quinta-feira, 22 de março de 2018
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM
EDUARDO LUCIANO
A POESIA E A SUA AUSÊNCIA
Ontem
foi dia mundial da poesia. É tão estranho ter um dia para celebrar a poesia,
como é estranho ter um dia para celebrar a paternidade ou a maternidade.
Tal como a
paternidade ou a maternidade, a poesia é algo que deve fazer parte do nosso
dia-a-dia, como respirar, comer ou beber, por mais que insistam os pragmáticos
de serviço que afirmam que essa coisa de olhar o mundo para lá da realidade
directamente perceptível é actividade menor, diletante e sem utilidade.
Pés na terra é o
que nos dizem, endurecendo o olhar ou colocando um ar de quem paira acima de
inutilidades que só servem para inquietar e desorientar o ser humano que deve
estar concentrado em sobreviver o melhor que conseguir.
Percebe-se que num
mundo onde paira a desconfiança e onde cada ser humano olha o seu semelhante
como capaz das piores atrocidades, onde um abraço terá necessariamente como
objectivo sufocar o outro, onde todos os gestos e acções terão como fim uma
qualquer maldade concretizada ou a concretizar, que a poesia seja vista como
algo sem sentido e que só uma pequena minoria encontre nela espaço de
humanização da nossa vida diária.
Talvez, pensando
melhor, tudo que fazemos é poesia. Escrita, dita, desenhada ou apenas pensada
na solidão de um qualquer grupo. Se a entendermos assim percebemos melhor que
não precisamos de rimar, seja de que forma for, para sermos poetas.
Basta-nos querer
ir além da sobrevivência, querer ir além da produção diária de bílis para
chegar ao poeta que talvez exista em cada um. O tal poeta original de que
falava Ary:
“Original é o
poeta
que chega ao
despudor
de escrever todos
os dias
como se fizesse
amor.
Esse que despe a
poesia
como se fosse
mulher
e nela emprenha a
alegria
de ser um homem
qualquer.”
Estava a pensar no
poeta que há em cada um de nós quando me lembrei de uma conversa recente da
minha filha mais velha. Parece que alguém lhe terá dito que deveria pensar em
fazer voluntariado, porque era bom para o curriculum, como quem diz… quando
procurares emprego levas contigo a prova de que és capaz de trabalhar sem
retribuição.
Cruzei isto com a
possibilidade de todos termos um poeta dentro de nós e concluí que nem todos
podemos ser bons nesta coisa da poesia. Há quem apague o poeta em nome da
sobrevivência. Em nome da subserviência.
Mas a poesia
também é luta dura e implacável em nome de uma igualdade que é a forma de todos
podermos ser capazes de sonhar para além do curto horizonte que nos revelam.
Disse-o Nazim
Hikmet,
“E enquanto na
terra houver um único país ou um único homem escravo
E enquanto no céu
restar nem que seja uma única nuvem atómica
É preciso que os
nossos poemas dêem tudo por tudo, corpo e alma para a grande liberdade”
Já agora não se
esqueçam do Évora Jazz Fest, este fim-de-semana. É poesia improvisada e quantas
vezes sem palavras.
Até para a semana
quarta-feira, 21 de março de 2018
2 EM 1
SOCORREMO-NOS DO NOSSO POETA MANUEL MATIAS PARA ASSINALAR O DIA
MUNDIAL DA POESIA E AO MESMO TEMPO A CHEGADA DA PRIMAVERA.
PRIMAVERA FLORIDA
Linda a primavera quando floresce
Nos campos imensos do Alentejo...
Em lugares singelos onde revejo,
O mesmo olhar sempre permanece!
Nos campos imensos do Alentejo...
Em lugares singelos onde revejo,
O mesmo olhar sempre permanece!
Brotam da terra formosas flores
Para o céu que as vê florir,
Parecem estar ali para sorrir
As mais belas e variadas cores!
Para o céu que as vê florir,
Parecem estar ali para sorrir
As mais belas e variadas cores!
Ninguém lhes traça um destino
Na sua curta e breve passagem…
Florescem às mil na paisagem,
Por obra e graça do Divino!
Na sua curta e breve passagem…
Florescem às mil na paisagem,
Por obra e graça do Divino!
Oh!... Primavera d' Abril florida
De espaços eternos em flor...
Como simples e perfeito-amor,
Floresce de novo para a vida!
De espaços eternos em flor...
Como simples e perfeito-amor,
Floresce de novo para a vida!
Todos os anos com tua beleza
Contigo nasce nova esperança...
Que a Primavera nunca se cansa
De amar, com toda a certeza!!
Contigo nasce nova esperança...
Que a Primavera nunca se cansa
De amar, com toda a certeza!!
MANHÃ PRIMAVERIL
Primavera linda, ó mar de flores,
em tapete de mil cores convertida...
De campos sem fim, eternos amores,
Luz dos meus olhos aqui aparecida!
em tapete de mil cores convertida...
De campos sem fim, eternos amores,
Luz dos meus olhos aqui aparecida!
Para te cantar, de forma majestosa,
Em todos os lugares onde floresces...
Primavera renascida, a mais ditosa,
Luz do meu olhar quando amanheces!
Em todos os lugares onde floresces...
Primavera renascida, a mais ditosa,
Luz do meu olhar quando amanheces!
Soubera eu escrever este soneto
Suave e doce, num breve instante,
Uma palavra para tão belo terceto!
Suave e doce, num breve instante,
Uma palavra para tão belo terceto!
Celebrar uma Primavera fulgurante
Onde poesia e poetas em dueto,
Se anunciem de forma deslumbrante!
Onde poesia e poetas em dueto,
Se anunciem de forma deslumbrante!
Manuel Matias
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM
JOSÉ POLICARPO
QUANDO NÃO SE SEMEIA NÃO SE COLHE!
Não
pretendo fazer o julgamento moral de ninguém, até porque não me sinto acima de
ninguém para o fazer. Porém, a vida política portuguesa nos últimos 10 anos tem
tido demasiados casos que não abonam nem concorrem para a sua credibilidade. A
política numa definição pouco cuidada significa o instrumento que cuida e zela
pela vida das pessoas em comunidade.
O que é de todos,
de uma comunidade politicamente organizada, como é o exemplo de um país, seja
ele qual for, é gerador de muitos problemas e ainda mais de múltiplos
interesses divergentes, diria mesmos contrários. Por isso, o interesse comum, o
que é de todos, muitas das vezes fica secundarizado em benefício dos interesses
particulares ou corporativos. E, quando assim sucede, o campo das injustiças
torna-se invariavelmente fértil e perigoso para os mais desprotegidos.
Ora, se queremos
elevar a política a um verdadeiro meio e instrumento para a defesa do interesse
comum, deveremos, necessariamente, ser cuidadosos e criteriosos nas escolhas
que fazemos de quem nos representa. Penso, aliás, que, se atuarmos num quadro
de boa-fé, ninguém porá esta afirmação em dúvida.
Portanto, só
haverá um caminho para que possamos enquanto país com pretensões de atingir os
lugares de topo do desenvolvimento e de bem-estar. Qual seja, aquele que compreenda,
pelo menos, estes quatro pressupostos: o esforço, o empenho, a honestidade e o
mérito. E, parece-me que estas exigências deverão ser incutidas nas famílias e
com o acompanhamento de igual forma em todo o ensino.
Com efeito, estou
certo que obteremos melhores resultados se escolhermos o caminho do rigor. Não
devemos, por isso, cair no erro comum: para obter coisas diferentes, fazemos as
mesmas coisas. Não quero dizer que todos são iguais, as generalizações são
erradas e pior do que isso, são tremendamente injustas. Contudo, há demasiados
casos, que invariavelmente mancham o resto. Esta realidade é indesmentível. Ou
estarei errado?
CREIO - (Eu)
CANTADO POR ANA MOURA
Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na Deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho que falta mais fecundo
De harmonizar as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno num segundo,
Creio num céu futuro que houve dantes,
Creio nos deuses de um astral mais puro,
Na flor humilde que se encosta ao muro,
Creio na carne que enfeitiça o além,
Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo pelas rosas,
Creio que o Amor tem asas de ouro. Ámen
terça-feira, 20 de março de 2018
CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA DIANA/FM
CLÁUDIA SOUSA PEREIRA
É A CULTURA, PÁ!
Cruzei-me
com uma notícia que anunciava a constituição de uma Comissão na cidade da
Guarda para preparar a candidatura a Capital Europeia da Cultura. Chamou-me à
atenção um parágrafo que dava conta do conselho oferecido pelo Secretário de
Estado da Cultura, Miguel Honrado, olimpicamente ignorado pelas já 12
candidatas. Honrado terá dito no mês passado, em Coimbra, que fazia todo o
sentido a agregação de cidades para se candidatarem a Capital Europeia da
Cultura, pois este tipo de projectos tem, cada vez mais, escalas regionais.
O conselho
pareceu-me bastante assisado e a fazer muito sentido para uma região como a do
Alentejo, onde num fantástico cenário do seu Norte ao seu Sul, somos muito
(demasiado) poucos os que cá vivemos, até para podermos constituirmo-nos como
um grande público, muito menos se partidos em parcelas. E imaginei como seria
interessante um ano de 2027 a circular por aí, quanto mais não fosse pelo
Alentejo Central, para assistir a seguramente muito bons eventos culturais.
Claro que também
achei curiosa saber-se da existência de uma Comissão lá para a Guarda e
desconhecer-se não só se por aqui também há uma e quem a compõe, como se
continuar à espera de um prometido plano estratégico para a Cultura em Évora,
há pelo menos quatro anos. Bem como os novos Regulamentos de Apoio aos Agentes
Culturais, que se desejaram liminarmente revogados no final de 2013, revelando,
afinal, que estes não eram nem assim tão maus, nem era assim tão urgente
mudá-los para que uma nova Primavera chegasse aos palcos da cidade e os amanhãs
cantassem de forma cristalina, como “só” acontece agora.
Mas, atenção, que
esta crónica não é para dizer mal da hipótese de Évora conseguir a sua intenção
e sair vencedora deste concurso, caso já haja quem esteja a pensar nisso. Só me
ocorreu que o sucesso poderia ser mais garantido se se seguisse o tal conselho.
Mesmo sabendo até que os prémios ligados à Cultura tenham sido, no passado,
menosprezados por uma certa Évora. Se calhar agora até ia dar jeito apresentar
o galardão da Sociedade Portuguesa de Autores de 2012… E a questiúncula da
altura não deve ter sido motivada por questões políticas mas politiqueiras, já
que o concelho vencedor da edição deste ano do Prémio foi o Seixal, município
comunista. É entregue hoje, novamente no auditório do Centro Cultural de Belém.
Recordo, na altura, ter na própria Gala já mencionado que a programação não
teria sido possível sem colaborações, nem redes. Como me lembro de que o grande
argumento para menosprezar o Prémio (chegado até pela pena de um que se diz
jornalista da nossa praça ao jornal “Avante!” num artigo intitulado “Um prémio
para quem não merece”) era a dívida de subsídios aos agentes culturais. Posso
imaginar que o problema esteja agora sanado e, como tal, os agentes culturais
já se sintam bem aconchegados. E que se Évora não ganhar é porque?…
Portanto, como eu
não sou dos que faz coro com os que dizem mal dos eventos culturais em Évora,
apesar de naturalmente gostar mais de uns do que de outros, só me resta dizer
que com uma “parada” tão alta como a que se pôs para 2027, se esta não for
ganha, bem pode quem se disse sempre o supra-sumo da gestão cultural
autárquica, meter a viola no saco e ir cantar para outra freguesia…ou concelho.
O que, já agora, não é coisa inédita, nem que, aliás, o Povo eleitor leve muito
a mal, apesar das conversas, recorrentes e estereofónicas, que se têm de ouvir
sobre o “não ser de cá”.
Até para a semana.
CRONICAS DE CINEMA - Por Egas Branco
Uma homenagem
do Al Tejo a Domingos Maria Peças
VICEROY'S HOUSE (Adeus
Índia)
A não perder o belíssimo filme da cineasta, nascida na comunidade indiana
do Quénia (1960), Gurinder Chada, VICEROY'S HOUSE (ADEUS ÍNDIA).
É que a obra passa-se nos meses que antecederam a independência daquele
grande país asiático que os ingleses colonizaram durante 3 séculos mas que,
antes de serem obrigados a sair, no final dos anos 40 do século XX, pela
revolta e luta do povo indiano, manobraram, fomentando ódios religiosos entre
hindus, muçulmanos e sikhs e protegendo os políticos que eram mais favoráveis à
divisão que pretendiam (o muçulmano Jinnah, que seria o primeiro presidente do
Paquistão), conseguindo provocar a fragmentação da Índia, para servir os
interesses do capitalismo e do imperialismo, principalmente para não deixar a
Índia libertada cair para o lado do socialismo, utilizando também a ingenuidade
política do último vice-rei, Lord Mountbatten, escolhido para o lugar por isso mesmo,
ainda que contasse com o apoio da sua mulher, humanista e mais inteligente. Mas
tudo isso eles devem ter previsto... BOAS NOTÍCIAS
O Governo
criou um grupo de trabalho para a preparação e lançamento do concurso público
internacional do novo Hospital Central do Alentejo, a construir em Évora.
&
segunda-feira, 19 de março de 2018
19 MARÇO – DIA CONSAGRADO AOS PAIS
Para assinalar a data destacamos
UM poema do nosso Colaborador Manuel Matias
PAI
Neste dia dezanove de Março
Orgulhoso filho te felicita...
Com carinho, um terno abraço,
Fazendo votos para que se repita!
Orgulhoso filho te felicita...
Com carinho, um terno abraço,
Fazendo votos para que se repita!
Pai, são para mim sagrados
Os ensinamentos desta vida,
Respeitosos, tão honrados,
E de humildade reconhecida…
Os ensinamentos desta vida,
Respeitosos, tão honrados,
E de humildade reconhecida…
De convicção religiosa
E uma fé inabalável,
Esta alma maravilhosa
É um pai inquestionável!
E uma fé inabalável,
Esta alma maravilhosa
É um pai inquestionável!
Na cadeia ou na doença
Se vê o verdadeiro amigo...
Devolveste-me a esperança
Quando foste ter comigo!
Se vê o verdadeiro amigo...
Devolveste-me a esperança
Quando foste ter comigo!
Pai, são três letras apenas
Mas tanto que para mim são,
É das palavras mais pequenas
Que não esquece o coração!!
Mas tanto que para mim são,
É das palavras mais pequenas
Que não esquece o coração!!
Manuel Matias & Filhos
NO ALANDROAL...
ACONTECIMENTOS
NO FIM-DE-SEMANA
PROCISSÃO
DO SENHOR DOS PASSOS
ENCERRAMENTO
(CALDETA PARA TODOS) SEMANA PEIXE DO RIO
REPORTAGEM
E FOTOS AQUI
Deferencia: Rádio Campanário CRONICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA NA DIANA/FM
MARIA HELENA FIGUEIREDO
MAIS
UMA FEIRA DE S. JOÃO: ONDE PÁRA O GRANDE DEBATE PÚBLICO?
Segundo
foi anunciado, na última reunião da Câmara Municipal de Évora falou-se da Feira
de S. João.
De
acordo com o comunicado da Câmara, foi decidido que o tema inspirador da
próxima Feira de S. João será “Évora pela Paz, 100 anos de Armistício”. E foi
abordado o futuro da Feira, que segundo o Presidente começou a ser debatido na
Comissão Municipal de Economia e Turismo no último mandato, tendo apenas sido
interrompido por causa de ser ano de eleições.
Poderia
limitar-me a encolher os ombros e não dar mais atenção, mas de facto a moda da
“post verdade” que ataca frequentemente as informações que nos chegam da
Câmara, chegou também ao tantas vezes anunciado “grande debate” sobre a Feira.
Para ser franca, já cansa tanta mistificação.
É
que, caros e caras ouvintes, não só não houve ainda o tal grande debate público
que desde a campanha eleitoral de 2013 – sim 2013 ! – a CDU tem anunciado, como
também a Comissão Municipal de Economia e Turismo não deu inicio ao dito debate,
que o Sr Presidente diz que se iniciou.
Para
dizer a verdade, no último mandato o que o Sr Presidente da Câmara de Évora
disse na Comissão foi que devia ser feito esse debate, que os membros da
Comissão pensassem nisso e em propostas a apresentar no futuro. Mas o debate
ficou por aí.
O
certo é que esta Câmara já organizou 4 feiras e já decidiu o que ia fazer na 5ª
sem ouvir quem quer que fosse.
E
se de facto houver algum debate público os resultados não terão reflexo na
próxima feira, talvez…com sorte, talvez, para 2019 haja reflexos. Ou já agora,
em 2020, que sempre servirá para munição para as eleições do ano seguinte.
Ora,
se a Feira de S. João não fosse um momento importante na vida da cidade e do
concelho, se não fosse um dos nossos elementos identitários teria pouca
importância que o Sr Presidente anunciasse que vai recomeçar um debate que não
iniciou.
Mas
a Feira é importante e o que nós vamos assistindo, de ano para ano, é ao seu
empobrecimento, cada vez mais dispersa, cada vez com menos atractivos e a
realizar-se seguindo um modelo objectivamente esgotado.
Por
isso importa o futuro da Feira de S. João, importa que todos e todas sejam
chamados e possam dar a sua opinião. Para mim, aliás, esta seria uma daquelas
questões em que os munícipes não só poderiam dar opinião mas também deveriam
ser chamados a participar na decisão a ser tomada.
Lembrando
que a CDU ainda há meia dúzia de meses falava em “aprofundar uma gestão
participada, democrática aberta e transparente, incentivando os cidadãos a
participar nos processos de tomada de decisão” não posso agora deixar de
apontar que é chegado o momento de a Câmara cumprir os compromissos de debate
público com que se vem apresentando aos munícipes.
E
como ontem já era tarde para o grande debate público sobre a Feira de S. João,
só podemos esperar que se aproveite este momento de preparação da Feira de 2018
para o lançar e auscultar directamente a opinião dos munícipes.
Até
para a semana!
DIVULGAÇÃO - MONTEMOR - FESTA DOS CONTOS
Contos Doutra Hora é um ciclo de programação na cidade de Montemor-o-Novo
e nas suas localidades rurais, que antecede a Festa dos Contos. Acontece desde 2009. Entre Fevereiro e Maio inúmeras
sessões de contos com narradores profissionais acontecem na Biblioteca Municipal e na Oficina da Criança de Montemor-o-Novo e ainda
nas freguesias rurais até chegarmos, finalmente, à 9ª FESTA DOS CONTOS.
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