amigas, sobretudo àqueles que neste momento atravessam momentos mais complicados e que viram o seu caminho interrompido por factores de vária ordem. Queremos que tudo volte ao normal e queremos que saibam que estamos cá para o que for preciso.
Passaríamos a noite inteira a formular votos sem fim, se à memória nos viessem todos aqueles que fazem parte dos nossos dias, no nosso emprego, nos nossos tempos livres, todos os que encontramos nas ruas da cidade e que para nós têm sempre uma palavra amiga sobre nós e sobre os nossos. Estaríamos durante este novo ano, todo inteiro, de fio a pavio, a desejar a paz e a justiça para todos os que fogem da guerra, da doença, da fome e da intolerância; a imaginar como seria bom se todos tivessem uma casa decente, emprego todos os dias, saúde, pão na mesa e um livro que os fizesse sonhar, na mesinha de cabeceira; pensámos como tudo seria mais fácil se os corruptos pagassem na justiça o dinheiro e a dignidade que nos roubam diariamente, e devolvessem com juros tudo o que nos tiraram neste duros últimos anos da nossa existência; como tudo seria bem melhor se quem nos governa olhasse para nós como seres humanos, com um nome próprio e um apelido, e não como um simples número de contribuinte ou da segurança social.
Adormecemos no sofá no meio de tantos desejos, tantos que não tinham fim. Com a lareira já apagada e a sentir o frio que tinha regressado à sala, decidimos ir para o quarto, para nos restabelecermos, de modo a estarmos prontos a enfrentar o ano recém-nascido. Antes de cair nos braços do Morfeu, ainda a ouvi murmurar: “Não te esqueças de que vamos ter um compromisso importante em Fevereiro.” “Vamos?”, perguntei já meio perdido. “Sim. Vamos lançar oCloreto de Sódio no dia 2, na Biblioteca Municipal. Temos de tratar dos convites.” “Temos”, concordei, atabalhoadamente, já muito longe, quase, quase a iniciar a viagem que me iria levar até ao novo ano.
E aqui estamos. E por aqui vamos continuar.
Bom Ano!
João Luís Nabo
In Montemorense Jan. 2019
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM
EDUARDO LUCIANO
O
APERTAR DO CERCO
A
Venezuela está no centro de uma convulsão com vista ao aniquilar do seu
percurso de resistência aos anseios do vizinho imperialista do norte.
Juan Guaidó, declarou-se presidente
interino da Venezuela após a tomada de posse de Nicolás Maduro como presidente
eleito e no culminar de um longo processo de desestabilização política e
sabotagem económica liderada pelos Estados Unidos.
Nos romances policiais costumamos
apontar como primeiros suspeitos os que beneficiam com o crime, no caso desta
auto proclamação sabemos que os primeiros a reconhecer Guaidó foram esses
grandes arautos da democracia, da liberdade, da igualdade, dos direitos humanos
e da tolerância: Donald Trump e Jair Bolsonaro.
Percebemos assim, sem grande
esforço, de que lado se colocam os que bolsam opiniões acerca da realidade
venezuelana a partir sempre dos mesmos testemunhos nunca conseguindo encontrar
opiniões diferentes entre os milhões de venezuelanos.
O facto do processo da revolução
bolivariana conter erros, contradições ou desvios dos objectivos de justiça
social, não nos deve afastar do reconhecimento dos enormes avanços
concretizados para a elevação das condições de vida dos venezuelanos mais
pobres.
Também não é possível ignorar as
razões para deterioração das condições económicas e de segurança do país, que
incluem uma vergonhosa ingerência nos seus assuntos internos, um reiterado
boicote à economia através de um bloqueio financeiro, político e diplomático em
nome da suposta defesa de valores estranhos a personagens que correram a
reconhecer Guaidó como presidente.
Com mais ou menos simpatia pela
Revolução Bolivariana, com mais ou menos simpatia pela figura de Nicolás
Maduro, será que gente de bem pode estar do mesmo lado de Trump e Bolsonaro?
Até para a semana
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM
JOSÉ POLICARPO
A VER PASSAR OS COMBOIOS
Soubemos
a semana passada que o governo fez publicar em Diário da república a decisão
que recai sobre a construção da ligação ferroviária do subtroço Évora Norte e
Elvas/ Caia, que fará o abraçamento da cidade de Évora. Este subtroço integra a
ligação ferroviária Sines/Caia, que servirá o transporte de mercadorias.
A ligação ferroviária
do porto de Sines é estratégica e fundamental para economia portuguesa. Penso
também que é matéria que, não gera discordâncias de maior, no seio da
comunidade politica. Os que acompanham estas matérias, mesmo que seja ao de
leve, sabem que o porto de Sines é o maior de águas profundas do país e um dos
maiores da península ibérica. Por isso, dá grande capacidade de resposta às
exigências dos grandes navios de carga.
Na verdade, esta
ligação ferroviária é de grande importância para o país, porque o ligará com o
resto da europa. Porém, e, segundo o que se conhece, não beneficiará em nada a
cidade e o concelho de Évora. Há bairros da cidade localizados a nascente, que
ficarão desligados da cidade com o atravessamento deste troço da ligação
ferroviária que utilizará o antigo ramal de Reguengos de Monsaraz.
Por outro lado, as
necessidades das empresas e, não só, com instalações na zona industrial de
Évora, não serão servidas pelo traçado escolhido. É pública a exigência do
núcleo empresarial da região de Évora. Para além de outros aspetos, reivindica
a existência de um ramal para a recolha de mercadorias produzidas na zona
industrial de Évora. A solução escolhida pelo governo não prevê esta solução.
Ora, a escolha que
recaiu sobre o designado corredor 2, subtroço Évora nascente/Elvas Caia, não
serve a polução de Évora, nem as empresas que aqui estão sedeadas. Por isso, é
uma infra-estrutura que beneficiará o país e que podia também beneficiar Évora
e o seu concelho. Mas não é isso que acontecerá, Évora e o seu concelho ficarão
fora desta equação. É uma opção política do atual governo que o vincula, mas a
Câmara Municipal podia e devia ter feito muito mais. Há um autor material e
vários autores morais.
O ALANDROAL NA IMPRENSA
A
Câmara de Alandroal está a ser gerida este ano com base no orçamento de 2018.
A proposta de
orçamento para este ano apresentada pela gestão socialista do município foi
aprovada na câmara mas não passou na assembleia municipal.
Os eleitos da CDU,
movimento “DITA – Alandroal é o nosso partido” e PSD votaram contra.
O presidente da
Câmara de Alandroal, João Grilo, eleito pelo PS, diz que gerir o município com
o orçamento do ano passado “não causa transtorno nenhum”.
O autarca ressalva
que a única condicionante é o facto de não pode haver progressão extraordinária
de um grupo de até 56 trabalhadores da câmara.
João Grilo refere que
não está a pensar apresentar um nova proposta de orçamento, alegando que não
vê “qualquer vontade” por parte da oposição em “fazer propostas que
pudessem contribuir para uma aprovação do orçamento”.
O presidente da
Assembleia Municipal de Alandroal, Daniel Padilha, eleito pela CDU,
explicou os eleitos da coligação liderada pelo PCP não se reviam na
proposta de orçamento.
“Não foram
integradas as nossas propostas, para além de não ser um orçamento realista,
porque a receita está empolada”, justifica, considerando que a CDU não se revê
na proposta “principalmente em termos políticos e por “não servir os interesses
da população”.
A proposta de
orçamento para este ano apresentado pela gestão PS do município tinha um valor
de 12,2 milhões de euros.
In:
Rádio Diana
A UNIÃO FAZ A
FORÇA
Os Municípios de
Alandroal, Borba, Estremoz, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Sousel e Vila
Viçosa uniram-se para o desenvolvimento do estudo de viabilidade para uma
possível estação de mercadorias do Alandroal da linha Sines-Caia.
In: O DIGITAL
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
DIVULGAÇÃO - ALANDROAL
Inscrições Abertas para a Tuna da Universidade Popular Túlio Espanca
Inscrições Abertas para a frequência Escola de Musica
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