segunda-feira, 28 de maio de 2012

INTERLUDIO

OS BONS HÁBITOS COMEÇAM LOGO NO PRINCIPIO
(Claro que o Editor não partilha de todo com estes hábitos - é apenas uma brincadeira!)

CRÓNICA DIÁRIA DA RÁDIO DIANA/FM




Segunda, 28 Maio 2012 10:29
Por muito que nos custe aceitar, a nossa dimensão torna-nos num parceiro quase irrelevante no contexto internacional.
Somos poucos, não temos peso económico, os nossos recursos naturais são escassos, daqui resulta ser a nossa soberania, relativa, num mundo cada vez mais globalizado em que o poder económico e financeiro se sobrepôs definitivamente ao poder político, e em que depois da queda do bloco de leste, age sem um opositor, que possibilite refrear de forma eficaz a tentação crescente de maiores lucros à custa da diminuição progressiva de direitos, chegando muitas vezes a utilizar o que desses direitos decorre, como fonte de rendimentos. É o caso da água, ou da saúde, ou da educação é também o caso da eliminação pura e simples de direitos básicos, consagrados na carta dos direitos humanos, assinada por todos os membros da ONU, em função não de um qualquer ditador terceiro mundista, mas dos interesses de Estado das ditas grandes potências.
Nos últimos anos tem vindo a acumular-se a concentração de poderes nas mãos de organizações não eleitas, sem qualquer representatividade, que mais não são do que a fachada dos interesses financeiros. O mundo tal como emergiu da segunda guerra mundial, não existe mais e é agora um condomínio privado de alguns e uma prisão sem fuga para a grande maioria dos seus habitantes.
Um dos instrumentos mais eficazes deste poder sem rosto, é a desinformação. Controlam os órgãos de comunicação social e veiculam o que lhes convém, umas vezes manipulando, outras criando falsas notícias, outras ainda ignorando pura e simplesmente factos sucedidos. As pessoas não sabem pura e simplesmente o que se passa à sua volta, porque as fontes de informação não são na maior parte dos casos credíveis.
Outro recurso, não menos importante, reside no facto de as fronteiras existirem apenas para os que não têm poder para as ignorar. O capital é global funciona em qualquer parte do planeta sem restrições, enquanto os trabalhadores são contidos dentro dos seus estados, não tendo acesso à livre circulação, não tendo possibilidade de aferir a sua situação com a de outros trabalhadores, ignorando a extensão mundial da crise que os afeta, dispersando esforços de resistência e contestação, que seriam muito mais eficazes caso fossem globais.
Na verdade nem sequer sabemos o que se passa dentro dos nossos estados. Na era da informação estamos reduzidos a um conhecimento quase medieval do mundo em que vivemos.
Não é pois de estranhar a corrupção, o compadrio, a austeridade, seja ela a simpática austeridade social-democrata, ou a assassina austeridade neo liberal… No fundo não são mais do que o polícia bom e o polícia mau das fitas de Hollywood.
Até para a semana…
Miguel Sampaio

BREVES DO ALENTEJO


Organizada pelo Grupo Motards de Vila Viçosa realiza-se no próximo dia 3 de Junho uma Peregrinação Motard a Vila Viçosa.

O presidente da Câmara Municipal de Marvão equaciona retirar a candidatura a Património Mundial da Unesco.

A funcionar desde Fevereiro do corrente ano, a Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração e Manutenção da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, será inaugurada oficialmente no próximo dia 1 de junho.


A cantora cabo-verdiana Celina Pereira, o fadista Duarte e os Cantares de Évora são alguns dos artistas que vão atuar hoje à noite, no Teatro Garcia de Resende, em Évora, no espetáculo solidário “De mãos dadas, moda poesia e música”.

A Associação Eborae Mvsica promove hoje, às 18:30, um concerto, intitulado “José Afonso: de ouvido e coração”, para assinalar os 25 anos da sua morte, no Convento dos Remédios, em Évora.

A importadora Max Brands acaba de incorporar ao seu catálogo uma exclusiva linha de azeites produzidos na região do Alentejo, Portugal, na Quinta de São Vicente. 

No Alentejo o valor médio da avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, situou-se nos 968 euros/m2, em Abril passado, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).


COLABORAÇÃO DO DR. ALEXANDRE LABOREIRO


A revolta estudantil

«As dúvidas são como manchas na camisa lavada de branco, e a tarefa de cada escritor é suscitar dúvidas, porque a perfeição gera ideologias, ditadores e ideias totalitárias».

António Tabucchi
(citado in “Público”)

            António Arnaut refere (in “Rosto e Memória”) que comemorar tem a intenção de poder extrair (da celebração de um facto, de um movimento, de uma personagem) ilacções, modelos, ideias, com vista a uma orientação num sentido de vida - face aos ideais que perpassam o objecto da celebração. Vem esta alusão a propósito do facto de se estarem a comemorar os 50 anos dos Movimentos Estudantis de 1962  -  sobretudo em Coimbra e Lisboa (e com menor impacto no Porto, devido ao facto de a repressão do Estado Novo ter, uns tempos antes, desmantelado e sufocado o associativismo estudantil na cidade nortenha  -  massacrando as associações mais activas: as de Medicina, Belas-Artes e Ciências, poupando a Associação Académica de Farmácia, devido à circunstância de ser uma Associação altamente conservadora).
            Em Coimbra, a rebelião estudantil de 1969 (que culminou com a greve total aos exames) constituiu um momento; mas a movimentação académica de 1962 manter-se-ia de Março a Julho: estando em jogo a imposição ditatorial do Decreto 40900 (que pretendia “domesticar” as associações de estudantes  -  as quais exigiam ser instituições autónomas e democráticas), e  -  por outro lado  -  os estudantes revoltavam-se contra a proibição de realizarem o Encontro Nacional dos Estudantes em Lisboa: revolta que degeneraria na barragem (pela polícia)  das comitivas que de Coimbra se destinavam a Lisboa  -  e seriam conduzidas (feitas prisioneiras) para Lisboa; coincidindo, em Lisboa, com a prisão de (segundo os jornais ingleses) 1500 estudantes, apesar de a polícia dar informação de apenas 800 prisões: estudantes que protestavam contra a proibição do direito de reunião, e de manifestação cultural. Porém, a repressão seria mais desumana: foram imensos os estudantes expulsos de todas as Universidades Portuguesas: alguns dos quais só puderam terminar os seus estudos após a Revolução de Abril (como seria o caso de Manuel Alegre e do dirigente estudantil José Augusto Rocha), e outros emigraram clandestinamente (estudando em França, na Suiça ou Alemanha, ou na Holanda  -  como sucederia a Helder Costa e Medeiros Ferreira).
            E as movimentações académicas acabariam por ter um impacto imprevisto pelo poder da Ditadura, devido a dois factores importantes: o facto de se conseguir um grande leque ideológico de apoio às movimentações (entre os estudantes: católicos, socialistas, comunistas)  -  que colocaria nos protestos a própria periferia ideológica do regime; para além da aderência (grande participação, diga-se) do universo feminino.
            Assim, focaria dois exemplos, que ilustrarão bem os dois factores de impacto da rebelião estudantil: registarei a adesão pronta de estudantes oriundos de famílias de estrato social e económico elevado  -  que prestariam um desempenho de grande valia  -  o de fazerem a ligação (em carros desportivos de alta cilindrada) entre as várias associações académicas de Lisboa  -  carros que, pelo seu aparato, a polícia não interceptava, ao não suspeitar que esses carros “topo de gama” levavam no seu interior, panfletos contestatários ao poder totalitário e incentivando à contestação estudantil; por outro lado, em Coimbra, o “universo feminino” foi fundamental  -  através do voto  -  na esmagadora eleição da lista progressiva de Carlos Candal, que derrotou o candidato pró-regime do Estado Novo; derrota que, pelos vistos o autoritarismo governamental não previa  -  e que conduziu ao Decreto “domesticador” do Associativismo autónomo.
            Porém, a movimentação de revolta estudantil fomentaria uma “onda” cultural invulgar: encontros de Teatro, Conferências, Concertos de música erudita, espectáculos de Teatro e Cinema, Sessões de poesia, criação de cooperativas livreiras, encontros com escritores e poetas, exposições de artes plásticas.
            As Assembleias Gerais (os chamados Plenários) eram, nas Associações, autênticos momentos de politização, e de escolas cívicas: havia liberdade de opinião, responsabilidade cívica, consciencialização política: não se era apolítico, era-se, sim, apartidário. Formavam-se opiniões sobre a questão estudantil, à luz do processo dialéctico dos argumentos, dos fundamentos, das intervenções que iam percorrendo os Plenários  -  havendo liberdade de intervir. Constituiam “massas” formadas por cidadãos carentes de ser participativos.
            António José Saraiva (in “Maio e a crise da civilização burguesa”) anota: “Uma massa em estado dinâmico é lúcida, imaginativa, audaciosa, intuitiva. Uma massa em estado de inércia é estúpida e medrosa”. Aqui, registe-se a seguinte constatação: o regime salazarista não caíu, mas tremeu: caindo uma série de ministros da educação. E a movimentação estudantil de 1962 (tal como referiu Jorge Sampaio) seria o prenúncio da queda do Estado Novo: lançando as sementes da Democracia  -  recordando-me de ler (salvo erro no extinto jornal “O Tempo”) uma entrevista de Otelo Saraiva de Carvalho, onde ele referia a politização dos oficiais da Academia Militar (e dos soldados) pelos oficiais milicianos, oriundos das movimentações estudantis (obrigados a cumprir a guerra colonial)  -  politização feita em conversa nas casernas; oficiais do quadro que, mais tarde, fariam emergir o Movimento das Forças Armadas. Movimentação  estudantil que inspiraria uma forte participação cívica, um forte associativismo estudantil, um apegado princípio na construção de uma sociedade mais justa: alicerce dos valores fundamentais do Estado de direito, da preservação de um modelo de sociedade democrática, da defesa da qualidade e universalidade do ensino, da preservação de uma gestão democrática e aberta do ensino superior.
Em “A Revolta Estudante” (livrinho saído com a chancela das Edições Seuil, Paris  -  1968), Hervé Bourges, anota: “Vieram os dias de cólera. Tudo estremeceu, a fogosa Nanterre, a Sorbonne exemplar, todo o corpo da universidade burguesa. A ordem estabelecida desmorenou-se nas barricadas... O Estado parecia dissolver-se. A sociedade crepitava”. Por cá, não fomos tão radicais: porém, nada ficaria como dantes  -  desde a ampla divulgação (às claras e clandestina) dos ícones baladistas José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, Luís Cília, José Jorge Letria, José Mário Branco, Fausto e outros, até à aculturação de Associações Recreativas, passando por alterações no sistema de ensino superior, prova-se que a rebelião dos estudantes portugueses (que, registe-se, também se alargou a alguns Liceus  -  Lisboa e Santarém, por exemplo) conseguiu defender, com dignidade, os seus princípios frente a um regime totalitário, e  -  por outro lado  -  fazer enviar ao Futuro os seus princípios humanistas e os valores associativistas; e a prova está no dinamismo dos actuais jovens dirigentes do Associativismo Académico (vivendo uma Democracia, é certo: mas um regime democrático manchado de individualismo, indiferença, oportunismo, por uma crise de valores sociais). Porém, primando por ser francos, abertos, determinados na defesa de uma Democracia autêntica -  tomando como trincheira, a Cultura e o Associativismo.

José Alexandre Laboreiro

domingo, 27 de maio de 2012

JÁ PERDERAM A VERGONHA TODA

(Pesquisa - J. Lebre)

DESPORTO


RESULTADOS
3ª Divisão
Farense  3 – Aljustrelense  3
Pescadores 2 – Redondense - 0
Despertar 0 – Fabril 2
Lagoa  2 – União 3

Iniciados  : Estremoz - Terena

 EUROPEU 2012
Calendário de jogos
Horas de Portugal Continental (mais uma na Polónia, mais duas na Ucrânia)

Sexta-feira, 8 de Junho de 2012
POL - GRE, 17h00, Varsóvia
RUS - CZE, 19h45, Wroclaw

Sábado, 9 de Junho de 2012
NED - DEN, 17h00, Kharkiv
GER - POR, 19h45, Lviv

Domingo, 10 de Junho de 2012
 ESP - ITA, 17h00, Gdansk
 IRL - CRO, 19h45, Poznan

Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
FRA - ENG, 17h00, Donetsk
UKR - SWE, 19h45, Kiev

Terça-feira, 12 de Junho de 2012
GRE - CZE, 17h00, Wroclaw
POL - RUS, 19h45, Varsóvia

Quarta-feira, 13 de Junho de 2012
DEN - POR, 17h00, Lviv
NED - GER, 19h45, Kharkiv

Quinta-feira, 14 de Junho de 2012
ITA - CRO, 17h00, Poznan
ESP - IRL, 19h45, Gdansk

Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
SWE - ENG, 17h00CET, Kiev
UKR - FRA, 19h45, Donetsk

Sábado, 16 de Junho de 2012
CZE - POL, 19h45, Wroclaw
GRE - RUS, 19h45, Varsóvia

Domingo, 17 de Junho de 2012
POR - NED, 19h45, Kharkiv
DEN - GER, 19h45, Lviv

Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
CRO - ESP, 19h45, Gdansk
ITA - IRL, 19h45, Poznan

Terça-feira, de 19 Junho de 2012
ENG - UKR, 19h45, Donetsk
SWE - FRA, 19h45, Kiev

Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Não há jogos

Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
1A - 2B, 19h45, Varsóvia

Sexta-feira, 22 de Junho de 2012
1B - 2A, 19h45CET, Gdansk

Sábado, 23 de Junho de 2012
1C - 2D, 19h45, Donetsk

Domingo, 24 de Junho de 2012
1D - 2C, 19h45, Kiev

Segunda-feira, dia 25 de Junho de 2012
Não há jogos

Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Não há jogos

Quarta-feira, 27 de Junho de 2012
Vencedor #25 - Vencedor#27, 19h.45, Donetsk

Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
30: Vencedor #26 - Vencedor #28, 19h.45, Varsóvia

Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
Não há jogos

Sábado, 20 de Junho de 2012
Não há jogos

Domingo, 1 de Julho de 2012
31: Vencedor #29 - Vencedor #30, 19h45, Kiev

(Em breve nos “nossos inquéritos” vamos querer saber a sua opinião sobre o comportamento da nossa Selecção)

COMUNICADO C. M.A.

Piscinas Municipais Abrem no Próximo dia 2 de Junho
Com o Verão à porta e o calor a começar a fazer-se sentir, as piscinas Municipais de Alandroal dão as boas vindas a mais uma época balnear, com a abertura ao público a acontecer já no próximo dia 2 de Junho. Este equipamento estará aberto de terça a domingo, entre as 10:00 e as 20:00 horas, sendo a segunda-feira o dia de fecho para manutenção. 
Há semelhança de anos anteriores, as Piscinas Municipais vão oferecer um conjunto de actividades gratuitas, de que todos vão poder usufruir. O espaço “Banca de Jornais” é um exemplo. Aproveite para descontrair numa confortável cadeira à beira da piscina enquanto lê o seu jornal favorito de forma gratuita! Além disso, poderá ainda gozar de uma refrescante bebida na agradável esplanada do bar das piscinas. Aproveite e venha divertir-se neste espaço de lazer, com os amigos ou em família.
Gabinete de Imprensa C.M.A.

COMENTÁRIOS EM DESTAQUE


PELA POSITIVA EM - EM PARA OS INTERESSADOS EM ARQUEOLOGIA

Iniciativas desta natureza "deverão ter sempre" o nosso melhor acolhimento. Ignorar ou pretender fazer ignorar os conteúdos destes legados históricos (para o caso até peninsulares)é não ter a percepção do que é que "o passado" nos pode ajudar a entender "o futuro". Venham dos respeitáveis Manuel Calado, Conceição Roque, Victor Serrão, Manuel Pestana, Vicente Roma, Domingos Boieiro, João Cardoso, Souza Lobo, António Reis,etc. e etc. São património "escrito" recente pelo qual todos nos devemos interessar e que, a meu ver, contribuem para o aprofundamento do estudo «DO TODO, MATERIAL E IMATERIAL, QUE NOS RODEIA». Não olhemos ao perfil humano de cada qual...leiamos o que eles nos transmitem através dos seus escritos. E, quer se queira ou não, uns mais "experientes" outros menos, são autores "de estudo, de trabalho e de pensamento". Para mim, qual analfabeto, "isto" tem um nome: CULTURA.
Abraços para todos Tói da Dadinha


 Boa treta de espectaculo que mais uma vez nos deram. É esta a cultura nunca vista.hihihihihihi Que será o programador entendido do Alandroal. Uma vergonha.... emBoa treta de espectaculo que mais uma vez nos deram. É esta a cultura nunca vista.hihihihihihi Que será o programador entendido do Alandroal. Uma vergonha.
Anónimo


FORAM FEITAS TÃO IMPORTANTES DESCOBERTAS QUE NO MUNDO TODO SE FALA DAS MESMAS,ANDA É TUDO LOUCO. VÃO CAVAR QUE FAZ BEM AO CORPO E AO CEREBRO E PODE SER CULTURA E DA BOA.
Anónimo.

(Curioso, muito curioso mesmo… PELA POSITIVA ASSINA E ASSUME, PELA NEGATIVA LÁ VEM O ANONIMATO. Tirem as vossas conclusões. Chico Manuel)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

COPY WRITER (Porque vale a pena ser divulgado )


Fonte Mensário o Montemorense

À CONTA DA INVEJAZINHA SOMOS ASSIM UMA ESPÉCIE DE “ADOLESCENTES” DO MUNDO GLOBAL: GRANDES DEMAIS PARA SERMOS PEQUENOS, MAS PEQUENOS DEMAIS PARA SERMOS GRANDES.
Buedix
                                                             XXX
“ O que Maria de Lurdes Rodrigues não disse foi o resto, ou seja, que a festa foi um pesadelo para os falidos cofres do Estado e que agora quem paga esse pesadelo somos todos nós.
…………………….
Para tal derrapagem, devem ter contribuído loucuras como a que permitiu , por exemplo, que numa das escolas o projecto incluísse a compra de doze candeeiros de Siza Vieira. “ Se gostamos muito de ver candeeiros de Siza Vieira na Fundação Serralves. Porque não vê-los nas escolas?” foi a resposta da ex ministra.
……………….
A agonia que Portugal está a viver não é culpa e um só rosto e haverá seguramente, na nossa triste história mais recente, poucos inocentes. Mas por isso mesmo, denunciar irresponsáveis e festas que viraram pesadelos talvez ajude a ganhar forças e o país bem precisa.
Ângela Silva

ESQUEÇAM AS AMARGURAS DA VIDA E DIVIRTAM-SE NO FIM DE SEMANA


ALANDROAL

MONTEMOR

VILA VIÇOSA


VENDAS NOVAS
Integrado nas comemorações do 19.º aniversário da elevação de Vendas Novas a cidade e no seguimento das diversas ações que o Município de Vendas Novas tem vindo a desenvolver junto dos diferentes agentes económicos do concelho, terá lugar de 25 a 27 de Maio de 2012 o 1.º Festival do petisco de Vendas Novas com mostra de artesanato.  Esta iniciativa, que tem lugar no centro sociocultural, junta tasquinhas com artesanato e produtores locais. 
A animação está a cargo da Tertúlia Fadista de Vendas Novas, que atua na sexta-feira pelas 22h00, de José Liaça e Carlos Coincas que trazem música portuguesa no sábado pelas 22h00, e de Telmo Faria com o seu órgão e música de baile no domingo pelas 17h00. A abertura está marcada para as 18h00 de dia 25.
Horário
Dia 25 – das 18h00 às 24h00
Dia 26 – das 12h00 às 24h00
Dia 27 – das 12h00 às 22h00
Atuação da Tertúlia Fadista de Vendas Novas
Música popular com José Liaça e Carlos Coinca

REDONDO
O Casamento da Gata -  Projeto Dinâmica Sénior 
A 27 de Maio, no auditório do Centro Cultural de Redondo, às 15h30.
Interpretada pela comunidade sénior que participa no projeto municipal “ Dinâmica Sénior”, a peça de teatro “ O Casamento da Gata” integra-se no conjunto das atividades culturais, lúdicas e sociais que promovem as competências pessoais e contribuem para uma nova dimensão do envelhecimento ativo, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida.

MAS HÁ MAIS CÁ PELO NOSSO  ALENTEJO
Dia 26 de maio o Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas e o Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas" promovem o I Encontro de Grupos Corais.
15h00
Concentração na praça da República
Desfile da rua da Esperança até ao Jardim Público
Atuação no Coreto do Jardim Público
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral Alentejano Amigos do Independente de Setúbal
- Grupo Coral Feminino "Rosas de Março" de Ferreira do Alentejo
- Grupo Coral "Gente Nova " do Campinho
- Grupo Coral de baleizão, o Grupo Coral da casa do Povo de Cercal do Alentejo
- Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de S. Domingos
- Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade
- Grupo Coral da Casa do Povo de S. Luís - Odemira.



CRÓNICA DIÁRIA DA DIANA/FM


Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/




Sexta, 25 Maio 2012 11:45
Volto hoje ao assunto da Grécia. Da Grécia no Euro ou da Grécia fora do Euro. Isto é, da Grécia na moeda única ou da Grécia fora da moeda única. Volto ao assunto, porque, com alguma graça, houve um amigo que me disse que dos imensos (?!) ouvintes que me ouvem na Rádio Diana e que terão ouvido a minha crónica da semana passada, todos eles deveriam ter ficado com a ideia de que eu seria contra a permanência da Grécia no Euro e, portanto, a favor da sua saída da moeda única. Pois bem, esclareçamos, então, a questão.
Ao ter dito que partia do pressuposto de que a Grécia nunca deveria ter entrado no euro, disse-o exactamente porque, à época, a Grécia não tinha com rigor conseguido cumprir todos os critérios de convergência, cumprimento esse que era prévio à possibilidade de um Estado-membro da União Europeia poder aderir à moeda única. Mas eu até usei a palavra ainda, dizendo que a Grécia, à época, não tinha ainda conseguido cumprir os critérios de convergência, também conhecidos por critérios de Maastricht. Estes critérios, quatro, diziam directamente respeito à estabilidade dos preços, à participação no mecanismo de taxas de câmbio do Sistema Monetário Europeu, à convergência das taxas de juros e à situação orçamental. Ora, era exactamente aqui, na questão das contas públicas, que se levantavam as maiores dúvidas, para não dizer, certezas.
Por alturas da adesão da Grécia à moeda única ou melhor, por alturas da criação efectiva do euro ou do início da aplicação da terceira fase da União Económica e Monetária prevista no Tratado de Maastricht, encontrava-me eu a trabalhar no Parlamento Europeu. Por conseguinte, tive o privilégio de poder acompanhar de perto toda esta fase de preparação. E, por isso, tive o privilégio de poder testemunhar tudo quanto ao nível das Instituições comunitárias se ia dizendo e fazendo quanto à implementação da terceira fase da União Económica e Monetária. Portanto, quando disse e digo que a Grécia deveria ter ficado de fora no início, é com base no que então se apurou e se dizia de forma, aliás, pouco discreta, nos meandros comunitários. Pode, pois, dizer-se - sem grande risco de erro - que a entrada da Grécia na moeda única europeia se ficou a dever a uma decisão eminentemente política. Que, de resto, a história subsequente veio mesmo a confirmar! Mas, em abono da verdade, os próprios gregos estavam cientes disso já na altura. Amigos meus, gregos, chegaram mesmo a considerar que teria sido melhor a Grécia ter ficado de fora do Euro naquele momento…
Se na crónica da semana passada considerei o que atrás disse, parece-me, no entanto, que o que terá levantado maiores dúvidas quanto à minha posição relativamente à presença ou não da Grécia no Euro, foi a cenarização que fiz sobre a situação de Portugal no caso de, a Grécia, sair do Euro, para concluir que Portugal poderia beneficiar com essa saída. Ao ter dito o que disse, não quis, no entanto, defender a saída da Grécia do Euro. Para que conste, se considero que Portugal poderá beneficiar com a saída da Grécia do euro, mesmo assim, não desejo que a Grécia saia do Euro. Nem agora, nem mais tarde. Tendo sido criada, defendo a moeda única e uma moeda única a circular em todos os Estados-membros da União Europeia, inclusivamente nos que, podendo já estar dentro, quiseram por opção própria permanecer fora.
Usando a nova terminologia introduzida pelo nosso inefável Álvaro, perdão, pelo Senhor Ministro Santos Pereira, se quero a coisa fora do coiso? Não, não quero. Por mim, do que gostaria era que a Grécia permanecesse no euro, isso sim.
Lisboa, 24 de Maio de 201
Martim Borges de Freitas


PELO ALENTEJO


A Reforma Administrativa do Poder Local” é o tema de uma jantar-debate marcado para hoje em Évora.
A iniciativa é organizada pela Comissão Política Distrital de Évora do PSD.

Seis tasquinhas, três produtores locais e dezoito artesãos participam no 1.º Festival do Petisco, que decorre entre hoje e domingo, no centro sociocultural de Vendas Novas.

A Cerimónia de Encerramento das Comemorações do Centenário do Turismo em Portugal realiza-se, a 26 de Maio, no concelho alentejano de Aljustrel, no âmbito da parceria estabelecida entre a Turismo do Alentejo, ERT, a Câmara Municipal de Aljustrel e a Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal.
 As exportações de rochas ornamentais aumentaram 28% no primeiro trimestre deste ano, maior aumento verificado
nos últimos cinco anos, desde que começou a sentir-se a contração do mercado europeu, indica o INE. No primeiro trimestre de 2012 Portugal exportou 86.801.704 milhões de euros face aos 68.015.985 no período homólogo. As exportações para fora da Europa cresceram 22% e representam já 44% da quota de mercado.
IMPRENSA

PÁGINA DEDICADA AO DESPORTO


ESTE FIM DE SEMANA:

DISTRITAL DE INICIADOS: Estremoz – Terena – 27/05 – 10.30H

3ª DIVISÃO NACIONAIS:
Farense – Aljustrelense
Pescadores – Redondense
Despertar – Fabril
Lagoa – União

Fabril -  União – Lagoa com permanência garantida na 3ª Divisão Nacional

A.F.E.

7ª Sessão de Formação "Joga à Bola"
 No dia 4 de Junho (2ª feira) a Associação de
Futebol de Évora irá realizar a 7ª Sessão de Formação "Joga à Bola" na Sala
131 do Colégio Espírito Santo (Universidade de Évora).
O tema abordado será "A importância do Controlo do Treino na
Operacionalização do Modelo de Jogo da Equipa" e o Formador Convidado será o
Prof. Óscar Tojo.
Informamos que esta formação será aberta a todos aqueles que estiverem
interessados em assistir.
Xavier Mondragão
Coordenador Técnico da A.F. Évora

RUGBY

11º. EUROPEAN GOLDEN OLDIES RUGBY FESTIVAL TRIESTE, 14 / 18 Junho 2012


Escrito por Paulo Jaleco
Quarta, 02 Novembro 2011 10:47 -
O Clube de Rugby de Juromenha, integrado na Associação
Interfronteiriça Rugby Guadiana, vai participar na 11ª. edição do
E.G.O.R.F. , que decorrerá em Trieste, Itália, entre 14 e 18 de Junho
do próximo ano.
Será a 3ª. participação do nosso Clube, neste importante evento
europeu, depois das presenças na Madeira, em 2008, e em Caernarfon,
País de Gales, em 2010. Neste último, recorde-se, foi atribuída à
nossa Associação o título de "Crocks of the Festival", destinado à
equipa que melhor Rugby praticou durante o Festival.
Todas as informações sobre o Torneio de Trieste, podem ser consultadasem www.egor2012.it 

Decorreu ontem o ultimo treino do CAD (centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento) da Federação Portuguesa de Rugby, e que teve o apoio local do RCM e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, passaram pelo parque desportivo de Montemor, dezenas de jovens oriundos dos distritos, de Portalegre, Evora, Santarem e Setubal, relembramos que estes centros decorreram, nas cidades do Porto, Coimbra, Lisboa e Montemor-o-Novo, assim a antiga Castro Mallium esteve na vanguarda do rugby nacional
1

OUTRAS MODALIDADES


quinta-feira, 24 de maio de 2012

PARA OS INTERESSADOS EM ARQUEOLOGIA

AMANHÃ NO FORUM CULTURAL
O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal recebe, no próximo dia 25 de Maio, uma reunião científica subordinada ao tema “As Paisagens da Romanização: Fortins e Ocupação do Território nos Séculos II a.C. - I a.C.”. Organizada em conjunto pelo Instituto Arqueológico de Mérida e pelos Município de Redondo e Alandroal, a iniciativa contará com a presença de alguns dos mais reputados cientistas e investigadores internacionais. Joey Williams, Gerald Grabherr, Barbara kainrath, Félix Teichner, Carlos Fabião, Pedro Carvalho, Rosa Otero Béjar ou Jorge Morín de Palos, são apenas alguns dos cientistas e investigadores que vão participar neste Fórum Científico, que tem o seu início no dia 24 de Maio, pelas 10:00 horas, na Enoteca de Redondo. Os debates continuam no dia 25, no Fórum Cultural de Alandroal, igualmente pelas 10:00 horas. Neste dia haverá ainda lugar para uma visita de trabalho ao sítio arqueológico dos “Castelinhos do Rosário”.  Ao longo dos dois dias os investigadores irão abordar vários temas relacionados com a Ocupação Romana na Península Ibérica, com o objectivo de contribuir para o aprofundamento do conhecimento existente sobre este tema. “Consolidação da presença romana no território centro alentejano: fortificação e povoamento no séc. I a. C.” e “O Exército Romano: conquista, controlo e reorganização do território peninsular em época republicana”, são exemplos de temas que serão abordados pelos oradores durante o encontro. O Município Alandroalense tem dedicado especial atenção às questões relacionadas com a arqueologia e história do concelho, pelo que se congratula por poder acolher um evento desta envergadura, que trará ao Alandroal alguns dos melhores especialistas internacionais nesta matéria. Exemplo disso é o facto de já ter garantido para este ano uma nova temporada de escavações no sítio arqueológico da “Rocha da Mina”, onde no passado ano foram feitas importantes descobertas.


IMPRENSA ALENTEJANA DE HOJE


CRÓNICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE PELA DIANA/FM





Quinta, 24 Maio 2012 09:08

Na semana passada escrevi uma crónica sobre cidades educadoras e a participação do município de Évora no congresso realizado na Coreia. Reli o que escrevi e encontro críticas ao conteúdo da apresentação tornada pública e à ausência de estratégia do município.
Entendeu a cronista que aqui participa às terças-feiras, responder à minha crónica acusando-me de vários pecados. De militante de um partido que cola cartazes nas paredes a cronista 3 ou 4G.
Teceu ainda vários comentários sobre a qualidade do que escrevo dizendo que as minhas crónicas são comícios, ou coisas requentadas.
Confesso todos os meus pecados. É verdade que sou militante de um Partido que cola cartazes, faz pichagens nas paredes, convoca manifestações, distribui panfletos às portas das fábricas, apoia trabalhadores em greve e luta por uma sociedade onde não exista a liberdade de um ser humano explorar outro ser humano.
Também é verdade que escrevo crónicas e algumas são verdadeiros panfletos, porque assim quero que sejam. Bem que gostaria de escrever romances, mas quando cheguei à reunião da distribuição de tarefas o meu camarada Saramago já tinha ficado com a tarefa de ser Nobel da literatura.
Tinha pela senhora o respeito que é devido a quem consegue o distanciamento necessário para evitar absurdos ataques pessoais quando se discutem ideias, ainda que de forma mais agressiva ou empenhada. Enganei-me.
De qualquer forma, nada do que a senhora cronista das terças-feiras diz a meu respeito é por mim considerado um insulto. Quer dizer, quase nada.
Há um pequeno insulto que de facto me atingiu. Tratou-me por colega e isso é coisa que não sou e não prevejo vir a ser.
Arrumado este assunto vamos lá então a coisas mais sérias.
Passou um ano. É verdade, o tempo voa mesmo. Há um ano atrás, PS, PSD e CDS sentaram-se a uma mesa para assinar um pacto com o FMI, a UE e o BCE.
Este pacto que para alguns é referenciado como “memorando de entendimento” ou ainda “memorando para a ajuda externa” e para outros é classificado como um pacto de agressão, tem sido o guia e a desculpa para a mais feroz ofensiva contra direitos sociais que tínhamos como garantidos.
No espaço de um ano, sempre com o aplauso dos “beneméritos” que nos emprestaram dinheiro, a vida da maioria dos portugueses piorou significativamente. Há mais desempregados, menos protecção social, salários mais baixos, maior desregulação do mercado laboral, mais gente sem casa, o número de insolvências de pequenas e médias empresas a disparar, descaracterização do serviço nacional de saúde, enfim… tudo parece recuar décadas no nosso país.
Dizem-nos que só assim pomos a casa em ordem, que temos que empobrecer para voltar a crescer, que não há alternativa, que temos que trabalhar mais e receber menos para sermos competitivos e juram a pés juntos que o futuro vai ser radioso para os que sobreviverem.
Os fiscais dos ocupantes, nas suas visitas periódicas, não se cansam de elogiar o esforço do governo para aplicar o programa que PS, PSD e CDS assumiram.
É, de novo, a velha história do “bom aluno da Europa” dos tempos de cavaquismo e que nos trouxe até ao desastre actual.
Alguns se lembrarão que enquanto Cavaco Siva se entretinha a destruir a estrutura produtiva nacional, tornando o país num mero “produtor” de serviços e exportador de Sol, choviam os elogios dos mandantes da “europa” sobre o caminho que se estava a percorrer.
Agora a moda parece ser diabolizar os gregos (os mal comportados que votaram segundo as suas convicções) e bater com a mão no peito afirmando que por cá somos fiéis cumpridores das ordens deixadas, ainda que esta fidelidade canina atire para o desemprego um milhão e duzentos mil portugueses, que deixe um rasto de miséria e fome em muitas famílias.
No fim deste caminho, que as forças da colaboração com o ocupante apontam, deveremos mais, seremos mais pobres, teremos mais desempregados e acima de tudo arriscamo-nos a ser um simulacro de democracia.
A frenética actividade legislativa vai sempre no mesmo sentido, sujeitar o poder político ao controlo do poder económico e financeiro.
Claro exemplo do que afirmo são as medidas tomadas em relação ao poder local, em que através de mecanismos de controlo financeiro se pretende transformar os executivos municipais eleitos em meros executantes da política definida no Ministério das Finanças.
Um outro exemplo é o aumento da pressão sobre a comunicação social, com utilização de meios que fazem lembrar os utilizados pelo crime organizado.
A história está repleta de maus exemplos, com as crises do sistema capitalista a serem “resolvidas” com a criação de condições para a implantação de ditaduras e em situação extrema com a destruição das forças produtivas.
Resistir e lutar para construir a alternativa continua a ser o caminho. Se os cemitérios estão cheios de imprescindíveis, o caixote do lixo da história do capitalismo está repleto de inevitabilidades.
 Até para a semana
Eduardo Luciano

PÁGINA SEMANAL DEDICADA À TAUROMAQUIA

CORRIDAS PARA O FIM-DE-SEMANA
A ARTE DE PEGAR TOIROS
A arte de rabejar


A arte de citar
A arte de dar a cara
A arte de consumar
(Fotos site: ; http://www.forcadosdemontemor.com/


No próximo Sábado, irá para o ar mais uma edição do programa Arte e Emoção, apresentado por José Cáceres.
O grande destaque deste Arte & Emoção vai para a corrida que trouxe Pablo H. de Mendoza ao Campo Pequeno e na qual António Telles rubricou uma excelente atuação.
Oportunidade para ver as reportagens da Feira Taurina da Chamusca, onde os Forcados Amadores da terra venceram o troféu em disputa. Do campo bravo, irá visitar-se a ganadaria Fernando Santos e conhecer certas particularidades do toiro de lide.



quarta-feira, 23 de maio de 2012

EM MEMÓRIA


EM MEMÓRIA

O texto que se segue (outros lhe seguiram as pisadas) foi copiado do livro  “Castelo do Alandroal VII séculos”.
Pretendemos com os mesmos homenagear a memória de um grande alandroalense: Vicente Roma”

O Viajante que Chega ao Alandroal

(Continuação)

Resiste à tentação de passar a porta que dá acesso à fortificação e resiste à tentação de se perder nas ruas que descem à sua esquerda.
O nosso viajante começa a pensar em duas ou três coisas ao mesmo tempo: que, por este lado, o Castelo e a Muralha se apresentam ao alto, parecendo-lhe agora como a vulgar ligação do adjectivo altaneiro ao substantivo castelo faz sentido,
 Passe a lugar comum. Contudo, não deixará de pensar que, à primeira vista, o casario que escorrega por aquela pequena encosta, o abafará.
Deve dizer-se que o nosso turista, porque de um turista se trata, está constantemente a estabelecer comparações com outros castelos que conhece: desde logo Monsaraz, que lá permanece, esse sim, altaneiro e, dir-se-ia, incólume; Marvão, que está a mil metros de altitude e, tal como Monsaraz, sem quaisquer edificações encostadas ao exterior da muralha; mesmo Terena aqui ao pé…
Continuará o seu périplo o nosso homem, não sem antes ter adiado a entrada na Muralha até tornar ao ponto de partida.
Novas casas agora mais baixinhas, como que respeitando-a. Até um quintal que deixa ver oliveiras…Agora sim, a Muralha nua e crua à sua frente, revelando-lhe a sua verdadeira dimensão.
Ei-lo agora quase no ponto de partida. Nova entrada para o Castelo aparentemente mais importante. É seguramente a entrada principal, está ali uma Igreja…cá fora, antes de entrar, não vê completamente a fachada da Igreja. Passa então o arco e não deixa de considerar estranho que a Igreja irrompa mesmo ali, em cima da muralha, abafando e sendo abafada por duas torres.
A palavra curioso volta a aflorar-se, à falta de outra adjectivação, enquanto sente dificuldade em encontrar ângulo para fotografar, em plano geral, a Igreja.
Penetra então no Castelo propriamente dito. Sobe a barbacã, espreita por entre as ameias, trepa as torres. Torna a espreitar. Ruas estreitas descem para a fortificação, perdem-se na Praça. Varandas, quintais, chaminés, arcos, telhados. A um lado, edificações novas correspondem à expansão natural do burgo. Lá em baixo, a fonte setecentista, curiosamente de lado para a grande Praça.. Repara na Praça: é sem duvida, uma homenagem ao Castelo.
Aqui sim Há a largueza suficiente que serve de antecâmara ao monumento.
A Praça deixa uma área non edificandi  entre o quarteirão onde pontifica o edifício dos Paços do Concelho e as casas coladas Á muralha. Lá em baixo, perto da Fonte, a Praça não termina, flecte para a direita, estreita-se agora ligeiramente, nunca perdendo a muralha como referencia, até que se subdivide em ruas estreitas que escorrem pela encosta abaixo.
(Continua)

BEM VINDO VICENTE


É com muito prazer que o Al-Tejo informa os nossos habituais seguidores que a partir de agora passamos a contar com mais um excelente colaborador.
Trata-se Vicente Arrifes, que no campo da fotografia já tem provas dadas conquistando vários prémios, e algumas exposições levadas a cabo.
Desde há muito, que sentíamos ser uma falha importante no blogue não apresentar o registo fotográfico de muitos acontecimentos realizados no Concelho. Assim a juntar ao Al Barram, ao José Lebre, e outros que esporadicamente para aqui enviam as suas fotografias (Vítor Matos da Mina por exemplo), passamos com certa assiduidade a contar com a presença do Vicente.
E para começar aqui lhe deixamos um apontamento fotográfico das Festas da Santa Cruz em Cabeça de Carneiro, mais precisamente o tradicional Cântico ao Horto das Oliveiras.

Poderá ver muita mais no blogue : http://fotosdofimdesemana.blogspot.pt/, administrado pelo Vicente Arrifes

INFORMAÇÃO DA C.M.A.


Autarquia Leva Munícipes a Conhecer as Instalações da Gesamb
A Câmara Municipal de Alandroal vai associar-se às comemorações do “Dia Portas Abertas”, iniciativa promovida pela Empresa de Gestão Ambiental e de Resíduos, Gesamb, no próximo dia 2 de junho, com o objectivo de mostrar a todos os munícipes dos concelhos do distrito de Évora como se faz a valorização dos resíduos ambientais e de que forma o seu contributo é importante.     O programa da iniciativa conta com uma caminhada e com uma visita guiada às instalações da Gesamb, onde os visitantes terão a oportunidade de apreciar a exposição “Gesamb em Movimento”, entregar latas para reciclagem e receber prémios em troca, entre outras actividades.  A Câmara Municipal de Alandroal vai proporcionar, aos munícipes do concelho, o transporte para esta iniciativa. Os transportes estarão disponíveis nos locais habituais a partir das 07:00 horas. Todos aqueles que queiram participar nesta iniciativa deverão fazer a sua inscrição nas sedes das Juntas de Freguesia do Concelho, na Biblioteca Municipal de Alandroal, ou não Balcão Único do Município, até ao próximo dia 31 de Maio.
Gabinete de Imprensa C.M.A.