sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PESQUISÁMOS EVENTOS PARA ESTE FIM DE SEMANA

ALANDROAL



 MINA DO BUGALHO



MONTEMOR








REGUENGOS DE MONSARAZ

É um espetáculo onde estarão presentes várias vozes, de várias idades, todas elas com uma vasta experiência. Será apresentado o fado nas suas mais variadas vertentes, desde o fado da "velha guarda" mais tradicional, até ao fado mais moderno com novos arranjos músicais. O Elenco artístico é composto pelos fadistas: José Geadas, Patrícia Leal, Rui Soldado, Paula Ficalho e João Ficalho, acompanhados por Joaquim Esquetim na guitarra portuguesa e João Ficalho na viola de fado.

REDONDO

Concerto - Banda da Sociedade Filarmónica Municipal Redondense – 6 Out 21,30

Em outubro celebra-se o Mês da Música e a Banda da SFMR pretende assinalar esta efeméride com um concerto que enaltece a arte musical. 

VENDAS NOVAS

19º Festival nacional de folclore  |  06.10.2012
Programa:
17h00 - Concentração dos grupos/ranchos
21h30 - Início da atuações
24h00 - Baile com Thy Subry

Grupos/ranchos participantes:
- Grupo Danças e Cantares Pioneiros de Vendas Novas
- Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande (Guimarães)
- Grupo Folclórico e Etnográfico de Recardães (Águeda)
- Rancho Folclórico do Calvário (Estômbar - Algarve)
- Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo

Organização: Grupo Danças e Cantares Pioneiros de Vendas Novas

OUTRAS






quinta-feira, 4 de outubro de 2012

JÁ ACABOU

MOÇÃO DE CENSURA


"CAGARAM" MEIA DÚZIA DE POSTAS DE PESCADA. CADA UM A SEU JEITO, GANHARAM O DELES, AGORA VÃO GANHAR NOUTRO LADO, VIRARAM O DISCO E TOCARAM A MESMA, O PESSOAL SE MAL ESTAVA PIOR FICOU.
AINDA NÃO PERCEBERAM QUE O ZÉ POVINHO JÁ NÃO OS PODE GRAMAR NEM COM MOLHO DE TOMATE !...
UMA ENXADA NAS MÃOS DE CADA UM E TOCA A ARRANCAR ESTEVA QUE O TERRENO AGORA ESTÁ MOLE.
O QUE É QUE SE LUCROU COM ESTA PERCA DE TEMPO?

CRÓNICA DE OPINIÃO DIARIAMENTE TRANSMITIDA PELA RÁDIO DIANA/FM

Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/


Quinta, 04 Outubro 2012 08:26
A meio da tarde de ontem, o ministro das finanças anunciou as novas medidas de austeridade, depois de ter perguntado ao ocupante se estava bem assim ou se era preciso mais qualquer coisinha.
A dimensão do roubo é de tal monta que o termo mais suave que o homem conseguiu arranjar foi “enorme”. Fugiu à palavra mais ouvida na noite de ontem… “brutal”.
Duma assentada o governo atira-se ao bolso dos portugueses, em particular dos trabalhadores, pela via do IRS e do IMI, levando salários como o vento que leva folhas caídas no outono.
As consequências de tal ataque ao rendimento do trabalho são de tal forma óbvias que até o mais insuspeito dos comentadores televisivos conclui que irão agravar a recessão instalada, com o acentuar da contracção do consumo, o crescimento das falências de pequenas e médias empresas e o aumento do desemprego para novos recordes.
Depois das manifestações do mês de Setembro, esta insistência no caminho para o desastre só pode significar que este governo e a maioria que o suporta acreditam que a contestação social não passa de um desabafo sem consequências e que terão oportunidade de levar até ao fim o seu propósito de empobrecimento dos trabalhadores portugueses, ajustando os salários aos seus desejos.
Estão enganados. A resposta ao “custe o que custar” de Passos Coelho, foi dada na manifestação do último dia 29, quando Arménio Carlos afirmou que era preciso destruir esta política antes que ela destrua o país e se não for a bem vai a mal.
Perante a indignação crescente e a convergência de gente que até há bem pouco tempo estava de costas voltadas, o PS lá vai cumprindo o seu papel de oposição a fingir que valoriza a estabilidade política e desvaloriza a profunda instabilidade que se instalou na casa de milhões de portugueses.
É neste contexto que, perante a apresentação de duas moções de censura ao governo, os líderes do PS se vão multiplicando em ataques ao PCP e perante a marcação de uma Greve Geral o dirigente da UGT vai atacando a CGTP.
Tal como o governo, também os dirigentes do PS comprometidos até às orelhas com o memorando assinado com troika, estão cegos perante os muitos militantes socialistas que exigem a demissão deste governo e não conseguem compreender como pode a direcção do seu partido ser incapaz de quebrar a contradição insolúvel de ser oposição a um pacote de medidas que, no essencial, negociou e aceitou juntamente com PSD e CDS.
Hoje mesmo irão abster-se nas moções de censura apresentadas pelo PCP e BE puxando os galões de partido responsável, significando isto que pode até gritar contra esta ou aquela política mas quando toca à concretização da gritaria em acções concretas ficam-se pelo caminho
Se havia razões para lutar e resistir, as medidas apresentadas ontem pelo seráfico Gaspar constituem uma espécie de combustível que levará à queda do governo, queiram ou não os que se entretêm a brincar à oposição.
   Até para a semana
Eduardo Luciano

UM POEMA DECLAMADO POR SEMANA


SÍNTESE DE NOTÍCIAS REFERENTES AO ALENTEJO


As principais atividades económicas do concelho de Redondo, como a olaria, o mobiliário alentejano, a vitivinicultura, o azeite ou produtos alimentares, estão em destaque na Feira de S. Francisco que decorre entre hoje e sábado.

Vinte e duas entidades do Alentejo marcaram uma marcha lenta para o próximo dia 27. O objetivo do protesto é exigir ao Governo a requalificação do IP8 e condenar a suspensão da construção de lanços da A26.

IMPRENSA DE HOJE


ÁI PAÍS ...PAÍS !



Governo é hoje censurado pela terceira vez em três meses.

NEM QUE FOSSE TODOS OS DIAS ! ENQUANTO HOUVER UM CÊNTIMO NO BOLSO DOS POBRES E MATAREM OS VELHOS TODOS NÃO VÃO LARGAR O TACHO.

Subsídio da Função Pública será pago em 12 meses.

ÁS MIJINHAS !!!! TENHAM VERGONHA !

Brutal aumento de impostos vai afectar 1,5 milhões de famílias.

BEM QUEREM ELES LÁ SABER ! JÁ PERDERAM A VERGONHA TODA.

Soares dos Santos, dono do Pingo Doce, vai reformar-se.

COM QUANTO? MAMOU POUCO…. AGORA AINDA VAI MAMAR À CUSTA DOS NOSSOS IMPOSTOS.

Ao quarto dia de greve dos maquinistas da CP, juntaram-se, esta manhã de quinta feira, paralisações no Metro e Rodoviária de Lisboa. O caos instalou-se rapidamente nas ruas da capital.

ASSIM NÃO VAMOS LÁ. O QUE É DEMAIS CHEIRA MAL!








PÁGINA SEMANAL DEDICADA À TAUROMAQUIA


CORRIDAS EM DESTAQUE

 ultima com transmissão em directo pela RTP1








No próximo Arte & Emoção José Cáceres irá recordar factos e histórias da carreira de Ricardo Chibanga, numa altura em que se comemoram 50 anos desde a sua chegada a Portugal.
Poderá assistir à reportagem da Final do 1º Ciclo de Novilhadas que teve lugar no Campo Pequeno e ao resumo da corrida de Coruche do passado dia 30 de Setembro.
Oportunidade para visitar a sede do Barrete Verde de Alcochete, para ver como se fazem embolas e assistir a curiosas situações passadas com toiros, na Ganadaria Falé Filipe.

COLABORAÇÃO DR JOSÉ ALEXANDRE LABOREIRO


Evocando Helena Cidade Moura

«Julgar-se-ia bem mais correctamente um Homem por aquilo que ele sonha, do que por aquilo que ele pensa.»

Victor Hugo
(Poeta, escritor e dramaturgo francês – 1802/1885)

            Helena Cidade Moura fez parte de um escol intelectual que frequentou uma turma de Românicas (Universidade de Lisboa), e onde figuravam igualmente a Professora Universitária e Crítica Literária Maria de Lourdes Belchior, o Poeta Sebastião da Gama, a Escritora Matilde Rosa Araújo, a Escritora e Actriz Maria Barroso, o Professor Universitário e Critico Literário Lindley Cintra, o Poeta, Escritor e Professor Universitário David Mourão-Ferreira e o Escritor Urbano Tavares Rodrigues. Oriunda de uma Família de alentejanos (o pai era natural da Vila do Redondo e a mãe nasceu em Évora), Helena Cidade Moura estaria perfeitamente destinada  -  já porque a sua Família era socialmente conservadora e economicamente abastada, e porque o pai (o Professor Universitário, Historiador e Crítico Literário  -  Hernani Cidade) era um estudioso emérito da Cultura Clássica  -  a seguir, Helena Cidade Moura, a carreira Universitária como Docente. Mas não: encontrá-la-íamos fundamentalmente como activista cívica e estudiosa e crítica da Literatura (sobretudo da Obra de Eça de Queirós -  lembrando Carlos Reis, no “Jornal de Letras”, as inúmeras conversas sobre a Obra Queirosiana que tivera com Helena Cidade Moura).
            Perfilhando um Catolicismo Progressista, Helena Cidade Moura seria um dos 101 subscritores do “Manifesto dos 101 Católicos”, que criticava e denunciava a cumplicidade da hierarquia da Igreja e do regime, face à ditadura na política interna, e em relação à guerra  nas colónias. Efectivamente, o propósito de Helena Cidade Moura em intervir na promoção Cívica dos Portugueses, e despoletar um regime democrático no País, surge logo em 1969, ao participar nas campanhas eleitorais da Oposição (através da CDE – Comissão Democrática Eleitoral). Fundadora do Movimento Democrático Português (MDP), concorre às eleições para a Assembleia da República, em duas Legislaturas (1980-83 e 1983-85)  -  sendo Deputada (pela coligação MDP/PCP:APU). Na qualidade de Deputada, diz de Helena Cidade Moura, o seu correligionário José Tengarrinha, que ela trouxera uma maneira nova de fazer política, renovando o vocabulário político (de uma oposição democrática, desgastada por um combate de décadas contra o Estado Novo). Seria candidata ainda ao Parlamento Europeu (1987), de cuja campanha ressaltamos o “slogan” poético (de Joaquim Pessoa e Helena Cidade Moura): “Não parar o vento // não erguer o muro. // Este é o momento de fazer futuro. //  Desta vez é outra vez //  é a voz de quem sonha  // que a vida plena  //      não é só viver  // é, também, escolher.”
            Por iniciativa de Helena Cidade Moura, é criada a Associação Cívica “Civitas”  -  promotora da dignidade do Homem, e defensora dos direitos humanos  -  a que, inspirada nos ideais cívicos do português António Sérgio, e dos brasileiros Paulo Freire, Frei Betto e Leonardo Boef, acrescentaria a campanha de alfabetização e de difusão da literacia  -  pois entendia que o cidadão autêntico, promotor de uma Democracia, defensor dos direitos cívicos, senhor do seu intelecto, produtor de um pensamento, terá de ser um cidadão consciente, culto, personagem de uma inteligência ginasticada: e tudo isto só pode ser fruto de uma aculturação, do hábito de Leitura (que lhe abra a compreensão de um manifesto eleitoral, a produção de um panfleto ou de um artigo de jornal, ou a participação num comício ou numa conferência). Aliás, sobre o seu livro “Literacia em Português”, diz-nos Helena Cidade Moura: “Pretende-se com este livro difundir o interesse e a capacidade de análise despertados para o fenómeno da literacia, que tem atrasado, nos últimos anos, o nosso caminhar colectivo, tem afectado a capacidade de organização da nossa vida em comum, tem ajudado a adormecer a consciência cultural do País”.
            Eugénio Lisboa, em depoimento no “Jornal de Letras” reconhecia em Helena Cidade Moura a delicadeza, o fascínio de convicção (convencendo amigos e entusiastas competentes a participar nos seus movimentos cívicos, recorrendo a uma simbiose de argumentação cívica, discurso ético e fino trato na abordagem a um novo entusiasta). Porém, ressalvava Eugénio Lisboa, no decorrer da “missão cívicaem que Helena Cidade Moura se envolvia, a “passada” larga de Helena na vida do activismo cívico, deixava a léguas atrás os que a queriam acompanhar: nunca desfalecia no empenhamento cívico.
            Helena Cidade Moura era Poetisa (publicou os livros “O Mundo sem Limites”, “O Tempo e a Esperança” e  “Memória e Ritual”). Como Poetisa, talvez se sentisse bem com as vestes de “Sibila”, e compreendesse atempadamente que o seu Povo necessitasse do seu empenhamento, activismo e inteligência  -  mesmo enfrentando incompreensões dos seus detratores, e as intervenções policiais da Ditadura (como efectivamente surgiram). Nada demoveu o seu entusiasmo e determinação.
            Helena Cidade Moura despediu-se de nós em finais de Julho último, aos 88 anos. Casara com o Professor e Engenheiro Domingos Moura (Catedrático do Instituto Superior Técnico) e era cunhada do Economista e activista Francisco Pereira de Moura.
            Despediu-se Helena Cidade Moura, é certo: mas apenas fisicamente  -  permanecendo entre nós a Obra Cívica, o Exemplo  -  a admirar e a tentar imitar, e a continuar  -  e, fundamentalmente o seu sonho de emancipar o ser humano através da Cultura.

José Alexandre Laboreiro

COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA PÁGINA DOS JORNAIS DE HOJE

PIOR A EMENDA  DO QUE O SONETO - SE MAL ESTÁVAMOS PIOR FICÁMOS - A VINGANÇA SERVIU-SE FRIA - FEIOS, PORCOS E MAUS.


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

NOTAS DE IMPRENSA DA C.M.A.



Agenda Cultural Outubro de 2012
 Já está disponível a Agenda Cultural para o mês de Outubro, onde o destaque vai para as comemorações do mês do Idoso, com a realização de ciclos de cinema, passeios convívio ou aulas de ginástica. Outubro será também um mês dedicado à República. Entre os dias 8 e 30 deste mês não perca a oportunidade de se deslocar ao Fórum Cultural de Alandroal e visitar a exposição dedicada a este tema.  

vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv

Autarquia e Assembleia Municipal de Alandroal Declaram-se Contra Extinção de Freguesias no Concelho

Na sequência da recente entrada em vigor da Lei nº22/2012 de 30 de Maio (Lei da Reorganização Administrativa), que prevê a extinção/agregação de freguesias, ignorando completamente a realidade concreta das populações, a Assembleia e a Câmara Municipal de Alandroal aprovaram, por unanimidade, uma tomada de posição contra esta proposta do Governo. Considera-se que o mapa administrativo do concelho de Alandroal está bem organizado e implantado no território, não existindo há centenas de anos qualquer conflito interno ou com concelhos vizinhos, quando aos seus limites, sendo um concelho com apenas seis freguesias, todas elas também com limites universalmente aceites e que em muito contribuíram, e contribuem, para o desenvolvimento e progresso das localidades e populações dos seus territórios.  Como argumentos de suporte a esta decisão, a Assembleia e a Câmara Municipal de Alandroal recordam que as Juntas de Freguesia representam um imprescindível suporte de coesão territorial, são os órgãos eleitos democraticamente de maior proximidade com os cidadãos e, em territórios de baixa densidade populacional e vasta área geográfica, como é o caso do concelho de Alandroal, são um dos principais suportes de segurança e bem-estar das populações. Além disso, o peso das 4259 Juntas de Freguesias do país no Orçamento de Estado é de apenas 0,098%, sendo por demais evidente que a extinção de Juntas de Freguesia – em territórios do interior – em nada contribuirá para solucionar os problemas que o país enfrenta. Assim, a Assembleia e a Câmara Municipal de Alandroal defendem a manutenção das actuais seis freguesias do concelho, sem qualquer alteração.   

Gabinete de Imprensa C.M.A.

CRÓNICA DIÁRIA TRANSMITIDA PELA RÁDIO DIANA/FM



Carlos Sezões - A Equação

Quarta, 03 Outubro 2012 09:16
Estamos a viver, por estas semanas, uma fase de contestação, bastante mediatizada, um pouco contra tudo e contra todos. Grita-se contra o governo, contra os políticos, contra a troika ou contra o FMI.
Qualquer reflexão sensata chegará à conclusão que, no final, apesar de ser legítimo fazê-lo, nada disto conta verdadeiramente. Nada disto vai apagar a dívida, diminuir o défice, criar riqueza e recuperar poder de compra. Podemos gostar ou não gostar da receita aplicada por este governo, fazer uma avaliação mais ou menos positiva dos resultados, mas não podemos substituir a realidade, sintetizada numa equação: o país não pode gastar sempre mais do que a riqueza que produz. Ponto final. O desprezo por esta equação, ao longo das últimas décadas, conduziu-nos à situação que temos hoje: uma dívida de 180.000 milhões de euros que nos impede de aceder aos mercados e sobrecarrega de modo insuportável as nossas contas. O mercados, onde pedimos emprestado, fecharam a torneira e, quer gostemos ou não, vivemos agora dos milhares de milhões de euros que a troika nos proporciona por tranches.Que opções temos? Os mais radicais querem rasgar o acordo de assistência financeira, não apresentando, contudo, a solução sobre onde ir buscar o dinheiro para o Estado continuar a pagar salários, pensões e contas aos seus fornecedores. Existem alguns que pedem mais tempo e mais dinheiro, não se percebendo, no entanto para que serviriam ambos…seria apenas para prolongar o sofrimento?

Para equilibrar a equação mencionada, de modo sustentável, só existe um caminho. Libertar uma boa parte da riqueza nacional que é consumida pelo Estado e deixa-la à economia, para que consumidores e empresas possam fazer as suas opções de investimento. Isto implica corte substancial da despesa…e não pode ser apenas pelos quase simbólicos cortes nas fundações, nos carros de serviço ou nos assessores: terá de ser mesmo através da redução de organismos e recursos humanos que não são indispensáveis às funções do estado. Por mais doloroso que seja, no curto prazo, por muito que muitos gritem que é inconstitucional, não existe alternativa. Naturalmente, haverá que gerir e mitigar o custo social desta ruptura. Mas há, acima de tudo, a obrigação moral de assegurar que o Estado mantenha os recursos básicos para as suas missões fundamentais e para o apoio aos mais carenciados.
Por muitas manifestações que se façam, por muitas greves que se marquem, por muitos comentadores que surjam sempre com uma crítica nova, a matemática não muda. Ou resolvemos a equação ou a equação acaba por nos condenar…A resposta ainda está, por enquanto, nas nossas mãos!
   
Carlos Sezões




SEMPRE ME FASCINARAM ESTES BONECOS



NOTA DE IMPRENSA DA C.M.V,V,


[Vila Viçosa] Bolsas de Estudo 2012/2013: inscrições decorrem durante o mês de Outubro

A Câmara Municipal de Vila Viçosa deliberou, em reunião ordinária do órgão (Edital n.º 69/2012), atribuir 20 bolsas de estudo, no valor mensal de 150 euros, a alunos com bom aproveitamento escolar, que pretendam prosseguir os estudos no Ensino Superior Público no ano lectivo 2012/2013.
O prazo de inscrições decorre até 31 de Outubro de 2012, no Gabinete de Acção Social, nas instalações da Câmara Municipal de Vila Viçosa, sitas no Largo D. João IV, 40-A (junto à Mata Municipal).

Natureza e valor das BolsasAs bolsas de estudo consistirão na atribuição de uma prestação pecuniária mensal, a qual pode ser acumulável com outras bolsas ou subsídio concedido por outro organismo desde que o valor das bolsas acumulado não ultrapasse o valor do salário mínimo nacional. Condições de candidaturaOs candidatos à atribuição das Bolsas devem reunir, cumulativamente, as seguintes condições:
(…)
a) Possuírem nacionalidade portuguesa;
b) Residirem no concelho de Vila Viçosa;
c) Terem aproveitamento escolar no ano lectivo anterior, igual ou superior a 14 valores;
d) Não possuírem já habilitações ou curso equivalente àquele que pretendem frequentar;
e) Serem estudantes a tempo inteiro, não exercendo portanto profissão efectiva remunerada;
f) No ano lectivo do pedido da Bolsa devem encontrar-se definitivamente matriculados em curso superior.
g) Terem aproveitamento escolar no ano lectivo anterior com a classificação média igual ou superior a 13,5 valores, quando se trate de candidatos a frequentar o Ensino Superior.Como se formalizam as candidaturas?Os candidatos ou encarregados de educação, quando se trata de menores de 18 anos deverão formalizar as candidaturas, subscrevendo uma ficha individual de candidatura (em anexo) existente nos serviços da divisão dos serviços sócio-culturais (acção social).São consideradas apenas as candidaturas acompanhadas dos seguintes documentos:
a) Documento comprovativo da matrícula definitiva do candidato, no ano lectivo para o qual é solicitada a Bolsa, com indicação das disciplinas em que foi efectuada a matrícula;
b) Documento comprovativo do aproveitamento escolar no anterior ano lectivo;
c) Documento comprovativo referindo se o candidato beneficia, ou não, de Bolsa de Estudo ou Isenção de Propinas no estabelecimento de ensino em que se encontra matriculado;
d) Fotocópia da última declaração de IRS do Agregado Familiar;
e) Documento emitido pela Junta de Freguesia a atestar a residência e composição do agregado familiar;
f) Comprovativo da prestação de renda de habitação;
g) Fotocópia do Bilhete de Identidade do candidato;
h) Outros documentos considerados de interesse pelo candidato.O Regulamento e a Ficha de Inscrição podem ser consultados em www.cm-vilavicosa.pt 

Melhores cumprimentos, Maria João Ferreira - Gabinete de Informação e Relações Públicas

PAÍS ... PAÍS !


Bancários reformados vão receber subsídio de férias e Natal em 2013.

BPN custou no mínimo 3,4 mil milhões aos contribuintes.

Governo prepara-se para tirar um salário a todos os trabalhadores.

Não há moral ! Uns “comem” outros não !

A polícia financeira italiana efetuou buscas à Federação de futebol e aos escritórios do Nápoles para apreender documentos relacionados com a compra e venda de jogadores e contratos com os empresários.

Pode ser que o exemplo seja seguido por cá. Não havia de faltar gente “encanada”.

DIVULGAÇÃO - COMISSÃO SINDICAL DA C.M.M.N.


De 5 a 13 de Out. realiza-se por todo o país a Marcha contra o desemprego, uma iniciativa da CGTP-IN que visa lutar para que haja trabalho com direitos e por um Portugal com futuro!A CGTP-IN, hoje como sempre, é solidária com os desempregados.A marcha contra o desemprego irá passar pelo concelho de Montemor-o-Novo, dia 9 de Outubro, às 11h30, a Marcha arranca da Zona Industrial da Adua em Montemor e irá dirigir-se até ao Centro de Emprego de Montemor. O desemprego é um flagelo que atinge gravemente as famílias que vivem em Portugal e que põe em causa o futuro do país. Por isso, é tempo de Dizer BASTA! De dizer que os nossos filhos e netos querem trabalhar neste país! A marcha contra o desemprego é para todos e de todos os desempregados mulheres, homens, jovens, reformados e trabalhadores, por isso a Comissão Sindical dos Trabalhadores do Município de Montemor-o-Novo apela a todos para que participem, transmitindo dessa forma a sua revolta por esta calamidade e flagelo nacional.Para participar, os interessados podem inscrever-se nesta ação, na Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e nas Juntas de Freguesia do Concelho.Participa! Relembramos que, no Distrito de Évora, a iniciativa arranca dia 8 de Outubro, às 19h00, na Rotunda da Lagril em Évora, prosseguindo depois dia  9 de Outubro, às 8h30, na Zona Industrial de Arraiolos, às 11h30 Zona Industrial da ADUA em Montemor e às 16h00 Zona Industrial Vendas Novas. 
  Apresentamos Saudações Sindicais, Pela Comissão Sindical do STAL

BREVE RESUMO DE NOTÍCIAS CÁ DO ALENTEJO


Um total de 22 entidades do Alentejo anunciou hoje a realização de uma marcha lenta, no dia 27 deste mês, para exigir a qualificação do IP8 e condenar a suspensão da construção de lanços da A26.

Os vinhos de 27 produtores do Alentejo vão estar em prova, na quinta-feira, em Luanda, Angola, o principal mercado de exportação dos vinhos da região.

Empresa PepsiCo aposta na plantação de amendoim no Alqueva
De acordo com a mesma fonte, o projecto passou por uma fase experimental de dois anos, levada a cabo em colaboração com a Torriba, "que instalou e acompanhou cerca de 320 hectares no Ribatejo e Alentejo.

As freguesias de Gomes Aires e da Senhora da Graça dos Padrões, ambas no concelho de Almodôvar, vão ser agregadas nas freguesias de Santa Clara-a-Nova e Almodôvar, respectivamente.

A Câmara de Évora está entre os 35 municípios do país que foram distinguidos com o título “Autarquia +Familiarmente Responsável 2012”, por executar “boas práticas de política familiar”.

O autarca comunista João Rocha vai deixar a presidência da Câmara de Serpa nos próximos dias para se dedicar à família.
João Rocha, de 61 anos, foi eleito pelo PCP nas autarquias de 1979.

A obra do Museu do Mármore em Vila Viçosa continua parada. Segundo o presidente do município calipolense, “uma falha no projeto” está a condicionar que a obra avance. Ainda assim, Luís Roma diz esperar que em Março de 2013, o museu esteja aberto.
 A Assembleia Municipal de Vila Viçosa aprovou na passada sexta feira (28 de Setembro) a agregação da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu à Junta de Freguesia de Conceição. A deliberação insere-se na consulta às autarquias por parte do Governo, face à Reorganização Administrativa Territorial Autárquica.

IMPRENSA






COMENTÁRIOS SOBRE A IMPRENSA DE HOJE



 SE DE UM LADO HÁ LAMA DO OUTRO HÁ “ATASQUEIRO"


 MESMO SEM SE PERCEBER NADA DO QUE O CÂMARA LENTA VAI DIZER APOSTO QUE NINGUÉM SE VAI DEIXAR DORMIR. 
É SÓ DESGRAÇAS!

Sindicato convoca greve na CGD para 2 de Novembro
Trabalhadores protestam contra retenção do subsídio de férias de 2012 e contra a eventual privatização do banco público.

É PRECISO TER DESCARAMENTO !!!!



MAIS AINDA? ESTÃO A GOZAR CONOSCO !


 E AGORA AINDA O BENFICA TEM QUE PAGAR UMA “PIPA DE MASSA”…. UMA LIÇÃO DESTAS CUSTA MUITO DINHEIRO!!!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

INFORMAÇÃO C.M.A.


Período de Candidatura a Bolsas de Estudo Está Aberto

Desde ontem, e até ao próximo dia 30 de Novembro, está aberto o período de candidatura a bolsa de estudo, para os alunos do concelho que frequentem o ensino superior. O Regulamento Municipal de Concessão de Bolsas de Estudo, e o formulário de candidatura, podem ser consultados ou descarregados na área da Acção Social do site da Câmara Municipal de Alandroal, em www.cm-alandroal.pt Refira-se que, com a atribuição de bolsas de estudo, o Município pretende contribuir para a formação de quadros técnicos superiores residentes na área geográfica do concelho, potenciando um desenvolvimento social mais equilibrado e sustentável do nosso território, ao nível económico e cultural, ao mesmo tempo que ajuda a garantir a continuação dos estudos a alunos economicamente carenciados.

Gabinete de Imprensa C.M.A.

O BORDA D´ÁGUA NO MUNDO RURAL (Uma rubrica mensal do Tói da Dadinha)


« EM OUTUBRO, O VERÃO DOS MARMELOS »

- AGRICULTURA
 Iniciar a colheita da azeitona e combater a gafa. Semear cereais praganosos. Em viveiro, semear as amendoeiras e os pessegueiros. Nos lugares mais secos e abrigados, plantar oliveiras. No Minguante (dia 8) estercar as covas para árvores a transplantar na Primavera. Plantar árvores de fruto e podar (corte diagonal) as árvores resistentes ao frio.

- HORTA
 Resguardar do gelo e preparar canteiros para a sementeira de alface e cebola. Semear em local definitivo agrião (atenção á água que é necessária), cenoura e rabanete. Colher feijões. No fim do mês, plantar morangueiros, alhos e cebolinhas. Colocar em local definitivo as couves de Primavera e a alface de Inverno. Colher a castanha, noz, avelã, abóbora e melão de Inverno.

- JARDIM
 Estrumar, semear flores (como no mês anterior) e plantar roseiras, crisântemos, lírios, narcisos, tulipas, ciclames, açucenas, jacintos, junquilhos, anémonas. Colher as flores de Outono: dálias, rosas, etc.

Bons êxitos e afectuosas saudações rurais.

Tói da Dadinha


(DADINHA que hoje, dia 2, chegará aos seus JOVENS 95 anos)

O POEMA DA LISETTE

NOITES DA ALDEIA

Noites de Janeiro, cheirando a frio,
Nas ruelas escuras da aldeia.
Em cada sombra um desafio,
Uivos de lobos descendo em alcateia.
Sobre as casas cai a lua cheia.
Crepita na lareira um fogo azul.
Por todo o lado um cheiro a ceia.
Lá fora sopra um vento sul.
Já dorme o gado, dormem as pessoas.
Um sono puro, doce de criança,
Sonhando, talvez, só coisas boas,
Onde não cabe o medo ou a vingança,
Serena a torre da igreja,
Vigia o sono bom do aldeão,
E não há ódio nem inveja.
Apenas uma grande solidão.

Lisette Alvarinho
04/02/1989

RECANTOS COM ENCANTO DO ALANDROAL



(Quadro de Vitor Rosa)

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM


Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/



Terça, 02 Outubro 2012 10:31
Hoje queria falar-vos da habitação social em Évora, área gerida pela empresa exclusivamente municipal Habévora. A propósito deste assunto, o verbo “instrumentalizar” aplica-se por ter sido aquilo que vi fazer a cidadãos fragilizados, pela segunda vez na minha vida de vereadora numa reunião pública de Câmara, por parte da bancada da CDU. Arrogando-se da exclusividade com a preocupação dos mais desprotegidos, esta força política, que esteve aqui no poder quase três décadas, durante os quais pouco ou nada fez em termos de habitação social, vem agora tomar as dores de alguns cidadãos beneficiários de uma casa de renda apoiada. Estes cerca de 30 munícipes que participaram na última reunião pública de câmara estão a ser confrontados com a atualização dos valores das rendas a 45% dos inquilinos da Habévora, num gesto que não apenas faz cumprir a lei, como repõe a equidade face a mais de metade de outros tantos cidadãos que pelo mesmo benefício já têm as suas rendas atualizadas. Eu conto de forma breve o porquê da situação.
Quando em 2006 foi criada a empresa municipal e passou a gestão das casas até então geridas pelo IGAPE para a Habévora fez-se a atualização de tabelas de rendas daquelas que não foram então adquiridas pelos próprios inquilinos. Aos já residentes que mantiveram a situação de arrendamento foi-se adiando essa atualização, correspondendo aos pedidos e dificuldades sentidas, e equacionando em conjunto que mais cedo ou mais tarde se acertariam gradualmente os valores. Fizeram-se, fez a empresa municipal, obras de manutenção, todas as receitas têm sido investidas na melhoria e construção de mais casas, fez-se uma requalificação profunda na freguesia da Malagueira, no conhecido Bairro da Cruz da Picada, e que terminou recentemente com uma gestão tão eficaz que, ao contrário do que infelizmente nos habituámos a ver, teve um custo final inferior, em cerca de meio milhão de euros, ao inicialmente orçamentado. E durante esta meia dúzia de anos, as casas que foram atribuídas a novos inquilinos tiveram logo o valor das rendas atualizadas, criando uma óbvia discriminação entre cidadãos que, ainda assim, não têm levantado questões. Era urgente repor esta situação e os inquilinos antigos foram avisados atempadamente desta necessidade, em comunicações constantes ao longo do processo em que cada situação foi explicada.
É óbvio que esta não é a melhor altura para um português passar a pagar mais de renda de casa. Aliás, atrevo-me a dizer, que nunca é uma boa altura para se pagar mais. Mas também é nestas alturas em que todos, embora sempre uns mais do que outros, estão mesmo aflitos e em risco de ver as suas condições de vida reduzidas a uma miséria de má memória, que os ânimos se exaltam e, infelizmente, surtem mais efeitos os apelos à contestação do que à solidariedade. E a CDU aproveitando a situação e instrumentalizando estes cidadãos que, em reunião pública, uma situação oficial de exposição aos outros, se atropelam para expor casos particulares da sua própria intimidade familiar, mostrando se calhar situações que gostariam de ver resolvidas sem ambiente de palmas, “bocas” ou piadas que depois se renegam. Uma espécie de circo de horrores que não serve a ninguém, já que as situações se resolvem aplicando as medidas mais justas possíveis e tratando cada caso com a solução possível e aplicável.
E os representantes que foram eleitos pelos munícipes de Évora para aquela bancada deixaram de fora na sua carteira de preocupações as cerca de 1000, sim mil, famílias que em Évora estão à espera de uma oportunidade para terem acesso a uma casa de renda apoiada. Gente que até pode auferir rendimentos inferiores a estes antigos inquilinos e que paga prestações em casas que começou a comprar ao banco, ou tem rendas com valores de mercado e não social. Ao propor-se a perpetuação desta situação está-se a colocar mais uma instituição que presta um serviço social, a Habévora, em risco, impedindo que se invista em novo parque habitacional de casas recuperadas, por exemplo, ou negociando com proprietários que têm as suas casas para arrendar, apoiando uma parte da renda, outro exemplo.
Mas a isto também se chama solidariedade, algo muito mais difícil de ser trabalhado com as pessoas desesperadas, do que fazê-las vir exporem-se, instrumentalizando-as, como ilustrações que exibem retirando-lhes a dignidade, quando às vezes a alguns é só mesmo isso que resta.
Cláudia Sousa Pereira

PAÍS...PAÍS !!!!


O PRÓS E O CONTRA

17 antigos administradores da CGD recebem dois milhões em reformas por ano

Governo prepara mais austeridade para os funcionários públicos.

(É POR ESTAS E POR OUTRAS!!!!...)

Nestum substitui refeições dos portugueses.

MAIS DIA MENOS DIA VOLTAMOS ÀS SOPAS DE CAVALO CANSADO E ÁS PAPAS DE SERRABULHO


DIVULGAÇÃO - MÊS DO TEATRO EM MONTEMOR





segunda-feira, 1 de outubro de 2012

SAIBA MAIS SOBRE SANTIAGO MAIOR

ORAGO
O Orago desta freguesia, como o próprio nome indica, é Santiago Maior.
Natural de Betsaida, na Galileia, era chamado de “Maior”, para se distinguir dos outros Apóstolos do mesmo nome. Irmão de João Evangelista, foi particularmente privilegiado entre os Apóstolos, pois esteve presente na transfiguração de Nosso Senhor e na Agonia do Horto. Depois da Ascensão de Cristo, Santiago evangelizou a Judeia e Samaria, partindo a seguir para a Península Ibérica, onde espalhou a Fé.
Quando regressou a Jerusalém, Heródes Agripa, para agradar aos Judeus, condenou-o à morte por decapitação, cerca do ano 42, pouco antes da Festa da Páscoa.
Segundo se consta, por receio dos Árabes, que se apoderaram de Jerusalém, o corpo do Santo foi mais tarde transportado para Compostela.
A devoção a Santiago é enorme, tanto em Espanha como em Portugal.
A recordara transladação aparece a data de 25 de Julho.

LENDA DE SANTIAGO
Segundo reza a lenda, o corpo do Apóstolo São Tiago terá chegado ás costas da Galiza, arrastado pelas águas do Mediterrâneo.
 Próximo do local onde foi encontrado ergueu-se uma Catedral e uma Cidade: Santiago de Compostela.
 Nas lutas entre Mouros e Cristãos Ibéricos, estes invocaram Santiago como seu Santo protector e incentivador. Por estas invocações, o Santo passou a ser conhecido também por “São Tiago Mata Mouros”.
Tendo sido retirado do mar, Santiago tem como símbolo uma concha, designada também de vieira. 

In: In: Cd-Rom- Portugal século XXI

HOMENAGEM

Até já, Padre Alberto

Partiu o Padre Alberto Dias Barbosa, após 62 anos a viver e a pregar a Palavra em Montemor-o-Novo, que o recebeu como pároco da Freguesia de Nossa da Vila, em Janeiro de 1950. Amigo do Património local, lutou pela recuperação de inúmeros monumentos religiosos. Amigo dos jovens, acolheu na sua igreja grupos de rapazes e raparigas que animavam a celebração da eucaristia com cânticos modernos, acompanhados por verdadeiros conjuntos de baile, conseguindo assim cativar os adolescentes, cujos comportamentos influenciou de sobremaneira, respeitando as diferenças entre eles e fomentando a amizade entre todos.
Foi o principal responsável pelo ressurgimento de “O Montemorense”, o único jornal local durante décadas, do qual foi director durante mais de 50 anos. Em 89 surge a “Folha de Montemor” e as naturais e saudáveis rivalidades de estilo e conteúdo. Os jornais procuravam, cada um à sua maneira, servir a população do concelho, tentando abordar temas que se coadunassem com a sua linha editorial. As temáticas abordadas pela “Folha”, um jornal acabado de nascer e fundado por um grupo de gente com sangue na guelra, eram, para o Padre Alberto, algo ousadas e, por vezes… desajustadas. Por causa disso mesmo, tivemos as nossas trocas de artigos que, por vezes, incendiavam a opinião pública.
Mas a amizade e o respeito mútuo falaram sempre mais alto e quando, no dia 28, me despedi, na Igreja do Calvário, do padre que baptizou os meus filhos gémeos, recordei e agradeci-lhe uma breve passagem ocorrida no início dos anos 80: quando o meu amigo Leopoldo Gomes lhe disse que havia um jovem estudante universitário que escrevia umas coisas que poderiam ser publicadas n’ “O Montemorense”, ele responde-lhe: “Esse rapaz escreve umas coisas? Então traga lá um texto dele para eu ver o que ele escreve.” E o Leopoldo assim fez.
O rapaz era eu.
Obrigado, Padre Alberto e até breve.

João Luís Nabo

ANIMAIS NOSSOS AMIGOS

Fotos: Al Barram & F,Tátá

CRÓNICA DIÁRIA TRANSMITIDA PELA RÁDIO DIANA/FM




Segunda, 01 Outubro 2012 10:48
Parece que por fim, os partidos de esquerda com representação parlamentar vão juntar esforços, para tentar impor através de uma luta conjunta, outra alternativa à defendida pelos subscritores do memorando.
Durante anos a fio, se falou de uma convergência da esquerda, sociológicamente maioritária neste país, que permitisse a adopção de políticas, mais centradas no cidadão, menos focadas na economia dos números, das contas, do distanciamento estatísco, que caracteriza o centro do espectro político, que define os partidos ditos do arco da governação.
Convem referir que o Bloco de Esquerda surgiu por essa via, pela associação de várias tendências de esquerda, que paulatinamente foram limando as arestas que as dividiam e se transformaram, num partido político, aberto, continente de múltiplas tendências, enriquecedor do debate social, defensor da cidadania, plural na sua formação.
Esta nova atitude por parte da esquerda, apenas demonstra que ainda existem partidos neste país que sobrepõem o interesse nacional, que recusam taticismos e estratégias de poder pelo poder.
É uma realidade incómoda para muitos, inclusive para alguns que sendo de esquerda, não se reveem num sistema partidário e receiam que o seu espaço se dilua, temem o isolamento a que esta convergência os poderá condenar.
É de facto duro, para quem sempre sustentou que a esquerda partidária vivia de costas voltadas, que agora se esfumem todas as teorias tão pacientemente elaboradas.
Para os partidos de direita é um golpe rude nas suas táticas divisionistas. Vêmo-los agora com a sua tradicional argumentação do bota abaixo, da via única, da rejeição da troika, da saída do euro, da desgraça para as famílias, que viverão muito pior, como se fosse possível uma desgovernação mais absurda, mais ardilosa, mais cínica do que a actual.
Nunca ninguém na esquerda rejeitou a manutenção do Euro enquanto moeda, nunca ninguém na esquerda rejeitou o pagamento da dívida, pelo contrário. Mas a dívida é o que se deve, não o assumido enquanto tal, nas costas do povo.
Quando um gabinete assume e defende que a única forma de crescimento é a desvalorização do trabalho, a perda de poder de compra por parte dos trabalhadores e enterra o país numa profunda recessão cuja saída se não vislumbra, quando as desigualdades sociais se acentuam a cada dia que passa, chegando a ser posta em causa a utilidade do recurso a medicamentos, porque estes são demasiado caros, não se desvaloriza apenas o trabalho, atribui-se um valor à vida humana, valemos pelo que custamos ao estado, valemos pelo que contribuimos para o estado, porque enquanto pessoas, somos menos que nada.
Curiosamente, quem defende esta aberração, são precisamente os mesmos que se indignam contar a interrupção voluntária da gravidez, os mesmos que sustentam o valor absoluto da vida.
Seria bom que reflectíssemos nisto, todos sem excepção, mesmo aqueles que sendo de esquerda abrem portas e janelas para a afirmação destas políticas de fascismo social.
Miguel Sampaio



PAÍS…PAÍS


António Borges diz que não responde a "insultos".

Esta é boa!...primeiro insulta e depois diz que não responde a insultos. Cuidado com “este”. É perigoso.

Cavaco recebe hoje o presidente do Benfica-

Com que jeito? Tal é o medo desta “corja”!

Seguro considera "inaceitáveis" declarações de António Borges.

Seguro e qualquer pessoa de bom-senso.

Tribunais declaram 50 insolvências por dia

Salários no público desceram seis vezes mais que no privado

Universidade abre inquérito a aluno que insultou Passos Coelho-

Metade das famílias sem rendimento suficiente para pagar IRS.

Gasolina e gasóleo ficam mais caros a partir de hoje-

Enquanto não forem corridos….é sempre a afundar.

O Ministério Público (MP) não encontrou “ilícitos criminais” durante as averiguações ao caso da licenciatura de Miguel Relvas na Universidade Lusófona, não tendo, por isso, sido instaurado qualquer inquérito ao ministro dos Assuntos Parlamentares

O Habitual

SÍNTESE DE NOTÍCIAS REFERENTES AO ALENTEJO


A terceira edição do “Alentejo das Gastronomias Mediterrânicas - Festival Internacional” realiza-se em Portalegre, de 17 a 21 de Outubro, e tem o azeite como produto em destaque.

Beja celebra Dia Mundial da Música durante toda a semana
Paralelamente, entre segunda e quinta-feira, há concertos em locais tão improváveis como a estação dos Correios (segunda-feira, 1), o Mercado Municipal (terça-feira, 2), a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (quarta-feira, 3) ou a gare rodoviária.

As associações de regantes do Ardila e Enxoé, de Odivelas e do Roxo contestam a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva (EDIA) por esta ter apresentado recentemente uma proposta de protocolo em que a gestão da água, bem como a sua facturação e cobrança, aparecem como competências da empresa, cabendo apenas ao regantes um papel "fundamentalmente administrativo".

A Assembleia Municipal de Évora aprovou na sua última reunião, na sexta-feira passada, um moção apresentada pelo Bloco de Esquerda contra a classificação da tauromaquia como Património Cultural Imaterial da região.