terça-feira, 8 de novembro de 2011

EM MEMÓRIA DE RUFINO CASABLANCA

Mais uma vez Chibia Casablanca nos honrou com o envio de mais dois textos do espólio deixado por Rufino Casablanca. Duas histórias de amor e sexo que definem bem os ardores da juventude. Deixamos-lhe hoje a primeira e na próxima quinta feira a segunda.
Esperamos que as mesmos sejam do agrado dos nossos leitores, tal como foram do editor.
Para a Chibia um beijinho de amizade que traduz o agradecimento com que nos tem honrado.
Chico Manuel


« Amor e Sexo nas Margens da Ribeira do Lucefecit ao Longo dos Tempos »
 
1990
Tinham-se conhecido no jantar convívio oferecido pela associação local de criadores de gado ovino durante a feira anual de Reguengos de Monsaraz. Ela, acompanhante de profissão, fora contratada, e paga antecipadamente, por um velho e importante criador desses animais para lhe fazer companhia durante o evento. Impossibilitada pelo protocolo, de ficar sentada ao lado do contratante, fora atirada para uma das mesas ao fundo da sala. Era uma situação que se repetia com frequência; quem contratava a sua companhia, normalmente, apenas a queria a seu lado na cama. Assim, acabou por ficar sentada ao lado de um jovem rapaz que nem vinte anos teria e que, manifestamente, também ali estava a fazer um frete. Os dois excluídos do negócio das ovelhas, de lãs, leite e queijos. Perspicaz, o rapaz rapidamente compreendeu o que ela ali fazia, e lá pela altura da sobremesa, propôs que ambos fossem tomar o café longe daquele lugar. Convite que ela acolheu com agrado, pois estava a adivinhar um resto de noite aborrecida na companhia do velho. Depois do café e de uma conversa mais franca, séria e objectiva, acabaram num dos quartos da casa de turismo rural, situada numa vila a norte de Reguengos. “Casa de Terena”, assim se chamava o estabelecimento, ali mesmo, na vizinhança de um velho castelo medieval. Até porque ela também estava a precisar de uma boa sessão de sexo, e não daquelas enfadonhas noites que cumpria por obrigação. O rapaz revelou-se à altura das circunstâncias; nem a deixou tirar a roupa, apenas lhe desviou as cuequinhas. E depois da pausa para os cigarros, atirou-se a ela novamente. Há muito que a rapariga não encontrava um homem que tão completamente a satisfizesse. Quando passado algum tempo, olhou para o companheiro, decidiu ser profissional e dar-lhe uma amostra do que era uma boa noite de sexo. Por agradecimento, apenas. Ergueu-se da cama, baixou as alças do vestido e deixou-o cair aos pés. Apareceu então esplendorosa, com as peças de lingerie a destacar-se da pele de tom moreno. O soutien caiu-lhe também aos pés, deixando à vontade dois seios pequenos que exibiam uma cor mais clara, marcando os limites do biquini. Das cuequinhas, muito reduzidas, saíam pêlos por todos os lados. As coxas ginasticadas, musculosas mesmo, denunciando muitas horas de ginásio, também exibiam as marcas do biquini. Aproximou-se dele que ainda se encontrava recostado na cama e decidiu proporcionar-lhe um mergulho de gozo vertiginoso. Meteu a mão por entre as boxers e verificou que o companheiro estava a meia-haste, estava maleável, quase frouxo; estava ainda cansado das arremetidas iniciais.
“ Vamos lá operar aqui um milagre “ – pensou.
Sentiu-o crescer na boca, tomando forma. E foi então que a mulher, com muito cuidado para não morder, para não magoar, aplicou os dentes na operação. Rodeou-o com o marfim duma dentadura alvíssima e, lentamente, sentindo-o pulsar, deu umas dentadinhas muito suaves, desviando-se a tempo de não ser atingida pela explosão que se seguiu.
O rapaz, que nunca tinha passado por semelhantes sensações, assombrado ainda, entrou em confidências, e disse-lhe que pertencia a uma família que vivia numa herdade nos arredores da vila em que se encontravam. No Monte do Meio, no dia seguinte, iria haver um almoço familiar, e queria que ela o acompanhasse para a apresentar à família como sua noiva, tal o deslumbramento em que se encontrava. A seguir adormeceu, exausto.
Ela, enquanto se vestia, aproximou-se da janela e viu a lua espelhada nas águas da albufeira do Lucefecit.
O luar de Agosto cumpria a sua obrigação.
Em seguida saiu do quarto, fechando a porta com cuidado, para que ele não acordasse, e desapareceu.
FIM
Rufino Casablanca – Monte do Meio – 1999

ENDÓVÉLICO & JAVALI

Endovélico: Então ainda por aqui andas?
Javali: Que remédio! Por aqui estou seguro e vou estudando filosofia!
Endóvélico: Mas põe-te a pau! Não dão diplomas aos Domingos.
Endóvélico: Mas, diz lá… afinal qual é o teu problema?
Javali: Querem-me obrigar a andar com a “face oculta”. Então não é que C.M. agora descobriu que também eu guardei uma pipa de massa em off shors, quando não fui eu mas sim gente da família! Da-se..
Endóvelico: Tem cuidado!... olha que no Vorgonha já ninguém acredita, o Tinto anda com o cu tremido, e a Ulmeida tanto se pintou que borrou a escrita… Deixa-te lá andar pelo mato, que é onde estás bem.

CÁ NO ALENTEJO

Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo distinguida com prémio «Mais Tradição»
A Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo, promovida pela Câmara Municipal da Moita, Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Associação de Romeiros da Tradição Moitense e Associação Equestre de Viana do Alentejo, foi distinguida com o prémio “Mais Tradição”, na 10ª Gala Prémios Mais Alentejo que decorreu, na noite de 4 de Novembro, no Teatro Garcia de Resende, em Évora.
http://www.rostos.pt/

Barrancos e Moura: Minaport vai fazer prospecção mineira nestes dois concelhos
A Minaport vai fazer prospecção mineira em Moura e Barrancos. Os presidentes dos municípios visados dizem que esta questão foi tratada sem que as autarquias fossem ouvidas.
O Governo assinou com sete empresas, 10 contratos para a exploração de minérios metálicos em Portugal, no valor de 8,6 milhões de euros e o Baixo Alentejo também foi contemplado, dado que dois, foram assinados com a empresa Minaport – Minas de Portugal, que vai desenvolver em Barrancos e Moura prospecções de cobre, zinco, chumbo, ouro e prata.
http://www.vozdaplanicie.pt/

Elvas: Governo suspende construção de Unidade de Cuidados Continuados
http://www.portalalentejano.com/

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM

A inveja produz injúria e gera ódio
Cláudia Sousa Pereira

Terça, 08 Novembro 2011 12:03
Há dias fui assistir a um jogo de futebol entre juniores, em fase de preparação para o campeonato distrital. O jogo decorreu em concelho limítrofe a Évora e a esmagadora maioria dos adeptos era-o da equipa local. Confesso que o jogo da rapaziada me agradou. Não sendo propriamente fervorosa espectadora de futebol, já tive o privilégio de em 2004 assistir a um Portugal - Espanha ao vivo e, confesso, vim de lá muito mais impressionada com o espectáculo fora do relvado do que dentro. A quantidade de jogadores que, quando não tem a bola, pouco se mexe revelou-me uma realidade que as imagens de televisão, seguindo sempre a bola e quem a tem nos pés, não me deixavam perceber.
Também naquele sábado acabei por ficar muito mais impressionada com o espectáculo da meia centena de adeptos nas bancadas do que com o jogo. Mas muito mal impressionada. Presumo que em se tratando de jogadores adolescentes, 16-17 anos, muitos daqueles fossem pais ou familiares dos jogadores. Pois cheguei ao fim a pensar que aqueles pais não mereciam os filhos que ali estavam. Os insultos ao árbitro e juízes de linha (e fiquei a saber pelos moços que também aos próprios jogadores), com palavrões de fino recorte vicentino, foram tantos que eu duvido que algum dos rapazes que durante 90 minutos se esfalfaram a jogar à bola quisesse ser visto na companhia de tamanhos “malcriadões”, ainda para mais com idade para serem seus pais (e se calhar eram!). Por outro lado, a impassibilidade dos insultados deixou-me satisfeita e até, confesso, um bocadinho vingada. Eu explico.
Sendo politicamente activa há 2 anos, em cargo com poder executivo, o que me dá direito a ser insultada quer individualmente, quer quando metida no “saco” de todos os políticos, aquele confronto com juízes e árbitros fez nascer em mim uma enorme onda de solidariedade para quem como aqueles homens se prestam a uma actividade que tem tanto de útil como de impopular. Um verdadeiro serviço público em prol da existência, gostemos ou não, do decorrer daqueles 90 minutos. Levando mais longe as minhas meditações, perguntava-me até se não seria a inveja de não estarem ali, dentro das 4 linhas em vez de estarem nas bancadas a beber umas “minis”, que os faria ser tão activos na verborreia insultuosa. O que o Povo diz sobre estas manifestações é que “a inveja produz injúria e gera ódio” e eu acho que a coisa não deve andar longe disso.
De maneira que, tal como aqueles senhores árbitros que, quando lhe vestem assumida e empenhadamente a pele, se transfiguram e passam a ser motivo de insulto, sinto que quem se preocupa com os destinos de uma comunidade, optando ou propondo rumos na sua governação, exercendo por isso actividade política efectiva, se transfigura também, e aos olhos de quem assiste de bancada, em motivo de insulto automático. No dia em que um jogo de futebol correr mal às duas equipas em jogo, única e exclusivamente por culpa dos árbitros e juízes, talvez acredite que mereçam ser corridos definitivamente das suas funções, como o deverão ser todos aqueles que, de forma ilegal, exercem essa ou qualquer outra actividade. Mas a legalidade e o seu cumprimento não abrangem só o mundo do futebol e da política, pois não?
Até para a semana.
Cláudia Sousa Pereira

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

AS PRIMEIRAS IMAGENS DE UMA "GRANDE NOITE" NO FORUM DO ALANDROAL

O NOSSO AMIGO CORRESPONDENTE NO ALANDROAL - JOÃO LEBRE FEZ O FAVOR DE NOS ENVIAR:

MEMÓRIAS DO PASSADO – HOJE A “MEMÓRIA” É DO TÓI DA DADINHA

MEMÓRIAS do ANOITECER...no Alandroal, no Fórum.

Sendo muito mais "radialista" que "televisionista", acabei de ouvir o "MAMBO, QUE RICO EL MAMBO", Nº. 8, de Perez Prado pelo dedo do Zé Duarte através dos seus "5 Minutos de Jazz", na Antena 1 e veio-me á memória, alguns mais também, que participaram nos ensaios da BASS na residência do meu tio Manel Salomé (anos 55?) e, nas suas actuações pelos mais diversos lugares.
Porquê se me avivou(!) a memória?
Porque no sábado á noite, no Forum, a ANABELA interpretou MUITO BEM o tema «CAMINHO ERRADO» do Grande Alentejano LUIS PIÇARRA, acompanhada pelos espectaculares músicos da Big Band Loureiros.
Mas então (?) a NOSSA BASS já a interpretava naquela data, por todos os sítios onde mostrou a qualidade musical que tinha, de Loulé a Águeda.
E neste concreto acervo musical do CAMINHO ERRADO não mais esqueço os solos da Trompete, do Barradas; do Trombone, do António "Morcela"; e, do Piano, do jovem Baíco; o trabalho de pesquisa da BASS na recolha e uso de bons temas e...os espectadores do Forum que "conhecem" o poema e o cantaram (também eu) com a Anabela.
PELO...CANTO DA ANABELA E PELA BANDA PASSEI UM BOM SERÃO.
Abraços para todos
Tói da Dadinha

VAMOS QUEBRAR O QUE JÁ ERA UMA TRADIÇÃO?


Convergimos na ideia de que (atenta a crise) se deveria adiar para 2012 a renovação do encontro, passando a organizar-se de 2 em 2 anos.
Pensamos ser uma ideia que a todos agradará e...facilitará as economias pessoais.
Extracto do mail recebido, para divulgação, enviado por um elemento da equipa responsável pela organização do tradicional almoço dos “nascidos em 1945”, e que traduz a opinião de 2 dos organizadores.

Pessoalmente é com muita mágoa que vejo quebrar a tradição, e se os motivos invocados são a malfadada crise, tudo me leva a pensar que se este ano é assim, para o próximo ainda será pior. Opinião também compartilhada pelo principal mentor da ideia e ao qual se deve a iniciativa.
No entanto, e em jeito de auscultação coloco aqui a pergunta, para que possamos aquilatar se na verdade as circunstâncias que a todos nos afectam poderão ou não contribuir para que o referido convívio não se realize.
A caixa de comentários está aberta para nela colocares a tua opinião (sugestão), assim como todos os nossos contactos: Joaquim Manuel – Tói – Luís - e evidentemente eu. Por certo tens na agenda os números dos Tlm e dos mails.
Diz qualquer coisa. Ainda vamos a tempo. Contacta o teu amigo e dá-lhe conhecimento.
Chico Manel

BREVES DO ALENTEJO

PS de Beja questiona andamento das obras da Concessão Rodoviária Baixo Alentejo.

Quase metade da população do Alentejo nunca acedeu à Internet.

Minaport vai fazer prospecção mineira em Moura e Barrancos.

PS discute extinção de Freguesias.

Evora shopping vai criar 600 postos de trabalho a partir de 2013

IMPRENSA


SONDAGENS DO AL TEJO - RESULTADOS DAS ÚLTIMAS SONDAGENS COLOCADAS

ACHA QUE SE DEVE COLOCAR ILUMINAÇÃO NATALÍCIA TAL COMO OUTRORA? SIM – 2
NÃO - 7
SIM MAS MODESTA – 6
APENAS NA CÂMARA – 3
APENAS NO CASTELO - 7
TANTO SE ME DÁ - 1

CONCORDA QUE A C.M.A. TIVESSE CONCEDIDO TOLERÂNCIA DE PONTO NO DIA 31 OUT.
Sim – 6
Não – 26
Quero lá saber – 3.

Tire as suas conclusões!

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM

Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/

A desobediência
Miguel Sampaio 

Segunda, 07 Novembro 2011 10:16
Tem o Regime tentado passar a mensagem, através dos órgãos de poder e dos comentadores de serviço, que a austeridade é um dado inevitável e que assim sendo, devemos suportar estoicamente o nosso empobrecimento, sem fazer ondas, sem manifestar indignação, cordatos e obedientes.
Como se pelo facto de termos um parlamento eleito, em que oitenta por cento dos deputados se manifestam a favor destas medidas, apagasse a indesmentível realidade de oitenta por cento dos portugueses reagirem negativamente à aplicação das mesmas.
Aqui chegados, uma questão incontornável se levanta: Que democracia é esta em que os eleitos andam tão desfasados da vontade dos eleitores?
A resposta que me salta à vista radica na falta de transparência das decisões tomadas. Se as pessoas fossem esclarecidas, informadas dos dados que estão sobre a mesa, poderiam aceitar ou não as soluções propostas, mas fá-lo-iam em consciência, que é a base de qualquer compromisso sério.
Claro que é incómodo para quem está no poder abdicar da grande vantagem que representa ter informação que se não partilha. Um exemplo disso é a ênfase que se põe nos vencimentos absurdos de determinadas figuras públicas, pondo de lado o âmago da questão, que é saber como foi possível chegar aqui, que caminhos tomar para erradicar as causas, o que é necessário fazer para que se proceda a uma repartição mais equilibrada da riqueza disponível. Só que aí o debate far-se-ia em torno do que é útil manter na esfera pública e da falta de sentido de algumas privatizações que o Governo se propõe fazer. Outro exemplo é o medo que se incute caso ocorra alguma mudança no rumo previamente traçado, como se o desemprego, o mal-estar social, a incerteza quanto ao futuro já não sejam o pesadelo de todos nós.
Não informar as pessoas, forçá-las a acatar decisões que não entendem e por isso não compartilham, é incitá-las à desobediência e neste caso ela é plenamente justificada. Sustenta-se no direito que temos enquanto cidadãos de um país soberano a decidir o nosso próprio destino.
Iniciou-se no mês de Outubro o período obrigatório de discussão pública sobre o Documento Verde da Reforma da Administração Local, “ uma Reforma de Gestão, uma Reforma de Território e uma Reforma Política,” como se auto-define o documento. A sua aplicação implica a mais drástica reforma implementada desde o vinte e cinco de Abril, extinção de autarquias locais, alteração da lei eleitoral autárquica, redefinição dos financiamentos… Esta proposta, caso venha a ser aceite mudará completamente a vida dos portugueses.
Entretanto começa a chegar às caixas de correio informação sobre a televisão digital terrestre, os órgãos de comunicação social falam de tudo e de nada e o tempo esgota-se.
Digam então se a desobediência não é um direito a ser posto em prática?
Pela relevância do tema da Reforma Administrativa voltarei a ele já para a semana.
Até lá, uma boa semana a todos.
Miguel Sampaio

ENDÓVÉLICO & JAVALI

Javali: Vê lá que agora querem-me prender!
Endóvélico: Alguma fizeste concerteza.
Javali: Acusam-me de beber água da fonte e não pagar, de roubar comida e levar para o mato, quando apenas ajudava um tio que por lá tenho, e de fazer negócios em que ficava sempre a lucrar. Tudo mentiras.
Endóvélico: Olha que não há fumo sem fogo. Mas enfim não és o único. Calhou-te a ti! Tiveste azar.
Javali: Mas eu tenho bons advogados! Vão meter recursos atrás de recursos até que isto tudo prescreva.
Endóvélico: Claro…é sempre o mesmo. Mas tem cuidado porque desta vez talvez te lixes. Olha que agora não tens nenhum Partido Politico a proteger-te!

domingo, 6 de novembro de 2011

DESPORTO NO FIM -DE-SEMANA

FUTEBOL

Distritais de Évora

Divisão de Honra
Calipolense 4 – Perolivense 1
Estremoz 6 – Giesteira 0
Sporting de Viana 2 – Lavre 1
Canaviais 1 – Portel 3
Oriola 0 – Monte Trigo 1
Escouralense 5 – Santiago Maior 1
Borbense 3 – Bencatelense 0

1ª Divisão
Corval 1 – Fazendas do Cortiço 1
Brotense 1– Arcoense 2
Cabrela 5 – Aldeense 0
Luso Morense 0 – Arraiolense 4
Santana do Campo 1 – S. Manços 0
Alcaçovense 0 – S. Bartolomeu do Outeiro 1
Valenças 2 – Rosário 2.

Torneio Preparação Iniciados: Terena 3 - Bencatelense 0
Distrital Benjamins Futebol de 7 : Terena 0 – Estremoz 5
Distrital Infantis Futebol de 7 : Terena 2 – Calipolense 12

Nacionais

2ª Divisão
Pinhal Novense 3– Moura 0
Fátima 2– Juventude 0
Reguengos 1 – Caldas 0
Monsanto 0 – Estrela v: Novas 2

3ª Divisão
Aljustrelense 0 – Quarteirense 1
Redondense 0 – União de Montemor 1

2ª Divisão Juniores A
União 2 – Beira Mar de Almada 3
Desportivo de Portugal 3 – Lusitano 2

Juniores B
Elvas 0 – Imortal 0
União 0 – Estoril Praia 9

BELAS SOPAS


                                                            SÁBADO


Muitos comensais

Animação Musical
Uma das muitas presenças com sopas, sopinhas, e derivados

E doces e guloseimas para regalo das Senhoras (amanhã estou mais gorda 3 Kilos)

Tomatada em pingo de toucinho

Pezinhos de coentrada

                                                              HOJE

No tacho estavam os pitéus
Sopa de grão c/ espinafres

Um bom “esparragado” com “petinguinhas”

A finalizar um “docinho” cai sempre bem (encharcada)


As + de trinta concertinas dos amigos de Arrentela

Convidaram a “armar o Balho”

E fica para memória futura
P´RÓ ANO HÁ MAIS

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM


De pernas para o ar
Martim Borges de Freitas


Sexta, 04 Novembro 2011 13:23
O dia 1 de Novembro de 2011 pode muito bem vir a tornar-se no dia em que ficou claro para todos que o mundo está de pernas para o ar. O anúncio, pelo governo de Atenas, de um referendo ao segundo pacote de resgate à Grécia – em bom rigor efectuado ainda na segunda-feira, dia 31 de Outubro – foi a causa de um grande crash das bolsas mundiais. Que não vai ficar por aqui…
O mundo está de pernas para o ar, não em resultado deste crash nem em resultado de qualquer outra derrocada ou incerteza financeira, mas porque a pátria da democracia, a Grécia, ao ter anunciado um movimento claramente democrático obteve uma reacção claramente contrária.
Do meu ponto de vista, um referendo digno desse nome é, mais do que um gesto, uma acção com um sentido profundamente político e com contornos desafiadores. É comum dizer-se que num referendo sabe-se sempre como ele começa mas nunca se sabe como ele acaba, tal a incerteza ou imprevisibilidade que encerra em si mesmo.
Ora, venha este eventual referendo a acontecer ou não, o seu simples anúncio revelou já o terreno que não apenas a Europa como o mundo inteiro andam a pisar. Quando vemos países com as melhores tradições democráticas a fugirem a sete pés de um referendo, percebemos o quão errado foi e tem sido o caminho percorrido. Mas se esta constatação é um sinal de alarme, ela é igualmente reveladora da razão pela qual chegámos a este ponto. Se em vez de se ter dado rédea livre àqueles que, de facto, foram desenvolvendo e controlando, a seu modo e para seu próprio benefício, a globalização (no seu sentido mais original, isto é, no seu sentido económico-financeiro) se, em vez disso, se tivesse tentado regular e controlar democraticamente essa evolução, talvez hoje o anúncio de um referendo sobre uma matéria que é evidentemente referendável não causasse tanta perturbação nem sequer tivesse razão de ser.
Por conseguinte, o que o anúncio deste referendo por parte do Primeiro-ministro grego confirmou foi o grau de elevadíssima incerteza e instabilidade em que vivemos. Mas o Primeiro-ministro grego também há-de saber disto… Se sabe, então porque avançou ele com a ideia e a sustentando ainda agora, surdo que parece estar aos mais veementes apelos que lhe foram feitos? A meu ver, a resposta parece ser simples: é que a Grécia não tem saída! Quando teve saída, ninguém – nomeadamente a União Europeia - a quis ajudar; agora que já não tem saída, aqui d’el rei, porque vai promover irresponsavelmente – dizem os donos da Europa - um referendo suicidário. Ao não ter saída no quadro e no contexto actuais, a Grécia optou por forçar a mudança: a Europa só reagirá em verdadeiro salvamento da Grécia se pensar que deixar cair a Grécia pode significar deixar cair a Europa. Não sei se o raciocínio é linear, mas parece-me ser esse o pensamento grego. Se for, então a Europa terá de encontrar uma solução adequada daqui até ao referendo.
Ver a Europa inteira, ver a União Europeia inteira, ver todos os seus Estados-membros, paladinos da democracia, a usarem e a apelarem a métodos de acção política de duvidosa democraticidade para contrariarem as intenções de um governo que pretende usar, justamente, os meios que a democracia lhe disponibiliza para fazer frente e fazer face a uma questão maior, traduz-se na maior das ironias por que a União Europeia já terá passado! O problema é que não é a ironia que atormenta os povos; o que nos atormenta mesmo é o risco, esse elevadíssimo risco em que estamos todos a incorrer, por causa de caminhos seguidos, de nula legitimidade e de impossível escrutínio. E quanto a isto, a Grécia e o povo grego, estão completamente inocentes.
Num mundo que está de pernas para o ar, estarmos alarmados é o melhor que nos pode acontecer. Ultrapassar o estado de alarme pode significar ultrapassar o ponto de não-retorno. E aí pode ser o descalabro. Cumpre, evidentemente, aos decisores políticos anteciparem o pior dos cenários e agirem com verdade para o evitar. De resto, a saída da Grécia do Euro – coisa que não defendo – não significará o fim do mundo.
Lisboa, 3 de Novembro de
Martim Borges de Freitas

COMUNICADOS

Piscinas Municipais Cobertas abrem no próximo dia 8


A Câmara Municipal de Alandroal informa que as Piscinas Municipais Cobertas vão abrir ao público no próximo dia 8 de Novembro. Natação livre, aulas de natação para crianças e para adultos e aulas de hidroginástica, são algumas das actividades de que poderá usufruir neste espaço. Venha participar natação e cuidar da sua saúde. Para mais informações basta que se dirija ao sector de Desporto da Câmara Municipal de Alandroal, na Rua Dr. Manuel Viana Xavier Rodrigues.


Desconto Social para a Energia


A partir do dia 1 de Outubro as famílias e os indivíduos economicamente mais vulneráveis podem beneficiar de um desconto na factura da electricidade e do gás natural.
Os pedidos podem ser efectuados até 31 de Dezembro de 2011, sendo que o desconto é garantido desde 1 de Outubro de 2011.
O que é?O Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia – ASECE, a Tarifa Social da Electricidade e a Tarifa Social do Gás Natural são apoios para as famílias e os indivíduos reduzirem as suas despesas de electricidade e gás natural.
Equivalem a um desconto na factura da electricidade e do gás natural, fixado todos os anos pelo Governo.
Têm direito as pessoas que recebem:- Complemento Solidário para Idosos;
- Rendimento Social de Inserção;
- Subsídio Social de Desemprego;
- Abono de Família para Crianças e Jovens no 1º escalão;
- Pensão Social de Invalidez.E que reúnem também as seguintes condições:- Ser titular de contrato de fornecimento de electricidade e/ou de gás natural;
- O consumo de electricidade e de gás natural ser para uso doméstico, em habitação permanente;
- Na electricidade a potência contratada não ultrapassar os 4,6 KVA;
- No gás natural o consumo anual não ultrapassar os 500 metros cúbicos.Se a potência contratada para a habitação for superior a 4,6 KVA não terá acesso ao desconto social para a energia eléctrica.
No entanto, caso as suas necessidades energéticas o permitam pode solicitar uma alteração de potência junto do seu fornecedor de electricidade.Onde aderir?A adesão aos apoios é efectuada no fornecedor de electricidade ou gás natural.
Não é necessária uma Declaração da Segurança Social.
O fornecedor de energia é que valida com a Segurança Social o acesso aos apoios.Quando aderir?O desconto tem início dia 1 de Outubro.
A adesão aos apoios pode ser efectuada até 31 de Dezembro de 2011 e as famílias e os indivíduos terão o seu desconto desde 1 de Outubro de 2011, desde que reúnam as condições necessáriasQual o valor do desconto?ASECE
O valor do desconto em 2011 é de 13,8% a aplicar na factura de electricidade, excluída de IVA e demais impostos, contribuições e taxas que sejam aplicadas.Tarifa Social da Electricidade
O valor do desconto em 2011 é de € 0,17/KVA e incide sobre a potência contratada.Tarifa Social do Gás Natural
O valor do desconto para 2011/2012 é de 13%, na tarifa de acesso à rede (cerca de 6% do valor global da factura).Acumulação dos apoios:
É possível acumular o ASECE com a Tarifa Social da Electricidade e a Tarifa Social do Gás Natural.
Mais informações em http://www2.seg-social.pt/tpl_intro_destaque.asp?34389
Gabinete de ImprensaCâmara Municipal de Vila Viçosa

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

COLABORAÇÃO DR. JOSÉ ALEXANDRE LABOREIRO

Nota do Editor: Há relativamente pouco tempo e a propósito da péssima classificação no ranking nacional das escolas, foram muitos os comentários, opiniões, queixas aqui colocadas.
Até mesmo eu, me atrevi a escrever um artigo de opinião sobre o assunto.

Hoje deixo-vos aqui um artigo do Dr. Laboreiro (José Alexandre) sobre o assunto.
Seria bom que o mesmo fosse lido e comentado pelos Professores, Encarregados de Educação e Alguns (poucos por certo) Alunos).
Fico a aguardar com alguma curiosidade, o que (principalmente os Professores), poderão comentar sobre estas considerações daquele que foi um Digníssimo Professor aqui em Montemor.
Será talvez uma maneira de todos nós podermos avaliar =como vai o Ensino no Alandroal e em todo o País =.
Chico Manuel

Breves Incursões pela Educação

=Só quem está dentro das escolas sabe quão heroínas e resistentes são algumas das nossas crianças =
Luísa Lobão Moniz (in “Jornal de Letras”)
Rubem Alves, in “Conversas com quem gosta de ensinar”, a certa altura constata: “Eu diria que os educadores são como as velhas árvores. Possuem uma face, um nome, uma “história” a ser contada. Habitam um mundo em que o que vale é a relação que os liga aos alunos, sendo que, cada aluno é uma entidade sui generis, portador de um nome, também de uma história, sobretudo tristezas e alimentando esperanças. E a educação é algo para acontecer neste espaço invisível e denso, que se estabelece a dois. Espaço artesanal. Mas professores são habitantes de um mundo diferente, onde o “educador” pouco importa, pois o que interessa é um “crédito” cultural que o aluno adquire numa disciplina identificada por uma sigla, sendo que, para fins institucionais, nenhuma diferença faz aquele que a ministra. Por isso mesmo professores são entidades “descartáveis”, da mesma forma como há canetas descartáveis, coadores e café descartáveis, copinhos de plástico para cafés descartáveis. DE educadores para professores realizamos o mesmo salto que, de pessoas para funções. É curioso mas é doloroso mas é necessário reconhecer que o mundo mudou. As florestas foram abatidas. Em seu lugar eucaliptos.”
E, no entanto, os professores planificam, participam em conselhos pedagógicos, são responsáveis por departamentos curriculares, preenchem pautas, fazem reuniões com encarregados de educação, actualizam indefinidamente os dados dos alunos, dão aulas, avaliam, trabalham em parceria com os colegas de educação especial e com os psicólogos: estão na linha da frente para que os seus alunos tenham sucesso, para que não abandonem a escola, nem sejam absentistas. Lutam. Sim, para que cada aula constitua um “encontro” em que as relações professor-aluno sejam promotora de “crescimento” do aluno, aprendendo a ser, se torne “Pessoa”).
E quão difícil, muitas vezes, neste mundo controverso, é a “arquitectura” deste ensino- aprendizagem com crianças ou jovens por vezes cansados, com noites mal dormidas, negligenciados pelos pais, batidos por adultos, apontados a dedo por uma qualquer falha, com baixa estima, sem auto confiança, alienados por uma “sociedade espectáculo”; em suma, crianças e jovens que têm de aprender na Escola o que outros aprenderam em casa. A juntar tudo isto, há a imposição de um programa curricular em que são privilegiados as competências inter relacionais (a que Nuno Crato denominou de “eduques”) e em que são preteridos os conhecimentos (essenciais no enriquecimento do processo do “conhecimento gerante” – como lhe chamava Rui Grácio). A titulo de exemplo, na disciplina de Português, foi feita “tábua rasa” da Literatura (fundamental ao treino do pensamento, da escrita, do desenvolvimento do gosto estético , da apetência pela leitura, à descoberta do valor simbólico da palavra, ao enriquecimento do vocabulário: limparam-se os autores, a contextualização histórico-cultural, para promover (no intuito do facilitismo, do nivelamento por baixo, de uma suposta democratização do ensino) o texto utilitário e informativo– na adopção de uma “cultura de massas”, que não serve o desenvolvimento integral do Aluno, na sua formação enquanto Pessoa e Cidadão (ainda mais ameaçados com a ocultação dos conhecimentos de história, Filosofia, Geografia ou Latim).
Num pequeno livrinho, intitulado “Educação, Economia, e Estado”, escreve Ladislau Dowbor no Prefácio” … o avanço do sistema educacional dos países desenvolvidos não resulta meramente da construção de belas cidades universitárias e da tranquilidade das bibliotecas de pós-graduação. Estas é que resultam de um lento amadurecimento social e económico, e de profundas transformações estruturais na própria base das formações sociais”. Assim, não é impunemente que a Constituição Portuguesa de 1976 (no seu artigo 73º) consagra; Todos têm direito à educação e à cultura; e ainda “O estado promoverá a democratização da educação e as condições para que a educação, realizada através da escolas e de outros meios formativos, contribua para o desenvolvimento da personalidade e para o progresso da sociedade democrática”.

……………………………………………

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Extracto do artigo publicado in o Montemorense – que poderá continuar a ler in:
http://www.imprensaregional.com.pt/omontemorense/index.php

Transcrito com a devida autorização do Autor

DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL

Distritais de Évora

Divisão de Honra – 06/11 – 15 horas
Calipolense – Perolivense
Estremoz – Giesteira
Sporting de Viana – Lavre
Canaviais – Portel
Oriola – Monte Trigo
Escouralense – Santiago Maior
Borbense – Bencatelense – 05/11

1ª Divisão – 06/11 – 15 horas
Corval – Fazendas do Cortiço
Brotense – Arcoense
Cabrela – Aldeense
Luso Morense – Arraiolense
Santana do Campo – S. Manços
Alcaçovense – S. Bartolomeu do Outeiro
Valenças – Rosário.

Torneio Preparação Iniciados: Terena - Bencatelense – 06/11 – 10,30 horas
Distrital Benjamins Futebol de 7 : Terena – Estremoz – 05/11 – 11 horas
Distrital Infantis Futebol de 7 : Terena – Calipolense – 05/11 – 09,30

Nacionais

2ª Divisão
Pinhal Novense – Moura
Fátima – Juventude
Reguengos – Caldas
Monsanto – Estrela V. Novas

3ª Divisão
Aljustrelense – Quarteirense
Redondense – União de Montemor

2ª Divisão Juniores A
União – Beira Mar de Almada
Desportivo de Portugal – Lusitano

Juniores B
Elvas – Imortal
União – Estoril Praia

G.U.S. - Jogos para o fim de semana de 05 e 06 de Novembro de 2011
Camp. Nacional da 3º Div. - Serie F- Redondense FC / Grupo União Sport 06/11/2011 15.00
Taça Distrito de Évora Futsal - Seniores Masc. - Grupo União Sport / Alcáçovas AC
05/11/2011 19.00 - Pavilhão Gimnodesportivo de Montemor-o-Novo
Camp. Nacional de Juniores "A" - II Div - Serie D - Grupo União Sport / Beira-Mar de Almada - 05/11/2011 15.00 - Campo de Futebol Municipal
Camp. Nacional de Juvenis - Serie D - Grupo União Sport / Gupo Desp. Estoril Praia
06/11/2011 11.00 - Parq. Desportivo Municipal
Torneio de Preparação de Iniciados - Serie B - Estrela FC / Grupo União Sport 06/11/2011 10.30
Camp. Distrital de Infantis - Serie C - Grupo União Sport "A" / Casa Povo de Lavre
05/11/2011 10.30 - Parq. Desportivo Municipal
Camp. Distrital de Infantis - Serie D - GDR Canaviais / Grupo União Sport "B"
05/11/2011 10.30
Camp. Distrital de Benjamins - Serie C - Sporting Viana / Grupo União Sport "B"
05/11/2011 11.00
Camp. Distrital de Benjamins - Serie D - GDR Afeiteira / Grupo União Sport "A"
05/11/2011 10.30
2º Joga a bola Traquinas - dia 05 de Novembro de 2011 entre as 10h00 e as 13h00

FUTSAL

Taça Distrito de Évora – 1ª Eliminatória : União de Montemor – Alcáçovas – 05/11 – 19 horas
Distrital de Seniores Femininos: Almansor – Associação Jovem – 05/11 – 17 horas

RUGBY

Video sobre o Montevideo Cricket Club. 8º. mais antigo do Mundo e o mais antigo fora da Europa, que cumpriu recentemente 150 anos.
Clube que tivemos a honra de defrontar na abertura do X Oldies But Goldies, em Novembro de 2009, por eles organizado, em Montevideu.
No filme pode ver-se o campo deste clube, do qual guardamos excelentes memórias.


Agenda do fim-de-semana de 5 e 6 Novembro

Dia 5  -  Sub-8 , Sub-10 e Sub-12 - Torneio em Santarém, com início às 11h, no campo do CNEMA.
Sub-18 - 5.ª jornada do campeonato nacional de sub-18, grupo A, com o Cascais, no Parque Desportivo de Montemor, às 15h30m.
Dia 6 - Sub-14 - 2.ª jornada do torneio nacional de rugby de 13, em Arraiolos, com o CRE e com o St. Julians, com início às 11h.

IMPRENSA ALENTEJANA DE HOJE

CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS - (HOMENAGEM)

O BARÃO



Realização: Edgar Pêra
Argumento: Luísa Costa Gomes e Edgar Pêra
Produtor: Ana Costa
Elenco: Nuno Melo (Barão) -  Marcos Barbosa (Inspector) -  Leonor Keil (Idalina) - Marina Albuquerque (Professora) -  Paula Só (Avó) -  Vítor Correia, Miguel Sermão,
Jorge Prendas (Mestre Alçada) -  Rogério Rosa (Criado da Taberna)

Sinopse:
Baseado na novela homónima de Branquinho da Fonseca e no conto “O Involuntário”, do mesmo autor, “O Barão” retrata a vida de um barão, ditador e caciquista, arrogante e controlador, misógino e cruel, uma personagem draculesca raramente vista no cinema português.
A história de um vampiro marialva que aterrorizava os habitantes duma região montanhosa. O Barão é um camaleão emocional. Ora se apresenta dócil, ou irascível, um homem-javali, "uma pura besta". Vive um amor aprisionado, dentro e fora de si. Um amor inatingível. Um ideal corrompido. Idalina, criada aristocrata paira pelo castelo...
O AL TEJO SEMPRE, COM O CINEMA NACIONAL

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PARA MEDITAR

O referendo grego


O referendo grego constitui uma jogada política brilhante de Georgios Papandreou, que já deve estar completamente farto da prepotência dos seus "parceiros" europeus, que insistem em sangrar os gregos até à última gota, sempre que é necessário libertar mais uma tranche da "ajuda" externa. As últimas condições estabelecidas nessa "ajuda" são absolutamente humilhantes para qualquer povo, passando a Grécia a ser um país ocupado em permanência pela troika, e perdendo de vez o estatuto de Estado soberano. Ora, Papandreou já tinha avisado que os gregos são um povo orgulhoso e nobre e não permitiriam com facilidade semelhante tratamento. Como os "parceiros" europeus não deixaram de insistir na humilhação total da Grécia, Papandreou entendeu que não iria ser o Marechal Pétain do séc. XXI, e colocou os gregos perante a alternativa de votarem ou não a "ajuda". Face ao carácter de humilhação que a mesma assumiu, é quase seguro que ela será rejeitada, a Grécia vai declarar a bancarrota total e o euro vai colapsar. Pode ser uma desgraça para a Europa, mas é uma excelente lição para os aprendizes de políticos que actualmente a gerem e que estão convencidos que tudo se resume à economia. Também há a política, estúpidos! E por isso é bom que o governo português comece a perceber o sarilho em que se meteu. É que depois de Papandreou recusar o papel que lhe destinaram, Passos Coelho, com a sua política de bom aluno da Europa, que não poupa sacrifícios aos seus concidadãos, tornou-se um sério candidato ao lugar. Responder Encaminhar.
In: http://syntagma.blogs.sapo.pt/

DESTAQUE

 Prémio Literário Florbela Espanca: 142 trabalhos a concurso em processo de avaliação
O Município de Vila Viçosa organiza bienalmente, desde o ano de 1981, o Prémio Literário Florbela Espanca com o intuito de promover, divulgar e apoiar actividades culturais de âmbito literário e, simultaneamente, homenagear a grande poetisa calipolense.
Destinado a galardoar obras literárias inéditas de expressão portuguesa, o Prémio Florbela Espanca 2011 é dedicado aos textos de ficção.
Os trabalhos apresentados a concurso na presente edição ultrapassaram todas as expectativas e superaram qualquer edição anterior, tendo os serviços municipais recebido 142 trabalhos literários. Um número que, de acordo com a Associação Portuguesa de Escritores, representa um recorde de participação nos concursos literários promovidos em todo o território nacional.
Decorre actualmente a fase de análise e apreciação de todos os trabalhos apresentados, um processo que, pela elevada participação, deverá estar concluído apenas em meados de Janeiro de 2012.
A obra premiada será editada com a chancela da autarquia, numa tiragem de 3000 exemplares e o autor distinguido com um prémio pecuniário no valor de 2.500 euros.
Gabinete de Imprensa - Divisão de Serviços Sócio-Culturais

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM


O desmentido
Eduardo Luciano 

Quinta, 03 Novembro 2011 11:15
No passado dia 30 de Setembro foi publicada, num jornal local, uma entrevista do presidente da câmara municipal.
Para além do habitual exercício de auto elogio da suposta obra realizada, o eleito do PS atreveu-se a enunciar um conjunto de obras que pretendia levar a cabo nos próximos dois anos, apesar de reconhecer que a autarquia vive uma situação de sufoco financeiro.
Foi com incredulidade que li a promessa da construção da primeira fase da via circular nascente, do lançamento de um concurso para a construção de uma zona comercial entre as Portas d’Avis e as Portas da Lagoa e o lançamento de outro concurso para a edificação de uma zona de lazer denomina Docas Secas”.
A minha incredulidade advém das informações prestadas pelo presidente da câmara sobre a situação financeira do município onde invariavelmente as frases “não há dinheiro” e “não me posso comprometer com nenhum plano de pagamentos” são comuns em reunião de câmara e de assembleia municipal.
Para além disso, à data em que a entrevista foi publicada já se sabia que o orçamento de estado para 2012 iria conter importantes restrições financeiras que incluiriam cortes nas transferências para as autarquias locais.
Juntando uma coisa à outra pensei que as afirmações do presidente seriam a reprodução uma qualquer entrevista de 2002 ou 2003, quando o PS prometia para Évora um dilúvio de obras que iriam mudar a face do concelho.
Na reunião de câmara da última quinta-feira o presidente apresentou um documento que denominou de “Plano de Contenção e Austeridade para 2012”.
Durante essa apresentação foram anunciadas um conjunto de medidas que supostamente pretendem reduzir a despesa e aumentar a receita onde, juntamente com algumas medidas de mera racionalidade da gestão e que deveriam fazer parte do dia-a-dia de qualquer organização, foram anunciados cortes de 20% nas transferências para as freguesias, cortes de 22% nas despesas com segurança e a revisão do preço da água, do saneamento e dos resíduos sólidos.
Foi neste contexto que o presidente câmara desmentiu o presidente da câmara que deu a tal entrevista de 30 de Setembro, afirmando que não iriam ser assumidos compromissos com obra nova, “mesmo a já concursada” e com financiamento em curso.
E para aqueles que estão a pensar que a 30 de Setembro o presidente nem imaginava aquilo que todos sabíamos, sempre vos posso dizer que no documento distribuído aos vereadores se diz que as razões que levam a esta “contenção” têm a ver também com o PEC 2010-2013 e os orçamentos de estado de 2010 e 2011.
Ou seja, em Setembro de 2011 já sabia que aquilo que estava a anunciar não era concretizável.
Aliás, com este “Plano de Contenção” e o sufoco financeiro que já hoje é uma realidade, corremos o risco de em 2012 a principal função do Município se resumir ao abrir e fechar da porta.
Até para a semana
Eduardo Luciano

BREVES DO ALENTEJO

IGESPAR propõe classificação de três igrejas no Alentejo - do Senhor dos Passos, antiga Igreja da Misericórdia de Vila Nova da Baronia - A Igreja do Senhor Jesus do Outeiro em Alter do Chão - a Igreja e Convento de São Francisco, na freguesia do Torrão.

O Colt Resources espera extrair 140 mil onças de ouro (cerca de quatro mil quilos) nos primeiros cinco anos de exploração da nova concessão de Montemor-o-Novo e Évora.

Municipio de Vendas Novas entrega bolsas de Estudo no valor de cinco mil euros.

Balões de ar quente dão cor ao Alentejo.
O 15º Festival Internacional de Balão de Ar Quente, que decorre de 5 a 13 de Novembro, vai colorir a paisagem alentejana.

Calor destrói 15% da castanha no Alentejo.

Habitantes de Avis “invadem” centro de saúde em protesto contra a redução de horário.

IMPRENSA


DE INTERESSE PARA OS MUNICIPES DE SANTIAGO MAIOR

contratos: detalhe

Data de publicação: 02-11-2011
N.º Procedimento: 369671
Tipo:  Ajuste Directo
NIF Nome entidade adjudicante
506772527 Município de Alandroal
Listagem de entidades adjudicantes
NIF Nome entidade adjudicatária 502407271 Dinope-Projectos de Investimento Estudos e Planeamento, Lda
Listagem de entidades adjudicatárias
Objecto do contrato:
Elaboração do projecto de execução do Posto Médico de Santiago Maior
Data da celebração de contrato:  12-10-2011
Preço contratual:  24.800,00 €
Prazo de execução: 45 dia(s)
Local de execução:  Portugal - Évora – Alandroal
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/ajustedirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=270408

ORA BOLAS !!!

DIVULGAÇÃO C.M.V.V.

Os seus velhos electrodomésticos, aparelhos electrónicos e pilhas podem valer prémios para os Bombeiros Voluntários de Vila Viçosa.



Quartel Electrão
O Quartel Electrão é uma iniciativa da AMB3E - Associação Portuguesa de Resíduos que pretende, com a sua ajuda, apoiar Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários e contribuir para um ambiente melhor, através da sensibilização das populações: os Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e as Pilhas e Acumuladores Portáteis e Incorporáveis em EEE (P&A) em fim de vida, bem como a importância do seu correcto encaminhamento.
O plano
Os Bombeiros e comunidade local devem reunir o maior peso possível de REEE e resíduos de P&A até Dezembro.
Os objectivos
Os quartéis que no final tiverem reunido mais quilogramas de REEE e resíduos de P&A vão receber prémios úteis para a sua actividade.
Prémios
Prémios absolutos
(atribuídos às Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários que maior peso de REEE e RPA reunirem)
1.º Prémio - 1 ambulância de transporte de doentes
2.º Prémio - 1 lavandaria profissional para Bombeiros
Prémios per capita
(atribuídos às Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários que reúnam o maior peso de REEE e RPA per capita - tendo como referência o número de habitantes da sua área geográfica de influência)
10 prémios - 1 cartão pré-pago de combustível da Repsol no valor de 1.500 €.
Saiba mais informações em www.quartelelectrao.com Gabinete de ImprensaCâmara Municipal de Vila ViçosaPaços do Concelho
Praça da República7160-207 VILA VIÇOSATlf.: 268 889 310 Fax: 268 980 604Tlm.: 925 782 200e-mail: imprensa@cm-vilavicosa.pthttp www.cm-vilavicosa.
Gab. Imprensa Vila Viçosa
imprensa@cm-vilavicosa.pt

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

POETAS DA MINHA TERRA - UM POEMA DA AUSENDA

SORRINDO

Sorri, mesmo que o sorriso te doa,
Que as lágrimas te turvem o olhar,
Que a alma continue a cantar
O hino que o silêncio entoa.

Sorri, ainda que a noite desponte,
Que o dia se torne escuridão,
Que a dor te oprima o coração
E que o Sol se suma no horizonte.

Sorri, ao encontrares uma criança,
Que te vê com o olhar da inocência
Para provar que nem tudo é violência,
Não lhe negues o riso da esperança.

Ausenda Ribeiro

MAILS RECEBIDOS QUE DEVEM SER COMPARTILHADOS

                                                                    XX X

EM 1661!!!!!!!!!!!
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV
Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV.
Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.
O diálogo:
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível.
Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão.
Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro.
E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E então os ricos?
Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.
                                                           XXX

ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA?....O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE....
Vejam, neste exemplo duma factura de cerca de 66,50 €.O que se paga:- 3,8 €, correspondentes a 6% do IVA (vamos passar a pagar 23%);- 4,5 €, correspondente a 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras p... e p... possam receber 17.000 e mais €/mês;- 35,6 €, para subsídios vários, que correspondem a 53% do total da factura (em 2011 estes subsídios vários já atingiram 2.500 M€. Para não se perderem são dois mil milhões de Euros)- 22,6 € correspondente realmente ao EFECTIVO consumo efectuado, ou seja 34% do total da factura. Desta forma, apenas consumimos 22,6 € de electricidade, mas pagamos no total 66,50 €.Mas agora vamos ver o que são os subsídios vários, ou seja, os 53% do total da factura que pagamos, e que este ano já vão em 2.500 M€. Permaneçam sentados para não caírem de cu:- 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, e um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M€ para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata!!!!!!!!!!!!!!! - 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que merda vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M€ aos Municípios e Autarquias por aquela renda.- 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.- 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M€.- 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha. NÓS TODOS pagamos tudo!Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados.
                                                         XXX

XXX
DIÁRIO DA REPÚBLICA Nº 28 - I SÉRIE
Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896

Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 - RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.
Poderão aceder através do site http://WWW.dre.pt
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica
1 - Vencimento de Deputados .................................................12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados.............................................2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ...................................................3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .........................................................2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (??) .......................................................2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (??) ...................................3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA...............................................961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares................................................970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ................................................2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??) ....................................................2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios ...............................................................................2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (??) Diversos (??)................................................13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. .................................16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ...........................73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :  € 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) - Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.
É VERGONHOSO....,O POVO É QUE TEM DE PAGAR !!!!!!!!!!!! REPASSEM PARA QUE TODOS SAIBAM ACERCA DOS QUE FALAM EM NOME DO POVO E DOS INTERESSES DO PAÍS
O porquê de Portugal estar na falência!
Como se chama a isto em Português?
PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA?????? - FOI ASSIM:
420.000,00 €TAPadministradorFernando Pinto
371.000,00 €CGDadministradorFaria de Oliveira
365.000,00 €PTadministradorHenrique Granadeiro
250.040,00 €RTPadministradorGuilherme Costa
249.448,00 €Banco PortugaladministradorVítor Constâncio
247.938,00 €ISPadministradorFernando Nogueira
245.552,00 €CMVMPresidente Carlos Tavares
233.857,00 €ERSEadministradorVítor Santos
224.000,00 €ANA COMadministradorAmado da Silva
200.200,00 €CTTPresidente Mata da Costa
134.197,00 €ParpublicaadministradorJosé Plácido Reis
133.000,00 €ANAadministradorGuilhermino Rodrigues
126.686,00 €ADPadministradorPedro Serra
96.507,00 €Metro PortoadministradorAntónio Oliveira Fonseca
89.299,00 €LUSAadministradorAfonso Camões
69.110,00 €CPadministradorCardoso dos Reis
66.536,00 €REFERadministradorLuís Pardal: Refer
66.536,00 €Metro LisboaadministradorJoaquim Reis
58.865,00 €CARRISadministradorJosé Manuel Rodrigues
58.859,00 €STCPadministradorFernanda Meneses
3.706.630,00 €
51.892.820,00 € Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)
926.657,50 € Média Prémios
52.819.477,50 €
900,00 €Média de um funcionário público
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro...
E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...
                                                 XXX 
E que tal ver o filme de trás para a frente? Transmutação bem conseguida






 

BREVES DO ALENTEJO

IMPRENSA


Alentejo: Colt Resources e Governo assinam contratos para extração de ouro

Évora: Reitor da universidade preocupado com diminuição do financiamento

Lançamento da primeira pedra para a construção do Évora Shopping é amanhã.

Adega de Borba alcançou o prémio Escolha da Imprensa 2011

Autarcas do Alto Alentejo contra redução de horários de centros de saúde e fecho de extensões.

Festa da Vinha e do Vinho abre sábado em Borba para promover produtores do Alentejo

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM

O sector social que necessitamos
Carlos Sezões

Quarta, 02 Novembro 2011 09:49
Há cerca de 15 dias atrás, a Associação Alentejo de Excelência debateu em Vila Viçosa o tema da Economia Social e, em concreto, o seu papel no actual combate à crise. Este evento contou com a presença do Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, entre outros oradores que trouxeram uma visão multidisciplinar desta questão.
A relevância desta questão é facilmente justificada: as instituições do chamado Terceiro Sector têm hoje o seu espaço de actuação cada vez mais vasto e importante, focando-se no bem-estar e desenvolvimento social e cultural das comunidades em que se inserem. Das fundações às organizações não governamentais dedicadas à ajuda ao desenvolvimento, das organizações religiosas às associações de índole cultural e recreativo ou de intervenção ambiental, centenas de entidades e milhares de pessoas trabalham hoje com foco numa missão social e sem olhar a fins lucrativos, na maioria numa óptica de voluntariado, dando origem a uma efectiva Economia de proximidade, a uma economia Social
Foram expressas preocupações que julgo muito importantes. Primeiro, os desequilíbrios se verificam ainda nas sociedades actuais em termos económicos, sociais e ambientais, os quais serão um impedimento ao desenvolvimento sustentável e a uma economia solidária. Depois, a importância de favorecer o florescimento de projectos de inovação social apostados em colocar em prática ideias criativas, à medida das necessidades das comunidades e de segmentos específicos de uma população local.
Salientou-se o imperativo de reformar os actuais sistemas de apoio social, com especial ênfase no seu carácter ainda “burocrático” e na falta de meios no terreno para uma acção mais eficaz. E, não menos importante, a necessidade de passarmos de uma óptica de assistencialismo para uma óptica de capacitação progressiva de indivíduos, famílias e comunidades – na conhecida fórmula de “não dar apenas o peixe mas também ensinar a pescar”.
O papel de complementaridade entre Estado e Sector social foi também enfatizado – essencialmente apostar da subsidiariedade, isto é, deixar a quem está no local e conhece os problemas o encargo de actuar, com maiores níveis de eficiência e eficácia.
Destaco, por último, o Programa de Emergência Social, que servirá de almofada às situações de maior exclusão. Projectos como o Banco de Medicamentos, o mercado social de arrendamento, o programa nacional de microcrédito, a distribuição de refeições ou o programa de literacia financeira, serão essenciais para fazer face à situação de crise que todos conhecemos. Talvez, com este trabalho profícuo entre Estado e Instituições Sociais que agora será alavancado, ganhemos em Portugal o sector social forte e interventivo que todos necessitamos.
Carlos Sezões

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ENCONTROS COM A POPULAÇÃO - Junta de Freguesia de N.ª Sr.ª da Vila
A Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila entende que a democracia não pode ficar entre as quatro paredes do seu edifício-sede, mas deve contar com a participação activa de todos os fregueses que, com o seu contributo, possam fazer da freguesia um lugar cada vez melhor para viver.
Deste modo, e partindo ao encontro das populações da freguesia, a Junta de Freguesia já promoveu reuniões com o Movimento Associativo, cabendo agora ouvir as queixas, as solicitações, as reclamações que a população queira apresentar no sentido de melhorar as opções a tomar no próximo ano de 2012.
VENHA AO NOSSO ENCONTRO E PARTICIPE
2 de Novembro de 2011 - 20h30 - Salão da Cooperativa CHÉ
3 de Novembro de 2011 - 20h30 - Auditório da Junta de Freguesia
5 de Novembro de 2011- 17h - Associação de Moradores da Pintada
5 de Novembro de 2011 - 15h - Assoc. de Reformados Pensionistas e Idosos de Santa Sofia
6 de Novembro de 2011 - 15h30 - Centro Cultural da Maia
6 de Novembro de 2011 - 17h30 - Centro Cultural do Reguengo de S. Mateus

terça-feira, 1 de novembro de 2011

MEMÓRIAS DA INFÂNCIA - HOJE DO CHICO MANUEL

Vá... levanta-te... se não te”despachas” só apanhas dos podres.
O adjectivo referia-se aos marmelos, uma das dádivas que faziam parte do cabaz das frutas que compunham as ofertas dadas em nome de todos os Santos. Era o primeiro de Novembro, e logo pela manhã a rapaziada percorria os Montes e as Hortas, “pedindo os santos”. Munidos de grandes “bolsas” iam à cata de nozes, marmelos, tangerinas, passas, romãs e outros géneros que pudessem nesse dia proporcionar à família uma sobremesa mais “substancial”. Então tu és quem? De quem és filho? O teu pai tem trabalho? Quantos irmãos têm? Em que classe andas? Vais à catequese?
As respostas ao inquérito, eram o barómetro para a extensão da esmola, pois consoante o grau de dificuldades assim a “talega” podia ser mais ou menos cheia.
Havia também quem achasse graça a esta tradição, e se era pedir os Santos, era mesmo um santinho que levava. Era este o caso da minha Tia Bia que para meu desespero, me dava todos os anos um Santinho de papel que ela lá ia descobrir não sei onde, chegando a ir levá-lo a casa acompanhado de um raspanete porque “este ano não foste lá a casa pedir os santos”.
O certo é de que de tudo isto, uma justiça era feita. Nesse dia a “bolsa” dos mais necessitados chegava ao fim mais cheia.
Seria este o “MILAGRE DE TODOS OS SANTOS?”
Xico Manel

TÁ MAL

Portugal está de rastos. Não temos dinheiro nem para mandar cantar um cego, o Governo, “passocoelhismo” exige-nos sacrifícios, pretende cortar-nos subsídios, vai aumentar o IVA, retirar direitos adquiridos na saúde e no ensino, (é de revoltar) pretende eliminar feriados e pontes (é de aplaudir). Enfim, chegámos a uma altura em que para sair deste atoleiro é preciso retirar maus hábitos que a tal nos conduziu o governo “socratista”.
Medida certa: acabar com essa “malandrice” das pontes” que a todos prejudicam (não só aos utentes dos serviços, como aos próprios funcionários (o subsidio de alimentação já vai pesando no final do mês) – assim sendo não posso de maneira alguma compreender a tolerância de ponto concedida ontem ( 31/10) aos Funcionários da C. M. A.
AFINAL…tal como dizia o bêbado ao passar no cemitério e quando o que caiu na cova pedia auxílio para o retirarem gritando não estar morto, “estás morto estás”- estás é mal enterrado e vá de terra p´ra cima.
Cheguem-lhe que ainda mexe.
Chico Manuel

P.S. – Dê a sua opinião na sondagem colocada na barra à direita

O BORDA D´ÁGUA NO MUNDO RURAL – (Rubrica mensal do Tói da Dadinha)

BORDA AGUA NOVEMBRO

« NOVEMBRO À PORTA, GEADA NA HORTA »

- AGRICULTURA
Os pomares devem ser estercados no Crescente (do dia 2 ao dia 9) e podados no Minguante (do dia 18 ao dia 24); devendo protegê-los das geadas. Plantar cerejeiras, pessegueiros, pereiras e macieiras, no Crescente. Semear cereais de pragana, como a aveia, centeio, cevada e trigo. Colher a azeitona e beterraba.
- HORTA
Semear agrião, alface, cenoura, couves, com excepção da couve-flor e brócolos. Plantar batata (nas zonas secas), alho, couve temporã, tremoço. Semear fava, ervilha, e em camas quentes, alface, beterraba, cebola, nabiça, nabo, rabanete e tomate.
- ADEGA
Verificar as vasilhas do vinho novo. Destilar bagulho para fazer a aguardente.
- JARDIM
Estercar covas para a plantação na Primavera de árvores ou arbustos. Estacar as plantas contra o vento. Plantar bolbos de flores. Podar as roseiras e plantar novas.
- ANIMAIS
O gado transita para o regime seco com feno, palha e grão.

E não esqueçam PELO S. MARTINHO VAI A ADEGA E PROVA O VINHO (moderadamente, é claro???)

Bons êxitos e afectuosas Saudações Rurais
Tói da Dadinha

"ELAS" AÍ ESTÃO PARA NOSSO REGALO


CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM

Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/

"A calma é uma virtude que não vem da indiferença"
Cláudia Sousa Pereira

Terça, 01 Novembro 2011 09:53
Antevêem-se tempos conturbados. A indignação começou a tocar aqueles que, mais ensimesmados, resmungavam vagamente contra um generalizado estado das coisas. Eram tantas as de que se queixavam, e tocavam tantas áreas, que seria difícil canalizar todas as forças necessárias para um objectivo mais concreto e facilmente defensável. Parecia até pouco credível que, continuando o mundo a funcionar, estivesse tudo assim tão mal. Dizemo-lo, nós, agora.
Há dias cruzei-me com um bom homem na cidade, participativo em associações lá do bairro dele. Quando o conheci, há coisa de 2 anos, já reivindicativo, apetecia-me dizer que quase naturalmente reivindicativo, as queixas que fazia, iam sendo desfiadas de forma ténue, mais em sinal de apelo à boa vontade e à colaboração. Mas, no outro dia em que o encontrei, dizia-me: «Estávamos tão bem! No que nos fomos meter!»
Desconheço as opções políticas do senhor ou o seu sentido de voto. O que sinto nele é um profundo respeito e uma completa incorporação do espírito democrático que o leva a incluir-se num colectivo que, quando teve a sua oportunidade para escolher o fez, assumindo a escolha desse colectivo como sendo sua também. Pela sua idade, sei que viveu grande parte da vida em ditadura e terá, eventualmente, vivido com alguma euforia a chegada da democracia. Já uma vez, aliás, em discussão de amigos, ouvi alguém mais novo (pouco mais velho que a democracia portuguesa), com claras orientações de esquerda, vociferar contra um PM de direita, em final de mandato, e acrescentando que aquele não teria o seu voto outra vez. Olhámo-lo estupefactos e ele, entendendo o nosso espanto, lá “desceu” da sua encarnação democrática e disse: «Ah! é verdade, eu não votei nele!».
A calma daquele senhor com que me cruzei há dias, ao pronunciar aquelas palavras de tom sereno, não foi, pois, a de quem assiste indiferente ao rumo do seu país. «A calma» como diz o Povo «é uma virtude que não vem da indiferença», e acrescento eu que a calma pode ser a reacção de quem tudo fez para evitar que chegássemos onde chegámos. Sendo assim, quando a perdemos, a esta calma, quererá dizer o quê? Talvez queira dizer que já não vamos em conversas e medidas populistas, que apenas servem para mascarar culpas não assumidas; talvez queira dizer que não suportamos que cada vez que alguns chegam ao poder arrasem tudo o que foi feito por quem lá esteve antes, com desculpas que não os ilibam de quando já foram também “tetra-governo”. É que ao fim de 37 anos começamos a reconhecer padrões e a não suportar determinadas desculpas, sendo que a calma, mesmo virtuosa, pode dar lugar à insurgência de quem vê, ouve e lê e não pode ignorar. Há que, apenas, começar a acontecer que mais vejam, oiçam e leiam, e a calma talvez não dure.
Até para a semana.
Cláudia Sousa Pereira