quarta-feira, 27 de junho de 2012
PÁGINA CULTURAL (Colaboração Dr. José Alexandre Laboreiro)
A força do Discurso
«O objecto em que se inscreve o poder, desde toda a eternidade humana,
é a linguagem»
Todos os dias
fazemos discursos: em casa, no trabalho, em momentos sociais; sempre que
necessitamos comunicar, ou influenciar uma tomada de decisão, sempre que
pretendemos que alguma coisa se transforme, discursamos (em família, entre
amigos, com colegas, chefes, funcionários, autoridades -
enfim, com todos aqueles com quem nos relacionamos no âmbito da nossa
interação social). É certo que pronunciamos ou escrevemos intuitivamente, mas
não vivenciamos, quase nunca, a consciência de que esses “discursos” diários, que constituem exercícios de poder, são
construídos a partir das memórias que uma tradição cultural milenar gravou no
nosso ADN. Este poder está presente nos mecanismos mais subtis das relações
sociais. Roland Barthes detecta-os no Estado, nas classes, nos grupos, e
igualmente nas modas, opiniões correntes, espectáculos, jogos, desportos,
informações, relações familiares e privadas
- e até nos impulsos libertadores
que procuram contestar o poder. O poder é um exercício múltiplo e ubíquo: tudo
isto diria José Manuel Diogo, no Prefácio à obra “Discursos que mudaram o Mundo”.
Porém, o
discurso constitui apenas um instrumento; não o poder em si. O discurso é uma
ferramenta utilizada para obter concordância relacionada com uma causa
transformadora. Um discurso exemplar não reveste mais que uma forma eficiente
de equacionar estrategicamente uma mensagem, em dado momento e para uma audiência
específica.
Maquiavel, no tratado político “O Príncipe”, estruturou (mediante o
conjunto de técnicas de conservação, manutenção e reprodução do poder) a
filosofia do governo centralizado: nacionalizando os meios de conquista,
manutenção e aumento do poder - insinuando que os fins justificam os meios.
No entanto, já no séc. XX,
António Gramsci (outro filósofo político italiano) faz uma nova leitura do “poder” político: o poder é representado
pelos partidos políticos e o seu objectivo
- que é o de conseguir consolidar
e perpectuar o poder - já não se pode afirmar solidamente no
terreno, apenas com recurso a discursos retóricos ou à propaganda. É necessário
que a acção política de alcance estratégico se afirme ancorada em ideias fortes
e mobilizadoras e num conjunto de valores transversalmente partilhados pela
sociedade.
E bastantes discursos, ao longo
da História da Humanidade (pelas coordenadas lexicais, princípios, ideias,
emoções, valores) arrebatariam as multidões que os escutavam ou liam - desde os “Discursos”
do Novo Testamento da Bíblia (que despoletaria o fim do esclavagismo no Império
Romano) até ao célebre discurso de afirmação de Obama (já no séc. XXI): “A democracia, a liberdade, a oportunidade e
a esperança que nunca morre” - seriam as pedras-angulares da sua
oratória - que termina condensada em três curtas
palavras: “Sim, nós conseguiremos”.
Mas, o caminho discursivo da
História do Homem é percorrido por uma imensidade de Discursos que viriam mudar
a “face humana” do planeta: lembrando-nos
nós dos discursos de Mao-Tse-Tung, ou de Arafat (na Ásia), de Mandela (em
África), de Mussolini, de Hitler, de De Gaulle (unindo os resistentes franceses
contra a ocupação da França por nazis alemães e fascistas italianos), Lenine,
Dolores Ibárruri (convocando os republicanos espanhóis a barrarem o caminho à
insurreição dos Franquistas: “No passaran
!” -
diria “La Passionária ”), de
Churchill (augurando “Sangue, suor e
lágrimas” aos democratas europeus na defesa da Liberdade, perante as
invasões nazis e fascistas), de Jean Monnet (na construção da União Europeia),
de Simone Veil (propondo a despenalização do aborto), de João Paulo II (em
Assis: durante uma celebração que reuniu mais de 200 representações
confessionais - orando pela Paz no Mundo) - todos eles na Europa; mas igualmente
discursos de Salvador Allende (no Chile
- Palácio de la Moneda ): onde,
decepcionado, denuncia a traição clara dos seus oficiais superiores -
perante si e perante o povo chileno
- ao encetarem um golpe militar
da direita), os discursos de John Kennedy
e o discurso de Martin Luther King (em luta pela igualdade racial e
social: “Digo-vos aqui e agora, meus
amigos: mesmo que tenhamos de enfrentar dificuldades, hoje e amanhã, eu tenho
um sonho. Um sonho profundamente enraizado no sonho americano”) -
todos eles na América.
Em Portugal, particularmente,
houve discursos marcantes no “volte face”
da nossa História - recordando-nos do célebre discurso de Afonso
Costa (Novembro de 1906, nas Cortes), onde o deputado republicano, denunciando
as avultadas verbas adiantadas ao Rei D. Carlos, escândalo num país em
bancarrota, pede a prisão e julgamento do Rei por roubo; marcante, igualmente,
o discurso de Salazar (1928), onde o Ditador traça as coordenadas do futuro quadro
administrativo, a ditadura política e o partido único -
preparando a Constituição de 1933; sendo igualmente de recordar os
discursos de Vasco Gonçalves e Mário Soares (já em regime Democrático ).
Há algum tempo, Eduardo Cintra
Torres escreveu (in “Público”) uma crónica onde lamentava a
ausência de Tribunos na Assembleia da República
- onde os oradores privilegiavam
uma oratória predominantemente pragmática (às vezes primando pelo insulto, ou
pela abordagem humilde do entrecho da intervenção; sem a elegância da
construção do léxico - pela força elegante da palavra, pelo
arrebatador percurso dialéctico das ideias
- que encontrávamos em António José de
Almeida, Alexandre Braga, Ramada Curto, Palma Carlos ou Magalhães Godinho). Os
discursos de Salazar, embora ocultassem fins anacrónicos face a uma Europa
democrática em construção, eram oratórias equilibradas, e de ideias e frases
tão sugestivas e tão bem construídas, que o próprio Cintra Torres confessava
(na crónica referida) que, ao lê-los, receava (apesar de ser anti-salazarista)
tombar nos princípios ideológicos do Ditador
- tão sugestivos eram os
discursos. E quão belos, arrebatadores, suculentos de ideias, de princípios, de
apelos, a um tempo de invectivos sociais pertinentes de igual modo, são os
Sermões dos igualmente nossos Padre António Vieira e Santo António:
extasiando-nos de beleza estéctica, beleza ética, denunciando caminhos ínvios
nas sociedades de então, com formas estéticas, a um tempo sublimes e assertivas - que
nos ensinam a gostar da Cultura, a saber optar, a recolher princípios éticos, a
saber pensar e criticar; em suma, ajudando-nos a reflectir, conduzidos por um
Humanismo.
José Alexandre
Laboreiro
UMA BOA NOTÍCIA PARA O CONCELHO DO ALANDROAL
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Turismo rural Casas de Juromenha lota
nos fins de semana de Verão |
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Presstur 26-06-2012 (15h47)O
Turismo rural Casas de Juromenha, à beira do Guadiana, concelho do Alandroal,
Alentejo, anunciou que a sua capacidade para os fins de semana de Julho a
Setembro “está praticamente esgotada”.
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FOTOS
“A novidade do espaço, a inserção junto ao Guadiana e às portas do
Grande Lago e os programas de actividade que detém” são, de acordo com a
unidade, ingredientes que a tornam “um dos locais de turismo interno mais
procurados no Alentejo”.
Em comunicado a Casas da Juromenha assinala que tem promovido “programas de “assalto” a Olivença”, “uma regata de traineiras mesmo em frente à piscina que bordeja o Guadinana”, “aluguer de pranchas de windsurf ou mesmo um dos OpenBic disponíveis” e também a “actividade de STAR Watch - Passeio pelo Céu”.
O primeiro desses programas inclui “saída de barco até à outra margem, bus até à cidade para jantar ou assistir a uma tourada e regresso a casa para contemplar o céu estrelado”.
Sobre a regata de traineiras refere que se realizou “mesmo em frente à piscina que bordeja o Guadinana, com a participação de mais de 60 marinheiros durante a qual os turistas puderam acompanhar num barco com bebidas e tapas, além da oferta gratuita de canoas e kayaks para quem quisesse navegar”.
O “STAR Watch - Passeio pelo Céu, de que as próximas sessões são a 20 e 21 de Julho, 17 e 18 de Agosto e 7 e 8 de Setembro, indica que se trata de “sessões de observação de astros, realizadas com o reconhecimento técnico da Sociedade Portuguesa de Astronomia e da Nuclios”.
A unidade assinala ainda que a sua oferta de animação náutica “também passa pelo aluguer de pranchas de windsurf ou mesmo um dos OpenBic disponíveis”.
“Os menos dotados podem ser formados pelos monitores da Academia do Rio, uma oportunidade também para quem nunca experimentou”, acrescenta, referindo ainda que também disponibiliza “passeios de barco, com todo o conforto e privacidade”.
Outra opção, para “os amantes da natureza” são “passeios de flora e fauna ou passeios temáticos, com monitor, existindo ainda a hipótese de se passear a pedal, em BTT”.
A unidade dispõe de seis casas “decoradas com a simplicidade a que convida o ambiente rural, mas com todo o conforto e elegância a que está habituado”, segundo no seu website, onde também refere que todas as unidades estão “equipadas com ar condicionado, lareira, cozinha equipada (com microondas, fogão e frigorífico), televisão e internet wireless”.
A Casa 1, com uma suite e um quarto duplo, a
Clique para mais notícias: Casas de Juromenha
Clique para mais propostas: Alentejo
NA IMPRENSA DE HOJE (Comentários)
CHEGUEM-LHE QUE AINDA MEXE….
MAIS UMA À PS SOCRÁTICO E SEUS CORRELEGIONÁRIOS. AGORA... QUEM VIER ATRÁS QUE FECHE A PORTA
terça-feira, 26 de junho de 2012
DUQUES & CENAS (Rubrica do Dr. J.L.N.)
Férias na
praia? Já lá vai o tempo....
Vêm aí as férias. Muitos portugueses, com os subsídios
de férias cativos para pagamento dos grandes buracos criados por verdadeiras
corjas de malfeitores, não terão alternativa: ficam em casa, com os pés de
molho num alguidar com água fresca, à espera de melhores dias. A minha fofa já
comprou dois: um para nós e outro para os vizinhos de cima. De barro, para a
água se aguentar fresquinha durante mais tempo. E comprou também um saquinho de
sal de cozinha. Sempre ficamos com o sabor a mar nas canelas.
A “economia de Verão” vai, portanto,
ser uma catástrofe. Centenas de restaurantes, das duas, uma: ou fazem preços
rastejantes, e não terão retorno suficiente para pagar aos fornecedores, ou
terão de encerrar portas; se baixarem os preços… vão ter de fechar na mesma. Os
hotéis irão funcionar a meio-gás com o dinheiro de alguns camones e nós, a
malta normal, mais uma vez, ficaremos
sem capacidade para gozarmos aquilo que é nosso: as nossas praias, o nosso Sol,
o nosso país meio devassado por incompetentes.
E como isto está tudo muito deprimente,
vou acabar por aqui para ir dar uma massagem à minha fofa, que hoje acordou com
os músculos tensos na zona do pescoço.. Até logo.
J.L.N.
UM POEMA DA LISETTE
NÃO ME CHAMES
Não te rias porque eu choro.
Não chores se eu partir.
Não me chames, que eu não volto.
Não vou ficar. Eu quero ir.
Ver o Mundo de outro lado
Onde o verde seja a esperança,
De que toda a criança
Pode rir, pode brincar,
Pode correr e sonhar.
Porque no fim da corrida,
Não está vazia. Tem vida.
Lisette Alvarinho
16/11/2011
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RADIO DIANA/FM
Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/
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Terça, 26 Junho 2012 09:19
Por várias vezes tenho ouvido
conversas que questionam sobre o como é que a crise está a parar as coisas.
Parece que há um sentimento generalizado de que tudo continua na mesma,
sobretudo nos grandes eventos de massas. Eu cá no meu bolso e na minha vida de
vereadora deparo-me com ela todos os dias e não é só desde de 2011. E convivo
com as suas vítimas, resistentes e resilientes, desde há largos meses. Havendo
alguns que parecem já estar mais para lá do que para cá e aparentemente
conformados, outros há que a recebem com choque ao primeiro embate. É como se
fosse a diferença entre a dor crónica e a dor aguda, sendo que a dor crónica se
agudizou. E o embate teve a ver com a legislação, que é aquilo que os técnicos
em leis fazem sob orientação dos políticos, e com a chamada “lei dos
compromissos”.
Sobre compromissos não encontrei
nenhum provérbio, mas sobre promessas há uma chuva deles e cheiinhos de razão.
É que a lei dos compromissos veio mesmo impedir uma enorme quantidade de
promessas que se podiam fazer, e em muitos casos, com muito ou pouco atraso,
cumprir. E não é que mesmo quem diz que os políticos só prometem, quando eu
agora venho dizer que não prometo, não porque não queira mas porque não posso,
há quem leve a mal! Também é verdade que os recém impedimentos trouxeram ao
conhecimento práticas e procedimentos que muitos, se não a esmagadora maioria
das pessoas, desconheciam. Opções de políticas de incentivo, que se deram como
direitos naturalmente adquiridos, sobre os quais não se faziam contas, e que
agora já não podem ser opções, são mal interpretadas como uma não vontade de
apoiar. É o caso particular do nosso teatro municipal.
Equipamento “tão” patrimonial como o
é a nossa cidade de Évora, o “Garcia de Resende”, onde reside uma companhia que
tem ao longo dos anos também prestado serviço externo aos espetáculos aí
realizados, serviços pagos depois pelo município (sempre com dificuldades e, em
meu tempo de vereação, com grandes atrasos), mesmo os que são realizados pela
própria companhia, vê-se agora comprometido na sua utilização. Serão não só
algumas condições de segurança, cujas melhorias se preveem em projetos para os
quais não há dinheiro para tirar das plantas, mas também com o pagamento desses
serviços técnicos que cada ensaio e espetáculo exigem. Não podendo, nem
querendo aumentar a dívida para com esses prestadores de serviços, qualquer
promessa que assuma um compromisso de pagamento não passará nunca de uma
daquelas que enchem o inferno. E é por isso que quando houver pedidos para a
utilização do teatro por parte de entidades que desde sempre se habituaram a
que lhes fosse cedido sem “mas”, lá teremos que responder que, e cito-me «Face
aos constrangimentos financeiros que atravessamos, e não querendo inviabilizar
a cedência deste equipamento municipal, mantém-se a intenção de isentar do
pagamento de taxas de ocupação a associações e outras entidades de reconhecido
mérito. A Câmara Municipal de Évora passará, no entanto, a cobrar os valores
acima indicados, de forma a pagar esta prestação de serviços». Tudo isto me faz
lembrar um procedimento de há alguns anos e que eram aqueles dois preços nas
embalagens dos medicamentos: o preço total e o da comparticipação pelo estado,
vulgo com receita médica.
E é também assim que esta crise vai
deixando mossas na vida pública, quando já nem «prometer é mais fácil do que
dar», quando as «promessas são só as de Cristo», quando «prometer é uma maneira
de enganar», quando «prometer não é dar, mas a tolos contentar». E quando os
únicos conselhos que posso ouvir dizem que «de promessas quem vive é santo»,
que «mais vale não prometer do que prometer e faltar» ou o assisado «promete em
dúvida, que ao dar ninguém te ajuda». Inegável.
Até para a semana.
Cláudia Sousa Perera
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DIVULGAÇÃO
SAFIRA '12 | Festival de Artes na Paisagem, um festival que
acontece em pleno campo, no coração do montado alentejano, e que oferece uma
intensa programação cultural, em que a arte dialoga com o esplendor da
paisagem.
O SAFIRA '12 | Festival de Artes na Paisagem decorre nos
dias 13, 14 e 15 de Julho na Herdade das Valadas, junto à aldeia de Safira
(entre Vendas Novas e Montemor-o-Novo) e tem como co-produtores o Chaparro
Inquieto e O Espaço do Tempo, projecto bem conhecido do coreógrafo português
Rui Horta sediado em Montemor-o-Novo.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES….
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Segunda
feira, 25 de junho de 2012
Querem os subsídios de férias? Olhem para aqui
Se quer os subsídios de volta, o funcionalismo público devia ser o primeiro
a estar interessado na separação entre o trigo e o joio da Administração
Pública. Um exemplo prático: o Concelho do Alandroal tem cerca de 6200
habitantes, mas tem 1 funcionário público por cada 30 habitantes e uma dívida
de 4500 euros por habitante. São necessários todos aqueles funcionários? Como é
que um Conselho tão pequeno acumulou uma dívida tão grande? Aquele Concelho é
necessário? Não podia ser fundido com outro? Enquanto não fizermos estas
perguntas e a consequente separação entre o essencial e acessório, a reposição
dos subsídios estará comprometida. Como dizia Teodora Cardoso, as metas a
curto-prazo eram impossíveis de alcançar sem o corte dos subsídios, e - mais
importante - esse corte deu margem para se tomarem outras medidas, sobretudo a
reestruturação da Administração Pública (Negócios, 20 de Outubro de
2011).
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/querem-os-subsidios-de-ferias-olhem-para-aqui=f735128#ixzz1yo2Pk7Rq
Comentário que merece meditação:
1.Tenha-se a interpretação e juizo que se tiver sobre a situaçao do Concelho,o certo é que o cerco interno e exterior ao Alandroal vai começar a apertar-se pelo que será acertado pensar as melhores maneiras de lhe dar o combate necessário e adequado.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/querem-os-subsidios-de-ferias-olhem-para-aqui=f735128#ixzz1yo2Pk7Rq
Comentário que merece meditação:
1.Tenha-se a interpretação e juizo que se tiver sobre a situaçao do Concelho,o certo é que o cerco interno e exterior ao Alandroal vai começar a apertar-se pelo que será acertado pensar as melhores maneiras de lhe dar o combate necessário e adequado.
2. As coisas andaram bastante mal no passado recente e, como é evidente, nem a culpa deve morrer solteira nem os culpados devem eximir-se à prestação de contas e ao assumir dos factos e erros que cometeram.
3.Mas,daí até aceitar-se que o Concelho possa fundir-se ou mesmo ser extinto vai uma grande diferença, até porque em primeira análise, há dezenas de Concelhos em circunstâncias iguais, ou parecidas que não vão aceitar a desistência de si próprios e da sua continuidade histórica e autarquica.
4. Contudo a realidade que queremos assinalar é a de que qualquer posição concelhia inicial que venha a ser aberta e assumida, exigirá por certo todo o empenho e a entrega de todos os Alandroalenses em todos os campos e tabuleiros de intervenção que forem sendo precisos.
Porque se não for assim...
Melhores saudações
AnBerbem
CRÓNICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA DIARIAMENTE NA RÁDIO DIANA/FM
Segunda, 25 Junho 2012 10:12
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Um ano se passou desde as últimas eleições. De então para cá, não houve nenhuma área em que as condições de vida da maioria dos portugueses não se tivessem agravado.
O desemprego subiu para níveis nunca antes vistos, os salários baixaram, o serviço nacional de saúde tem vindo a ser desmantelado de forma organizada e consciente, os sectores estratégicos, estão a ser vendidos ao desbarato, para lançar dinheiro sobre uma dívida que não para de crescer.
Por outro lado, a repressão aumenta e o controlo exercido em múltiplas formas sobre os órgãos de comunicação social, acentua-se dia após dia, chegando a roçar as raias do caricato, não fossem as consequências tão dramáticas.
Os portugueses desacreditaram da política e vivem de costas voltadas para as instituições da democracia, esquecendo-se que não são os políticos que detêm o poder, antes os tecnocratas, que têm do mundo uma visão contabilística e que gerem o país como se duma empresa se tratasse, subvalorizando o cidadão comum, olhando para ele de forma parcelar, despindo-o de direitos, de sonhos, de sentimentos.
O ano passado levou ao poder aqueles que professam a austeridade, escudados num acordo que à época das eleições, ninguém conhecia. Agora já lhe chamam resgate, mas na altura o nome usado era ajuda financeira… Que ajuda?
A austeridade tem um fim, cumpre um objetivo, que é a desvalorização do trabalho, a retirada de direitos, a transferência para as mãos de privados, de tudo o que é lucrativo, a permanência nas mãos do Estado de tudo o que dá prejuízo.
Foi assim com a EDP, por exemplo, será assim com a Caixa Geral de Depósitos, foi assim com a REN, será assim com os CTT, com a TAP, enfim… a lista engrossa a cada dia que passa.
Entretanto com o novo pacote laboral agora assinado pelo presidente, os portugueses foram definitivamente lançados às feras, voltamos aos tempos dos senhores e dos servos, em que a uns tudo é permitido e aos outros tudo é imposto, independentemente da sua vontade.
O país regressou aos tempos da outra senhora, numa versão aparentemente mais suave, mas apenas aparentemente, porque a realidade nua e crua, despida de floreados é que eles voltaram e estão aí para ficar.
Se nós deixarmos é claro.
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Miguel Sampaio
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SÍNTESE DO QUE FAZ NOTICIA NO ALENTEJO
Temperaturas sobem até 4.ªfeira. 40 graus no Alentejo
O município de Elvas, no
Alentejo, mostrou-se convicto de que as
fortificações da cidade serão classificadas em 2013 como Património Mundial,
pela Unesco.
A Câmara Municipal de
Ferreira do Alentejo anuncia que emitiu um parecer negativo sobre “qualquer
eventual alteração à Organização Administrativa.
IMPRENSA RECENTE
INFORMAÇÃO C.M.A.
Filme “Titanic 3D” na Estreia do Novo Equipamento de Cinema
Digital
O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal vai
inaugurar, no próximo dia 29 de junho, pelas 21:30h, um moderno sistema de
cinema digital 3D, com a exibição do filme “Titanic 3D”. O novo equipamento vai
permitir a projecção dos filmes mais recentes, com o recurso à última
tecnologia disponível, proporcionando assim uma experiência única aos munícipes
do concelho. Face ao crescente impacto
que o cinema digital 3D começa a ganhar, e tendo em conta a maior economia de
custos que proporciona, em comparação com o cinema analógico, a Câmara
Municipal de Alandroal decidiu apostar nesta nova tecnologia, que vem
modernizar e dar uma nova dinâmica ao cinema no Fórum Cultural de Alandroal,
colocando-o assim num patamar idêntico ao das melhores salas de cinema da
região Alentejo. O novo equipamento, NEC
NC1200C, idêntico ao instalado nas salas de Portel, Redondo e Reguengos de
Monsaraz, representa um investimento de cerca de 75 mil euros, comparticipado
em 80% pelo QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional 2007/2013, no
âmbito da “Rede de Equipamentos Culturais do Programa Operacional”- INALENTEJO.
Para inaugurar e testar as novas potencialidades da sala, o Município preparou
uma programação composta por algumas das últimas estreias. Assim, os próximos
filmes já agendados são: “Os Piratas”, no dia 1 de Julho, “Florbela”, no dia 13
de Julho e “O Ditador”, no dia 27 de Julho. Os bilhetes terão um preço único de
3,5 euros, sendo que os munícipes portadores do Cartão do Jovem Munícipe
poderão usufruir de um desconto de 25% sobre o preço do bilhete. Além disso,
foi criado um cartão de fidelidade, a que qualquer pessoa pode ter acesso, de
forma gratuita, no Fórum Cultural de Alandroal e que prevê a oferta de um
bilhete por cada 5 filmes a que o seu portador assista.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
INFORMAÇÃO DO CLUBE RUGBY DE JUROMENHA
Participação notável da equipa da A.I.R. Guadiana.
Realiza-se no próximo dia 30 de Junho o VII Torneio
Internacional da Moita, no qual participarão alguns elementos do C.R.J.,
integrados na equipa de convidados, XV da Amizade
DIVULGAÇÃO C.M.V.V.:
"A Rota da pintura fresquista de Vila Viçosa na época
renascentista (1550-1630)"
Integrada no programa das Comemorações dos 500 anos do Foral
Manuelino de Vila Viçosa, realiza-se, no próximo dia 30 de Junho, a partir das
15H30, a visita temática intitulada “A Rota da Pintura Fresquista de Vila
Viçosa da Época Renascentista (1550 - 1630)”, coordenada e dirigida pelo
Professor Doutor Vítor Serrão (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).
Concentração: Posto de Turismo de Vila Viçosa (Praça da República)
Percurso:Igreja de Santo AntónioMosteiro de Nossa Senhora da EsperançaMosteiro
das ChagasPalácio Ducal A participação nesta actividade livre mas está sujeita
a inscrição prévia até dia 28 de Junho, através do telefone 268 889 314.
Maria João FerreiraGabinete de Informação e Relações Públicas Câmara Municipal de Vila ViçosaPaços do Concelho | Praça da República
Maria João FerreiraGabinete de Informação e Relações Públicas Câmara Municipal de Vila ViçosaPaços do Concelho | Praça da República
sexta-feira, 22 de junho de 2012
UM OSSO DE CADA VEZ - (Rubrica semanal de AnB)
UM OSSO de CADA VEZ
I.
Temos a noção um tanto
religiosa de que um mundo onde as coisas boas acontecessem às pessoas boas e as
más apenas às pessoas más seria mais justo,equilibrado e aceitável.
Quando verificamos que não é
bem assim que acontece, nem com as pessoas nem com os países, perturba e
incomoda-nos que “a águia germânica” esteja descaradamente a fazer de Portugal
um dos estados satélites de Berlim.
Portugal pode estar em vias
de tornar-se a fronteira sul da Alemanha, separando-nos das potências marítimas
( USA, Inglaterra, Brasil) e do nosso mar, dos nossos arquipélagos, dos nossos
recursos. Como esteve para acontecer com as ex-colónias por mais de uma vez.
Sem darmos por isso podemos
transformar-nos numa cabeça de praia do “urso germânico”. Comprovando esta
hipótese, digam lá, se não vamos estando já privados da nossa liberdade de
acção como estado europeu soberano?
II.
“Mentirosos Natos” é o
titulo de um livro de Ian Leslie que sugerimos aos que se interessam pela
interpretação da vida politica actual em todas as suas escalas e
dimensões.
A lição principal é só uma:
todos mentem, a toda a hora. Acordados ou a dormir a relação com a mentira está
sempre presente.
O problema porém é que
estamos tão habituados à mentira que deixamos passar por verdadeiras,
afirmações que são falsas e mentirosas prejudicando abertamente a vida das
pessoas desde que se vá mantendo o poder.
Vejam este caso do resgate à
banca de Espanha. É mentira que o país vizinho tenha só um problema financeiro…
Tem, isso sim, um problema económico e social bastante grave de desemprego que
começou no imobiliário.
Por isso prefiro optar pela
ideia “de que tanto tempo levamos a dizer uma mentira quanto tempo levamos a
dizer a verdade”.
É uma questão de opção e de
verdadeiras escolhas pessoais. Não acham?
INTERNACIONAL
III.
Já todos percebemos que
Angela Merkl é um “animal politico” que só vai dizendo o que quer quando
estrategicamente lhe convém.
François Hollande ao lado
dela já foi enrolado ao deixar centrar-se apenas na conversa dos “eurobonds”.
Isto em vez de assumir o relançamento e a refundação politica europeia
começando pela necessidade prioritária de criar a Unidade política federal a
sustentar a união monetária.
O que devemos salientar é
que a mulherona tem tanto de calculista
como de politicamente inteligente e que é preciso saber decifrá-la quando abre
a boca em defesa dos interesses alemães. Ou seja, Europa sim, mas a várias
velocidades. Sim à Europa, mas desde que não haja renegociação das dividas e
dos prazos dos países devedores. Etc.
Em síntese, nada agrada à
chanceler a não ser o que ela própria ditadora ordena. A França europeia que
acorde, diríamos nós!
IV.
Atente-se no facto de que a
dita Senhora Merkl parece continuar irredutível quer contra a Grécia quer até,
se necessário for, contra a moeda única a 17.
Na verdade, o que deve
assinalar-se é que a Alemanha não tem interesse nenhum em aliviar a pressão
sobre os países do Sul uma vez que assim poderá continuar a financiar-se nos
mercados com taxas de juro negativas.
E esta hein?...
Anotem aí que os estados
ricos tal como os grandes investidores são como os tubarões. Onde cheiram
sangue cheiram o ataque violento…
Por isso é que esta crise vem sendo um bom
negócio para Alemanha. Resta saber se tal como Portugal saiu dos mercados,
consegue sair da crise sem sair da democracia de 1976. Se é que já não saiu…
LOCAL
V.
Miguel Torga é um dos
grandes autores da literatura portuguesa.
Um poeta, ficcionista,
dramaturgo e ensaísta ao qual volta e meia regressamos sempre com grande prazer
e gozo literário.
Transmontano, médico e
caçador gostava muito do Alentejo e celebrou-o no seu “Diário” através daquilo
a que podemos chamar “as nossas forças elementares” ( a terra, o sol, a
planície, a paisagem, as colheitas, as rugas humanas).
No volume XII (2º
edição,1977) apresenta-nos Estremoz, Portalegre, Elvas e Juromenha.
Ora vejam: Juromenha,4 de
Outubro de 1976
SOLUÇO À VISTA DE OLIVENÇA
Alentejo!
Minha terra total!
Meu Portugal
Aberto,
Eternamente incerto
Nas fronteiras, no tempo e nas colheitas!
Praças fortificadas
(…)
As rugas tatuadas
No rosto dos meus dias…
VI.
Já agora, reparem que Miguel Torga foi também
uma das vozes contra a nossa integração europeia tal como Agostinho da Silva.
No “ Diário” (vol. XVI) a
propósito da assinatura do Tratado da União Europeia (Maatricht,7/2/1992)
escreveu o seguinte:
“Anestesiados previamente pelos invasores e
seus cúmplices, somos agora oficialmente europeus de primeira, espanhóis de
segunda e portugueses de terceira.”
Pergunto: dá para hoje nos revermos nesta visão?
AnB
(22/6/2012)
PESQUISÁMOS PARA QUE SE DIVIRTA NO FIM-DE-SEMANA
ALANDROAL & CONCELHO
VILA VIÇOSA & CONCELHO
ÉVORA
PROGRAMA
FESTAS POPULARES DA CIDADE – FEIRA DE S. JOÃO 2012
22 junho a 1 julho
FESTAS POPULARES DA CIDADE – FEIRA DE S. JOÃO 2012
22 junho a 1 julho
22 de junho |
sexta-feira
|
Abertura oficial da Feira
Local: Concentração dos convidados – Pavilhão da CME (frente à Horta das Laranjeiras)
Apresentação de cumprimentos pelas autoridades, acompanhadas pela Banda Filarmónica “24 de Junho” de S. Miguel de Machede
18h45
Cerimónia de entrega de certificados aos formandos que concluíram a primeira ação de Qualidade Aeronáutica, realizada no novo Polo de Formação Aeronáutica do Centro de Formação Profissional de Évora do IEFP, IP
Local: Setor Institucional - Stand do IEFP
Org.: IEFP
Quiosque de ciências
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Centro Ciência Viva de Estremoz
19h00
Workshop “Expressa os teus direitos”
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Projeto MUSEpe
Convívio – Escolas de Futebol
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: CME
19h30
Demonstração de Hip-Hop: S4D, N’Dance, Red Light
Local: Espaço Jovem (junto à Arena20h30
Animação pela Associação de Creche e Jardim de Infância de Évora
Atelier de modelagem de barro com a Aldeia da Terra
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
21h00
Coral da AHRIE
Local: Espaço Jovem
Workshop “Expressa os teus direitos”
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Projeto MUSEpe
Convívio – Escolas de Futebol
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: CME
19h30
Demonstração de Hip-Hop: S4D, N’Dance, Red Light
Local: Espaço Jovem (junto à Arena20h30
Animação pela Associação de Creche e Jardim de Infância de Évora
Atelier de modelagem de barro com a Aldeia da Terra
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
21h00
Coral da AHRIE
Local: Espaço Jovem
22h00
Comédia Musical “Eu Conheço-te!” com Paulo Vintém, Sónia Brazão, Maria João Abreu, Mico da Câmara Pereira, Rita Rodrigues, Ricardo Raposo e um convidado surpresa Local: Arena d’Évora Org.: Produção Terra Brava Concerto pela Banda Filarmónica 24 de Junho de S. Miguel de Machede Local: Palco da Horta das Laranjeiras Org.: CME Atuação do Grupo Musical “Amigos do Guadiana” – Cante Alentejano Local: Palco da Horta das Laranjeiras Org.: CME Arraial com Sons & Tons Local: Espaço Jovem (junto à Arena) Org.: Associação Juvenil de S. Vicente do Pigeiro |
24h00
Big
Bang
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Suão - Associação para o Desenvolvimento Comunitário
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Suão - Associação para o Desenvolvimento Comunitário
23 de junho |
sábado
|
10h00-11h00
Gincana
Corrida de bicicletas para pais e filhos (3-6 anos)
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Apoios: Bike Lab e Associação “Os Pedaleiras”
14h00
3º Campeonato de Ouri de Évora
Local: Palácio de D. Manuel
Org.: Universidade de Évora e Sociedade Portuguesa de Matemática
18h00
Circuito de bicicletas para crianças dos 6 aos 10 anos
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Apoios: Bike Lab e Associação “Os Pedaleiras”
Quiosque de ciências
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: Centro Ciência Viva de Estremo
18h30
Banda TRAZPAZ
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Assembleia de Deus de Évora
19H00
Torneio Beachrugby (Sub 8, 10, 12)
Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena
Org.: Clube Rugby Évora Apoio: CME
19h30
Combo Jazz | Ensemble de Clarinetes |Orquestra de Cordas Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Eborae Musica
20h00
Circuito de segurança rodoviária
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: PSP de Évora
20H30
Atelier de modelagem de barro com a Aldeia da Terra
Local: Espaço Criança – Parque Infantil (Jardim Público)
Org.: CME
21h00
Grupo Coral Vozes de Canaviais
Local: Espaço Jovem
22h00
Concerto com Anabela e Carlos Guilherme acompanhados pela Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre
Local: Arena d’Évora
Org.: CME
Espetáculo pelo Grupo de Música Tradicional “Entr’O Cante”
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
Arraial com Tiago Miguel
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Associação de Jovens Azarujenses
23h00
Concerto com José Mendes
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
24h00
- Banda The Groom
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: SUÃO – Associação para o Desenvolvimento Comunitário
24 de junho |
domingo
|
18h30
Atuação do Coral Polifónico AD Lisboa
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Assembleia de Deus de Évora
19H00
Torneio Futebol Praia Feminino – Euro2012 Local: Espaço desportivo – (FANZONE EURO2012) – junto à arena Org.: CME/ INATEL |
21h30
Miss e
Mister Évora Banda D’Accord
Local: Espaço Jovem (junto à Arena)
Org.: Carpe Diem
22h00
Grande Noite do Fado com Mário Di Moita, Marta do Carmo,
Patricia Leal, Pedro Calado, Rui Canelas, Rui Lopes,
Rui Soldado, Teresa Bilou, Valtemar Mochila.
Músicos: conjunto de guitarras de Sidónio Pereira
Local: Arena d’Évora
Org.: CME
Atuação de Grupos Corais Alentejanos - Cante
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
24h00
Banda D'Accord
Local: Espaço Jovem
Org.: Carpe Diem
MONTEMOR
Grande Noite do Fado com Mário Di Moita, Marta do Carmo,
Patricia Leal, Pedro Calado, Rui Canelas, Rui Lopes,
Rui Soldado, Teresa Bilou, Valtemar Mochila.
Músicos: conjunto de guitarras de Sidónio Pereira
Local: Arena d’Évora
Org.: CME
Atuação de Grupos Corais Alentejanos - Cante
Local: Palco da Horta das Laranjeiras
Org.: CME
24h00
Banda D'Accord
Local: Espaço Jovem
Org.: Carpe Diem
MONTEMOR
Participação
especial do Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz
- Hinos cantados por mais de 30 vozes do Maine, Estados
Unidos da América;
- Temas de Franz Joseph Haydn, Jane Marshall, canções da Comunidade
Shaker,
Espirituais Americanos e canções portuguesas.
maestro: Mr. Ray Cornils
Acompanhante: Ms. Julia Morris-Myers
Espirituais Americanos e canções portuguesas.
maestro: Mr. Ray Cornils
Acompanhante: Ms. Julia Morris-Myers
Baile
- Danças Tradicionais
Arte e Cultura | 23-06-2012 a 23-06-2012
A 23 de junho, no palco exterior do Centro
Cultural de Redondo, às 21h30.
Celina da Piedade no acordeão e voz, acompanhada por Leónia
de Oliveira, monitora de dança, fazem acontecer o Baile de Danças Tradicionais,
um encontro em torno de danças populares de toda a Europa, em que todos são
convidados a participar ativamente, não como meros espectadores, mas como parte
importante da engrenagem que faz mover uma roda de gente.
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