sexta-feira, 18 de agosto de 2017

SUGESTÕES




QUESTÕES LABORAIS…

     Alandroal: Assinado acordo coletivo empregador público
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) assinou ontem, dia 16, com a Câmara Municipal de Alandroal, um Acordo Coletivo Empregador Público (ACEP) . O acordo assinado garante aos trabalhadores o direito aos 25 dias úteis de férias e a consolidação das tolerâncias de ponto no dia de aniversário do trabalhador e no dia de carnaval.

DESPORTO

E O ALANDROAL?

TRISTEZA!

               Descobri esta foto no face do Fernando Pereirinha… Como ele diz:
                                                       «TUDO NASCE – TUDO MORRE»


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

DA HISTÓRIA DE TERENA – FORAIS AFONSINOS

"Quando se encontra sem se procurar é porque já procurou muito antes de se encontrar."

Já tinha dezoito anos quando fui para o colégio Diogo Lopes Sequeira estudar.
O presidente da Junta de então, amante da história de Terena, hoje tão esquecida e maltratada pelo Poder Local, disse-me; (parece que o estou a ouvir neste momento)
- Tenho na Junta um documento que tu gostarias de ler, trago-o de lá uma tarde, tu copias e no outro dia de manhã vou lá pô-lo.
Assim sucedeu.
Tinha aquela idade e já entendia os perigos que daí podiam advir.
Um dia uma senhora que diziam que era americana, e que aqui viveu algum tempo, para estudo da história e dos costumes da Vila, e, estando eu cá de férias, pediu-me se sabia algo acerca da História da Vila de Terena.
Passei a Carta de Foral à máquina de escrever, no Ministério da Marinha, curiosamente em papel amarelo e enviei à senhora.
Penso que a terei utilizado, posteriormente, como consulta, o certo é que me esqueci onde a tinha arquivado.
Procurando outro documento encontrei-a e não pode deixar de a enviar para o blog, isto porquê?
Nalguns mandados camarários e este que decorre não foge à regra, fala-se ou melhor só se fala nos Forais Manuelinos e não nos Afonsinos.
Não consigo entender porquê, se estes são mais antigos e por ventura serão os originais.
Para os leitores que certamente como eu se interrogam aqui fica a Carta de Foral de Terena.
Obrigado por ter lido.
Hélder Salgado

Terena, 06-08-2017

DE APLAUDIR

Tutelado pelo Município de Montemor-o-Novo, MorBase é, não só, uma plataforma para o montemorense, mas também, uma ferramenta para o investigador e para o interessado no património móvel e imóvel, material e imaterial oriundo do concelho de Montemor-o-Novo.  
                     OFÍCIOS – PRODUÇÃO MORBASE
A mini série "Ofícios", composta por oito capítulos, é um retrato do saber fazer de algumas profissões tradicionais do concelho de Montemor-o-Novo.
(Al Tejo irá apresentar os vídeos, relativos a diversos ofícios à razão de 2 por semana)

FERREIRO

COSTUREIRA

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

REVISÃO DA MATÉRIA DADA


Desta vez foi o Diário de Notícias em artigo publicado ontem que relembra a                                                    história já conhecida de todos.

Uma presidente da câmara e dois ex-presidentes vão bater-se pela vitória no dia 1 de outubro. A candidata da CDU, Mariana Chilra, alega que pôs as contas em ordem na autarquia, que o PS tinha deixado em maus lençóis. O candidato socialista acusa-a de ter pouco trabalho para mostrar.
Leia clicando AQUI

É A VIDA...!!!!

 Durante esta semana os amantes da caça vão preparar o “material” para no Domingo darem início à “função”:

Até agora o alvo principal eram as:


Mas este ano há que acrescentar também a                                       Caça aos:
      Lá mais para Outubro Já vão poder caçar:


Mas nem todos vão caçar um:



DIREITO À OPINIÃO - Manuel Grilo

Caros e caras Alandroalenses,
Nasci e vivo no Concelho de Alandroal, e sempre fui PS , nunca fui militante nem a minha vida profissional me permite clubismos e associativismos, mas sempre votei PS e tenho o partido do grande Mário Soares como referencia, embora a minha opinião sobre o PS Alandroal seja diferente, pela má gestão que a concelhia lhe tem dado como se vê pelo estado em que o PS Alandroal se encontra, dividido e desacreditado.
Acontece aqui de tudo, desde militantes que concorrem contra o partido e por isso são expulsos como acontece em todo o lado, e que voltam para Sr. candidatos, coisa que só acontece no Alandroal que teima em ser diferente.
Tenho guardado religiosamente o comunicado do PS Alandroal onde refere que a escolha neste candidato, tem entre muitas coisas a ver por o Professor João Grilo ser um homem de consensos, um unificador, comunicado que foi colocado no Al TEJO, basta procurarem.
Tenho que dar razão na parte que toca a unificar, de facto é só alianças, só uniões, coisa de um unificador por excelência, como comprova a notícia de um jornal de há quase 8 anos, está o ex-autarca sempre disponível para uniões conforme o interesse do momento como podem ver abaixo*.

Aqui fica a minha simples e singela opinião para que cada um a julgue de sua justiça.
Manuel Grilo
Recebido via e-mail e confirmada identidade

* - Parte não publicada por envolver nomes sem ter sido solicitada a devida autorização.


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

MAIS VALIAS DO ALANDROAL

            Crítica: vinhos Pontual à mesa e na garrafeira
Pontual Reserva regional alentejano tinto 2015
Encepamento de Alicante Bouschet (80%), Touriga Nacional (10%) e Syrah (10%). Tudo neste vinho foi pensado na lógica do envelhecimento equilibrado e é fácil adivinhar-lhe o melhor futuro. Belo vinho.
Classificação: 17,5
Preço: 11 euros

13/08/2017
Há qualquer coisa de universal no perfil dos vinhos alentejanos que agrada muito ao consumidor português, e faz a região ser ainda a preferida no nosso mercado. Responde no entanto por uma extensão muito vasta de vinhas, solos e climas. Os vinhos Pontual, do Alandroal, marcam a diferença.
Estamos no interior alentejano, onde já só vão os que querem mesmo ir. Os montados de sobro e azinho ponteados por olivais bonitos e românticos, montam um dos cenários mais exóticos do Alentejo mas que a canícula torna quase intransponíveis. Foi no entanto aqui que o enólogo Paolo Nigra, conhecedor profundo do Alentejo, Ribatejo, Lisboa e com vinhos feitos em praticamente todo o país, fundou em 2000 a PLC – Companhia de Vinhos do Alandroal, juntamente com dois sócios.
A marca principal é a Pontual e achámos que cerca de 15 anos após o lançamento do primeiro vinho estava na altura de aquilatar a força e a qualidade do projecto. Com Arinto, Roupeiro e Verdelho nas castas brancas, Touriga Nacional, Syrah, Trincadeira, Alicante Bouschet, Aragonês e Cabernet Sauvignon nas tintas, a cobertura de vinha estende-se por cerca de 100 hectares, solos principalmente xistosos entre Alandroal e Portalegre. O desafio enológico nestas paragens é conseguir frescura nos vinhos, ou seja, estrutura bem urdida, acidez afinada de acordo com ela e contenção alcoólica.
Hoje que já estamos a lutar com aspectos de aquecimento global que afectam muito a produção e qualidade dos nossos vinhos, o trabalho na vinha é fundamental e o enólogo é peça chave do êxito. Fomos encontrar vinhos de recorte moderno, a um tempo consensuais e diferentes, preparados para mostrar ao mundo o bom desempenho do vinho alentejano. Uma boa surpresa é o que espera quem se aproximar destas novas pérolas do grande e imenso Alentejo.
                                              OS VINHOS PONTUAL
São cinco os vinhos que compõem actualmente o portfólio Pontual, um branco e um tinto de lote, dois tintos varietais e um tinto reserva a encabeçar a gama. Característica comum a todos eles é o equilíbrio, a escolha cabe, como sempre, a cada um. Boas provas?

CRONICAS DE CINEMA - Por Egas Branco

                           Homenagem do Al Tejo a Domingos Maria Peças


 NA VIA LÁCTEA (On the Milky Road), de Emir Kusturica


Se dúvidas ainda houvesse sobre a grandeza deste cineasta o seu último filme, NA VIA LÁCTEA (ON THE MILKY ROAD) sobre o Amor em tempos de guerra, e a guerra neste caso é a da Bósnia, que ele viveu como ninguém, mostra uma vez mais que é um dos maiores contemporâneos.
Os crimes contra a Humanidade que as agressões à ex-Jugoslávia representaram, com o único objectivo de devolverem ao imperialismo norte-americano e aos interesses das grandes potências europeias, com a Alemanha à frente, o domínio dos Balcãs, custasse o que custasse e custou muitos milhares de vítimas em toda aquela zona. Relembro os heróicos concertos de música de Belgrado debaixo das balas assassinas da NATO. A coragem do povo jugoslavo não foi no entanto suficiente para derrotar a agressão imperialista.
Foi por acaso mas na hora em que via o filme e me impressionava com o sofrimento de um povo que ele relata, ia a enterrar um dos políticos com sérias responsabilidades nestes acontecimentos... e não deixei de pensar qual seria a sua reacção se fosse confrontado com a visão de uma obra de arte como esta. Teria ao menos uma réstea de consciência?
NA VIA LÁCTEA é mais uma obra profundamente humanista de Kusturica, mágica por vezes, comovente e alerta para os povos: "A guerra só vai parar quando o Big Brother for derrotado" ouve-se na inebriante canção do baile popular, em que a música de Kusturica e os seus músicos nos faz vibrar, com os seus acordes ciganos.
Um grande filme! Duvido sinceramente que vá conseguir ver melhor!
E diga-se ainda que Kusturica não conseguiria melhor para o papel da sua heroína que Monica Bellucci, "La Piu Bella" (Marino Marini), canta-se no filme!
Há também neste filme de Emir Kusturica algo de surpreendente, que é a participação dos animais, para além do Homem, (que é aliás o que se comporta pior... alguns!). Kusturica põe no genérico final (que é sempre bom ver até ao fim) o nome próprio dos animais que colaboraram na obra, como se de artistas humanos se tratasse (pelo que depreendi são na maior parte habitantes do zoo de Belgrado). 
Não deixem de ver porque é uma obra prima. Houve até um crítico que titulou magnificamente a sua crítica com "O Cinema é um Milagre", numa referência a outra inesquecível obra-prima deste grande realizador, "A Vida é um Milagre"!

Na foto Monica Bellushi com Emir Kusturica, que escreveu o argumento, realizou e interpretou. E claro, grande parte da música é da sua famosa banda.

Egas Branco




JÁ DISPONÍVEL A "FOLHA DE MONTEMOR"


RECEBIDO COM PEDIDO DIVULGAÇÃO



NÃO SERIA UMA BOA IDÉIA TÊ-LOS COMO ANIMAÇÂO DE RUA PELAS NOSSAS FESTAS? – NÃO DEVERIA PESAR                              MUITO NO ORÇAMENTO! (DIGO EU! …)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

SUGESTÕES AL TEJO




                              DESTAQUES



PARA OS AMANTES DA "FESTA BRAVA"

        Forcados do Redondo entram na corrida de                                       Alandroal
Conforme noticiamos, a localidade alentejana de Alandroal receberá a 2 de setembro uma corrida de touros à portuguesa, por ocasião das tradicionais festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição.
Uma corrida que sofreu uma ligeira alteração no seu cartel, nomeadamente nos Grupos de Forcados, sendo que sai do cartel que ontem anunciamos os Forcados Académicos de Elvas e entra o Grupo de Forcados Amadores de Redondo, este que irá alternar com os anunciados Aposento de Alandroal e Monsaraz.
Atuarão os cavaleiros Ana Batista, João Moura Caetano e Marcos Bastinhas, que lidarão seis touros de Paulo Caetano.
O espetáculo terá inicio pelas 17 horas.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

PRIVILÉGIO DE REFORMADO!!!!!

Numa chamada “Gala Solidária” especial para aqueles que já “deram o litro” -  tive oportunidade de assistir no Curvo Semedo a uma pequena amostra do que vão ser as galas do fim-de-semana IX Mostra Internacional de Folclore.
Para abrir o apetite aqui lhes deixo em fotos e pequenos vídeo Folclore da Macedonia – Republica Checa –Lituania – Servia – e México.

          DESFRUTE – E NÃO FALTE SÁBADO E DOMINGO





MEMÓRIAS DA INFÂNCIA – Chico Manuel

                                                  PESSOAS
Não só de factos e lugares se compõem as memórias que por vezes nos acodem à cabeça.
Talvez, mais importante que recordar peripécias da infância e os lugares onde por vezes as mesmas aconteceram, seja recordar pessoas de que apenas por vezes, em conversas de café, quando a nostalgia aperta, nos lembramos.
Porque é bom por vezes regressar ao passado e principalmente para todos aqueles que já ultrapassaram o meio século, assim em jeito de amena cavaqueira vamos juntos relembrar algumas dessas pessoas, com incidência especial numa delas que neste tempo de calor me acode com frequência à memória: O Martinho dos “Sorvetes”.
Mas antes de lhes falar desta personagem, e porque seria da minha parte uma ingratidão terei que mencionar mais três pessoas que muito contribuíram na minha infância na formação da pessoa que me tornei.
Tia Ana Feijoa – Considero-a como a minha segunda mãe. Segundo julgo saber era natural do Redondo, e foi em princípio a cozinheira da família Garcia (Francisco e Antónia), minha segunda família que me cuidou desde o nascimento.
A obesidade que aos poucos se foi apoderando dela, forçou-a a deixar a cozinha, mas continuou ao serviço da casa. 
O seu trabalho limitava-se a descascar batatas, migar a couve e nesta altura de Verão migar pepino, coisa que fazia como ninguém. Naquela casa, principalmente minha madrinha Antónia, comia salada de pepino a todas as horas.
Ganhava 20 escudos por mês. Notas, que Juntava religiosamente mês a mês e que me dava, metade quando ia fazer exames a Évora, e a outra metade pela Festa de Setembro.
Era ela a encarregada de fornecer os mantimentos para as refeições e determinar o tipo de alimentação, tendo livre acesso à “despensa”, pelo que muitos chouriços, e afins “surripiava” para os nossos petiscos. Se por acaso algum colega de estudos me vier a ler não deixará de recordar as “fatias de ovos” com que a Tia Ana nos brindava nas tardes e noites de estudo colectivo.
Havia apenas uma “coisa” com que a Tia Ana “embirrava” ,e muito a desgostava: o eu vir dos Arquizes todo suado depois das jogatanas da bola. Detestava a bola! Segundo me diziam havia-lhe falecido um filho a jogar à bola no Redondo. Nunca cheguei a confirmar.
Quando regressei da comissão de serviço na Guiné encontrei a Ti Ana no asilo do Alandroal. Todos os dias a visitava e lhe dava a esperança (que sempre acalentou) de a retirar de lá. Tentei. Até arranjei uma casinha perto de onde eu residia, mas nunca consegui concretizar-lhe a vontade pois ninguém aceitou ir tomar conta dela.
Tio Manuel CegoUm pobre cego, acolhido pela família Garcia a quem foi disponibilizada uma pequena casinha de uma só divisão ao fundo da horta. Apoiado num pau, atravessava diariamente todo o jardim para ir buscar as refeições à cozinha situada no primeiro andar. Tinha que subir duas escadarias uma delas com cerca de 30 degraus. Nunca me constou que tenha dado qualquer queda.
É aqui recordado porque foi o Ti Manel Cego que me ensinou a nadar. Deus privou-o da visão, mas em compensação deu-lhe o dote de se tornar um excelente nadador.
E foi precisamente a nadar que o mesmo faleceu. Numa quente noite de Verão, depois do jantar e talvez para se refrescar foi tomar banho num tanque na horta do Bexiga, e segundo se disse na altura, uma constão (termo utilizado na altura) levou-o deste mundo.
Tio Sebastião o Tio Sebastião foi um louceiro, natural do Redondo, que frequentemente se deslocava ao Alandroal.
Com um burro carregado de tachos, tarefas, panelas e afins chegava pela tardinha, descarregava o animal e ía á janta. Regressava à cocheira onde pernoitava, para logo pela manhã começar a volta pela Vila vendendo a sua loiça. Só abalava depois de tudo vendido.
Recordo-o aqui pelas histórias que sabia contar e pela companhia que nos fazia quando em noites de calor o serão era passado à soleira da porta ou mesmo à porta da cocheira onde iria dormir.
Contava-se (não sei se verdade ou mentira), que um dia enquanto foi “enxugar” um copo na taberna do Eduardo,  deixou o burro à porta, carregado de loiça, um “malandro” qualquer deitou o “murrão” do cigarro para a orelha do animal, que desatou a espernear de tal forma partindo a loiça toda.
Nunca mais ouvi falar de tal personagem. Talvez um dos nossos amigos leitores do Redondo possa adiantar mais qualquer coisa a propósito deste homem exemplo das dificuldades passadas nesse tempo.
E por fim vou relembrar a personagem que deu origem a estas memórias.
O Martinho dos Sorvetes segundo averiguei o Martinho foi empregado de taberna e mais tarde por desavenças com o patrão instalou-se por conta própria explorando esse mesmo ramo. No entanto não é esse o motivo por que hoje é aqui recordado.
Conforme a alcunha indica o Martinho tornou-se numa figura sempre aguardada com muita ansiedade, por se dedicar, nos meses de Verão à venda de gelados.
Longe estava ainda o tempo em que o gelado se fabricava e comercializava nos moldes em que hoje o adquirimos, podemos guardar em casa e consumir sempre que desejarmos. Na altura o gelado tinha fabrico próprio, só era acessível em gelatarias (que nunca existiram no Alandroal).
Por isso o Martinho inventou uma espécie de carroça, devidamente adaptada e nas tardes de Verão percorria as ruas da Vila vendendo o que por ali se designava com “servete”, “sorvete” ou mesmo “gelado”, pelo preço de 5 tostões. Noutras localidades e em veículos mais sofisticados e invólucros de vários tamanhos o produto tinha outras designações como “esquimó”, “rájá” – mas sempre apregoado como fresquinho – que o era na verdade, e acompanhado de outras guloseimas como nogats, chupa-chupas, barquilhos, etc. .
Uma alegria para a rapaziada que aguardava ansiosamente a passagem do Martinho com os seus 5 tostões, para colmatar não só a sede, mas também consolar a vista com o colorido dos conservantes na massa gelada do produto.
E com esta conversa toda, não é que me está a apetecer um “corneto”! … Vou ali ao frigorífico buscar um…. Modernices… Como os tempos mudaram!

Chico Manuel

Agosto 2017