segunda-feira, 21 de agosto de 2017
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
QUESTÕES LABORAIS…
Alandroal: Assinado acordo
coletivo empregador público
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) assinou ontem, dia 16, com a Câmara
Municipal de Alandroal, um Acordo Coletivo Empregador Público (ACEP) . O acordo assinado garante aos trabalhadores o direito
aos 25 dias úteis de férias e a consolidação das tolerâncias de ponto no dia de
aniversário do trabalhador e no dia de carnaval.
Fonte: site http://radionovaantena.com
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
DA HISTÓRIA DE TERENA – FORAIS AFONSINOS
"Quando se encontra sem se procurar é porque
já procurou muito antes de se encontrar."
Já tinha dezoito
anos quando fui para o colégio Diogo Lopes Sequeira estudar.
O presidente da
Junta de então, amante da história de Terena, hoje tão esquecida e maltratada
pelo Poder Local, disse-me; (parece que o
estou a ouvir neste momento)
- Tenho na Junta um documento que tu gostarias
de ler, trago-o de lá uma tarde, tu copias e no outro dia de manhã vou lá
pô-lo.
Assim sucedeu.
Tinha aquela idade e já
entendia os perigos que daí podiam advir.
Um dia uma senhora que
diziam que era americana, e que aqui viveu algum tempo, para estudo da história
e dos costumes da Vila, e, estando eu cá de férias, pediu-me se sabia algo
acerca da História da Vila de Terena.
Passei a Carta de Foral à
máquina de escrever, no Ministério da Marinha, curiosamente em papel amarelo e
enviei à senhora.
Penso que a terei
utilizado, posteriormente, como consulta, o certo é que me esqueci onde a tinha
arquivado.
Procurando outro
documento encontrei-a e não pode deixar de a enviar para o blog, isto porquê?
Nalguns mandados
camarários e este que decorre não foge à regra, fala-se ou melhor só se fala
nos Forais Manuelinos e não nos Afonsinos.
Não consigo
entender porquê, se estes são mais antigos e por ventura serão os originais.
Para os leitores
que certamente como eu se interrogam aqui fica a Carta de Foral de Terena.
Obrigado por ter
lido.
Hélder Salgado
Terena, 06-08-2017
DE APLAUDIR
Tutelado pelo Município de Montemor-o-Novo, MorBase é, não só, uma plataforma para o montemorense, mas também, uma ferramenta para o investigador e para o interessado no património móvel e imóvel, material e imaterial oriundo do concelho de Montemor-o-Novo.
OFÍCIOS – PRODUÇÃO MORBASE
A mini série "Ofícios", composta por oito capítulos, é um retrato do saber fazer de algumas profissões tradicionais do concelho de Montemor-o-Novo.
(Al Tejo irá apresentar os vídeos, relativos a diversos ofícios à razão de 2 por semana)
FERREIRO
COSTUREIRA
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
REVISÃO DA MATÉRIA DADA
Desta vez foi o Diário de
Notícias em artigo publicado ontem que relembra a história já conhecida de
todos.
Uma
presidente da câmara e dois ex-presidentes vão bater-se pela vitória no dia 1
de outubro. A candidata da CDU, Mariana Chilra, alega que pôs as contas em
ordem na autarquia, que o PS tinha deixado em maus lençóis. O candidato
socialista acusa-a de ter pouco trabalho para mostrar.
Leia clicando AQUI
É A VIDA...!!!!
Durante
esta semana os amantes da caça vão preparar o “material” para no Domingo darem início
à “função”:
Mas
este ano há que acrescentar também a Caça aos:
Até
agora o alvo principal eram as:
Lá
mais para Outubro Já vão poder caçar:
Mas
nem todos vão caçar um:
DIREITO À OPINIÃO - Manuel Grilo
Caros e caras Alandroalenses,
Nasci e vivo no Concelho de Alandroal, e
sempre fui PS , nunca fui militante nem a minha vida profissional me permite
clubismos e associativismos, mas sempre votei PS e tenho o partido do grande
Mário Soares como referencia, embora a minha opinião sobre o PS Alandroal seja
diferente, pela má gestão que a concelhia lhe tem dado como se vê pelo estado
em que o PS Alandroal se encontra, dividido e desacreditado.
Acontece aqui de tudo, desde militantes que
concorrem contra o partido e por isso são expulsos como acontece em todo o
lado, e que voltam para Sr. candidatos, coisa que só acontece no Alandroal que
teima em ser diferente.
Tenho guardado religiosamente o comunicado do
PS Alandroal onde refere que a escolha neste candidato, tem entre muitas coisas
a ver por o Professor João Grilo ser um homem de consensos, um unificador,
comunicado que foi colocado no Al TEJO, basta procurarem.
Tenho que dar razão na parte que toca a
unificar, de facto é só alianças, só uniões, coisa de um unificador por
excelência, como comprova a notícia de um jornal de há quase 8 anos, está o
ex-autarca sempre disponível para uniões conforme o interesse do momento como
podem ver abaixo*.
Aqui fica a minha simples e singela opinião
para que cada um a julgue de sua justiça.
Manuel Grilo
Recebido via e-mail e confirmada identidade
* - Parte não publicada por envolver nomes sem ter sido solicitada a devida autorização.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
MAIS VALIAS DO ALANDROAL
Crítica:
vinhos Pontual à mesa e na garrafeira
Pontual Reserva regional alentejano tinto 2015
Encepamento de Alicante Bouschet (80%), Touriga
Nacional (10%) e Syrah (10%). Tudo neste vinho foi pensado na lógica do
envelhecimento equilibrado e é fácil adivinhar-lhe o melhor futuro. Belo vinho.
Classificação: 17,5
Preço: 11 euros
Preço: 11 euros
13/08/2017
Há qualquer coisa de universal no perfil dos vinhos
alentejanos que agrada muito ao consumidor português, e faz a região ser ainda
a preferida no nosso mercado. Responde no entanto por uma extensão muito vasta
de vinhas, solos e climas. Os vinhos Pontual, do Alandroal, marcam a diferença.
Estamos no interior alentejano, onde já
só vão os que querem mesmo ir. Os montados de sobro e azinho ponteados por
olivais bonitos e românticos, montam um dos cenários mais exóticos do Alentejo
mas que a canícula torna quase intransponíveis. Foi no entanto aqui que o
enólogo Paolo Nigra, conhecedor profundo do Alentejo, Ribatejo, Lisboa e com
vinhos feitos em praticamente todo o país, fundou em 2000 a PLC – Companhia de
Vinhos do Alandroal, juntamente com dois sócios.
A marca principal é a Pontual e achámos que cerca de
15 anos após o lançamento do primeiro vinho estava na altura de aquilatar a
força e a qualidade do projecto. Com Arinto, Roupeiro e Verdelho nas castas
brancas, Touriga Nacional, Syrah, Trincadeira, Alicante Bouschet, Aragonês e
Cabernet Sauvignon nas tintas, a cobertura de vinha estende-se por cerca de 100
hectares, solos principalmente xistosos entre Alandroal e Portalegre. O desafio enológico nestas paragens é conseguir frescura nos
vinhos, ou seja, estrutura bem urdida, acidez afinada de acordo com ela e
contenção alcoólica.
Hoje que já estamos a lutar com aspectos
de aquecimento global que afectam muito a produção e qualidade dos nossos
vinhos, o trabalho na vinha é fundamental e o enólogo é peça chave do êxito.
Fomos encontrar vinhos de recorte moderno, a um tempo consensuais e diferentes,
preparados para mostrar ao mundo o bom desempenho do vinho alentejano. Uma boa
surpresa é o que espera quem se aproximar destas novas pérolas do grande e
imenso Alentejo.
OS VINHOS PONTUAL
São
cinco os vinhos que compõem actualmente o portfólio Pontual, um branco e um
tinto de lote, dois tintos varietais e um tinto reserva a encabeçar a gama.
Característica comum a todos eles é o equilíbrio, a escolha cabe, como sempre,
a cada um. Boas provas?
Fonte: http://www.evasoes.pt
CRONICAS DE CINEMA - Por Egas Branco
Homenagem do Al Tejo a Domingos Maria Peças
NA VIA LÁCTEA (On the
Milky Road), de Emir Kusturica
Se dúvidas ainda
houvesse sobre a grandeza deste cineasta o seu último filme, NA VIA LÁCTEA (ON
THE MILKY ROAD) sobre o Amor em tempos de guerra, e a guerra neste caso é a da
Bósnia, que ele viveu como ninguém, mostra uma vez mais que é um dos maiores
contemporâneos.
Os crimes contra a
Humanidade que as agressões à ex-Jugoslávia representaram, com o único
objectivo de devolverem ao imperialismo norte-americano e aos interesses das
grandes potências europeias, com a Alemanha à frente, o domínio dos Balcãs,
custasse o que custasse e custou muitos milhares de vítimas em toda aquela
zona. Relembro os heróicos concertos de música de Belgrado debaixo das balas
assassinas da NATO. A coragem do povo jugoslavo não foi no entanto suficiente
para derrotar a agressão imperialista.
Foi por acaso mas na
hora em que via o filme e me impressionava com o sofrimento de um povo que ele
relata, ia a enterrar um dos políticos com sérias responsabilidades nestes
acontecimentos... e não deixei de pensar qual seria a sua reacção se fosse
confrontado com a visão de uma obra de arte como esta. Teria ao menos uma
réstea de consciência?
NA VIA LÁCTEA é mais
uma obra profundamente humanista de Kusturica, mágica por vezes, comovente e
alerta para os povos: "A guerra só vai parar quando o Big Brother for
derrotado" ouve-se na inebriante canção do baile popular, em que a música
de Kusturica e os seus músicos nos faz vibrar, com os seus acordes ciganos.
Um grande filme! Duvido
sinceramente que vá conseguir ver melhor!
E diga-se ainda que
Kusturica não conseguiria melhor para o papel da sua heroína que Monica
Bellucci, "La Piu Bella" (Marino Marini), canta-se no filme!
Há também neste filme
de Emir Kusturica algo de surpreendente, que é a participação dos animais, para
além do Homem, (que é aliás o que se comporta pior... alguns!). Kusturica põe
no genérico final (que é sempre bom ver até ao fim) o nome próprio dos animais
que colaboraram na obra, como se de artistas humanos se tratasse (pelo que
depreendi são na maior parte habitantes do zoo de Belgrado).
Não deixem de ver
porque é uma obra prima. Houve até um crítico que titulou magnificamente a sua
crítica com "O Cinema é um Milagre", numa referência a outra
inesquecível obra-prima deste grande realizador, "A Vida é um
Milagre"!
Na foto Monica Bellushi
com Emir Kusturica, que escreveu o argumento, realizou e interpretou. E claro,
grande parte da música é da sua famosa banda.
Egas Branco
RECEBIDO COM PEDIDO DIVULGAÇÃO
NÃO SERIA UMA BOA IDÉIA TÊ-LOS COMO ANIMAÇÂO DE RUA PELAS NOSSAS
FESTAS? – NÃO DEVERIA PESAR MUITO NO ORÇAMENTO! (DIGO EU! …)
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
PARA OS AMANTES DA "FESTA BRAVA"
Conforme noticiamos, a localidade alentejana de Alandroal
receberá a 2 de setembro uma corrida de touros à portuguesa, por ocasião das
tradicionais festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição.
Uma
corrida que sofreu uma ligeira alteração no seu cartel, nomeadamente nos Grupos
de Forcados, sendo que sai do cartel que ontem anunciamos os Forcados
Académicos de Elvas e entra o Grupo de Forcados Amadores de Redondo, este que
irá alternar com os anunciados Aposento de Alandroal e Monsaraz.
Atuarão
os cavaleiros Ana Batista, João Moura Caetano e Marcos Bastinhas, que lidarão
seis touros de Paulo Caetano.
O
espetáculo terá inicio pelas 17 horas.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
PRIVILÉGIO DE REFORMADO!!!!!
Numa
chamada “Gala Solidária” especial para aqueles que já “deram o litro” - tive oportunidade de assistir no Curvo Semedo
a uma pequena amostra do que vão ser as galas do fim-de-semana IX Mostra Internacional
de Folclore.
Para
abrir o apetite aqui lhes deixo em fotos e pequenos vídeo Folclore da Macedonia
– Republica Checa –Lituania – Servia – e México.
DESFRUTE – E NÃO FALTE SÁBADO E DOMINGO
MEMÓRIAS DA INFÂNCIA – Chico Manuel
PESSOAS
Não só de factos e lugares se compõem as memórias que
por vezes nos acodem à cabeça.
Talvez, mais importante que recordar peripécias da
infância e os lugares onde por vezes as mesmas aconteceram, seja recordar
pessoas de que apenas por vezes, em conversas de café, quando a nostalgia
aperta, nos lembramos.
Porque é bom por vezes regressar ao passado e
principalmente para todos aqueles que já ultrapassaram o meio século, assim em
jeito de amena cavaqueira vamos juntos relembrar algumas dessas pessoas, com
incidência especial numa delas que neste tempo de calor me acode com frequência
à memória: O Martinho dos “Sorvetes”.
Mas antes de lhes falar desta personagem, e porque
seria da minha parte uma ingratidão terei que mencionar mais três pessoas que
muito contribuíram na minha infância na formação da pessoa que me tornei.
Tia Ana
Feijoa – Considero-a como a minha
segunda mãe. Segundo julgo saber era
natural do Redondo, e foi em princípio a cozinheira da família Garcia
(Francisco e Antónia), minha segunda família que me cuidou desde o nascimento.
A obesidade que aos poucos se foi apoderando dela,
forçou-a a deixar a cozinha, mas continuou ao serviço da casa.
O seu trabalho
limitava-se a descascar batatas, migar a couve e nesta altura de Verão migar
pepino, coisa que fazia como ninguém. Naquela casa, principalmente minha
madrinha Antónia, comia salada de pepino a todas as horas.
Ganhava 20 escudos por mês. Notas, que Juntava
religiosamente mês a mês e que me dava, metade quando ia fazer exames a Évora,
e a outra metade pela Festa de Setembro.
Era ela a encarregada de fornecer os mantimentos para
as refeições e determinar o tipo de alimentação, tendo livre acesso à
“despensa”, pelo que muitos chouriços, e afins “surripiava” para os nossos
petiscos. Se por acaso algum colega de estudos me vier a ler não deixará de
recordar as “fatias de ovos” com que a Tia Ana nos brindava nas tardes e noites
de estudo colectivo.
Havia apenas uma “coisa” com que a Tia Ana “embirrava”
,e muito a desgostava: o eu vir dos Arquizes todo suado depois das jogatanas da
bola. Detestava a bola! Segundo me diziam havia-lhe falecido um filho a jogar à
bola no Redondo. Nunca cheguei a confirmar.
Quando regressei da comissão de serviço na Guiné encontrei
a Ti Ana no asilo do Alandroal. Todos os dias a visitava e lhe dava a esperança
(que sempre acalentou) de a retirar de lá. Tentei. Até arranjei uma casinha
perto de onde eu residia, mas nunca consegui concretizar-lhe a vontade pois
ninguém aceitou ir tomar conta dela.
Tio Manuel
Cego – Um pobre cego, acolhido pela
família Garcia a quem foi disponibilizada uma pequena casinha de uma só divisão
ao fundo da horta. Apoiado num pau, atravessava diariamente todo o jardim para
ir buscar as refeições à cozinha situada no primeiro andar. Tinha que subir
duas escadarias uma delas com cerca de 30 degraus. Nunca me constou que tenha
dado qualquer queda.
É aqui recordado porque foi o Ti Manel Cego que me
ensinou a nadar. Deus privou-o da visão, mas em compensação deu-lhe o dote de
se tornar um excelente nadador.
E foi precisamente a nadar que o mesmo faleceu. Numa
quente noite de Verão, depois do jantar e talvez para se refrescar foi tomar
banho num tanque na horta do Bexiga, e segundo se disse na altura, uma constão
(termo utilizado na altura) levou-o deste mundo.
Tio
Sebastião – o Tio Sebastião foi um
louceiro, natural do Redondo, que frequentemente se deslocava ao Alandroal.
Com um burro carregado de tachos, tarefas, panelas e
afins chegava pela tardinha, descarregava o animal e ía á janta. Regressava à
cocheira onde pernoitava, para logo pela manhã começar a volta pela Vila
vendendo a sua loiça. Só abalava depois de tudo vendido.
Recordo-o aqui pelas histórias que sabia contar e pela
companhia que nos fazia quando em noites de calor o serão era passado à soleira
da porta ou mesmo à porta da cocheira onde iria dormir.
Contava-se (não sei se verdade ou mentira), que um dia
enquanto foi “enxugar” um copo na taberna do Eduardo, deixou o burro à porta, carregado de loiça, um
“malandro” qualquer deitou o “murrão” do cigarro para a orelha do animal, que
desatou a espernear de tal forma partindo a loiça toda.
Nunca mais ouvi falar de tal personagem. Talvez um dos
nossos amigos leitores do Redondo possa adiantar mais qualquer coisa a
propósito deste homem exemplo das dificuldades passadas nesse tempo.
E por fim vou relembrar a personagem que deu origem a
estas memórias.
O Martinho dos
Sorvetes – segundo averiguei o Martinho foi empregado de taberna e mais tarde por
desavenças com o patrão instalou-se por conta própria explorando esse mesmo
ramo. No entanto não é esse o motivo por que hoje é aqui recordado.
Conforme a alcunha indica o Martinho tornou-se numa figura
sempre aguardada com muita ansiedade, por se dedicar, nos meses de Verão à
venda de gelados.
Longe estava ainda o tempo em que o gelado se
fabricava e comercializava nos moldes em que hoje o adquirimos, podemos guardar
em casa e consumir sempre que desejarmos. Na altura o gelado tinha fabrico
próprio, só era acessível em gelatarias (que nunca existiram no Alandroal).
Por isso o Martinho inventou uma espécie de carroça,
devidamente adaptada e nas tardes de Verão percorria as ruas da Vila vendendo o
que por ali se designava com “servete”, “sorvete” ou mesmo “gelado”, pelo preço
de 5 tostões. Noutras localidades e em veículos mais sofisticados e invólucros
de vários tamanhos o produto tinha outras designações como “esquimó”, “rájá” –
mas sempre apregoado como fresquinho – que o era na verdade, e acompanhado de
outras guloseimas como nogats, chupa-chupas, barquilhos, etc. .
Uma alegria para a rapaziada que aguardava
ansiosamente a passagem do Martinho com os seus 5 tostões, para colmatar não só
a sede, mas também consolar a vista com o colorido dos conservantes na massa
gelada do produto.
E com esta conversa toda, não é que me está a apetecer
um “corneto”! … Vou ali ao frigorífico buscar um…. Modernices… Como os tempos
mudaram!
Chico Manuel
Agosto 2017
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