segunda-feira, 26 de novembro de 2018

NA IMPRENSA....


POR CERTO NÃO HÁ MUITOS PROCESSOS EM SEGREDO DE JUSTIÇA PARA “FUGAS DE INFORMAÇÃO” (É como se costuma dizer: Não têm ninguém para dizer mal, dizem deles próprios).

OLHA-ME “ESTA” – SAIU MELHOR QUE A ENCOMENDA!

VAI LÁ…VAI!

domingo, 25 de novembro de 2018

DESPORTO - RESULTADOS

                                                                                FUTEBOL
                                                                                  INAtel-
Liga Fundação
Montoito 1 – Alandroal United 2
                                               Distrital Associação Futebol de Évora
Divisão de Elite
Lusitano 2 – Arraiolense 2
Canaviais 2 – Portel 1
Viana 1 – Monte Trigo 2
Corval 0 – Alcáçovas 0
União Montemor 0 – Atlético Reguengos 3
Juventude 2 – Estrela V. Novas 2
Calipolense 2 – Arcoense 0.
LIGA AFE
Bencatel 1 – Borba 1
Cabrela 2 – Aguiar 0
Valenças 1 – Outeiro 0
Giesteira 0 – Estremoz 0
Escoural 8 – Tourega 0
Oriola  2– Cortiço 3.
INICIADOS
Borbense 5 – União 3
Terena 2 – Sport Lx Évora 1.
                                                                        PARTICULAR

S Domingos 8 – Amigos S. Brás Matos 2
                                                                               FUTSAL
Vinhais  9– G.U.S 1.
                                                                                RugbY
Benfica 7 – R.C. Montemor 13

                                                                                 

                  MEU PAÍS – MINHA GENTE  


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

            TERMINAMOS…POR ESTA SEMANA! 
AGORA QUE O TRABALHO ESTÁ PRONTO, PRIMEIRO VAMOS BEBER UM COPO E AFINAR A GARGANTA

                                                E DEPOIS VAMOS ABANAR O CAPACETE  
   

SUGESTÕES DO AL TEJO

CINEMA ALANDROAL - 23 Nov 21,30H





IMPRENSA REGIONAL


DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA

                                                                                    FUTEBOL
                                                                                     INAtel-
Liga Fundação
Montoito – Alandroal United
                                         Distrital Associação Futebol de Évora
Divisão de Elite
Lusitano – Arraiolense
Canaviais – Portel
Viana – Monte Trigo
Corval – Alcáçovas
União Montemor – Atlético Reguengos
Juventude – Estrela V. Novas
Calipolense – Arcoense.
LIGA AFE 
Bencatel – Borba
Cabrela – Aguiar
Valenças – Outeiro
Giesteira – Estremoz
Escoural – Tourega
Oriola – Cortiço.
INICIADOS  
Borbense – União
Terena – Sport Lx Évora.
                                                                      amigável
S.Domingos - Amigos S. Brás dos Matos
                                                                         FUTSAL
Vinhais – G.U.S.
                                                                          RugbY
Benfica – R.C. Montemor

                                                           desporto para todos



O CASTELO DO ALANDROAL EM 3D



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

ATÉ SÃO CAPAZES DE TER RAZÃO!

O ALANDROAL É UMA DELAS:
E PELO QUE JÁ SE VIU... DEVEM TER RAZÃO!

COLABORAÇÃO - PROFESSOR Vitor Rosa

                                            MEDITAR…
Recebi uma mensagem que me levou a repensar a questão surrealista.
Alguém afirmou que eu "surrealizava" o Alentejo...E em parte concordo.
Porquê? 
Porque uma das funções do surrealismo é ocupar-se do sonho...dos sonhos. Posso estar a sonhar, quando me ocupo deste exercício nas pedras. Estas são basicamente do Alentejo...do suporte à representação e evidentemente passando pelo meu sonhar acordado. Porém,será assim tão simples? Talvez! Num sonho o que se esconde? Nada, assim o entendo. Ao revelar-se o sonho torna-se realidade. Adquire-se pois uma verdade, a que o sonho revelou. Assim a partilha do meu sonho, deixa de ser exclusivamente minha e passa a ser de todos. Mas essa é uma função de quem se diz " é artista" o fazer algo que é muito mais para os outros do que para si só. Porém, ao outro cabe estar disponível para recepcionar. Mas é possível deixar concretizar-se um sonho, sem a disponibilizar aos outros? Claro que sim, mas faltará o eco, mesmo que se não repita infinitamente. Por vezes sinto mais necessidade de escrever sobre o que faço do que "fazer"! Por vezes ao descobrir na forma as formas,sinto que o diálogo sobre esse acontecer deve ser registado como memória. Mesmo para evitar que está se torne traiçoeira. É importante tal registo, como importante é na escultura por exemplo, o que se retirou ou acrescentou até à resolução última e final da peça. Agora registo as várias fases do meu trabalho mais do que o fiz alguma vez. Esta acomodação de uma forma de arte a outra permitem-me a tal interação tão necessária para perceber o percurso do trabalho. Até me permite por vezes ironizar com o improviso...que acabei de criar! Mas serão talvez histórias sobre sonhos tornados realidade.
Atelier.17nov18
Vitor Rosa

VAMOS OBSERVANDO....

E DEPOIS AdMIRAM-SE!...

NA MINHA TERRA CHAMA-SE “DAR UM PONTAPÉ NO CU”.

NÃO SÃO MENOS QUE O Exército…ORA ESSA!  

o Habitual!...

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

AINDA O ACIDENTE NA ESTRADA DE BORBA

A propósito do lamentável acidente o Prof Vitor Rosa fez-nos chegar este curto texto: 
Do livro de John O'Hara retirei este excerto ,parece-me adequado à circunstância! 
                     Encontro em Samarra 
"Certa vez um mercador de Bagdad mandou seu servo ao mercado comprar provisões. Pouco depois o servo voltou branco e trêmulo.
Disse 'Mestre, agora mesmo, quando estava no mercado, fui empurrado por uma mulher no meio da Multidão e ao me virar vi que fora a Morte quem me empurrara. Ela me olhou e fez um gesto ameaçador. Agora me empreste o seu cavalo, vou cavalgar para bem longe desta cidade, a fim de evitar o meu destino. Irei a Samarra, lá a Morte certamente não me encontrará.' O mercador emprestou-lhe seu cavalo. O servo montou, enfiou as esporas nos flancos do animal e, tão rápido quanto este conseguia galopar, enfiou as esporas, se foi. Então o mercador foi até ao mercado, viu a morte em pé no meio da multidão, seguiu até ela e disse: 'Porque fizeste um gesto ameaçador ao meu Servo, quando o viste esta amanhã? ' ' Não fiz nenhum gesto ameaçador', respondeu a morte, ' foi uma reação de pura surpresa. Fiquei atônita ao vê-lo aqui em Bagdad, já que tenho um encontro marcado com ele esta noite, em Samarra'."
                                                            O acidente em Borba tem um nome: Ganância

CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM

http //www.dianafm.com
JOSÉ POLICARPO

                                                 GUERRA CIVIL À PORTUGUESA
A sinistralidade rodoviária é uma matéria que nos afeta há muitos anos enquanto comunidade. Todos os anos sem exceção é um tema que nos assola com números de mortes e de feridos absolutamente preocupantes. Somos uns dos países da união europeia com mais mortes nas estradas, cerca de 80 por um milhão de pessoas. O problema está identificado. Falta de civismo por parte dos condutores, melhores estradas e melhor sinalização. No fundo, falta a prevenção.
Somos um país que muito regulamenta, todos conhecemos esta realidade. E, em matéria rodoviária, não é exceção. Contudo, os resultados são o que são. Infelizmente são péssimos. É inadmissível que morram nas estradas portuguesas mais de 800 pessoas por ano. Trata-se de uma verdadeira “guerra civil”. Todos os dias os condutores e condutoras portugueses, têm um grau de probabilidade elevado de terem um acidente e, pior ainda, de morrerem na estrada.
Na verdade, o comportamento geral dos condutores portugueses é em muitos aspetos altamente censurável. Quem é que não viu excessos de velocidade dentro das localidades? Quem é que não viu condutores ao telemóvel? Quem é que não viu condutores a desrespeitarem a sinalização das passadeiras. Quem é que não viu condutores a fazer ultrapassagens em locais absolutamente bizarros. No fundo, todos já assistimos às maiores das tropelias das regras estradais.
Por isso, governo, forças de segurança e condutores, uma vez por todas, têm que estar juntos e unidos para fazer um combate sem tréguas a esta calamidade. O Governo deverá exigir das forças de segurança fiscalização preventiva, não a caça à multa. Entre outras medidas, a colocação de agentes nos pontos críticos. E aos condutores, porventura o país não esteja preparado para tanto, mas que se copie o que os países mais avançados fazem nesta matéria, conferir-lhes o direito de fiscalização e de poderem denunciar todas as violações do código da estrada que assistam. Obviamente, que neste particular, porque poderá haver a violação de direitos e liberdades, terá o legislador de abrir esta discussão.



O PORQUÊ DE "MATAR O BICHO"


PARA APRECIADORES:

         Já são conhecidos os “Melhores Vinhos do Alentejo” em 2018
A Confraria dos Enófilos do Alentejo apresentou no Hotel Mar d’Ar Muralhas, em Évora, o VI concurso que premeia os “Melhores Vinhos do Alentejo”
O concurso abrangeu 121 vinhos produzidos no Alentejo que foram submetidos ao concurso por parte de 50 produtores. Nesta sexta edição os vinhos avaliados foram constituídos por 29 brancos, 5 rosados e 87 tintos.
Destes 121 vinhos a concurso os vencedores do Prémio de Excelência, atribuído por categoria, foram: Scala Coeli – Touriga Nacional tinto 2015, de Fundação Eugénio de Almeida; Valcantrina by Santos Lima Rosado 2017, de Casa Santos Lima – Compª. das Vinhas, SA; e Vidigueira – Grande Escolha branco 2016, de Adega Coop. de Vidigueira, Cuba e Alvito, CRL. Foram ainda entregues dezassete Medalhas de Ouro, dos quais 6 brancos, 1 rosé e 10 tintos. As Medalhas de Prata foram entregues a 11 referências, todas elas de vinho tinto.




IMPRENSA REGIONAL - O MONTEMORENSE JÁ DISPONÍVEL


terça-feira, 20 de novembro de 2018

COMO REZA O NOSSO "CANTE" - «ÁI DE NÓS O QUE SERIA SE O SOL UM DIA FALTASSE»


Se alguém lhe perguntasse qual foi o pior ano de sempre para alguém estar vivo, que ano escolheria?  
1347, o ano em que a Peste negra atingiu a Europa, poderia ser uma boa aposta. Qualquer um dos anos do Holocausto, entre 1941 e 1945, também. Ou 1918, o ano em que a Gripe Espanhola dizimou 100 milhões de pessoas em todo o Mundo. 
Mas, segundo uma equipe de cientistas da Universidade de Harvard, nenhum destes é o pior ano de sempre para estar vivoA escolha coube ao ano de 563, o início de um dos piores períodos de sempre – se não o pior – na história da Humanidade. “Foi o começo de um dos piores períodos para estar vivo“, disse o arqueólogo e historiador medieval Michael McCormick. Este testemunho vai ao encontro à descrição que fez Procópio de Cesaréia – importante historiador bizantino do século VI – nas suas obras sobre as guerras travadas com os vândalos. Segundo escreveu este historiador antigo, durante o décimo ano do reinado de Justiniano (527 a 565 d.C), “o Sol emitiu a sua luz fraca, como a lua” e, a partir do momento em que esse fenómeno ocorreu, “os homens não estavam livres da guerra ou da praga ou de outra qualquer coisa que não os levasse à morte”.


A OPINIÃO DE Tiago Salgueiro

A recente crise de refugiados a que temos assistido originou, por um lado, uma “onda” de solidariedade e por outro, várias manifestações de reprovação à receção destes migrantes, que fogem da guerra, da violência e da intolerância.
Os argumentos utilizados tem a ver com o facto de, em Portugal, muitas pessoas passarem, desde algum tempo a esta parte, por privações e dificuldades. Não há dúvida de que a situação é difícil, complexa e inquietante. As recentes alterações na conjuntura económica têm tido como consequência a acumulação de obstáculos para a generalidade dos portugueses.
Mas, falando da realidade que conheço, penso que a gravidade da situação em nada se assemelha ao que se está a verificar no Médio Oriente e no continente americano. Se bem que os níveis de pobreza sejam elevados, fenómenos como os que temos assistido nos meios de comunicação, nomeadamente a fuga massiva de populações, não se verificam no território nacional.
Muitos de nós têm procurado noutros países uma vida melhor, o que é compreensível, dadas as dificuldades a que temos assistido. Mas, felizmente, os portugueses não têm que fugir da guerra, fome, da opressão, da perseguição e da brutalidade.
Respeitando a opinião de todos, não consigo compreender como se pode defender a ideia de que estes refugiados não precisam de ajuda. Terão ficado os mais críticos indiferentes à imagem da criança que morreu na praia da Turquia?! Ou às fotografias que nos chegam da Síria?! O que dizer sobre aqueles que cruzam agora o continente americano?
Penso que a tradição portuguesa (e europeia), vai no sentido de prestar apoio aos mais necessitados. E, numa situação de emergência, como é o caso, considero que é de todo legítimo que haja uma ação altruísta no sentido de ajudar a aliviar a dor destas famílias.
Pensar que todos são terroristas que se dirigem para o espaço europeu, nomeadamente para Portugal, com o sonho utópico de fazer renascer o Al-Andaluz, parece-me uma ideia um pouco ousada. Muitos haverá com más intenções. Não nego isso. Cabe às autoridades europeias, dentro das possibilidades, fazer a identificação e o controlo desses potenciais transgressores. Não será tarefa fácil, mas também é essa a nossa obrigação. Claro que terá que haver critérios de admissão no espaço europeu, à semelhança do que está a ser feito por outros países.
Com cidadão, não fico indiferente a este triste fenómeno, pois nem sequer sou capaz de imaginar o sofrimento dos pais que muitas vezes assistem, impotentes, à morte dos seus filhos. Não posso, de acordo com a minha consciência, permanecer imune a esta situação, sem pelo menos, tentar aliviar, ainda que de forma quase insignificante, a dor dos que precisam de um pouco de caridade. Não me revejo nos discursos fundamentalistas, quer de um lado, quer de outro. Nem defendo o espírito de “Guerra Santa”, ou cruzada contra os infiéis. Nem me parece que todos os refugiados venham com más intenções para a Europa.
A tradição histórica de tolerância, compreensão e respeito pela diferença deve continuar a ser uma virtude do povo português. Não me parece correto impor limites à causa de ajuda ao próximo.
Penso que cada vez mais será necessário desenvolver esforços, juntamente com todas as instituições e com a sociedade civil, para acolher algumas destas famílias. Considero que seria uma atitude digna se conseguíssemos criar condições para receber e integrar algumas destas pessoas que, apesar de serem de uma religião diferente, partilham connosco algo intrínseco: a humanidade. Parte dela inevitavelmente perdida neste longo caminho, à procura de uma vida melhor…
Sejamos solidários, com os de dentro e com os que procuram o nosso auxílio. Ouçamos as palavras que apelam à elevação de valores no que aos refugiados diz respeito. Não fiquemos indiferentes a estes tristes episódios, onde se conjugam o medo, intolerância e o sofrimento.
Tiago Salgueiro
In: Tribuna do Alentejo

A CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM


CLÁUDIA SOUSA PEREIRA

                                                         MELHORES QUE NÓS
Não basta ser o primeiro a pôr o dedo no ar para acertar na resposta ou melhor cumprir o exercício proposto, nem olharmo-nos ao espelho e repetirmos um mantra do tipo “eu cá sou bom, sou muito bom, eu sou tão bom”, sem convivermos, sem nos compararmos, sem nos confrontarmos com “os outros”. E não, isto não é aguçar o espírito competitivo até ao limite tão baixo da arrogância. Isto chama-se, ou pode chamar-se, a construção da identidade. Aquela que não é possível sem a alteridade, e que significa o conhecimento do Outro.
Recentemente tive mais uma oportunidade de conviver, à volta dos livros e da informação, com gente de nacionalidades tão diferentes como da britânica à turca, da do Bangladesh à da Alemanha, da ucraniana à finlandesa, da do Irão à da Holanda. Gente que lida sobretudo com professores, com bibliotecários, com decisores políticos de níveis diversos (internacional, nacional, local) nas áreas da Educação e da Cultura. Mas estas sobretudo apontadas, maioritariamente, para assuntos de acção social. Se as queixas nestes sectores permanecem, estranha mas compreensivelmente, alinhadas pelo conceito de um certo inconsciente colectivo da espécie humana, é bem certo que o capital de queixa se alimenta de vários filões. Nem só dos salários, nem só dos horários, nem só da geração anterior ou da que vem a seguir, nem só das faltas ou dos excessos. Reclamar, com pior ou melhor argumentário, é aparentemente o passo que vem a seguir ao direito que se adquiriu, e para o qual o dever de cumprir com essa responsabilidade exige que se ganhe tempo e espaço de manobra para prosseguir. Há até quem viva apenas da gestão destes interstícios, tentando perpetuá-los como forma de subsistência.
Desse convívio, onde Brexit, Trump, Bolsonaro, Erdohan ou outros mesmo não sendo nomeados foram assunto que por ali pairou, verifiquei que Portugal tem uma imagem paradisíaca. Cheguei a sentir-me finlandesa! Ora, sabendo que por detrás de um possível irritante discurso optimista, obrigatório quando se tem de combater um recorrente bota-abaixo que também faz parte do mesmo jogo político, estão dificuldades e insatisfações constantes, não poderemos não gostar que nos olhem assim. E pesando essa imagem que passamos e a realidade que vivemos só me fez pensar que, mais do que embandeirarmos em arco com a excelência que deverá ser a eterna utopia a perseguir, mais do que a festejar tornando-a circunstancial e banalizando-a; pesando tudo isto, só me parece que é uma tarefa que cabe a cada um de nós para cabermos na bela imagem do nosso colectivo. E que devamos talvez repetir-nos muitas vezes que teremos de ser melhores do que nós próprios. Como diria o Almada Negreiros, não sem algum sarcasmo, e em formato adaptado: “Coragem, já só quase nos faltam as qualidades!”.
Até para a semana.



SERÁ QUE DORMIAM DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA?