quarta-feira, 27 de junho de 2012

MUDAM-SE OS TEMPOS....


PÁGINA CULTURAL (Colaboração Dr. José Alexandre Laboreiro)


A força do Discurso

«O objecto em que se inscreve o poder, desde toda a eternidade humana, é a linguagem»
                                                                                                                          Roland Barthes

Todos os dias fazemos discursos: em casa, no trabalho, em momentos sociais; sempre que necessitamos comunicar, ou influenciar uma tomada de decisão, sempre que pretendemos que alguma coisa se transforme, discursamos (em família, entre amigos, com colegas, chefes, funcionários, autoridades  -  enfim, com todos aqueles com quem nos relacionamos no âmbito da nossa interação social). É certo que pronunciamos ou escrevemos intuitivamente, mas não vivenciamos, quase nunca, a consciência de que esses “discursos” diários, que constituem exercícios de poder, são construídos a partir das memórias que uma tradição cultural milenar gravou no nosso ADN. Este poder está presente nos mecanismos mais subtis das relações sociais. Roland Barthes detecta-os no Estado, nas classes, nos grupos, e igualmente nas modas, opiniões correntes, espectáculos, jogos, desportos, informações, relações familiares e privadas  -  e até nos impulsos libertadores que procuram contestar o poder. O poder é um exercício múltiplo e ubíquo: tudo isto diria José Manuel Diogo, no Prefácio à obra “Discursos que mudaram o Mundo”.
Porém, o discurso constitui apenas um instrumento; não o poder em si. O discurso é uma ferramenta utilizada para obter concordância relacionada com uma causa transformadora. Um discurso exemplar não reveste mais que uma forma eficiente de equacionar estrategicamente uma mensagem, em dado momento e para uma audiência específica.
Maquiavel, no tratado político “O Príncipe”, estruturou (mediante o conjunto de técnicas de conservação, manutenção e reprodução do poder) a filosofia do governo centralizado: nacionalizando os meios de conquista, manutenção e aumento do poder  -  insinuando que os fins justificam os meios.
No entanto, já no séc. XX, António Gramsci (outro filósofo político italiano) faz uma nova leitura do “poder” político: o poder é representado pelos partidos políticos e o seu objectivo  -  que é o de conseguir consolidar e perpectuar o poder  -  já não se pode afirmar solidamente no terreno, apenas com recurso a discursos retóricos ou à propaganda. É necessário que a acção política de alcance estratégico se afirme ancorada em ideias fortes e mobilizadoras e num conjunto de valores transversalmente partilhados pela sociedade.
E bastantes discursos, ao longo da História da Humanidade (pelas coordenadas lexicais, princípios, ideias, emoções, valores) arrebatariam as multidões que os escutavam ou liam  -  desde os “Discursos” do Novo Testamento da Bíblia (que despoletaria o fim do esclavagismo no Império Romano) até ao célebre discurso de afirmação de Obama (já no séc. XXI): “A democracia, a liberdade, a oportunidade e a esperança que nunca morre”  -  seriam as pedras-angulares da sua oratória  -  que termina condensada em três curtas palavras: “Sim, nós conseguiremos”.
Mas, o caminho discursivo da História do Homem é percorrido por uma imensidade de Discursos que viriam mudar a “face humana” do planeta: lembrando-nos nós dos discursos de Mao-Tse-Tung, ou de Arafat (na Ásia), de Mandela (em África), de Mussolini, de Hitler, de De Gaulle (unindo os resistentes franceses contra a ocupação da França por nazis alemães e fascistas italianos), Lenine, Dolores Ibárruri (convocando os republicanos espanhóis a barrarem o caminho à insurreição dos Franquistas: “No passaran !”  -  diria “La Passionária”), de Churchill (augurando “Sangue, suor e lágrimas” aos democratas europeus na defesa da Liberdade, perante as invasões nazis e fascistas), de Jean Monnet (na construção da União Europeia), de Simone Veil (propondo a despenalização do aborto), de João Paulo II (em Assis: durante uma celebração que reuniu mais de 200 representações confessionais  -  orando pela Paz no Mundo) -  todos eles na Europa; mas igualmente discursos de Salvador Allende (no Chile  -  Palácio de la Moneda): onde, decepcionado, denuncia a traição clara dos seus oficiais superiores  -  perante si e perante o povo chileno  -  ao encetarem um golpe militar da direita), os discursos de John Kennedy  e o discurso de Martin Luther King (em luta pela igualdade racial e social: “Digo-vos aqui e agora, meus amigos: mesmo que tenhamos de enfrentar dificuldades, hoje e amanhã, eu tenho um sonho. Um sonho profundamente enraizado no sonho americano”)  -  todos eles na América.
Em Portugal, particularmente, houve discursos marcantes no “volte face” da nossa História  -  recordando-nos do célebre discurso de Afonso Costa (Novembro de 1906, nas Cortes), onde o deputado republicano, denunciando as avultadas verbas adiantadas ao Rei D. Carlos, escândalo num país em bancarrota, pede a prisão e julgamento do Rei por roubo; marcante, igualmente, o discurso de Salazar (1928), onde o Ditador traça as coordenadas do futuro quadro administrativo, a ditadura política e o partido único  -  preparando a Constituição de 1933; sendo igualmente de recordar os discursos de Vasco Gonçalves e Mário Soares (já em regime Democrático).
Há algum tempo, Eduardo Cintra Torres escreveu (inPúblico”) uma crónica onde lamentava a ausência de Tribunos na Assembleia da República  -  onde os oradores privilegiavam uma oratória predominantemente pragmática (às vezes primando pelo insulto, ou pela abordagem humilde do entrecho da intervenção; sem a elegância da construção do léxico  -  pela força elegante da palavra, pelo arrebatador percurso dialéctico das ideias  -  que encontrávamos em António José de Almeida, Alexandre Braga, Ramada Curto, Palma Carlos ou Magalhães Godinho). Os discursos de Salazar, embora ocultassem fins anacrónicos face a uma Europa democrática em construção, eram oratórias equilibradas, e de ideias e frases tão sugestivas e tão bem construídas, que o próprio Cintra Torres confessava (na crónica referida) que, ao lê-los, receava (apesar de ser anti-salazarista) tombar nos princípios ideológicos do Ditador  -  tão sugestivos eram os discursos. E quão belos, arrebatadores, suculentos de ideias, de princípios, de apelos, a um tempo de invectivos sociais pertinentes de igual modo, são os Sermões dos igualmente nossos Padre António Vieira e Santo António: extasiando-nos de beleza estéctica, beleza ética, denunciando caminhos ínvios nas sociedades de então, com formas estéticas, a um tempo sublimes e assertivas  -  que nos ensinam a gostar da Cultura, a saber optar, a recolher princípios éticos, a saber pensar e criticar; em suma, ajudando-nos a reflectir, conduzidos por um Humanismo.

José Alexandre Laboreiro

UMA BOA NOTÍCIA PARA O CONCELHO DO ALANDROAL




Turismo rural Casas de Juromenha lota
nos fins de semana de Verão
Presstur 26-06-2012 (15h47)O Turismo rural Casas de Juromenha, à beira do Guadiana, concelho do Alandroal, Alentejo, anunciou que a sua capacidade para os fins de semana de Julho a Setembro “está praticamente esgotada”.
FOTOS
“A novidade do espaço, a inserção junto ao Guadiana e às portas do Grande Lago e os programas de actividade que detém” são, de acordo com a unidade, ingredientes que a tornam “um dos locais de turismo interno mais procurados no Alentejo”.

Em comunicado a Casas da Juromenha assinala que tem promovido “programas de “assalto” a Olivença”, “uma regata de traineiras mesmo em frente à piscina que bordeja o Guadinana”, “aluguer de pranchas de windsurf ou mesmo um dos OpenBic disponíveis” e também a “actividade de STAR Watch - Passeio pelo Céu”.
O primeiro desses programas inclui “saída de barco até à outra margem, bus até à cidade para jantar ou assistir a uma tourada e regresso a casa para contemplar o céu estrelado”. 
Sobre a regata de traineiras refere que se realizou “mesmo em frente à piscina que bordeja o Guadinana, com a participação de mais de 60 marinheiros durante a qual os turistas puderam acompanhar num barco com bebidas e tapas, além da oferta gratuita de canoas e kayaks para quem quisesse navegar”.
O “STAR Watch - Passeio pelo Céu, de que as próximas sessões são a 20 e 21 de Julho, 17 e 18 de Agosto e 7 e 8 de Setembro, indica que se trata de “sessões de observação de astros, realizadas com o reconhecimento técnico da Sociedade Portuguesa de Astronomia e da Nuclios”.
A unidade assinala ainda que a sua oferta de animação náutica “também passa pelo aluguer de pranchas de windsurf ou mesmo um dos OpenBic disponíveis”. 
“Os menos dotados podem ser formados pelos monitores da Academia do Rio, uma oportunidade também para quem nunca experimentou”, acrescenta, referindo ainda que também disponibiliza “passeios de barco, com todo o conforto e privacidade”.
Outra opção, para “os amantes da natureza” são “passeios de flora e fauna ou passeios temáticos, com monitor, existindo ainda a hipótese de se passear a pedal, em BTT”.
A unidade dispõe de seis casas “decoradas com a simplicidade a que convida o ambiente rural, mas com todo o conforto e elegância a que está habituado”, segundo no seu website, onde também refere que todas as unidades estão “equipadas com ar condicionado, lareira, cozinha equipada (com microondas, fogão e frigorífico), televisão e internet wireless”.
A Casa 1, com uma suite e um quarto duplo, a 2, a 3 e a 6 têm dois quartos duplos, a 4 tem duas suites, a 5 tem um quarto de casal (para ver mais clique: Casas de Juromenha).

Clique para mais notícias: 
Casas de Juromenha
Clique para mais propostas: 
Alentejo

OUTRA BOA NOTÍCIA PARA QUEM GOSTA DE SE DIVERTIR


NA IMPRENSA DE HOJE (Comentários)




CHEGUEM-LHE QUE AINDA MEXE….


 VAMOS DE MAL A PIOR… "ISTO" JÁ NÃO TEM PONTA PONDE SE LHE PEGUE!


 É OBRA! DEIXEM QUE O CARLOS TRATA-LHES DA SAÚDE. NÃO HAVIA O CORDEIRO DE ESPERNEAR!

 SE FOR COMO O DE  CÁ… ESTAMOS FEITOS AO BIFE..

MAIS UMA À PS SOCRÁTICO E SEUS CORRELEGIONÁRIOS. AGORA... QUEM VIER ATRÁS QUE FECHE A PORTA

terça-feira, 26 de junho de 2012

DUQUES & CENAS (Rubrica do Dr. J.L.N.)

                                                 Férias na praia? Já lá vai o tempo....

Vêm aí as férias. Muitos portugueses, com os subsídios de férias cativos para pagamento dos grandes buracos criados por verdadeiras corjas de malfeitores, não terão alternativa: ficam em casa, com os pés de molho num alguidar com água fresca, à espera de melhores dias. A minha fofa já comprou dois: um para nós e outro para os vizinhos de cima. De barro, para a água se aguentar fresquinha durante mais tempo. E comprou também um saquinho de sal de cozinha. Sempre ficamos com o sabor a mar nas canelas.
A “economia de Verão” vai, portanto, ser uma catástrofe. Centenas de restaurantes, das duas, uma: ou fazem preços rastejantes, e não terão retorno suficiente para pagar aos fornecedores, ou terão de encerrar portas; se baixarem os preços… vão ter de fechar na mesma. Os hotéis irão funcionar a meio-gás com o dinheiro de alguns camones e nós, a malta normal, mais uma vez, ficaremos sem capacidade para gozarmos aquilo que é nosso: as nossas praias, o nosso Sol, o nosso país meio devassado por incompetentes.
E como isto está tudo muito deprimente, vou acabar por aqui para ir dar uma massagem à minha fofa, que hoje acordou com os músculos tensos na zona do pescoço.. Até logo.
J.L.N.

UM POEMA DA LISETTE


NÃO ME CHAMES

Não te rias porque eu choro.
Não chores se eu partir.
Não me chames, que eu não volto.
Não vou ficar. Eu quero ir.
Ver o Mundo de outro lado
Onde o verde seja a esperança,
De que toda a criança
Pode rir, pode brincar,
Pode correr e sonhar.
Porque no fim da corrida,
Não está vazia. Tem vida.

Lisette Alvarinho
16/11/2011

LEMBRAM-SE DELES?



MERECEU A PENA A LUTA TRAVADA?

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RADIO DIANA/FM


Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/




Terça, 26 Junho 2012 09:19
Por várias vezes tenho ouvido conversas que questionam sobre o como é que a crise está a parar as coisas. Parece que há um sentimento generalizado de que tudo continua na mesma, sobretudo nos grandes eventos de massas. Eu cá no meu bolso e na minha vida de vereadora deparo-me com ela todos os dias e não é só desde de 2011. E convivo com as suas vítimas, resistentes e resilientes, desde há largos meses. Havendo alguns que parecem já estar mais para lá do que para cá e aparentemente conformados, outros há que a recebem com choque ao primeiro embate. É como se fosse a diferença entre a dor crónica e a dor aguda, sendo que a dor crónica se agudizou. E o embate teve a ver com a legislação, que é aquilo que os técnicos em leis fazem sob orientação dos políticos, e com a chamada “lei dos compromissos”.
Sobre compromissos não encontrei nenhum provérbio, mas sobre promessas há uma chuva deles e cheiinhos de razão. É que a lei dos compromissos veio mesmo impedir uma enorme quantidade de promessas que se podiam fazer, e em muitos casos, com muito ou pouco atraso, cumprir. E não é que mesmo quem diz que os políticos só prometem, quando eu agora venho dizer que não prometo, não porque não queira mas porque não posso, há quem leve a mal! Também é verdade que os recém impedimentos trouxeram ao conhecimento práticas e procedimentos que muitos, se não a esmagadora maioria das pessoas, desconheciam. Opções de políticas de incentivo, que se deram como direitos naturalmente adquiridos, sobre os quais não se faziam contas, e que agora já não podem ser opções, são mal interpretadas como uma não vontade de apoiar. É o caso particular do nosso teatro municipal.
Equipamento “tão” patrimonial como o é a nossa cidade de Évora, o “Garcia de Resende”, onde reside uma companhia que tem ao longo dos anos também prestado serviço externo aos espetáculos aí realizados, serviços pagos depois pelo município (sempre com dificuldades e, em meu tempo de vereação, com grandes atrasos), mesmo os que são realizados pela própria companhia, vê-se agora comprometido na sua utilização. Serão não só algumas condições de segurança, cujas melhorias se preveem em projetos para os quais não há dinheiro para tirar das plantas, mas também com o pagamento desses serviços técnicos que cada ensaio e espetáculo exigem. Não podendo, nem querendo aumentar a dívida para com esses prestadores de serviços, qualquer promessa que assuma um compromisso de pagamento não passará nunca de uma daquelas que enchem o inferno. E é por isso que quando houver pedidos para a utilização do teatro por parte de entidades que desde sempre se habituaram a que lhes fosse cedido sem “mas”, lá teremos que responder que, e cito-me «Face aos constrangimentos financeiros que atravessamos, e não querendo inviabilizar a cedência deste equipamento municipal, mantém-se a intenção de isentar do pagamento de taxas de ocupação a associações e outras entidades de reconhecido mérito. A Câmara Municipal de Évora passará, no entanto, a cobrar os valores acima indicados, de forma a pagar esta prestação de serviços». Tudo isto me faz lembrar um procedimento de há alguns anos e que eram aqueles dois preços nas embalagens dos medicamentos: o preço total e o da comparticipação pelo estado, vulgo com receita médica.
E é também assim que esta crise vai deixando mossas na vida pública, quando já nem «prometer é mais fácil do que dar», quando as «promessas são só as de Cristo», quando «prometer é uma maneira de enganar», quando «prometer não é dar, mas a tolos contentar». E quando os únicos conselhos que posso ouvir dizem que «de promessas quem vive é santo», que «mais vale não prometer do que prometer e faltar» ou o assisado «promete em dúvida, que ao dar ninguém te ajuda». Inegável.
Até para a semana.
Cláudia Sousa Perera

DIVULGAÇÃO


SAFIRA '12 | Festival de Artes na Paisagem, um festival que acontece em pleno campo, no coração do montado alentejano, e que oferece uma intensa programação cultural, em que a arte dialoga com o esplendor da paisagem.

O SAFIRA '12 | Festival de Artes na Paisagem decorre nos dias 13, 14 e 15 de Julho na Herdade das Valadas, junto à aldeia de Safira (entre Vendas Novas e Montemor-o-Novo) e tem como co-produtores o Chaparro Inquieto e O Espaço do Tempo, projecto bem conhecido do coreógrafo português Rui Horta sediado em Montemor-o-Novo.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES….


Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Segunda feira, 25 de junho de 2012

Querem os subsídios de férias? Olhem para aqui

Se quer os subsídios de volta, o funcionalismo público devia ser o primeiro a estar interessado na separação entre o trigo e o joio da Administração Pública. Um exemplo prático: o Concelho do Alandroal tem cerca de 6200 habitantes, mas tem 1 funcionário público por cada 30 habitantes e uma dívida de 4500 euros por habitante. São necessários todos aqueles funcionários? Como é que um Conselho tão pequeno acumulou uma dívida tão grande? Aquele Concelho é necessário? Não podia ser fundido com outro? Enquanto não fizermos estas perguntas e a consequente separação entre o essencial e acessório, a reposição dos subsídios estará comprometida. Como dizia Teodora Cardoso, as metas a curto-prazo eram impossíveis de alcançar sem o corte dos subsídios, e - mais importante - esse corte deu margem para se tomarem outras medidas, sobretudo a reestruturação da Administração Pública (Negócios, 20 de Outubro de 2011).

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/querem-os-subsidios-de-ferias-olhem-para-aqui=f735128#ixzz1yo2Pk7Rq



Comentário que merece meditação:



1.Tenha-se a interpretação e juizo que se tiver sobre a situaçao do Concelho,o certo é que o cerco interno e exterior ao Alandroal vai começar a apertar-se pelo que será acertado pensar as melhores maneiras de lhe dar o combate necessário e adequado.

2. As coisas andaram bastante mal no passado recente e, como é evidente, nem a culpa deve morrer solteira nem os culpados devem eximir-se à prestação de contas e ao assumir dos factos e erros que cometeram. 


3.Mas,daí até aceitar-se que o Concelho possa fundir-se ou mesmo ser extinto vai uma grande diferença, até porque em primeira análise, há dezenas de Concelhos em circunstâncias iguais, ou parecidas que não vão aceitar a desistência de si próprios e da sua continuidade histórica e autarquica.


4. Contudo a realidade que queremos assinalar é a de que qualquer posição concelhia inicial que venha a ser aberta e assumida, exigirá por certo todo o empenho e a entrega de todos os Alandroalenses em todos os campos e tabuleiros de intervenção que forem sendo precisos.


Porque se não for assim... 



Melhores saudações



AnBerbem 


CRÓNICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA DIARIAMENTE NA RÁDIO DIANA/FM



Segunda, 25 Junho 2012 10:12
Um ano se passou desde as últimas eleições. De então para cá, não houve nenhuma área em que as condições de vida da maioria dos portugueses não se tivessem agravado.
O desemprego subiu para níveis nunca antes vistos, os salários baixaram, o serviço nacional de saúde tem vindo a ser desmantelado de forma organizada e consciente, os sectores estratégicos, estão a ser vendidos ao desbarato, para lançar dinheiro sobre uma dívida que não para de crescer.
Por outro lado, a repressão aumenta e o controlo exercido em múltiplas formas sobre os órgãos de comunicação social, acentua-se dia após dia, chegando a roçar as raias do caricato, não fossem as consequências tão dramáticas.
Os portugueses desacreditaram da política e vivem de costas voltadas para as instituições da democracia, esquecendo-se que não são os políticos que detêm o poder, antes os tecnocratas, que têm do mundo uma visão contabilística e que gerem o país como se duma empresa se tratasse, subvalorizando o cidadão comum, olhando para ele de forma parcelar, despindo-o de direitos, de sonhos, de sentimentos.
O ano passado levou ao poder aqueles que professam a austeridade, escudados num acordo que à época das eleições, ninguém conhecia. Agora já lhe chamam resgate, mas na altura o nome usado era ajuda financeira… Que ajuda?
A austeridade tem um fim, cumpre um objetivo, que é a desvalorização do trabalho, a retirada de direitos, a transferência para as mãos de privados, de tudo o que é lucrativo, a permanência nas mãos do Estado de tudo o que dá prejuízo.
Foi assim com a EDP, por exemplo, será assim com a Caixa Geral de Depósitos, foi assim com a REN, será assim com os CTT, com a TAP, enfim… a lista engrossa a cada dia que passa.
Entretanto com o novo pacote laboral agora assinado pelo presidente, os portugueses foram definitivamente lançados às feras, voltamos aos tempos dos senhores e dos servos, em que a uns tudo é permitido e aos outros tudo é imposto, independentemente da sua vontade.
O país regressou aos tempos da outra senhora, numa versão aparentemente mais suave, mas apenas aparentemente, porque a realidade nua e crua, despida de floreados é que eles voltaram e estão aí para ficar.
Se nós deixarmos é claro.
Miguel Sampaio

SÍNTESE DO QUE FAZ NOTICIA NO ALENTEJO


Temperaturas sobem até 4.ªfeira. 40 graus no Alentejo

O município de Elvas, no Alentejo, mostrou-se  convicto de que as fortificações da cidade serão classificadas em 2013 como Património Mundial, pela Unesco.

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo anuncia que emitiu um parecer negativo sobre “qualquer eventual alteração à Organização Administrativa.


IMPRENSA RECENTE



INFORMAÇÃO C.M.A.


Filme “Titanic 3D” na Estreia do Novo Equipamento de Cinema Digital 
O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal vai inaugurar, no próximo dia 29 de junho, pelas 21:30h, um moderno sistema de cinema digital 3D, com a exibição do filme “Titanic 3D”. O novo equipamento vai permitir a projecção dos filmes mais recentes, com o recurso à última tecnologia disponível, proporcionando assim uma experiência única aos munícipes do concelho.  Face ao crescente impacto que o cinema digital 3D começa a ganhar, e tendo em conta a maior economia de custos que proporciona, em comparação com o cinema analógico, a Câmara Municipal de Alandroal decidiu apostar nesta nova tecnologia, que vem modernizar e dar uma nova dinâmica ao cinema no Fórum Cultural de Alandroal, colocando-o assim num patamar idêntico ao das melhores salas de cinema da região Alentejo.  O novo equipamento, NEC NC1200C, idêntico ao instalado nas salas de Portel, Redondo e Reguengos de Monsaraz, representa um investimento de cerca de 75 mil euros, comparticipado em 80% pelo QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional 2007/2013, no âmbito da “Rede de Equipamentos Culturais do Programa Operacional”- INALENTEJO. Para inaugurar e testar as novas potencialidades da sala, o Município preparou uma programação composta por algumas das últimas estreias. Assim, os próximos filmes já agendados são: “Os Piratas”, no dia 1 de Julho, “Florbela”, no dia 13 de Julho e “O Ditador”, no dia 27 de Julho. Os bilhetes terão um preço único de 3,5 euros, sendo que os munícipes portadores do Cartão do Jovem Munícipe poderão usufruir de um desconto de 25% sobre o preço do bilhete. Além disso, foi criado um cartão de fidelidade, a que qualquer pessoa pode ter acesso, de forma gratuita, no Fórum Cultural de Alandroal e que prevê a oferta de um bilhete por cada 5 filmes a que o seu portador assista.
Gabinete de Imprensa C.M.A.

INFORMAÇÃO DO CLUBE RUGBY DE JUROMENHA


Participação notável da equipa da A.I.R. Guadiana.
 Parte desportiva irrepreensível, 8 encontros sem qualquer derrota, com uma vitória histórica sobre os Veteranos de Treviso, apontados, em teoria, como a equipa mais forte do Festival. Parte social inesquecível; A.I.R. Guadiana demonstrou, em terras italianas, como o Rugby é capaz de promover, como ninguém, a verdadeira cooperação e amizade transfronteiriça.

 VII Torneio Internacional “Aldeia do Rugby"

Realiza-se no próximo dia 30 de Junho o VII Torneio Internacional da Moita, no qual participarão alguns elementos do C.R.J., integrados na equipa de convidados, XV da Amizade
 Paulo Jaleco

DIVULGAÇÃO C.M.V.V.:

 "A Rota da pintura fresquista de Vila Viçosa na época renascenti​sta (1550-1630​)"

Integrada no programa das Comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino de Vila Viçosa, realiza-se, no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15H30, a visita temática intitulada “A Rota da Pintura Fresquista de Vila Viçosa da Época Renascentista (1550 - 1630)”, coordenada e dirigida pelo Professor Doutor Vítor Serrão (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Concentração: Posto de Turismo de Vila Viçosa (Praça da República) Percurso:Igreja de Santo AntónioMosteiro de Nossa Senhora da EsperançaMosteiro das ChagasPalácio Ducal A participação nesta actividade livre mas está sujeita a inscrição prévia até dia 28 de Junho, através do telefone 268 889 314.
Maria João FerreiraGabinete de Informação e Relações Públicas Câmara Municipal de Vila ViçosaPaços do Concelho | Praça da República


RESTAM 4 QUAL VAI SER O VENCEDOR? DÊ A SUA OPINIÃO NA SONDAGEM COLOCADA NA BARRA LATERAL À  DIREITA

sexta-feira, 22 de junho de 2012

NÃO LHES DEIS SENHOR O ETERNO DESCANSO - ÁMEN


UM OSSO DE CADA VEZ - (Rubrica semanal de AnB)


UM OSSO de CADA VEZ
  I.
Temos a noção um tanto religiosa de que um mundo onde as coisas boas acontecessem às pessoas boas e as más apenas às pessoas más seria mais justo,equilibrado e aceitável.
Quando verificamos que não é bem assim que acontece, nem com as pessoas nem com os países, perturba e incomoda-nos que “a águia germânica” esteja descaradamente a fazer de Portugal um dos estados satélites de Berlim.
Portugal pode estar em vias de tornar-se a fronteira sul da Alemanha, separando-nos das potências marítimas ( USA, Inglaterra, Brasil) e do nosso mar, dos nossos arquipélagos, dos nossos recursos. Como esteve para acontecer com as ex-colónias por mais de uma vez.
Sem darmos por isso podemos transformar-nos numa cabeça de praia do “urso germânico”. Comprovando esta hipótese, digam lá, se não vamos estando já privados da nossa liberdade de acção como estado europeu soberano?
II.
“Mentirosos Natos” é o titulo de um livro de Ian Leslie que sugerimos aos que se interessam pela interpretação da vida politica actual em todas as suas escalas e dimensões. 
A lição principal é só uma: todos mentem, a toda a hora. Acordados ou a dormir a relação com a mentira está sempre presente.
O problema porém é que estamos tão habituados à mentira que deixamos passar por verdadeiras, afirmações que são falsas e mentirosas prejudicando abertamente a vida das pessoas desde que se vá mantendo o poder.
Vejam este caso do resgate à banca de Espanha. É mentira que o país vizinho tenha só um problema financeiro… Tem, isso sim, um problema económico e social bastante grave de desemprego que começou no imobiliário.
Por isso prefiro optar pela ideia “de que tanto tempo levamos a dizer uma mentira quanto tempo levamos a dizer a verdade”.
É uma questão de opção e de verdadeiras escolhas pessoais. Não acham?

INTERNACIONAL
III.
Já todos percebemos que Angela Merkl é um “animal politico” que só vai dizendo o que quer quando estrategicamente lhe convém.
François Hollande ao lado dela já foi enrolado ao deixar centrar-se apenas na conversa dos “eurobonds”. Isto em vez de assumir o relançamento e a refundação politica europeia começando pela necessidade prioritária de criar a Unidade política federal a sustentar a união monetária.
O que devemos salientar é que a mulherona  tem tanto de calculista como de politicamente inteligente e que é preciso saber decifrá-la quando abre a boca em defesa dos interesses alemães. Ou seja, Europa sim, mas a várias velocidades. Sim à Europa, mas desde que não haja renegociação das dividas e dos prazos dos países devedores. Etc.
Em síntese, nada agrada à chanceler a não ser o que ela própria ditadora ordena. A França europeia que acorde, diríamos nós!
IV.
Atente-se no facto de que a dita Senhora Merkl parece continuar irredutível quer contra a Grécia quer até, se necessário for, contra a moeda única a 17.
Na verdade, o que deve assinalar-se é que a Alemanha não tem interesse nenhum em aliviar a pressão sobre os países do Sul uma vez que assim poderá continuar a financiar-se nos mercados com taxas de juro negativas.
E esta hein?...
Anotem aí que os estados ricos tal como os grandes investidores são como os tubarões. Onde cheiram sangue cheiram o ataque violento…
Por  isso é que esta crise vem sendo um bom negócio para Alemanha. Resta saber se tal como Portugal saiu dos mercados, consegue sair da crise sem sair da democracia de 1976. Se é que já não saiu…

LOCAL
V.
Miguel Torga é um dos grandes autores da literatura portuguesa.
Um poeta, ficcionista, dramaturgo e ensaísta ao qual volta e meia regressamos sempre com grande prazer e gozo literário.
Transmontano, médico e caçador gostava muito do Alentejo e celebrou-o no seu “Diário” através daquilo a que podemos chamar “as nossas forças elementares” ( a terra, o sol, a planície, a paisagem, as colheitas, as rugas humanas).
No volume XII (2º edição,1977) apresenta-nos Estremoz, Portalegre, Elvas e Juromenha.
Ora vejam: Juromenha,4 de Outubro de 1976
  SOLUÇO À VISTA DE OLIVENÇA
Alentejo!
Minha terra total!
Meu Portugal
Aberto,
Eternamente incerto
Nas fronteiras, no tempo e nas colheitas!
Praças fortificadas
(…)
As rugas tatuadas
No rosto dos meus dias…
 VI.
Já agora, reparem que Miguel Torga foi também uma das vozes contra a nossa integração europeia tal como Agostinho da Silva.
No “ Diário” (vol. XVI) a propósito da assinatura do Tratado da União Europeia (Maatricht,7/2/1992) escreveu o seguinte:
“Anestesiados previamente pelos invasores e seus cúmplices, somos agora oficialmente europeus de primeira, espanhóis de segunda e portugueses de terceira.”
Pergunto: dá para hoje nos revermos nesta visão?
  AnB
  (22/6/2012)

PESQUISÁMOS PARA QUE SE DIVIRTA NO FIM-DE-SEMANA


ALANDROAL & CONCELHO

VILA VIÇOSA & CONCELHO

ÉVORA

PROGRAMA
FESTAS POPULARES DA CIDADE – FEIRA DE S. JOÃO 2012
22 junho a 1 julho
 
22 de junho | sexta-feira



18h30
Abertura oficial da Feira
Local: Concentração dos convidados – Pavilhão da CME (frente à Horta das Laranjeiras)
Apresentação de cumprimentos pelas autoridades, acompanhadas pela Banda Filarmónica “24 de Junho” de S. Miguel de Machede
18h45
Cerimónia de entrega de certificados aos formandos que concluíram a primeira ação de Qualidade Aeronáutica, realizada no novo Polo de Formação Aeronáutica do Centro de Formação Profissional de Évora do IEFP, IP
Local: Setor Institucional - Stand do IEFP
Org.: IEFP
Quiosque de ciências
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Centro Ciência Viva de Estremoz

19h00
Workshop “Expressa os teus direitos”
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Projeto MUSEpe
Convívio – Escolas de Futebol
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: CME
19h30
Demonstração de Hip-Hop: S4D, N’Dance, Red Light
Local: Espaço Jovem (junto à Arena20h30
Animação pela Associação de Creche e Jardim de Infância de Évora
Atelier de modelagem de barro com a Aldeia da Terra
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
21h00
Coral da AHRIE
Local: Espaço Jovem
22h00
Comédia Musical “Eu Conheço-te!” com Paulo Vintém, Sónia Brazão, Maria João Abreu, Mico da Câmara Pereira, Rita Rodrigues, Ricardo Raposo e um convidado surpresa
Local: Arena d’Évora
Org.: Produção Terra Brava
Concerto pela Banda Filarmónica 24 de Junho de S. Miguel de Machede
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
Atuação do Grupo Musical “Amigos do Guadiana” – Cante Alentejano
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
Arraial com Sons & Tons
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Associação Juvenil de S. Vicente do Pigeiro

24h00
Big Bang
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Suão - Associação para o Desenvolvimento Comunitário

23 de junho | sábado

10h00-11h00
Gincana
Corrida de bicicletas para pais e filhos (3-6 anos) 
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Apoios: Bike Lab e Associação “Os Pedaleiras”
14h00
3º Campeonato de Ouri de Évora
Local: Palácio de D. Manuel
Org.: Universidade de Évora e Sociedade Portuguesa de Matemática
18h00
Circuito de bicicletas para crianças dos 6 aos 10 anos
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Apoios: Bike Lab e Associação “Os Pedaleiras”
Quiosque de ciências
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Centro Ciência Viva de Estremo
18h30
Banda TRAZPAZ
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Assembleia de Deus de Évora
19H00
Torneio Beachrugby (Sub 8, 10, 12)
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: Clube Rugby Évora Apoio: CME
19h30
Combo Jazz | Ensemble de Clarinetes |Orquestra de Cordas Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Eborae Musica
20h00
Circuito de segurança rodoviária
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: PSP de Évora
20H30
Atelier de modelagem de barro com a Aldeia da Terra
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: CME
21h00
Grupo Coral Vozes de Canaviais
Local: Espaço Jovem
22h00
Concerto com Anabela e Carlos Guilherme acompanhados pela Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre
Local: Arena d’Évora
Org.: CME
Espetáculo pelo Grupo de Música Tradicional “Entr’O Cante”
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
Arraial com Tiago Miguel
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Associação de Jovens Azarujenses
23h00
Concerto com José Mendes
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
24h00
- Banda The Groom
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: SUÃO – Associação para o Desenvolvimento Comunitário

24 de junho | domingo



18h30
Atuação do Coral Polifónico AD Lisboa
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Assembleia de Deus de Évora

19H00
Torneio Futebol Praia Feminino – Euro2012
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: CME/ INATEL

21h30
Miss e Mister Évora
Banda D’Accord
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Carpe Diem

22h00
Grande Noite do Fado com Mário Di Moita, Marta do Carmo,
Patricia Leal, Pedro Calado, Rui Canelas, Rui Lopes,
Rui Soldado, Teresa Bilou, Valtemar Mochila.
Músicos: conjunto de guitarras de Sidónio Pereira
Local: Arena d’Évora
Org.: CME
Atuação de Grupos Corais Alentejanos - Cante
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
24h00
Banda D'Accord
Local: Espaço Jovem
Org.: Carpe Diem



MONTEMOR 
REGUENGOS


MÚSICA | The First Parish Choir - 2012-06-23 a 2012-06-23
Participação especial do Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz
 - Hinos cantados por mais de 30 vozes do Maine, Estados Unidos da América; 
 - Temas de Franz Joseph Haydn, Jane Marshall, canções da Comunidade Shaker,
 Espirituais Americanos e canções portuguesas.
 maestro: Mr. Ray Cornils
Acompanhante: Ms. Julia Morris-Myers

REDONDO

Baile -  Danças Tradicionais 
Arte e Cultura |  23-06-2012 a 23-06-2012
A 23 de junho, no palco exterior do Centro Cultural de Redondo, às 21h30. 
Celina da Piedade no acordeão e voz, acompanhada por Leónia de Oliveira, monitora de dança, fazem acontecer o Baile de Danças Tradicionais, um encontro em torno de danças populares de toda a Europa, em que todos são convidados a participar ativamente, não como meros espectadores, mas como parte importante da engrenagem que faz mover uma roda de gente.

BORBA