OS BONS HÁBITOS COMEÇAM LOGO NO PRINCIPIO
(Claro que o Editor não partilha de todo com estes hábitos - é apenas uma brincadeira!)
segunda-feira, 28 de maio de 2012
CRÓNICA DIÁRIA DA RÁDIO DIANA/FM
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Segunda, 28 Maio 2012 10:29
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Por muito que nos custe aceitar, a nossa dimensão torna-nos num
parceiro quase irrelevante no contexto internacional.
Somos poucos, não temos peso económico, os nossos recursos
naturais são escassos, daqui resulta ser a nossa soberania, relativa, num mundo
cada vez mais globalizado em que o poder económico e financeiro se sobrepôs
definitivamente ao poder político, e em que depois da queda do bloco de leste,
age sem um opositor, que possibilite refrear de forma eficaz a tentação
crescente de maiores lucros à custa da diminuição progressiva de direitos,
chegando muitas vezes a utilizar o que desses direitos decorre, como fonte de
rendimentos. É o caso da água, ou da saúde, ou da educação é também o caso da
eliminação pura e simples de direitos básicos, consagrados na carta dos
direitos humanos, assinada por todos os membros da ONU, em função não de um
qualquer ditador terceiro mundista, mas dos interesses de Estado das ditas
grandes potências.
Nos últimos anos tem vindo a acumular-se a concentração de
poderes nas mãos de organizações não eleitas, sem qualquer representatividade,
que mais não são do que a fachada dos interesses financeiros. O mundo tal como
emergiu da segunda guerra mundial, não existe mais e é agora um condomínio
privado de alguns e uma prisão sem fuga para a grande maioria dos seus habitantes.
Um dos instrumentos mais eficazes deste poder sem rosto, é a
desinformação. Controlam os órgãos de comunicação social e veiculam o que lhes
convém, umas vezes manipulando, outras criando falsas notícias, outras ainda
ignorando pura e simplesmente factos sucedidos. As pessoas não sabem pura e
simplesmente o que se passa à sua volta, porque as fontes de informação não são
na maior parte dos casos credíveis.
Outro recurso, não menos importante, reside no facto de as
fronteiras existirem apenas para os que não têm poder para as ignorar. O
capital é global funciona em qualquer parte do planeta sem restrições, enquanto
os trabalhadores são contidos dentro dos seus estados, não tendo acesso à livre
circulação, não tendo possibilidade de aferir a sua situação com a de outros
trabalhadores, ignorando a extensão mundial da crise que os afeta, dispersando
esforços de resistência e contestação, que seriam muito mais eficazes caso
fossem globais.
Na verdade nem sequer sabemos o que se passa dentro dos nossos
estados. Na era da informação estamos reduzidos a um conhecimento quase
medieval do mundo em que vivemos.
Não é pois de estranhar a corrupção, o compadrio, a austeridade,
seja ela a simpática austeridade social-democrata, ou a assassina austeridade
neo liberal… No fundo não são mais do que o polícia bom e o polícia mau das
fitas de Hollywood.
Até para a semana…
Miguel Sampaio
BREVES DO ALENTEJO
Organizada
pelo Grupo Motards de Vila Viçosa realiza-se no próximo dia 3 de Junho uma
Peregrinação Motard a Vila Viçosa.
O
presidente da Câmara Municipal de Marvão equaciona retirar a candidatura a
Património Mundial da Unesco.
A
funcionar desde Fevereiro do corrente ano, a Unidade de Cuidados Continuados de
Longa Duração e Manutenção da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa, será
inaugurada oficialmente no próximo dia 1 de junho.
A
cantora cabo-verdiana Celina Pereira, o fadista Duarte e os Cantares de Évora são
alguns dos artistas que vão atuar hoje à noite, no Teatro Garcia de Resende, em
Évora, no espetáculo solidário “De mãos dadas, moda poesia e música”.
A Associação Eborae Mvsica
promove hoje, às 18:30, um concerto, intitulado “José Afonso: de ouvido e
coração”, para assinalar os 25 anos da sua morte, no Convento dos Remédios, em
Évora.
A
importadora Max Brands acaba de incorporar ao seu catálogo uma exclusiva linha
de azeites produzidos na região do Alentejo, Portugal, na Quinta de São
Vicente.
No Alentejo o valor médio da
avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação,
situou-se nos 968 euros/m2, em Abril passado, segundo dados do Instituto
Nacional de Estatística (INE).
COLABORAÇÃO DO DR. ALEXANDRE LABOREIRO
A revolta estudantil
«As dúvidas são como manchas na camisa lavada de branco, e a tarefa de
cada escritor é suscitar dúvidas, porque a perfeição gera ideologias, ditadores
e ideias totalitárias».
António Tabucchi
(citado in “Público”)
António
Arnaut refere (in “Rosto e Memória”)
que comemorar tem a intenção de poder extrair (da celebração de um facto, de um
movimento, de uma personagem) ilacções, modelos, ideias, com vista a uma
orientação num sentido de vida - face aos ideais que perpassam o objecto da
celebração. Vem esta alusão a propósito do facto de se estarem a comemorar os
50 anos dos Movimentos Estudantis de 1962
- sobretudo em Coimbra e Lisboa
(e com menor impacto no Porto, devido ao facto de a repressão do Estado Novo
ter, uns tempos antes, desmantelado e sufocado o associativismo estudantil na
cidade nortenha - massacrando as associações mais activas: as
de Medicina, Belas-Artes e Ciências, poupando a Associação Académica de
Farmácia, devido à circunstância de ser uma Associação altamente conservadora).
Em
Coimbra, a rebelião estudantil de 1969 (que culminou com a greve total aos
exames) constituiu um momento; mas a movimentação académica de 1962
manter-se-ia de Março a Julho: estando em jogo a imposição ditatorial do
Decreto 40900 (que pretendia “domesticar” as associações de estudantes - as
quais exigiam ser instituições autónomas e democráticas), e - por
outro lado - os estudantes revoltavam-se contra a
proibição de realizarem o Encontro Nacional dos Estudantes em Lisboa: revolta que
degeneraria na barragem (pela polícia)
das comitivas que de Coimbra se destinavam a Lisboa - e
seriam conduzidas (feitas prisioneiras) para Lisboa; coincidindo, em Lisboa,
com a prisão de (segundo os jornais ingleses) 1500 estudantes, apesar de a polícia
dar informação de apenas 800 prisões: estudantes que protestavam contra a
proibição do direito de reunião, e de manifestação cultural. Porém, a repressão
seria mais desumana: foram imensos os estudantes expulsos de todas as
Universidades Portuguesas: alguns dos quais só puderam terminar os seus estudos
após a Revolução de Abril (como seria o caso de Manuel Alegre e do dirigente
estudantil José Augusto Rocha), e outros emigraram clandestinamente (estudando
em França, na Suiça ou Alemanha, ou na Holanda - como
sucederia a Helder Costa e Medeiros Ferreira).
E
as movimentações académicas acabariam por ter um impacto imprevisto pelo poder
da Ditadura, devido a dois factores importantes: o facto de se conseguir um
grande leque ideológico de apoio às movimentações (entre os estudantes:
católicos, socialistas, comunistas)
- que colocaria nos protestos a
própria periferia ideológica do regime; para além da aderência (grande participação,
diga-se) do universo feminino.
Assim,
focaria dois exemplos, que ilustrarão bem os dois factores de impacto da
rebelião estudantil: registarei a adesão pronta de estudantes oriundos de
famílias de estrato social e económico elevado
- que prestariam um desempenho de
grande valia - o de fazerem a ligação (em carros desportivos
de alta cilindrada) entre as várias associações académicas de Lisboa -
carros que, pelo seu aparato, a polícia não interceptava, ao não
suspeitar que esses carros “topo de gama” levavam no seu interior, panfletos
contestatários ao poder totalitário e incentivando à contestação estudantil;
por outro lado, em Coimbra, o “universo feminino” foi fundamental -
através do voto - na esmagadora eleição da lista progressiva de
Carlos Candal, que derrotou o candidato pró-regime do Estado Novo; derrota que,
pelos vistos o autoritarismo governamental não previa - e
que conduziu ao Decreto “domesticador” do Associativismo autónomo.
Porém,
a movimentação de revolta estudantil fomentaria uma “onda” cultural invulgar:
encontros de Teatro, Conferências, Concertos de música erudita, espectáculos de
Teatro e Cinema, Sessões de poesia, criação de cooperativas livreiras,
encontros com escritores e poetas, exposições de artes plásticas.
As
Assembleias Gerais (os chamados Plenários) eram, nas Associações, autênticos
momentos de politização, e de escolas cívicas: havia liberdade de opinião,
responsabilidade cívica, consciencialização política: não se era apolítico,
era-se, sim, apartidário. Formavam-se opiniões sobre a questão estudantil, à
luz do processo dialéctico dos argumentos, dos fundamentos, das intervenções
que iam percorrendo os Plenários - havendo liberdade de intervir. Constituiam
“massas” formadas por cidadãos carentes de ser participativos.
António
José Saraiva (in “Maio e a crise da
civilização burguesa”) anota: “Uma massa
em estado dinâmico é lúcida, imaginativa, audaciosa, intuitiva. Uma massa em
estado de inércia é estúpida e medrosa”. Aqui, registe-se a seguinte
constatação: o regime salazarista não caíu, mas tremeu: caindo uma série de
ministros da educação. E a movimentação estudantil de 1962 (tal como referiu
Jorge Sampaio) seria o prenúncio da queda do Estado Novo: lançando as sementes
da Democracia - recordando-me de ler (salvo erro no extinto
jornal “O Tempo”) uma entrevista de Otelo Saraiva de Carvalho, onde ele referia
a politização dos oficiais da Academia Militar (e dos soldados) pelos oficiais
milicianos, oriundos das movimentações estudantis (obrigados a cumprir a guerra
colonial) - politização feita em conversa nas casernas;
oficiais do quadro que, mais tarde, fariam emergir o Movimento das Forças
Armadas. Movimentação estudantil que
inspiraria uma forte participação cívica, um forte associativismo estudantil,
um apegado princípio na construção de uma sociedade mais justa: alicerce dos
valores fundamentais do Estado de direito, da preservação de um modelo de
sociedade democrática, da defesa da qualidade e universalidade do ensino, da
preservação de uma gestão democrática e aberta do ensino superior.
Em “A Revolta
Estudante” (livrinho saído com a chancela das Edições Seuil, Paris -
1968), Hervé Bourges, anota: “Vieram
os dias de cólera. Tudo estremeceu, a fogosa Nanterre, a Sorbonne exemplar,
todo o corpo da universidade burguesa. A ordem estabelecida desmorenou-se nas
barricadas... O Estado parecia dissolver-se. A sociedade crepitava”. Por
cá, não fomos tão radicais: porém, nada ficaria como dantes -
desde a ampla divulgação (às claras e clandestina) dos ícones baladistas
José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, Luís Cília, José Jorge
Letria, José Mário Branco, Fausto e outros, até à aculturação de Associações
Recreativas, passando por alterações no sistema de ensino superior, prova-se
que a rebelião dos estudantes portugueses (que, registe-se, também se alargou a
alguns Liceus - Lisboa e Santarém, por exemplo) conseguiu
defender, com dignidade, os seus princípios frente a um regime totalitário,
e -
por outro lado - fazer enviar ao Futuro os seus princípios
humanistas e os valores associativistas; e a prova está no dinamismo dos
actuais jovens dirigentes do Associativismo Académico (vivendo uma Democracia,
é certo: mas um regime democrático manchado de individualismo, indiferença,
oportunismo, por uma crise de valores sociais). Porém, primando por ser
francos, abertos, determinados na defesa de uma Democracia autêntica - tomando como trincheira, a Cultura e o
Associativismo.
José Alexandre
Laboreiro
domingo, 27 de maio de 2012
DESPORTO
RESULTADOS
3ª Divisão
Farense 3 –
Aljustrelense 3
Pescadores 2 – Redondense - 0
Despertar 0 – Fabril 2
Lagoa 2 – União 3
Iniciados : Estremoz
- Terena
Calendário
de jogos
Horas de Portugal Continental (mais uma na Polónia, mais duas na Ucrânia)
Horas de Portugal Continental (mais uma na Polónia, mais duas na Ucrânia)
Sexta-feira, 8 de Junho de 2012
POL - GRE, 17h00, Varsóvia
RUS - CZE, 19h45, Wroclaw
Sábado, 9 de Junho de 2012
NED - DEN, 17h00, Kharkiv
GER - POR, 19h45, Lviv
Domingo, 10 de Junho de 2012
ESP - ITA, 17h00,
Gdansk
IRL - CRO, 19h45, Poznan
Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
FRA - ENG, 17h00, Donetsk
UKR - SWE, 19h45, Kiev
Terça-feira, 12 de Junho de 2012
GRE - CZE, 17h00, Wroclaw
POL - RUS, 19h45, Varsóvia
Quarta-feira, 13 de Junho de 2012
DEN - POR, 17h00, Lviv
NED - GER, 19h45, Kharkiv
Quinta-feira, 14 de Junho de 2012
ITA - CRO, 17h00, Poznan
ESP - IRL, 19h45, Gdansk
Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
SWE - ENG, 17h00CET, Kiev
UKR - FRA, 19h45, Donetsk
Sábado, 16 de Junho de 2012
CZE - POL, 19h45, Wroclaw
GRE - RUS, 19h45, Varsóvia
Domingo, 17 de Junho de 2012
POR - NED, 19h45, Kharkiv
DEN - GER, 19h45, Lviv
Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
CRO - ESP, 19h45, Gdansk
ITA - IRL, 19h45, Poznan
Terça-feira, de 19 Junho de 2012
ENG - UKR, 19h45, Donetsk
SWE - FRA, 19h45, Kiev
Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Não há jogos
Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
1A - 2B, 19h45, Varsóvia
Sexta-feira, 22 de Junho de 2012
1B - 2A, 19h45CET, Gdansk
Sábado, 23 de Junho de 2012
1C - 2D, 19h45, Donetsk
Domingo, 24 de Junho de 2012
1D -2C ,
19h45, Kiev
Segunda-feira, dia 25 de Junho de 2012
Não há jogos
Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Não há jogos
Quarta-feira, 27 de Junho de 2012
Vencedor #25 - Vencedor#27, 19h.45, Donetsk
Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
30: Vencedor #26 - Vencedor #28, 19h.45, Varsóvia
Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
Não há jogos
Sábado, 20 de Junho de 2012
Não há jogos
Domingo, 1 de Julho de 2012
IRL - CRO, 19h45, Poznan
Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
FRA - ENG, 17h00, Donetsk
UKR - SWE, 19h45, Kiev
Terça-feira, 12 de Junho de 2012
GRE - CZE, 17h00, Wroclaw
POL - RUS, 19h45, Varsóvia
Quarta-feira, 13 de Junho de 2012
DEN - POR, 17h00, Lviv
NED - GER, 19h45, Kharkiv
Quinta-feira, 14 de Junho de 2012
ITA - CRO, 17h00, Poznan
ESP - IRL, 19h45, Gdansk
Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
SWE - ENG, 17h00CET, Kiev
UKR - FRA, 19h45, Donetsk
Sábado, 16 de Junho de 2012
CZE - POL, 19h45, Wroclaw
GRE - RUS, 19h45, Varsóvia
Domingo, 17 de Junho de 2012
POR - NED, 19h45, Kharkiv
DEN - GER, 19h45, Lviv
Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
CRO - ESP, 19h45, Gdansk
ITA - IRL, 19h45, Poznan
Terça-feira, de 19 Junho de 2012
ENG - UKR, 19h45, Donetsk
SWE - FRA, 19h45, Kiev
Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Não há jogos
Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
1A - 2B, 19h45, Varsóvia
Sexta-feira, 22 de Junho de 2012
1B - 2A, 19h45CET, Gdansk
Sábado, 23 de Junho de 2012
1C - 2D, 19h45, Donetsk
Domingo, 24 de Junho de 2012
1D -
Segunda-feira, dia 25 de Junho de 2012
Não há jogos
Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Não há jogos
Quarta-feira, 27 de Junho de 2012
Vencedor #25 - Vencedor#27, 19h.45, Donetsk
Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
30: Vencedor #26 - Vencedor #28, 19h.45, Varsóvia
Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
Não há jogos
Sábado, 20 de Junho de 2012
Não há jogos
Domingo, 1 de Julho de 2012
31: Vencedor #29 - Vencedor #30, 19h45,
Kiev
(Em breve nos “nossos inquéritos” vamos querer saber a sua
opinião sobre o comportamento da nossa Selecção)
COMUNICADO C. M.A.
Piscinas Municipais Abrem no Próximo dia 2 de Junho
Com o Verão à porta e o calor a
começar a fazer-se sentir, as piscinas Municipais de Alandroal dão as boas
vindas a mais uma época balnear, com a abertura ao público a acontecer já no
próximo dia 2 de Junho. Este equipamento estará aberto de terça a domingo,
entre as 10:00 e as 20:00 horas, sendo a segunda-feira o dia de fecho para
manutenção.
Há semelhança de anos anteriores, as
Piscinas Municipais vão oferecer um conjunto de actividades gratuitas, de que
todos vão poder usufruir. O espaço “Banca de Jornais” é um exemplo. Aproveite
para descontrair numa confortável cadeira à beira da piscina enquanto lê o seu
jornal favorito de forma gratuita! Além disso, poderá ainda gozar de uma
refrescante bebida na agradável esplanada do bar das piscinas. Aproveite e
venha divertir-se neste espaço de lazer, com os amigos ou em família.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
COMENTÁRIOS EM DESTAQUE
PELA POSITIVA EM - EM PARA OS INTERESSADOS EM ARQUEOLOGIA
Iniciativas desta natureza "deverão ter sempre"
o nosso melhor acolhimento. Ignorar ou pretender fazer ignorar os conteúdos
destes legados históricos (para o caso até peninsulares)é não ter a percepção
do que é que "o passado" nos pode ajudar a entender "o
futuro". Venham dos respeitáveis Manuel Calado, Conceição Roque, Victor
Serrão, Manuel Pestana, Vicente Roma, Domingos Boieiro, João Cardoso, Souza
Lobo, António Reis,etc. e etc. São património "escrito" recente pelo
qual todos nos devemos interessar e que, a meu ver, contribuem para o
aprofundamento do estudo «DO TODO, MATERIAL E IMATERIAL, QUE NOS RODEIA». Não
olhemos ao perfil humano de cada qual...leiamos o que eles nos transmitem
através dos seus escritos. E, quer se queira ou não, uns mais
"experientes" outros menos, são autores "de estudo, de trabalho
e de pensamento". Para mim, qual analfabeto, "isto" tem um nome:
CULTURA.
Abraços para todos Tói da Dadinha
Boa treta de espectaculo que mais uma vez nos deram. É
esta a cultura nunca vista.hihihihihihi Que será o programador entendido do
Alandroal. Uma vergonha.... emBoa treta de espectaculo que mais uma vez nos
deram. É esta a cultura nunca vista.hihihihihihi Que será o programador
entendido do Alandroal. Uma vergonha.
Anónimo
FORAM FEITAS TÃO IMPORTANTES
DESCOBERTAS QUE NO MUNDO TODO SE FALA DAS MESMAS,ANDA É TUDO LOUCO. VÃO CAVAR
QUE FAZ BEM AO CORPO E AO CEREBRO E PODE SER CULTURA E DA BOA.
Anónimo.
(Curioso, muito curioso mesmo… PELA
POSITIVA ASSINA E ASSUME, PELA NEGATIVA LÁ VEM O ANONIMATO. Tirem as vossas
conclusões. Chico Manuel)
sexta-feira, 25 de maio de 2012
COPY WRITER (Porque vale a pena ser divulgado )
Fonte Mensário o Montemorense
À CONTA DA INVEJAZINHA SOMOS ASSIM
UMA ESPÉCIE DE “ADOLESCENTES” DO MUNDO GLOBAL: GRANDES DEMAIS PARA SERMOS
PEQUENOS, MAS PEQUENOS DEMAIS PARA SERMOS GRANDES.
Buedix
XXX
“ O que Maria de Lurdes Rodrigues
não disse foi o resto, ou seja, que a festa foi um pesadelo para os falidos
cofres do Estado e que agora quem paga esse pesadelo somos todos nós.
…………………….
Para tal derrapagem, devem ter
contribuído loucuras como a que permitiu , por exemplo, que numa das escolas o
projecto incluísse a compra de doze candeeiros de Siza Vieira. “ Se gostamos
muito de ver candeeiros de Siza Vieira na Fundação Serralves. Porque não vê-los
nas escolas?” foi a resposta da ex ministra.
……………….
A agonia que Portugal está a viver
não é culpa e um só rosto e haverá seguramente, na nossa triste história mais
recente, poucos inocentes. Mas por isso mesmo, denunciar irresponsáveis e
festas que viraram pesadelos talvez ajude a ganhar forças e o país bem precisa.
Ângela Silva
ESQUEÇAM AS AMARGURAS DA VIDA E DIVIRTAM-SE NO FIM DE SEMANA
ALANDROAL
MONTEMOR
VILA VIÇOSA
VENDAS NOVAS
Integrado nas
comemorações do 19.º aniversário da elevação de Vendas Novas a cidade e no
seguimento das diversas ações que o Município de Vendas Novas tem vindo a
desenvolver junto dos diferentes agentes económicos do concelho, terá lugar de 25 a 27 de Maio de 2012 o 1.º
Festival do petisco de Vendas Novas com mostra de artesanato. Esta
iniciativa, que tem lugar no centro sociocultural, junta tasquinhas com
artesanato e produtores locais.
A animação está a cargo da Tertúlia Fadista de Vendas Novas, que atua na
sexta-feira pelas 22h00, de José Liaça e Carlos Coincas que trazem música
portuguesa no sábado pelas 22h00, e de Telmo Faria com o seu órgão e música de
baile no domingo pelas 17h00. A abertura está marcada para as 18h00 de dia 25. Horário
Dia 25 – das 18h00 às 24h00
Dia 26 – das 12h00 às 24h00
Dia 27 – das 12h00 às 22h00
Atuação da Tertúlia Fadista
de Vendas Novas
Música
popular com José Liaça e Carlos Coinca
REDONDO
O
Casamento da Gata - Projeto Dinâmica Sénior
A
27 de Maio, no auditório do Centro Cultural de Redondo, às 15h30.
Interpretada pela comunidade sénior que participa no projeto
municipal “ Dinâmica Sénior”, a peça de teatro “ O Casamento da Gata”
integra-se no conjunto das atividades culturais, lúdicas e sociais que promovem
as competências pessoais e contribuem para uma nova dimensão do envelhecimento
ativo, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida.
MAS HÁ MAIS CÁ PELO NOSSO ALENTEJO
Dia 26 de maio o Grupo Coral
"Os Trabalhadores" de Alcáçovas e o Grupo Coral Feminino
"Cantares de Alcáçovas" promovem o I Encontro de Grupos Corais.
15h00
Concentração na praça da República
Concentração na praça da República
Desfile da rua da Esperança até ao Jardim
Público
Atuação no Coreto do Jardim Público
- Grupo Coral "Os Trabalhadores" de Alcáçovas
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral Alentejano Amigos do Independente de Setúbal
- Grupo Coral Feminino "Rosas de Março" de Ferreira do Alentejo
- Grupo Coral "Gente Nova " do Campinho
- Grupo Coral de baleizão, o Grupo Coral da casa do Povo de Cercal do Alentejo
- Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de S. Domingos
- Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade
- Grupo Coral da Casa do Povo de S. Luís - Odemira.
- Grupo Coral Feminino "Cantares de Alcáçovas"
- Grupo Coral Alentejano Amigos do Independente de Setúbal
- Grupo Coral Feminino "Rosas de Março" de Ferreira do Alentejo
- Grupo Coral "Gente Nova " do Campinho
- Grupo Coral de baleizão, o Grupo Coral da casa do Povo de Cercal do Alentejo
- Grupo Coral da Liga dos Amigos da Mina de S. Domingos
- Grupo Coral Feminino e Etnográfico Paz e Unidade
- Grupo Coral da Casa do Povo de S. Luís - Odemira.
CRÓNICA DIÁRIA DA DIANA/FM
Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/
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Sexta, 25 Maio 2012 11:45
Volto hoje ao assunto da Grécia. Da
Grécia no Euro ou da Grécia fora do Euro. Isto é, da Grécia na moeda única ou
da Grécia fora da moeda única. Volto ao assunto, porque, com alguma graça,
houve um amigo que me disse que dos imensos (?!) ouvintes que me ouvem na Rádio
Diana e que terão ouvido a minha crónica da semana passada, todos eles deveriam
ter ficado com a ideia de que eu seria contra a permanência da Grécia no Euro
e, portanto, a favor da sua saída da moeda única. Pois bem, esclareçamos, então,
a questão.
Ao ter dito que partia do pressuposto
de que a Grécia nunca deveria ter entrado no euro, disse-o exactamente porque,
à época, a Grécia não tinha com rigor conseguido cumprir todos os critérios de
convergência, cumprimento esse que era prévio à possibilidade de um
Estado-membro da União Europeia poder aderir à moeda única. Mas eu até usei a
palavra ainda, dizendo que a Grécia, à época, não tinha ainda
conseguido cumprir os critérios de convergência, também conhecidos por
critérios de Maastricht. Estes critérios, quatro, diziam directamente respeito
à estabilidade dos preços, à participação no mecanismo de taxas de câmbio do
Sistema Monetário Europeu, à convergência das taxas de juros e à situação
orçamental. Ora, era exactamente aqui, na questão das contas públicas, que se
levantavam as maiores dúvidas, para não dizer, certezas.
Por alturas da adesão da Grécia à
moeda única ou melhor, por alturas da criação efectiva do euro ou do início da
aplicação da terceira fase da União Económica e Monetária prevista no Tratado
de Maastricht, encontrava-me eu a trabalhar no Parlamento Europeu. Por
conseguinte, tive o privilégio de poder acompanhar de perto toda esta fase de
preparação. E, por isso, tive o privilégio de poder testemunhar tudo quanto ao
nível das Instituições comunitárias se ia dizendo e fazendo quanto à
implementação da terceira fase da União Económica e Monetária. Portanto, quando
disse e digo que a Grécia deveria ter ficado de fora no início, é com base no
que então se apurou e se dizia de forma, aliás, pouco discreta, nos meandros
comunitários. Pode, pois, dizer-se - sem grande risco de erro - que a entrada
da Grécia na moeda única europeia se ficou a dever a uma decisão eminentemente
política. Que, de resto, a história subsequente veio mesmo a confirmar! Mas, em
abono da verdade, os próprios gregos estavam cientes disso já na altura. Amigos
meus, gregos, chegaram mesmo a considerar que teria sido melhor a Grécia ter
ficado de fora do Euro naquele momento…
Se na crónica da semana passada
considerei o que atrás disse, parece-me, no entanto, que o que terá levantado
maiores dúvidas quanto à minha posição relativamente à presença ou não da
Grécia no Euro, foi a cenarização que fiz sobre a situação de Portugal no caso
de, a Grécia, sair do Euro, para concluir que Portugal poderia beneficiar com
essa saída. Ao ter dito o que disse, não quis, no entanto, defender a saída da
Grécia do Euro. Para que conste, se considero que Portugal poderá beneficiar
com a saída da Grécia do euro, mesmo assim, não desejo que a Grécia saia do
Euro. Nem agora, nem mais tarde. Tendo sido criada, defendo a moeda única e uma
moeda única a circular em todos os Estados-membros da União Europeia,
inclusivamente nos que, podendo já estar dentro, quiseram por opção própria
permanecer fora.
Usando a nova terminologia
introduzida pelo nosso inefável Álvaro, perdão, pelo Senhor Ministro Santos
Pereira, se quero a coisa fora do coiso? Não, não quero. Por mim, do que
gostaria era que a Grécia permanecesse no euro, isso sim.
Lisboa, 24 de Maio de 201
Martim Borges de Freitas
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PELO ALENTEJO
A Reforma
Administrativa do Poder Local” é o tema de uma jantar-debate marcado para hoje
em Évora.
A iniciativa é organizada pela Comissão Política Distrital de Évora do PSD.
A iniciativa é organizada pela Comissão Política Distrital de Évora do PSD.
Seis
tasquinhas, três produtores locais e dezoito artesãos participam no 1.º
Festival do Petisco, que decorre entre hoje e domingo, no centro sociocultural
de Vendas Novas.
Fonte: http://www.dianafm.com/
A Cerimónia de
Encerramento das Comemorações do Centenário do Turismo em Portugal realiza-se,
a 26 de Maio, no concelho alentejano de Aljustrel, no âmbito da parceria
estabelecida entre a Turismo do Alentejo, ERT, a Câmara Municipal de Aljustrel
e a Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal.
Fonte: http://www.registo.com.pt/
nos
últimos cinco anos, desde que começou a sentir-se a contração do mercado
europeu, indica o INE. No primeiro trimestre de 2012 Portugal
exportou 86.801.704 milhões de euros face aos 68.015.985 no período homólogo.
As exportações para fora da Europa cresceram 22% e representam já 44% da quota
de mercado.
IMPRENSA
PÁGINA DEDICADA AO DESPORTO
ESTE FIM DE SEMANA:
DISTRITAL DE INICIADOS: Estremoz – Terena – 27/05 – 10.30H
3ª DIVISÃO NACIONAIS:
Farense – Aljustrelense
Pescadores – Redondense
Despertar – Fabril
Lagoa – União
Fabril - União –
Lagoa com permanência garantida na 3ª Divisão Nacional
A.F.E.
7ª Sessão de Formação
"Joga à Bola"
Futebol de Évora irá realizar a 7ª Sessão de Formação
"Joga à Bola" na Sala
131 do Colégio Espírito Santo (Universidade de Évora).
O tema abordado será "A importância do Controlo do
Treino na
Operacionalização do Modelo de Jogo da Equipa" e o
Formador Convidado será o
Prof. Óscar Tojo.
Informamos que esta formação será aberta a todos aqueles que
estiverem
interessados em assistir.
Xavier Mondragão
Coordenador Técnico da A.F. Évora
RUGBY
11º. EUROPEAN GOLDEN OLDIES
RUGBY FESTIVAL TRIESTE ,
14 / 18 Junho 2012
Escrito por Paulo Jaleco
Quarta, 02 Novembro 2011 10:47 -
O Clube de Rugby de Juromenha, integrado na Associação
Interfronteiriça Rugby Guadiana, vai
participar na 11ª. edição do
E.G.O.R.F. , que decorrerá em Trieste, Itália, entre 14 e 18 de
Junho
do próximo ano.
Será a 3ª. participação do nosso Clube, neste importante evento
europeu, depois das presenças na Madeira, em 2008, e em Caernarfon,
País de Gales, em 2010.
Neste último, recorde-se, foi atribuída à
nossa Associação o título de "Crocks of the Festival", destinado à
equipa que melhor Rugby praticou durante o Festival.
Todas as informações sobre o Torneio de
Trieste, podem ser consultadasem www.egor2012.it
Decorreu ontem o ultimo treino do CAD (centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento) da Federação Portuguesa de Rugby, e que teve o apoio local do RCM e
da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, passaram pelo parque
desportivo de Montemor, dezenas de jovens oriundos dos distritos, de
Portalegre, Evora, Santarem e Setubal, relembramos que estes centros
decorreram, nas cidades do Porto, Coimbra, Lisboa e Montemor-o-Novo, assim a
antiga Castro Mallium esteve na vanguarda do rugby nacional
1
OUTRAS MODALIDADES
quinta-feira, 24 de maio de 2012
PARA OS INTERESSADOS EM ARQUEOLOGIA
AMANHÃ NO FORUM CULTURAL
O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal recebe, no
próximo dia 25 de Maio, uma reunião científica subordinada ao tema “As
Paisagens da Romanização: Fortins e Ocupação do Território nos Séculos II a.C.
- I a.C.”. Organizada em conjunto pelo Instituto Arqueológico de Mérida e pelos
Município de Redondo e Alandroal, a iniciativa contará com a presença de alguns
dos mais reputados cientistas e investigadores internacionais. Joey Williams,
Gerald Grabherr, Barbara kainrath, Félix Teichner, Carlos Fabião, Pedro
Carvalho, Rosa Otero Béjar ou Jorge Morín de Palos, são apenas alguns dos
cientistas e investigadores que vão participar neste Fórum Científico, que tem
o seu início no dia 24 de Maio, pelas 10:00 horas, na Enoteca de Redondo. Os
debates continuam no dia 25, no Fórum Cultural de Alandroal, igualmente pelas
10:00 horas. Neste dia haverá ainda lugar para uma visita de trabalho ao sítio
arqueológico dos “Castelinhos do Rosário”.
Ao longo dos dois dias os investigadores irão abordar vários temas
relacionados com a Ocupação Romana na Península Ibérica, com o objectivo de
contribuir para o aprofundamento do conhecimento existente sobre este tema.
“Consolidação da presença romana no território centro alentejano: fortificação
e povoamento no séc. I a. C.” e “O Exército Romano: conquista, controlo e
reorganização do território peninsular em época republicana”, são exemplos de
temas que serão abordados pelos oradores durante o encontro. O Município
Alandroalense tem dedicado especial atenção às questões relacionadas com a
arqueologia e história do concelho, pelo que se congratula por poder acolher um
evento desta envergadura, que trará ao Alandroal alguns dos melhores
especialistas internacionais nesta matéria. Exemplo disso é o facto de já ter
garantido para este ano uma nova temporada de escavações no sítio arqueológico
da “Rocha da Mina”, onde no passado ano foram feitas importantes descobertas.
CRÓNICA DE OPINIÃO TRANSMITIDA HOJE PELA DIANA/FM
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Quinta, 24 Maio 2012 09:08
|
Na semana passada escrevi uma crónica sobre cidades educadoras e
a participação do município de Évora no congresso realizado na Coreia. Reli o
que escrevi e encontro críticas ao conteúdo da apresentação tornada pública e à
ausência de estratégia do município.
Entendeu a cronista que aqui participa às terças-feiras,
responder à minha crónica acusando-me de vários pecados. De militante de um
partido que cola cartazes nas paredes a cronista 3 ou 4G.
Teceu ainda vários comentários sobre a qualidade do que escrevo
dizendo que as minhas crónicas são comícios, ou coisas requentadas.
Confesso todos os meus pecados. É verdade que sou militante de
um Partido que cola cartazes, faz pichagens nas paredes, convoca manifestações,
distribui panfletos às portas das fábricas, apoia trabalhadores em greve e luta
por uma sociedade onde não exista a liberdade de um ser humano explorar outro
ser humano.
Também é verdade que escrevo crónicas e algumas são verdadeiros
panfletos, porque assim quero que sejam. Bem que gostaria de escrever romances,
mas quando cheguei à reunião da distribuição de tarefas o meu camarada Saramago
já tinha ficado com a tarefa de ser Nobel da literatura.
Tinha pela senhora o respeito que é devido a quem consegue o
distanciamento necessário para evitar absurdos ataques pessoais quando se
discutem ideias, ainda que de forma mais agressiva ou empenhada. Enganei-me.
De qualquer forma, nada do que a senhora cronista das
terças-feiras diz a meu respeito é por mim considerado um insulto. Quer dizer,
quase nada.
Há um pequeno insulto que de facto me atingiu. Tratou-me por
colega e isso é coisa que não sou e não prevejo vir a ser.
Arrumado este assunto vamos lá então a coisas mais sérias.
Passou um ano. É verdade, o tempo voa mesmo. Há um ano atrás,
PS, PSD e CDS sentaram-se a uma mesa para assinar um pacto com o FMI, a UE e o
BCE.
Este pacto que para alguns é referenciado como “memorando de
entendimento” ou ainda “memorando para a ajuda externa” e para outros é
classificado como um pacto de agressão, tem sido o guia e a desculpa para a
mais feroz ofensiva contra direitos sociais que tínhamos como garantidos.
No espaço de um ano, sempre com o aplauso dos “beneméritos” que
nos emprestaram dinheiro, a vida da maioria dos portugueses piorou
significativamente. Há mais desempregados, menos protecção social, salários
mais baixos, maior desregulação do mercado laboral, mais gente sem casa, o
número de insolvências de pequenas e médias empresas a disparar, descaracterização
do serviço nacional de saúde, enfim… tudo parece recuar décadas no nosso país.
Dizem-nos que só assim pomos a casa em ordem, que temos que
empobrecer para voltar a crescer, que não há alternativa, que temos que
trabalhar mais e receber menos para sermos competitivos e juram a pés juntos
que o futuro vai ser radioso para os que sobreviverem.
Os fiscais dos ocupantes, nas suas visitas periódicas, não se
cansam de elogiar o esforço do governo para aplicar o programa que PS, PSD e
CDS assumiram.
É, de novo, a velha história do “bom aluno da Europa” dos tempos
de cavaquismo e que nos trouxe até ao desastre actual.
Alguns se lembrarão que enquanto Cavaco Siva se entretinha a
destruir a estrutura produtiva nacional, tornando o país num mero “produtor” de
serviços e exportador de Sol, choviam os elogios dos mandantes da “europa”
sobre o caminho que se estava a percorrer.
Agora a moda parece ser diabolizar os gregos (os mal comportados
que votaram segundo as suas convicções) e bater com a mão no peito afirmando que
por cá somos fiéis cumpridores das ordens deixadas, ainda que esta fidelidade
canina atire para o desemprego um milhão e duzentos mil portugueses, que deixe
um rasto de miséria e fome em muitas famílias.
No fim deste caminho, que as forças da colaboração com o
ocupante apontam, deveremos mais, seremos mais pobres, teremos mais
desempregados e acima de tudo arriscamo-nos a ser um simulacro de democracia.
A frenética actividade legislativa vai sempre no mesmo sentido,
sujeitar o poder político ao controlo do poder económico e financeiro.
Claro exemplo do que afirmo são as medidas tomadas em relação ao
poder local, em que através de mecanismos de controlo financeiro se pretende
transformar os executivos municipais eleitos em meros executantes da política
definida no Ministério das Finanças.
Um outro exemplo é o aumento da pressão sobre a comunicação
social, com utilização de meios que fazem lembrar os utilizados pelo crime
organizado.
A história está repleta de maus exemplos, com as crises do
sistema capitalista a serem “resolvidas” com a criação de condições para a
implantação de ditaduras e em situação extrema com a destruição das forças
produtivas.
Resistir e lutar para construir a alternativa continua a ser o
caminho. Se os cemitérios estão cheios de imprescindíveis, o caixote do lixo da
história do capitalismo está repleto de inevitabilidades.
Até para a semana
Eduardo Luciano
PÁGINA SEMANAL DEDICADA À TAUROMAQUIA
CORRIDAS PARA O FIM-DE-SEMANA
A ARTE DE PEGAR TOIROS
A arte de rabejar
A arte de citar
A arte de dar a cara
A arte de consumar
(Fotos site: ; http://www.forcadosdemontemor.com/
A ARTE DE PEGAR TOIROS
A arte de rabejar
A arte de citar
A arte de dar a cara
A arte de consumar
(Fotos site: ; http://www.forcadosdemontemor.com/
No próximo Sábado, irá
para o ar mais uma edição do programa Arte e Emoção, apresentado por José
Cáceres.
O grande destaque
deste Arte & Emoção vai para a corrida que trouxe Pablo H. de Mendoza ao
Campo Pequeno e na qual António Telles rubricou uma excelente atuação.
Oportunidade para ver
as reportagens da Feira Taurina da Chamusca, onde os Forcados Amadores da terra
venceram o troféu em disputa. Do campo bravo, irá visitar-se a ganadaria
Fernando Santos e conhecer certas particularidades do toiro de lide.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
EM MEMÓRIA
EM MEMÓRIA
O texto que se segue
(outros lhe seguiram as pisadas) foi copiado do livro “Castelo do Alandroal VII séculos”.
Pretendemos com os
mesmos homenagear a memória de um grande alandroalense: Vicente Roma”
O Viajante que Chega
ao Alandroal
(Continuação)
Resiste à tentação de passar a porta que dá acesso à
fortificação e resiste à tentação de se perder nas ruas que descem à sua
esquerda.
O nosso viajante começa a pensar em duas ou três coisas ao
mesmo tempo: que, por este lado, o Castelo e a Muralha se apresentam ao alto,
parecendo-lhe agora como a vulgar ligação do adjectivo altaneiro ao substantivo
castelo faz sentido,
Passe a lugar comum.
Contudo, não deixará de pensar que, à primeira vista, o casario que escorrega
por aquela pequena encosta, o abafará.
Deve dizer-se que o nosso turista, porque de um turista se
trata, está constantemente a estabelecer comparações com outros castelos que
conhece: desde logo Monsaraz, que lá permanece, esse sim, altaneiro e,
dir-se-ia, incólume; Marvão, que está a mil metros de altitude e, tal como
Monsaraz, sem quaisquer edificações encostadas ao exterior da muralha; mesmo
Terena aqui ao pé…
Continuará o seu périplo o nosso homem, não sem antes ter
adiado a entrada na Muralha até tornar ao ponto de partida.
Novas casas agora mais baixinhas, como que respeitando-a.
Até um quintal que deixa ver oliveiras…Agora sim, a Muralha nua e crua à sua
frente, revelando-lhe a sua verdadeira dimensão.
Ei-lo agora quase no ponto de partida. Nova entrada para o
Castelo aparentemente mais importante. É seguramente a entrada principal, está
ali uma Igreja…cá fora, antes de entrar, não vê completamente a fachada da
Igreja. Passa então o arco e não deixa de considerar estranho que a Igreja irrompa
mesmo ali, em cima da muralha, abafando e sendo abafada por duas torres.
A palavra curioso volta a aflorar-se, à falta de outra
adjectivação, enquanto sente dificuldade em encontrar ângulo para fotografar,
em plano geral, a Igreja.
Penetra então no Castelo propriamente dito. Sobe a barbacã,
espreita por entre as ameias, trepa as torres. Torna a espreitar. Ruas
estreitas descem para a fortificação, perdem-se na Praça. Varandas, quintais,
chaminés, arcos, telhados. A um lado, edificações novas correspondem à expansão
natural do burgo. Lá em baixo, a fonte setecentista, curiosamente de lado para
a grande Praça.. Repara na Praça: é sem duvida, uma homenagem ao Castelo.
Aqui sim Há a largueza suficiente que serve de antecâmara ao
monumento.
A Praça deixa uma área non
edificandi entre o quarteirão onde pontifica
o edifício dos Paços do Concelho e as casas coladas Á muralha. Lá em baixo,
perto da Fonte, a Praça não termina, flecte para a direita, estreita-se agora
ligeiramente, nunca perdendo a muralha como referencia, até que se subdivide em
ruas estreitas que escorrem pela encosta abaixo.
(Continua)
BEM VINDO VICENTE
É com muito prazer que o Al-Tejo informa os nossos habituais
seguidores que a partir de agora passamos a contar com mais um excelente
colaborador.
Trata-se Vicente Arrifes, que no campo da fotografia já tem
provas dadas conquistando vários prémios, e algumas exposições levadas a cabo.
Desde há muito, que sentíamos ser uma falha importante no
blogue não apresentar o registo fotográfico de muitos acontecimentos realizados
no Concelho. Assim a juntar ao Al Barram, ao José Lebre, e outros que
esporadicamente para aqui enviam as suas fotografias (Vítor Matos da Mina por
exemplo), passamos com certa assiduidade a contar com a presença do Vicente.
E para começar aqui lhe deixamos um apontamento fotográfico
das Festas da Santa Cruz em Cabeça de Carneiro, mais precisamente o tradicional
Cântico ao Horto das Oliveiras.
Poderá ver muita mais no blogue : http://fotosdofimdesemana.blogspot.pt/,
administrado pelo Vicente Arrifes
INFORMAÇÃO DA C.M.A.
Autarquia Leva Munícipes a Conhecer as Instalações da Gesamb
A Câmara Municipal de
Alandroal vai associar-se às comemorações do “Dia Portas Abertas”, iniciativa
promovida pela Empresa de Gestão Ambiental e de Resíduos, Gesamb, no próximo
dia 2 de junho, com o objectivo de mostrar a todos os munícipes dos concelhos
do distrito de Évora como se faz a valorização dos resíduos ambientais e de que
forma o seu contributo é importante.
O programa da iniciativa conta com uma caminhada e com uma visita guiada
às instalações da Gesamb, onde os visitantes terão a oportunidade de apreciar a
exposição “Gesamb em Movimento”, entregar latas para reciclagem e receber
prémios em troca, entre outras actividades.
A Câmara Municipal de Alandroal vai proporcionar, aos munícipes do
concelho, o transporte para esta iniciativa. Os transportes estarão disponíveis
nos locais habituais a partir das 07:00 horas. Todos aqueles que queiram
participar nesta iniciativa deverão fazer a sua inscrição nas sedes das Juntas
de Freguesia do Concelho, na Biblioteca Municipal de Alandroal, ou não Balcão
Único do Município, até ao próximo dia 31 de Maio.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
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