sexta-feira, 7 de outubro de 2016

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO ALANDROAL DO DIA 25 SETEMBRO 2016 - RESUMO DOS PONTOS PRINCIPAIS DEBATIDOS - II

2.    Apreciação da “Informação de Gestão” – Apreciação do Relatório do ROC – Relatório da Situação Económica”
 Tendo sido anteriormente remetida a todos os membros desta Assembleia para apreciação, a documentação referente à informação de gestão, o senhor Presidente da Assembleia perguntou se algum deputado teria alguma questão a apresentar sobre este ponto. –
---------- O deputado Tomé Laranjinho perguntou se neste ponto da ordem de trabalhos está também incluída a informação respeitante aos processos a decorrer em tribunal, nomeadamente o processo apresentado por José Daniel da Rosa Ramos, no valor de cerca de quatro mil euros e outro que ronda os cerca de trinta e poucos mil euros, que vêm na mesma senda e nos quais o Município foi envolvido. Devendo estes ser processos semelhantes, questionou se estariam incluídos nos cerca de meio milhão de euros que já haviam sido abordados. Solicitou que lhe fosse confirmado se relativamente aos dois processos referidos, que pensa estarem relacionados com obras mandadas executar pelo anterior executivo, se foram executados pois que, não existem na Câmara, documentos que comprovem tal situação.
---------- A senhora Presidente confirmou tratar-se de um desses processos e disse que para além desses existem outros idênticos em tribunal e referiu um processo apresentado por Carlos Gomes em que a contestação por parte da Câmara tem a ver sobretudo, com o facto do Município não ter qualquer documento. Citou um outro processo também idêntico, demandado à Junta de Freguesia de Capelins e que foi apresentado por Eurico Mendes Góis. ----------------
---------- Aproveitou também para esclarecer que relativamente ao processo do José Daniel da Rosa Ramos não há decisão de mérito quanto à questão se a Câmara seria ou não obrigada a pagar os alegados serviços, sendo uma absolvição da instância, o que significa que o Tribunal se considerou incompetente, remetendo-o para Tribunal Administrativo. ------------------------
---------- Referiu que o processo decorria na instância legal do Redondo, do círculo de Évora e segundo a sentença da senhora Juiz, esta entendeu que a competência seria do Tribunal Administrativo de Beja. ------------------------------------------------------------------------------------
---------- O deputado Tomé questionou se a Câmara fosse obrigada a pagar esse tipo de serviços, uma vez que existe o cumprimento de ilegalidade, mas que não foi referido na Lei dos Compromissos, se a mesma intentaria em tribunal contra quem de direito, para que os responsáveis pagassem. --------------
---------- A senhora Presidente respondeu que o Município certamente irá requerer que seja exercido o direito de regresso decorrente da responsabilidade financeira dos eleitos, pois que a Lei era muito clara quanto a isso. E que, quando diz que deve ser penalizado, tanto quem fornece como quem recebe o fornecimento, quis dizer que a Lei deveria ser do conhecimento de ambos, estando em causa a responsabilidade financeira dos eleitos e de alguém e que no caso de não ter havido prova de que foi um eleito a mandar fazer determinado serviço, seria penalizada a pessoa que o mandou fazer. ------
---------- A senhora Presidente informou ainda que, sobre o processo apresentado por Ilídio Martinez, a decorrer em tribunal, houve uma audiência prévia e que o processo continuava em tribunal tendo sido indicadas as testemunhas que já foram notificadas e que o julgamento estaria marcado para o mês de novembro de 2015. ----------------------------------------------------
---------- Quanto aos restantes processos a senhora Presidente disse existir uma informação do doutor António Bastos, encontrando-se alguns ainda estão pendentes, mas que já foram feitos os pagamentos. Que outros haviam, dos quais foi feito um acordo através e que através deste, a Câmara estava a cumprir o pagamento em prestações, das importâncias resultantes desse acordo, sendo que o número de processos continuava a ser o mesmo, embora alguns já estivessem na fase de serem declarados extintos, por cumprimento. --------------------------------
---------- O deputado Tomé apresentou uma sugestão relativamente às tradicionais Festas de Setembro, no Alandroal. Referindo que estas decorreram dentro do castelo, o deputado disse que tal como outras pessoas, reparou na impossibilidade de acesso ao local, por parte de um deficiente em cadeira de rodas. Sugeriu que fossem criadas condições, nomeadamente a colocação de uma rampa amovível, que possibilitasse o acesso àquele espaço, para pessoas com falta de mobilidade. ------------
---------- Colocou mais algumas questões, das quais a primeira tendo a ver com uma informação de que teve conhecimento, relativamente à baixa pressão ou até mesmo à falta de água no Bairro de São Pedro, em Alandroal, enquanto o campo de futebol estava a ser regado, pelo que perguntou qual seria a solução. A outra questão relacionada com o ex-campo de futebol sobre o qual gostaria de saber se existia algum protocolo de cedência, se a pessoa que lá estava, tinha autorização para fazer obras e se estaria a Câmara a receber alguma compensação pela utilização daquele espaço e porquê. Se possível também saber em quanto ficou a reparação da praça de touros de Alandroal. ------------------------------
---------- Quanto à primeira questão, a senhora Presidente respondeu que não acompanhou a obra de requalificação do Castelo de Alandroal, porque esta já estava feita quando iniciou o seu mandato e informou que também ela recebeu algumas reclamações por parte das pessoas com mobilidade reduzida, tendo já tentado resolver a situação, mas, tanto quanto pode apurar, o IGESPAR, na altura em que foi feita a reparação daquele espaço não autorizou a colocação do equipamento adequado, que permitisse o acesso em cadeiras de rodas. -------------------------
---------- Referiu também que, entretanto, falou com alguns funcionários, de modo a poder colocar uma plataforma fixa que resolvesse o problema, mas que se deparou com a mesma questão e com a mesma recusa por parte da Direcção Regional de Cultura. Que, na tentativa de uma resolução, verificou não ser possível colocar um equipamento movível atendendo à inclinação do terreno e ao número de escadas por representar um risco tremendo para as pessoas. -------------------------------------
---------- Disse a senhora Presidente que situação era complicada, mas a autarquia não colocou de parte resolver esse assunto, uma vez que os serviços técnicos do Município iriam avaliar a situação de forma a saber se poderiam ser tomadas medidas de resolução. -------------------------
---------- Quanto à questão da cedência do antigo campo de futebol, a senhora Presidente informou que este foi cedido na sequência de um pedido apresentado por escrito, o qual foi apreciado e deliberado em reunião de Câmara. ---------------------------------------------------------
---------- Que o Município se apercebeu por queixas de particulares, que estariam a ser feitas obras naquele espaço e informou que não houve qualquer requerimento para a realização das mesmas. E disse que quando teve conhecimento do facto senhora Presidente dirigiu-se ao local e constatou que efectivamente estava a ser construída uma estrutura pelo que solicitou ao serviço de obras municipais que fossem avaliar a situação e fizessem o competente relatório, para ser tomada uma posição quanto a essas obras. Disse não ter recebido qualquer relatório sobre o que lá foi encontrado. -------------------
---------- Ainda quanto à cedência, disse ter sido uma cedência gratuita pelo que seria o entendimento da Autarquia que, para evitar que o campo estivesse cheio de ervas valia mais ser emprestado ou cedido gratuitamente, de forma a proporcionar naquele espaço, alguma prática de desporto e evitar um aspecto de abandono. -------------------------------------------------
---------- Relativamente à questão do arranjo da praça de touros do Alandroal informou que os valores ainda não estão apurados, em virtude de a obra ainda não estar concluída, mas que oportunamente daria a respetiva informação. Informou também que os trabalhos foram realizados por trabalhadores da Câmara e dos POC’s não tendo sido gasto nenhum dinheiro em mão-de-obra, mas apenas nos materiais. Mais disse que iria fazer um levantamento exaustivo dos valores, de forma a ter uma noção de quanto terá de gastar no arranjo da praça de touros de Santiago Maior que se encontrava ainda mais degradada. ---------------------------------------------
---------- O vereador Inácio Germano disse ter conhecimento do problema da falta de pressão da água, no Bairro de São Pedro, enquanto o campo de futebol estivesse a ser regado e que a solução passaria pela construção de um depósito perto do campo, o qual seria abastecido pelo furo de São Bento e que em princípio, não haveria perda de pressão na água da rede pública. --
---------- O deputado Tomé perguntou ainda, para quando e por quanto tempo estaria prevista a construção daquele depósito, pelo que o vereador disse não conseguir de momento, dar mais informações uma vez que a situação estaria a ser avaliada. -------------------------------------------
---------- Relativamente às escadas do castelo do Alandroal, o deputado Varandas disse que, tendo sido uma obra realizada no mandato anterior, acompanhou a respectiva obra com algum cuidado e recordou que na altura, a Câmara estava a apoiar na construção de rampas de acesso em diversos locais públicos, no âmbito do “Projecto Rampa” e que já nessa altura, o deputado havia sugerido numa sessão da Assembleia Municipal, uma vez que se tratava de uma obra nova, que fossem garantidos acessos para os deficientes motores, tendo sido informado que iriam proceder à instalação de escadas mecânicas para permitir esse acesso, o que não chegou a acontecer. ---------------------------
---------- Também relativamente ao antigo campo de futebol perguntou se o mesmo foi cedido a uma associação ou a um particular, tendo a senhora Presidente respondido que foi cedido a um particular e só a esse porque mais ninguém pediu. ------------------------------------------------
---------- O deputado falou ainda, no muro da Santa Casa da Misericórdia de Alandroal que, tal como já tinha sido referido na sessão anterior, o IPAR colocou algumas “reticências” relativamente ao modo como iria ser reconstruído bem quanto aos materiais nele utilizados. Sabendo que o referido muro já foi demolido, perguntou qual a solução encontrada quanto à sua construção. -------------------
---------- A senhora Presidente disse ainda que, no que respeita à construção das escadas do castelo do Alandroal, não tendo acompanhado a obra e que se limitou a informar o que os técnicos lhe transmitiram, não lhe tendo sido indicada a possibilidade de colocar no local, uma escada mecânica. Já, no que se refere ao muro da Santa Casa da Misericórdia do Alandroal disse que, quando a Câmara pediu autorização para a demolição e reconstrução do mesmo, à Direcção Regional de Cultura esta respondeu, após o seu arquitecto ter visitado o local, que autorizava a demolição, mas, quanto à reconstrução do muro este teria de ser reconstruído no mesmo sítio e com os mesmos moldes de construção. -------------------------------------------------
---------- Que, no entender do Município tal não faria qualquer sentido, uma vez que se tratava de um muro de suporte com uma grande altura e tendo em conta que as técnicas de construção evoluíram, sendo agora mais seguras em termos de estruturas. No entanto e no aspecto final do muro, este ficaria exactamente como estava, mas com os meios de escoamento das águas, uma vez que o anterior não tinha, o que permitia infiltrações, pondo-o em risco de ruir. ---------------
---------- A senhora Presidente disse também, que o Município estava a aguardar uma reunião, que desde logo foi pedida, par avaliar sobre a técnica de construção, mas que ainda não tinha sido marcada por parte daquele arquitecto. --------------------------------------------------------------
---------- A senhora Presidente esclareceu que neste caso a competência da Câmara dizia respeito apenas à questão de segurança por se tratar de uma via pública. Que a Câmara tinha feito um protocolo com a santa Casa da Misericórdia do Alandroal, conforme informou na sessão anterior, que consistia em que a Câmara demoliria e reconstruiria o muro e em contrapartida a Santa Casa iria ceder uma pequena faixa de cerca de dois metros permitindo alargar aquela via. Que tal não tendo sido autorizado pela Direção Regional de Cultura, da parte da Câmara não poderiam ser feitas quaisquer obras, num espaço que não lhe pertence, sem qualquer contrapartida. Informou que a Câmara teve, no entanto, de proceder à demolição do referido muro, por questões de segurança evitando que ele caísse e causasse estragos a nível de viaturas e pessoas. -----------------------------------
---------- Frisou mais uma vez, que se não houvesse contrapartida para a Câmara, esta já havia cumprido com a sua obrigação que era garantir a segurança da via e que assim sendo, a parte respeitante à reconstrução, naturalmente, seria da responsabilidade do proprietário. --------------
---------- O deputado Padre Eterno, dirigindo-se à senhora Presidente da Câmara, referiu que foi informado na sessão anterior, que os trabalhos da Tapada do Cochicho, não tinham sido realizados, pelo que sugeriu que fossem apuradas responsabilidades, através de um inquérito interno, sobre a razão pela qual se deixou chegar o processo à situação em que se encontrava. Disse que, verificou a informação que lhe foi enviada para a presente sessão, se refere a vários processos judiciais, deduzindo que três destes já não se encontravam pendentes, por estarem resolvidos. Que notou, no entanto, que era a mapiação pelo exequente de diversos trabalhos de escavação e transporte para aterros e vazadouro, terraplanagem e compactação do Loteamento Municipal da Tapada do Cochicho, no ano de 2008. ---------------------------------------------------
---------- Disse que, o mais caricato era que o processo se prendia com uma “eventual” realização e perguntou se era o advogado quem estava a dar tal informação, acrescentando que afinal a obra devia ter sido feita. Que a Câmara foi absolvida da instância, tendo o processo sido enviado para o Tribunal Administrativo de Beja. -------------------------------------------------
---------- A senhora Presidente respondeu que o que conhecia relativamente a este processo era que já tinha sido apresentado um processo de execução para o pagamento da quantia certa e que na altura, a Câmara apresentou uma oposição, que foi deferida tendo aquele processo terminado. Disse crer que se tratasse de um novo processo exactamente igual aquele que já tinha sido apreciado pelo Tribunal, sobre o mesmo assunto, voltando a haver uma nova execução e que foi feita pela Câmara, exatamente com os mesmos fundamentos, uma vez que era igual. ---------------------------------------------------------
---------- O deputado Padre Eterno referiu que na última sessão desta Assembleia, houve uma informação do senhor vereador João Nabais dizendo que o trabalho não foi realizado.  Que pela razão de se tratar de um facto consumado, em que a Câmara estaria condenada a pagar, tal o levou a solicitar à senhora Presidente que se fizesse um inquérito interno para apurar responsabilidades e saber porque é que não houve diligências. ---------------------------------------
---------- A senhora Presidente explicou que, quando informou que tinha havido condenação, se referia exatamente ao fato de haver uma execução, o que levaria à condenação de um pagamento. No entanto, haviam outras causas em que a Câmara se opunha a pagar, das quais não conhecia os pormenores uma vez que não acompanhou, por já decorrer do mandato anterior. Disse que iria verificar a situação e que logo que possível daria uma informação mais detalhada. -----------------------
---------- Relativamente ao Relatório da situação económica da Câmara, o deputado Padre Eterno procedeu à leitura de alguns itens constantes do mesmo relatório nomeadamente, “A Lei do Orçamento do Estado para 2015 impõe como limite das despesas com pessoal, para 2015, as verificadas em 2014, ou seja, que, as despesas para 2015 não podem ser superiores às de 2014, com penalização da redução da transferência do Orçamento do Estado, no valor excedido”. ----------------
---------- Como alerta e apenas para lembrar, disse recomendar-se por isso muita atenção ao cumprimento dessa norma que, neste primeiro semestre foi cumprida. -----------------------------
---------- E leu ainda, “A regra do equilíbrio orçamental, isto é, as despesas correntes mais as amortizações médias dos empréstimos de médio longo prazos devem ser inferiores ou iguais às receitas correntes”. --------------------------------------------------------------------------------------
---------- Assim, solicitou à senhora Presidente da Câmara, uma explicação sobre porque é que tal acontecia, quando esta dizia que “não está a ser cumprida a Regra do Equilíbrio”, quando também não o foi em 2014. --------------------------------------------------------------------------------
---------- A senhora Presidente explicou que, do que constava desta informação de gestão, verificado o valor das receitas correntes, ao fim de vários anos foi gasto dinheiro das receitas de capital em despesas correntes, que seria uma coisa que não podia acontecer. ------------------
---------- No entanto, o Município conseguiu alcançar o equilíbrio e enquanto esta Câmara não tiver as contas todas controladas e enquanto se verificarem valores de dívida superiores, não conseguirá o restante equilíbrio. --------------------------------------------------------------------------


 CONTINUAÇÃO NOS PRÓXIMOS DIAS

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO ALANDROAL DO DIA 25 SETEMBRO 2016 - RESUMO DOS PONTOS PRINCIPAIS DEBATIDOS I

De referir que todos os pontos em debate foram  aprovados sem votos contra. Poucas pessoas a assistir e nenhuma intervenção do público.

 Aos vinte e cinco dias do mês de setembro de dois mil e quinze, pelas vinte horas e quarenta e cinco minutos, no Auditório do Edifício Sede da Câmara Municipal de Alandroal, realizou-se a presente sessão ordinária da Assembleia Municipal, com a seguinte Ordem de Trabalhos: ----------------------------------------------------------------------------------------------------
 ORDEM DE TRABALHOS:
Período de Antes da Ordem do Dia de acordo com o n.º 1 do artigo 23.º do Regimento da Assembleia Municipal de Alandroal;
1.      Apreciação da informação da Presidente da Câmara nos termos do disposto no artigo 25º, n. º2 al. c) do regime Jurídico das Autarquias Locais;
  1. Apreciação da “Informação de Gestão”
  2. 3. Aprovação da alteração ao Regulamento de Intervenção Social a Estractos Sociais Desfavorecidos no Concelho de Alandroal;
  3.  4. Procedimento Concursal de Recrutamento de Trabalhadores na Modalidade de Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Termo Determinado – Termo Resolutivo Parcial – Autorização para o Recrutamento Excepcional de Técnicos para Actividades de Enriquecimento Curricular para o Ano Lectivo de 2015/2016;
  4. 5.   Aprovação do Programa de Ajustamento Municipal;
  5. 6.   Aprovação dos Contratos do Programa de Ajustamento Municipal e de Assistência Financeira;
  6. 7.   Aprovação do relatório sobre a situação económica e financeira relativo ao 1.º semestre de 2015;
             No final da sessão, de acordo com o artigo 25.º do Regimento da Assembleia Municipal, haverá o período de “Intervenção do Público”.
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 presenças: José Narciso Marat Mendes; Maria do Céu dos Santos Guimarães Rosa; Flávio José Serrano Roques; José António Barata Padre Eterno; Célio José Moreira Nobre; Susete Basílio; José Vitorino Coelho Rasteiro; Manuel Rosa Guizo Varandas; Laura de Jesus Ramalho Gomes; Liliana de Fátima Serrado Pato; Rui Manuel Rogado Alfaiate Neves; Domingos Francisco Saruga Matuto; Tomé Joaquim Falé Laranjinho; Paulo Jorge Silva Gonçalves; José António Ramalho Zorrinho e Manuel Luís Valentim Pereira. 
 Faltas
Manuel Joaquim Claré.
Ana Maria Ribeiro Fontes Coelho, enviou justificação de faltas, por motivos pessoais e inadiáveis e pediu a sua substituição pelo seu substituto legal, tendo sido substituída pelo senhor Ilídio João Gomes Guerra, Secretário da União de Freguesias de Alandroal.
Seguiu-se a aprovação das actas das sessões anteriores.

 1.      Apreciação da informação da Presidente da Câmara nos termos do disposto no artigo 25º, n. º2 al. c) do regime Jurídico das Autarquias Locais;
 Na posse da documentação que lhe foi anteriormente enviada e referente a este ponto da ordem de trabalhos, o deputado Tomé pediu esclarecimento sobre o que motivou os despachos da senhora Presidente de Câmara, referidos no ponto oito da primeira página da mesma documentação, relativamente à necessidade de reforço de redução de trabalho extraordinário com a reorganização de horários de serviço, sobre a limitação do tempo de permanência dos trabalhadores, no bar do Município e sobre a limitação do tempo de ausência do pessoal dos serviços por intervalos de lanches e fora deles. ---------------------------------------
---------- A senhora Presidente explicou que a referida informação está relacionada com três despachos. O primeiro, relativamente à necessidade de redução das horas extraordinárias dos trabalhadores do Município, que dizia que cada um dos serviços deveria reorganizar-se de modo que houvesse uma redução efectiva do trabalho extraordinário para a redução das despesas com pessoal, de acordo com o que estava a ser tratado com o FAM. ---------------------
---------- Disse também que, tendo em conta que os serviços não se reorganizaram nem apresentaram propostas concretas para a sua reorganização, houve uma grande resistência por parte destes, quanto ao trabalho extraordinário, sendo necessário voltar a fazer um despacho, ao qual certamente se iriam seguir outros. Que nesta base, a Câmara foi junto do serviço dos recursos humanos a fim de verificar qual o sector com mais despesas, em termos de horas extraordinárias, tendo percebido que seria o sector dos transportes. -----------------------------
--------- Disse ainda, que desde logo o presente despacho foi directamente dirigido ao sector dos transportes, e que uma vez que os serviços não se reorganizaram de forma a reduzirem o considerado necessário em termos de horas extraordinárias, determinou que os horários dos motoristas passassem a ser diferentes, pelo que neste momento, haveria trabalhadores com horários desfasados, contínuos, uns com o horário das sete até às treze horas e outros das treze às dezanove horas. -----------------------
---------- Relativamente aos outros dois despachos, a senhora Presidente disse que estes poderiam ter sido evitados, porquanto todos deveriam ter a noção do que são as suas funções, enquanto trabalhadores desta Câmara. Que, embora havendo muitos trabalhadores a cumprir com os seus deveres, havia muitos abusos na medida em que havia funcionários que se ausentavam do local de trabalho durante muito tempo, quer permanecendo no bar do Município, quer passando se possível, várias vezes por todos os gabinetes quer ainda, indo ao exterior para tratar de assuntos pessoais, ultrapassando os limites do que é razoável. Afirmou que, quando tal acontece se torna necessário tomar medidas, sendo lamentável ter de andar de serviço em serviço para verificar onde se encontram os funcionários e o que estão a fazer. -----

Para Continuar



       

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

AFINAL SOMOS BONS


" Não posso, não quero, nem devemos deixar de salientar a escolha de António Guterres para Secretário-Geral da ONU. É uma honra e uma responsabilidade à qual todos os portugueses devem associar-se."

Para nós ( e julgo que para o Al tejo é também uma meia surpresa igual ou parecida  à que aconteceu  com a vitoria no Europeu em Julho). O que só prova que o sonho pode muitas vezes comandar a vida.
Bem sabemos que a ONU sendo uma das sedes do poder mundial ainda não é o poder que devia ser. Nem vai conseguir resolver os grandes conflitos internacionais. Assim como sabemos que quem exerce efectivamente o poder na ONU é o Conselho de Segurança e, no seio deste, as 5 grandes potências que tem o direito de veto.
Seja,porém, como for é muito importante que um país como Portugal ( pequeno e com pouco poder) tenha num dos cargos mais visíveis e difíceis do mundo um português muito bem formado. Humanista e socialista bastante atento aos grandes problemas deste mundo em que nos é dado viver. Especialmente o dos refugiados.
 Por agora, resta pois, desejar que Portugal e António Guterres estejam à altura deste novo desafio como esperamos  deve e vai acontecer.  A. Guterres tem estatura politica para isso. O Presidente da Republica soube igualmente estar à altura do seu papel interventor apoiando  o  candidato de todos nós.
Como português e, numa de algum arroubo nacional, digo agora, "Força Guterres. Um força melhor ou tão igual  aquela que Afonso Costa teve quando foi Secretário da SDN ( a antecessora da ONU entre as duas guerras que atravessaram o século XX)".

Saudações democráticas

Antonio Neves Berbem
( 5 de  Outubro de 2016) 


terça-feira, 4 de outubro de 2016

MEMÓRIAS

                                    Eduardo Gageiro -  1935  -
                                     Miguel Torga –  1907 - 1995
                  Alentejo – Relógio de
 Livro publicado em 1988 pelo fotógrafo Eduardo Gageiro   acompanhado com textos de Miguel Torga.


DIVULGAÇÃO - ALANDROAL

CONCURSO

                                       RECONHECIMENTO
                                                                             
                                                                            ARTES
                                           GASTRONOMIA
Fonte: Facebook C.M.A.

DIVULGAÇÃO


Esta iniciativa insere-se na comemoração do Dia dos Castelos, em as escolas do concelho de Vila Viçosa terão uma participação muito ativa, através de conferências, jogos e diversas atividades pedagógicas.
Esta iniciativa é promovida pelo Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e pelo Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa.

A apresentação da peça teatral terá lugar às 18h30m e será aberta a toda a comunidade, com entrada gratuita.

VASCULHAR O PASSADO - Por Augusto Mesquita

Uma vez por mês Augusto Mesquita recorda-nos pessoas, monumentos, tradições usos e costumes de                                                                                    outros tempos

                                                           A Marquesa de Montemor
           Isabel Perestrelo de Noronha, filha de D. Pedro de Noronha, Bispo de Évora e depois, Arcebispo de Lisboa, e de Branca Dias Perestrelo, foi legitimada por carta régia de 13 de Agosto de 1444. Era sobrinha de Constança de Noronha, Duquesa de Bragança, e como tal, prima da Rainha de Castela.
            D. João V preparou pessoalmente o casamento de D. João de Bragança (futuro Marquês de Montemor) e escolheu para sua esposa, D. Isabel de Noronha. O enlace ocorreu a 25 de Julho de 1460 e foi apadrinhado pelo Rei D. Afonso V e pela tia da noiva, Constança de Noronha, Duquesa de Bragança.
            Em 15 de Janeiro de 1465 “O Africano” nomeou D. João de Bragança como Alcaide-Mor de Montemor-o-Novo.
            Na sequência da rendição de Tânger ocorrida em 25 de Agosto de 1471, e na qual participou activamente D. João de Bragança, por carta passada em Lisboa, a 30 de Outubro desse ano, ofereceu ao Alcaide-Mor de Montemor, a vila e seu termo.
            A simpatia do monarca pelo Alcaide era evidente, pois a 5 de Abril de 1473 D. Afonso V concedeu o título de “Marquês de Montemor”, e a dignidade de “Condestável de Portugal”, a segunda personagem da hierarquia militar nacional, depois do Rei de Portugal.
            Com o decorrer do tempo, o príncipe D. João foi-se apercebendo do oportunismo dos Braganças, que conseguiam as mais diversas benesses, cedidas por seu pai, e isso, originou um ódio enorme à Casa de Bragança.
            D. João II sucedeu ao seu pai após a sua abdicação em 1477, mas só ascendeu ao trono depois da sua morte em 28 de Agosto de 1481. Quando foi coroado rei, terá afirmado que o pai o deixara apenas “rei das estradas e dos caminhos”.
            Os grandes senhores do reino, em particular os da Casa de Bragança, sentem que têm pela frente um inimigo.
            A primeira grande medida do novo rei, foi combater os privilégios da grande nobreza, dando início a um processo de centralização real, assente numa completa obediência ao monarca.
            Muita da nobreza, habituada aos favores de D. Afonso V, não aceitava as alterações impostas por D. João II.
            Estas medidas levaram o Marquês de Montemor a protestar, declarando-as lesivas da sua dignidade, e excessivamente rigorosas, sendo nesta atitude, acompanhado dos irmãos João, Afonso e Álvaro, e do Duque de Viseu.
            A luta que rebentou entre D. João II e a Casa de Bragança, era uma luta de morte, porque ou havia de elevar-se o absolutismo do rei, ou havia de triunfar o poder exorbitante dos grandes vassalos, habituados, no reinado antecedente, a considerarem o príncipe como primeiro dos seus iguais, e não como o supremo chefe, e cabeça da Casa Real. Este conflito, que receavam os mais prudentes, foi a consequência triste, mas irremediável, das discórdias civis da menoridade, e das aventuras e generosidade do governo de D. Afonso V.
            Ao contrário de seu pai, D. João II, não estava habituado a recuar. Encarou as resistências sem temor, e opôs às ameaças e arrogância da nobreza, umas vezes, a dissimulação e a astúcia, outras, os golpes rápidos e seguros de uma vontade inabalável e determinada.
            Durante as Cortes de Évora, a cidade foi ameaçada de peste, e El-Rei com sua corte, em Janeiro de 1482, mudou-se para Montemor-o-Novo, para aqui acabar de despachar os assuntos discutidos nas cortes iniciadas em Évora. Vivia-se ainda, o luto pela morte de D. Afonso V, e por isso, iam “todos vestidos de burel e almafega”, em homenagem à memória do rei.
            O Marquês de Montemor, querendo dar a entender ao monarca que tinha muito prazer e contentamento dele reinar, foi esperá-lo ao caminho com o mais aliviado luto. O rei não entendeu, ou não quis entender, a atitude do marquês, e, por isso, lembrou-lhe que o rei por quem ele trazia “tal dó”, o fizera marquês e lhe dera Montemor, além de muitas honras e mercês. E como se tal repreensão não bastasse, pouco depois ordenou ao marquês, que logo naquele dia, saísse da Vila de Montemor, e no prazo de cinco dias, se passasse para além do Tejo, onde se manteria à sua mercê.
            O Marquês de Montemor partiu de imediato para Castelo Branco, mas com ele levou um ódio ainda mais fundo contra o rei. Chegado à Beira Baixa escreve uma carta a seu irmão, o Duque de Bragança que estava em Vila Viçosa, a relatar-lhe o sucedido. Na sequência deste contacto, foi preparada uma conspiração contra D. João II.
            No ano de 1483 o Duque de Bragança juntamente com os seus irmãos e outros aristocratas lidera uma conspiração contra o rei D. João II.
            Descoberta a traição, D. João II reputou-a como crime de lesa-majestade. O Duque de Bragança, acusado de alta traição, foi preso em Évora pelo próprio rei, no dia 30 de Maio de 1483. No julgamento que se seguiu, foi condenado à morte, e executado publicamente na Praça do Geraldo a 20 de Junho desse ano.
            Melhor sorte, tiveram D. Afonso, D. Álvaro e o Marquês de Montemor, que conseguiram fugir para Castela.
            A Casa de Bragança é extinta, e o seu colossal património foi absorvido pela Coroa.
            O Marquês de Montemor foi sentenciado e decapitado em efígie na cidade de Abrantes a 12 de Setembro do fatídico ano de 1483. Nesta ocasião, estava o marquês na cidade de Sevilha, onde recebeu a notícia da sua triste sorte em Portugal.
            Após a conspiração de 1483, a marquesa ficou em Montemor-o-Novo. Ao contrário do que seria de supor, D. João II, protegeu-a, e na mesma vila, onze dias depois, deu-lhe em carta de privilégio a renda das pensões dos tabeliões de Lisboa, que tinha pertencido ao seu marido.
            Com o objectivo de se juntar ao seu amado, acabou por abalar para Sevilha, com Catarina da Costa, irmã do célebre cardeal de Alpedrinha, e esposa de Pedro de Albuquerque, Almirante Mor de Portugal.
            A marquesa instalou-se em Sevilha, na Rua Francos (cale Francos), vivendo num palácio rodeada de uma verdadeira corte de serviçais. O bairro era o mais nobre da cidade, onde se localizava o Alcázar, os Cabidos e o Palácio Episcopal. O palácio da Marquesa de Montemor-o-Novo era um verdadeiro centro da comunidade portuguesa de Sevilha. Ocorreram nesta palácio cerimónias de iniciação a ordens militares portuguesas.
            Graças aos rendimentos que recebia de Portugal e aos que obtinha dos reis espanhóis, pode manter em Sevilha uma corte de serviçais e envolver-se nos negócios das Índias. Foram já identificados mais de 20 criados, o que diz bem do poder que esta marquesa possuía na cidade.
            A marquesa possuía múltiplos negócios em Espanha, como por exemplo o negócio de escravos e financiamento de expedições às índias espanholas.
            A marquesa assumiu o papel de matriarca da nobreza portuguesa exilada em Sevilha.
            Depois da morte do marido, ocorrida a 30 de Abril de 1484 na Guerra de Granada, a marquesa continuou a viver em Sevilha, tornando-se a padroeira do Convento de Santa Paula, fundado em 1475 por Dona Ana de Santillán y Guzmán para os religiosos da Ordem dos Frades Jerónimos. A construção da igreja entre 1483 e 1489 foi custeada pela marquesa.
            Após a morte de D. João II, ocorrida em 25 de Outubro de 1495, os Braganças foram perdoados. É neste contexto que D. Manuel I, a 11 de Janeiro de 1500 concede à marquesa a tensa do seu casamento de 45.000 reais. Em 1514 recebia também uma tensa abonada com as rendas da sisa do pescado e madeira de Lisboa.
            Para a realização do portal do Convento de Santa Paula, D. Isabel contratou, em 1504, o célebre ceramista italiano Francisco Niculoso Pisano.
            Isabel de Noronha, conhecida em Espanha por “Marquesa de Montemayor” ou “Marquesa de Portugal”, não deixou descendência. Morreu a 29 de Maio de 1529, tendo deixado a maior parte da sua fortuna às freiras de S. Jerónimo do Convento de Santa Paula.
Em 1493 adquirira os direitos de transformar a Capela Maior num panteão familiar, onde se encontra sepultada com o seu marido. O Marquês de Montemor está do lado do Evangelho, e D. Isabel do lado da Epístola.
            Uma inscrição colocada na igreja, no final do século XVI, assinala este facto:
            “El muy magnífico señor don Juan condestable de Portugal, y marques de nontemayor, bizneto del rey don Juan de Portugal, murió yendo à la guerra de Granada à postrero de Abril de M.CCCC.LXXXIV. El qual yle muy ilustre magnifica señora sua muger la marquesa doña Isabel Henriquez, bisneta de rey don Henrique de castilla, y del rey dom Fernando de Portugal, que edificó esta iglesia, estan en esta sepultada.”

Augusto Mesquita
Setembro 2016

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

JUROMENHA MERECIA MAIS ATENÇÃO

Juromenha, 8 de abril de 1758.
Nas suas memórias paroquiais, frei Gaspar Mendes Fragoso, deixa-nos preciosas notas sobre a importância do peixe do rio na alimentação das gentes desta vila fundada pelos celtas nas “ribamsseiras” do Guadiana.
Cria este rio, muntos pexes, e de varios nomes, e diverssas espessies hũns sam barbos, outros cumbos, outros beissudos, outros verceiros”, refere o prior de Juromenha, apontando os barbos como os de “maior qualidade” por ali chegarem a ter o peso de “30 arrates”, quase 14 quilos.
Além de “peixe miúdo” como bogas, bordalos ou pardelhas, frei Gaspar Mendes Fragoso anota igualmente a pesca de “eyrozes, que sam como as jnguias no mar”.

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O ALANDROAL ASSINALOU O DIA MUNDIAL DA MÚSICA

Merecia outra moldura humana a iniciativa levada a cabo pela União de Freguesias do Alandroal em colaboração com a C.M.A. e Agencia Todas as Artes, para assinalar o Dia Mundial da Musica.

Talvez as conversas que ao longo da noite fomos mantendo e ouvindo por parte de alguns dos assistentes, possam traduzir tudo aquilo que de momento no que respeita ao espectro cultural se vive no Alandroal-:

CITO:

“Estás a ver Chico que ao contrário do que por vezes alguns afirmam no teu blogue que nada de relevo se faz no Alandroal são esses mesmo (que eu conheço-os bem) que nem aqui põem os pés”.

“ Fosse este espectáculo no Redondo iriam ver o mar de gente que estava presente”

“Há que recomeçar de novo, pois isto de hábitos culturais têm que partir de uma base. Estava-se a fazer um bom trabalho, as pessoas já iam sabendo distinguir o trigo do joio. Foi interrompido abruptamente. Não há que perder a esperança. Há é que recomeçar.

“A culpa disto tudo é da política. Desde que houve divisões nunca mais se fez nada de jeito. Se é o A que faz não aparecem os do B. Se é o B que faz já não veem os do C. O Alandroal está perdido”

“Fosse ele um pimba qualquer a fingir que está a cantar, e 3 ou 4 gajas boas a abanar as mamas e a dar ao cu e estava a Praça cheia”.

            Bem nós estivemos lá. Passamos frio mas valeu a pena. Aqui fica um breve apontamento.





                  O nosso aplauso para quem alem de produzir teve a seu cargo o som e a luz.



O BORDA D´ÁGUA NO MUNDO RURAL

CONSELHOS DO TÓI  DA  DADINHA  A TODOS OS QUE SE INTERESSAM PELA                                                              AGRICULTURA E PECUÁRIA

Baseado no:
« POR SÃO FRANCISCO (dia 4) SEMEIA O TEU TRIGO; E A VELHA QUE O DIZIA, JÁ                                                                       SEMEADO O TINHA »

                                            AGRICULTURA – HORTA – JARDINAGEM
 AGRICULTURA – Iniciar a colheita da zeitona e combater a gafa. Semear cereais praganosos. Em lugares mais secos e abrigados, plantar as oliveiras. No Minguante (dia 22) estercar as covas para árvores a transplantar na Primavera. Plantar árvores de fruto e podar (corte diagonal) as árvores resistentes ao frio.
HORTA – Preparar canteiros para a sementeira da alface e cebola. Em local definitivo semear agrião, cenoura e rabanete. Colher feijões. No fim do mês plantar morangueiros, alhos e cebolinhas. Colocar em local definitivo as couves de Primavera e a alface de Inverno. Colher a noz, a abóbora e o melão de Inverno.


 JARDIM – Estrumar, semear flores e plantar roseiras, crisântemos, lírios, narcisos, tulipas, cíclames, açucenas, jacintos, junquilhos, anémonas. Colher as flores de Outubro: dálias, rosas, etc..


Despeço-me com amizade e, sugerindo uma visita à Feira de S. Francisco (dias 4 e 5), na vila de Redondo.




(Reparem nesta delicia:  "A cigana que rouba de noite sem mêdo [a seguir passa a GNR]. Tudo a cinco...tudo a cinco ... mas essa é dez"!.
A magia da feira...

 Tói da Dadinha
 02.10.2016


FAMÍLIAS NUMEROSAS

           JOVENS SIGAM-LHES O EXEMPLO E A REFORMA ESTÀ SEGURA



A CRÓNICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE NA RÁDIO DIANA/FM


Segunda, 03 Outubro 2016
Em setembro de 1990, Portugal ratificou a Convenção Sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em novembro de 1989.
De acordo com a Convenção uma criança é “todo o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos termos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo”.
A todas as crianças é reconhecido o direito ao repouso, aos tempos livres e a participar em jogos e atividades recreativas próprias da sua idade, devendo os estados respeitar e promover estes direitos bem como o acesso em condições de igualdade (Artigo 31.º).
Às crianças com deficiência é assegurado o direito a uma vida plena e decente em condições que garantam a sua dignidade, favoreçam a sua autonomia e facilitem a sua participação ativa na vida da comunidade.
Uma parte essencial do desenvolvimento da criança passa pelo direito a brincar, como a própria Convenção reconhece. Para que tal direito se possa concretizar, o Estado deve promover condições que permitam a efetivação desse direito, seja em parques infantis, jardins, parques recreativos ou outras infraestruturas de apoio à infância.
Sendo certo que muito se tem progredido no que concerne à disponibilização de parques infantis com condições adequadas para as crianças e que garantam a sua segurança, há ainda muito a fazer para assegurar a existência de parques infantis que permitam que todas as crianças possam lá brincar.
De facto, são ainda muito poucos os parques infantis inclusivos, permitindo a sua utilização por crianças com deficiência o que conduz a uma evidente discriminação: crianças com deficiência é-lhes coartado o direito a brincar nos parques infantis, condenando-as a ver outras crianças brincar.
É necessário encarar esta realidade de frente e fazer o caminho que é premente de garantir, desde a infância, a inclusão das crianças com deficiência. E não se inclui excluindo estas crianças de contextos recreativos e lúdicos, como são os parques infantis.
As Câmaras Municipais têm aqui um papel determinante devendo ser promotoras de inclusão e não agentes que fomentam a exclusão; garantir a existência de parques infantis acessíveis é um passo fundamental no longo caminho da inclusão que tem que ser feito.
Neste sentido, o Bloco de Esquerda exortou, na última Assembleia Municipal, a Câmara Municipal de Évora a proceder a uma avaliação dos parques infantis da sua responsabilidade, identificando condições de acessibilidade e procedendo a uma calendarização tendo em vista a adaptação dos parques e equipamentos de modo a que sejam adaptados a crianças com deficiência.
Felizmente a recomendação foi aprovada por unanimidade. Mais um passo em frente no longo caminho da inclusão.
Até para a semana!

Bruno Martins

domingo, 2 de outubro de 2016

ENTÃO NÃO É QUE O MAJOR TEVE UM SONHO CÔR DE ROSA !

DESPORTO - RESULTADOS

                                                                            FUTEBOL
                                                                           Distrital
                                                                               ELITE
                                                                 Arraiolense 1 – Canaviais 2
                                                                     Alcaçovense 2 – Perolivense 2
                                                                    Redondense 2 – Escouralense 0
                                                             Juventude 0 – Estrela Vendas Novas 1 
                                                                              Lavre 0  -   Lusitano 3
                                                                     U. Montemor 4 – Oriolense 0
                                                                 Atl. Reguengos 1 – Monte Trigo 0.

                                                                             TORNEIO
VENCEDOR : Alandroal United
Santiago Maior 0  - Alandroal United 3
Alandroal United 1 - Sto Amaro 1
Sto Amaro 1 Santiago Maior 1

                                                  CAMPEONATO DE PORTUGAL – Série H
                                                                          Spot. Viana 1 – Louletano 1
                                                                                Moura 0 – Farense 0
                                                                            Fabril 0  – Pinhalnovense 1
                                                                 Lusitano V.R.S.A. 2 – Armacenense 0
                                                                      Almancilense 3 – Aljustrelense 1.
                                                                                FUTSAL  
                                                                   Nacional 1ª divisão
                                                                        Fabril 13– União de Montemor 0
                                                                                   RugbY
                                                                         DIVISÃO DE HONRA
                                                                                Montemor 12 - Agronomia 42
                                                                            TAÇA CHALLENGE
                                                                                   Montemor 0 – Agronomia 60






DIVULGAÇÃO

MONTEMOR

O Município de Montemor-o-Novo, de a 22 de outubro de 2016, organiza a 5ª edição do Festival de Teatro de Montemor-o-Novo em parceria com várias estruturas teatrais, unidas num esforço coletivo, para tornar realidade mais uma edição do festival.
Ao longo de três semanas são várias as propostas teatrais que serão apresentadas, destinadas a abranger os vários públicos, desde o escolar ao sénior, e a acontecerem em vários espaços da cidade.

ALANDROAL