quinta-feira, 26 de abril de 2012

O ANB EM TRANSITO EURO -ALANDROALENSE

QUESTÃO do DIA 
Fez ontem 38 anos que aconteceu uma das mais belas revoluções em Portugal no século XX. Nesse dia, assistimos quase em directo, no L. do Carmo, a uma conjugação de vontades que resultou numa alegria intensa vivida pelo povo português. Foi assim mesmo, o poder velho caiu de maduro naquele fim de tarde. Não vamos, porém, estragar aqui a memória daquele dia inteiro com palavras fáceis.
O que deve acrescentar-se é que hoje tudo mudou. E mudou rapidamente, nem sempre para o melhor. Não se diz a palavra feia neoFascismo – que horror - mas às vezes já vai apetecendo porque vão sempre aparecendo novos aprendizes de feiticeiro da direita estreita e escondida  que através de Pedro Passos Coelho/P. Portas sabe bem o desatino e a desorientação social que anda a provocar.

De um modo geral, existe presentemente em Portugal um sentimento claro de descontentamento e até de violência latente anti-crise, anti-austeridade, anti-partidos, anti-quase tudo que deixa poucas esperanças de que aqueles que agora se estão a aproveitar do 25 de Abril, deixem de o fazer nas costas de quem trabalhou ou ainda vai tendo trabalho e quer um país onde se possa viver com dignidade.
Quanto ao Governo actual diria, em resumo, que está demasiado depressa cada vez mais isolado dos cidadãos em geral. O que significa que cometeu mentiras graves e tem culpas próprias no cartório.
Basta reparar que os dois melhores discípulos da Sra. Merkel são agora dois portugueses do mesmo partido.
Assim sendo, acreditamos que a saída desta situação de crise poderá estar num federalismo a sério da União Europeia pelo que uma solução com variantes novas para Portugal passa – imaginem – pela vitória eleitoral em curso de um socialista em França.
Quem é que havia de dizer que, em matéria interna e de relações internacionais, a França, era assim tão importante para a Europa dos países pequenos. Lembram-se do apoio que François Miterrand deu a Portugal? Recordam-se do partido a que pertencia? Têm presente o modo como fazia politica europeia? Sabem que a França pode acabar com este Tratado Orçamental e levar a Europa ao crescimento? Percebem que Sarkozy deixou de ter a estatura politica  que a Europa precisa?
AnB – 26 Abril 2012



CÁ PELO ALENTEJO


O Alentejo, "com o novo regadio", é a região que "tem mais possibilidades de contribuir para a autossuficiência" de Portugal em termos de produtos agrícolas.

O destino Alentejo mostrou-se durante um roadshow que percorreu as cidades brasileiras Salvador, Brasília, Porto Alegre e S. Paulo e no qual participaram cerca de duas centenas e meia de operadores turísticos.

O apelo a "+ produção" agrícola marca a 29.ª Ovibeja, a maior feira agropecuária do sul do país, que arranca sexta-feira em Beja com "mais de mil expositores" para mostrar "todo o Alentejo deste mundo".

O deputado do PS eleito por Beja voltou a questionar o ministro da Economia e do Emprego sobre os prazos de conclusão das obras de concessão rodoviária do Baixo Alentejo.

A Confraria Gastronómica do Alentejo vai organizar, a 28 de Abril, a 1.ª Mostra de Sopas Tradicionais do Alentejo, uma iniciativa que pretende divulgar a gastronomia da região e que vai decorrer, em Beja, no âmbito da 29.ª Ovibeja.

José Bravo Nico vai candidatar-se à liderança da Federação Distrital de Évora do PS nas eleições de Junho

IMPRENSA HOJE NAS BANCAS


PÓS 25 DE ABRIL - MONTEMOR – O –NOVO


NOITE DE 24

Jantar com Ensemble Project (atracão musical para dar inicio aos Festejos) – convite conterrâneo Zé Carvalho

Brinde a boa actuação






A ACTUAÇÃO

Auditório completamente cheio

O Público aplaude de pé

À capela o Zé encerra com Grândola Vila Morena

E a assistência de pé, empunhando o cravo vermelho acompanha

No final recebe as felicitações das Entidades Camarárias


DEPOIS…

A multidão aglomera-se e acompanha a sua Banda, entoando em uníssono “Depois do Adeus”, "Grândola” , "Uma gaivota voava ,voava”, e  todos, em grande confraternização percorrem as ruas da Cidade, relembrando "fascismo nunca mais" e "25 de Abril sempre".

PÓS 25 DE ABRIL – ALANDROAL


TARDE DO DIA 25

Cerimónia da requalificação da Escola Primária

Discurso alusivo à data e à Cerimonia, pelo Presidente da Câmara

A assistência compareceu em número muito razoável

Uma amostra da recuperação de várias salas

25 de Abril também se celebra com uma boa confraternização

AJOELHOU…MAS NÃO REZOU ….LIXOU-SE


CRÓNICAS DIÁRIAS TRANSMITIDAS PELA RÁDIO DIANA FM





Quarta, 25 Abril 2012 09:37
Nas recentes audições parlamentares sobre o trabalho da empresa Parque Escolar, ficou para a memória dos portugueses o testemunho da ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues. “Foi uma festa” consta que foi dito e reafirmado. Tal foi, seguramente, mais um lapso e um fait-diver do que algo com substância. Mas mostra, de forma evidente, alguma ligeireza como se abordam as questões da educação em Portugal. Como em muitos outros casos, atira-se dinheiro para cima dos problemas na esperança que eles se resolvam.
Neste caso, basta investir 3 minutos para ler o sumário executivo do relatório do Tribunal de Contas para perceber que isto não é questão de sensibilidade com a questão do investimento em educação mas um caso de gestão negligente e danosa! Como é possível passar de 940 milhões para modernizar 332 escolas para um patamar de 3.168 milhões e abranger apenas 205 escolas? Algo que deve ser analisado e desta avaliação devem-se extrair responsabilidades.
Mas olhemos para a educação de uma forma mais abrangente e mais objectiva. Creio, e provavelmente não serei só eu, que os problemas da educação não se resolvem essencialmente com edifícios e infra-estruturas de apoio. Mais do que a parte “física”, importa a componente pedagógica – professores competentes e motivados, conteúdos adaptados aos desafios do mundo actual e metodologias centradas na eficácia das aprendizagens. Alguém tem ouvido debate sobre estes temas? Provavelmente, não.
Nas últimas décadas, sacrificou-se a qualidade à quantidade, o que até posso tentar compreender em função da necessidade de escolarizar toda a população. Mas, infelizmente, na última meia dúzia de anos sacrificou-se também a exigência, parecendo que estamos mais preocupados com as estatísticas das “aprovações” do que com os resultados concretos. Em vez de garantir a igualdade de oportunidades, e deixar que a educação seja um factor de mobilidade social, baseado no mérito, procurou-se que todos, crianças e jovens, saiam “iguais” do sistema educativo, nivelando claramente por baixo. 
É necessário, sem as revoluções desnecessárias, a educação seja balizada nas questões fundamentais – domínio da língua, da sua expressão, de uma cultura matemática e científica e, se possível, crie as bases para a criatividade, a inovação e o espírito crítico. Promova-se a exigência, o mérito, a participação activa da comunidade e a excelência pedagógica dos professores. Sem festas, sem polémicas artificiais, mas com orientação aos resultados que todos esperamos: aprendizagens que conduzam aos conhecimentos e às competências essenciais.
Carlos Sezões



Quinta, 26 Abril 
Trinta e oito anos são uma vida. Em trinta e oito anos consumimos a infância, a adolescência e parte significativa da idade adulta.
Em trinta e oito anos construímos ilusões, desbaratamos esperanças, planeamos resistências e, com alguma sorte, continuamos a acreditar nos sonhos da infância, quando tudo nos parece possível, quando a música é feita de palavras que falam de futuro, de certezas de chegarmos a um “lugar” melhor, a tal terra da fraternidade onde juramos não desistir de lutar.
Também há os que desistem, os que envelhecem mais depressa do que o tempo que vivem, os que se mudam do lado do sonho para lado mais pragmático do “viver bem”.
Em trinta e oito anos acontecem coisas incríveis e alguns conseguem mesmo dar a volta completa sobre si próprios. Começam por parecer acreditar nos sonhos, constituem-se coveiros da esperança e no fim da vida lamentam que outros estejam a afastar-se do ideal que traíram tranquilamente.
A revolução tem exactamente trinta e oito anos e parece hoje a alguns um devaneio de infância a que é preciso pôr termo.
Para outros é motivo de ajuste de contas, porque nunca perdoaram a ousadia de muitos em demonstrar que era possível uma sociedade diferente que dispensava o contributo das forças que sustentaram os 48 anos de ditadura.
Para estas dois espécimes a revolução resume-se ao golpe de estado que restituiu as liberdades básicas e instituiu a “democracia representativa”. Por tudo o que aconteceu depois, a revolução propriamente dita, nutrem um indisfarçável ódio de classe que assume nos tempos que correm uma espécie de ofensiva final para repor tudo como estava antes de 1974.
Dizem que é um exagero afirmar-se que a democracia está em perigo, porque continuamos a poder votar, não existe polícia política, existe liberdade de manifestação e reunião, continua a não haver censura e os partidos políticos são permitidos.
Mas será mesmo verdade que é assim? Claro que podemos votar, mas em que condições de primária manipulação o fazemos? Quanto à liberdade de manifestação também já teve melhores dias, como demonstram os avisos policiais de “tolerância zero” para movimentações organizadas no 25 de Abril e 1.º de Maio.
Não há censura? Perguntem aos jovens jornalistas em situação de precariedade laboral e com rendimentos mensais pouco mais que miseráveis, se se sentem livres para abordarem as matérias da forma que entenderem.
Olhando para a realidade que vivemos parece-me que a única saída é regressar ao caminho iniciado em Abril de 74 e interrompido em Novembro de 75.
Outro 25 de Abril, dizem alguns. Não é preciso outro, é preciso que se cumpram os ideais deste.
A solução não é um novo Abril, é Abril de novo e com a força do povo e isso exige uma ruptura com as políticas prosseguidas pelos governos do PS, PSD e CDS.
Vai ser fácil? Certamente que não, mas dificuldades só podem ser motivo de ânimo, tenacidade e entrega para, como diz o cantor, fazer o que ainda não foi feito.
 Até para a semana
Eduardo Luciano



PÁGINA SEMANAL DEDICADA À TAUROMAQUIA

Próximas Corridas


quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 ABRIL2012 - 00.54H


São Cravos Senhor são Cravos
Que vislumbro com desgosto...
Tornaram-nos um POVO escravo,
Caem lágrimas em tanto rosto!

(De um poeta popular que enviou como comentário  - pena que a coberto do anonimsto)

COLABORAÇÃO ORÁCULO DA SABEDORIA


HISTÓRICO

O Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz e o Golpe Militar do 25 de Abril de 1974

Foram dois Regimentos de Cavalaria, Santarém e Estremoz, que se fizeram à estrada na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, pese embora a fama reaccionária com que era vista a Arma de Cavalaria e grande parte dos seus oficiais, no meio intelectual, e mesmo militar, de então.
Fizeram-se à estrada a caminho de Lisboa para executar um golpe militar, com vista à queda do regime do Estado Novo e a restituir a liberdade recusada ao povo português durante longos anos de ditadura.
Veio hoje a público que a Associação 25 de Abril não estará presente nas comemorações oficiais da data. Cabe-nos questionar o que se passou em Portugal desde que os militares entregaram a Democracia, de mão beijada, aos políticos. Infelizmente é o que se vê.
Aqui se publica o plano das operações a cargo do Regimento de Cavalaria de Estremoz, sendo comandante do Esquadrão que se dirigiu a Lisboa o Capitão de Cavalaria Luís Fernando Andrade de Moura, eborense ilustre.
AC
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O ANB EM TRANSITO EURO- ALANDROALENSE


   Inquietações com escrúpulo
 Questão do Dia 
 Em dia de festa e portas abertas na nossa Escola Primária, não deixámos de pensar nas dificuldades que, por aqui existem, em atrair e fazer a captação de investimento público ou privado para um concelho como o Alandroal. É uma tarefa muito difícil. A competição é tremenda. 
Por isso, daqui do Al Tejo desejamos o maior sucesso à ASSECAR porque o problema já não passa apenas pela cedência de terrenos e disponibilização de instalações físicas. Deixou de ser o suficiente para garantir investimentos.
O importante e talvez decisivo será a tomada de medidas de ordem politica, a nível dos governos, que criem e identifiquem vantagens claras na fixação de empresas no mapa do Alentejo.
Mas como ainda assim não se vêm conseguindo criar indústrias, trabalho ou serviços regionais e autárquicos inovadores, diria que a alternativa que sobra é apostar no que é nosso, nos alvos económicos naturais que nos diferenciam, nas terras e gentes com iniciativa que cá estão.
É bastante difícil mas é para isso que devemos Organizar-nos e exigir, tanto quanto possível, as necessárias e mais do que justas vantagens e compensações, por exemplo, através da nova Lei das Finanças Locais.  
Claro que também sabemos que é sempre mais fácil teorizar!
AnB 25 Abril 2002

NEM TUDO FORAM CRAVOS

Foto: J.P.

COLABORAÇÃO - Dr. JOÃO LUÌS

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A data histórica para que nos remete o mês de Abril é incontornável, pelo menos para aqueles que, mesmo adolescentes, viveram o primeiro dia de liberdade, conquistada a pulso por muitos dos que, na clandestinidade, se bateram por ela. O dia 25 desse mês, do ano de 1974, amanheceu diferente. Foi, a esta distância de quase quatro décadas, o único dia de verdadeira liberdade, onde todos os portugueses se uniram contra um inimigo comum: a ditadura herdada de Oliveira Salazar, com todas as características de um poder exercido de forma totalitária – a censura na comunicação social e nas artes, a polícia política, os bufos, as perseguições, as prisões, as torturas, as mortes, os lambe-botas, os yes-minister, a proibição de eleições livres, a impossibilidade legal de formação de partidos políticos, enfim tudo aquilo que os jovens de hoje julgam fazer parte de um filme a preto e branco, guardado agora numa prateleira bafienta da Cinemateca de Lisboa. Mas não foi um filme, acreditem.
Faleceu no passado dia 22 de Março, um homem chamado João do Machado, um dos últimos antifascistas montemorenses que, tal como muitos desta terra, lutou durante anos, na clandestinidade, contra esse regime ditatorial que se prolongou entre 1926, com o golpe militar de 28 de Maio, que pôs fim à Primeira República, levando à implantação da Ditadura Militar que terminaria faz agora 38 anos, numa explosão de cravos vermelhos. Em tempos, escrevi um conto em homenagem a esse comunista de gema, baseado num dos muitos episódios da sua vida de luta abnegada, solidária e humanista. Mas, para narrar a vida deste meu velho amigo, seriam necessários mil volumes para escrever sobre a sua luta, o seu sofrimento e a alegria que sentiu naquela manhã de Abril de 1974. Destaco uma frase que o Machadinho soltou numa das nossas conversas sobre as torturas a que foi submetido e que me revelou o Homem, diante do qual me senti um microscópico grão de pó. Disse-me então ele, com um sorriso plácido e franco: “Não guardo rancor de ninguém”.Ele só queria que o seu empenho e os seus sacrifícios não tivessem sido em vão. Mas começo a ter sérias dúvidas. As questões económicas das famílias vão agravar-se, o deficit democrático também, e o Estado não vai voltar atrás. E ainda agora a procissão vai no adro.
João Luis Nabo


terça-feira, 24 de abril de 2012

COMEMORAR O 25 DE ABRIL


ALANDROAL
 Sem duvida o destaque vai para a Recuperação da Escola Primária do Alandroal.

Mas por cá (Montemor) e quanto a mim é imperdivel a actuação do conterrâneo e amigo Zé Carvalho no tributo de Ary a Zeca  pelo Ensemble Project

MONTEMOR

 AINDA A TER EM CONSIDERAÇÃO

REDONDO
As vozes Alentejanas são secundadas pelas violas, o acordeão e as trancanholas num repertório que incide sobre o cancioneiro tradicional e recolhas musicais efetuadas junto das gerações mais velhas, detentoras do saber e da tradição oral.
 Armando Torrão (voz e viola baixo); António Caturra (voz e trancanholas); Pedro Mestre (voz e Viola Campaniça); João Cataluna (voz e acordeão).

VIANA DO ALENTEJO
Centenas de romeiros vão reviver uma tradição antiga ao fazerem o percurso a cavalo entre a vila da Moita e Viana do Alentejo. A história volta a repetir-se pelo 12º ano consecutivo entre os dias 25 e 29 de abril.

É já no dia 25 de abril que centenas de romeiros oriundos de vários pontos do país partem da Moita em direção a Viana do Alentejo, onde chegam dia 28. A romaria que vai na 12ª edição é promovida por uma comissão que integra as Câmaras da Moita e Viana do Alentejo, a Associação dos Romeiros da Tradição Moitense e Associação Equestre de Viana do Alentejo.
 Para além do cariz religioso que está na sua génese, nos dias de hoje, a romaria assume também uma vertente mais lúdica, que privilegia o convívio entre os participantes, alguns dos quais integram o certame desde o início. Alguns vêm pela fé, outros pelo ambiente ímpar e de camaradagem que vivem entre si.
 Para receber os muitos visitantes que se deslocam a Viana do Alentejo durante o fim de semana, a câmara municipal preparou um programa cultural que começa logo dia 28, antes da chegada da romaria, com animação pelas ruas da vila. A novidade este ano é a Tenda Tradições, instalada junto ao Santuário de N.ª Sr.ª D’Aires, onde a partir das 22h30, os Tres Sangres sobem ao palco. A noite termina com um baile.
 No dia 29, domingo, a partir das 12h30, no mesmo espaço atuam “Sonido Andaluz”, as sevilhanas da Associação Equestre de Viana do Alentejo e ainda os grupos corais do concelho.
 Recorde-se que a Romaria foi retomada em 2001, em abril, após um interregno de mais de 70 anos, recuperando uma tradição em que os lavradores da Moita se deslocavam com os seus animais ao Santuário de N.ª Sr.ª D’Aires para pedir proteção e boas colheitas.
 A par da gastronomia, motivos não faltam para assistir à chegada da 12ª edição da Romaria a Cavalo, em Viana do Alentejo.

E AINDA


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