ALANDROAL
HORTINHAS
Hortinhas recebe 3º Festival da Concertina/Acordeão
Organizado pelo Núcleo de Cultura e Formação de Hortinhas, com o apoio da Câmara Municipal de Alandroal, o Festival da Concertina/Acordeão está de volta à localidade de Hortinhas, no concelho de Alandroal, nos próximos dias 8 e 9 de Outubro.
Com o objectivo de contribuir para a preservação da cultura popular alentejana, o Festival da Concertina/Acordeão pretende juntar poetas populares e tocadores de concertina/acordeão, numa festa que promete ainda muitos outros motivos de interesse.
As actividades iniciam no Sábado dia 8, pelas 17:30, com a recepção aos convidados no café restaurante “Monte Agrícola”, ao que se segue a abertura oficial do Festival Dionísio Bandalhinho. As actividades continuam depois com a realização de um baile tradicional acompanhado por concertinas.
Já o Domingo, dia 9 de Outubro, será dedicado aos poetas populares e às suas rimas improvisadas, estando ponto alto deste dia marcado para as 17:00 horas, altura em que se realiza uma homenagem a todos os poetas populares do concelho de Alandroal já falecidos.
Artesanato, gastronomia, exposições, concertos e actuações de diversos grupos culturais fecham um programa que promete muitos momentos de animação,sem nunca esquecer as tradições culturais da nossa região.
TERENA
MONTEMOR
VILA VIÇOSA
ESTREMOZ
Domingo 09 de Outubro de 2011 - 16:00
Nesta produção do Pim Teatro, uma violoncelista e um palhaço encontram-se ou desencontram- se… brincam, cantarolam e bailam com musica de verdade e sons mirabolantes. Estes palhaços musicais recorrem a jogos gestuais para construir um humor simples e ingénuo capaz de comunicar com públicos de todas as idades.
REDONDO
No dia 8 de Outubro de 2011, pelas 21h30m, no Auditório do Centro Cultural de Redondo.
Mazgani é um cantautor, que deu início à sua carreira com a edição do álbum "Song of the new heart" no final de 2007. Um debut aclamado pela crítica especializada, com grandes canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadram no facto de ser somente um primeiro disco.
Leonard Cohen, Nick Cave e Tom Waits são alguns pontos de referência da sua voz artística.
PÃO
Baal 17 Companhia de Teatro - Teatro
No dia 9 de Outubro de 2011, pelas 21h30m, no Auditório do Centro Cultural de Redondo.
Olhando para um futuro cada vez mais próximo que relação vemos entre o Homem e o seu alimento primário por excelência?
“PÃO” é um espectáculo criado a partir de recolhas realizadas em torno das histórias e memórias do pão, percorrendo e explorando os seus diferentes significados, envolvendo-o como “personagem”, numa viagem aos trabalhos da terra, ao homem, ao amor, à descoberta e à poesia.
PORTEL
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
BREVES CÁ DO ALENTEJO
A linha de alta velocidade entre Poceirão e o Caia vai mesmo avançar. E preparada para velocidades de 350 km/hora.
Funcionários do Centro Dramático de Évora com ordenados em atraso.
Alentejo já teve cerca de 138 mil consultas de telemedicina
IMPRENSA
Funcionários do Centro Dramático de Évora com ordenados em atraso.
Alentejo já teve cerca de 138 mil consultas de telemedicina
IMPRENSA
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM
Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/
Offshore? Contra, of course!
Martim Borges de Freitas
Sexta, 07 Outubro 2011 09:09
Vou hoje abordar um assunto relativamente ao qual já há muito tempo que tenho uma opinião formada, mas que, por uma razão ou por outra, ainda não o tinha aqui tratado. Refiro-me aos offshore, isto é, a contas bancárias e empresas abertas não sujeitas à legislação nacional, em paraísos fiscais, geralmente com o intuito de serem pagos menos impostos do que no seu país de origem. Paraísos fiscais que são, estados nacionais ou regiões autónomas onde a lei facilita a aplicação de capitais estrangeiros com taxas de tributação muito baixas ou mesmo nulas. Como a grande maioria dos países que permitem a criação deste tipo de empresa ou a abertura deste tipo de contas bancárias fica em ilhas, daí a designação de offshore, embora alguns países continentais, como o Luxemburgo ou o Mónaco, também as permitam.
Se é verdade que é já de si um problema a diferenciação de tratamento entre empresas e contas ancoradas em offshore, relativamente às que obedecem à legislação nacional, um problema ainda maior é o da origem desconhecida dos capitais e, evidentemente, o do desconhecimento da identidade dos seus proprietários, uma vez que os offshore garantem a origem desconhecida dos capitais, protegendo a identidade dos respectivos proprietários, através de um sigilo bancário absoluto. Além disso, são territórios marcados por uma enorme facilidade na atribuição de licenças para a abertura de empresas e são geralmente avessos à aplicação de normas de direito internacional, sobretudo as que tentam controlar o fenómeno da lavagem de dinheiro. Vai sendo, aliás, cada vez mais frequente as autoridades de diversos países depararem-se com contas-fantasma, para onde são canalizados recursos oriundos de diversos meios ilícitos, como a corrupção político-administrativa, por um lado, e os tráficos de droga, de armamento, de pessoas, de órgãos humanos, entre outros, por outro. Se a legislação dos paraísos fiscais faz tudo para proteger a identidade dos investidores, ela tudo faz para os manter no anonimato.
Vistas as características dos offshore, tal como as elenquei, é fácil perceber o conjunto de razões, fiscais e criminais, que me levam a dizer que sou, por princípio, contra os offshore. Mas há uma limitação: é que, para as pessoas que defendem o que eu defendo e tratando-se de uma matéria que não está na esfera de decisão de um só país ou de um só centro de decisão, interditar, por exemplo, em Portugal, o offshore da Madeira, significaria apenas obrigar, quem lá está estabelecido, a mudar para um outro offshore. E não, como deveria ser, se fosse possível, a concorrer para uma maior equidade fiscal ou para tornar mais difícil a lavagem de dinheiro e, portanto, os outros crimes que lhe estão associados.
É preciso dizer, em abono da verdade, que a Zona Franca da Madeira é um offshore diferente, ao menos na sua origem, já que ficou apenas autorizada a aceitar inscrições de empresas e a conceder-lhes benefícios fiscais num determinado prazo, obrigando-as a obedecer a alguns pré-requisitos em termos de criação de postos de trabalho e de pagamento de IRC. E se a União Europeia aceitou a existência da Zona Franca da Madeira, sabendo-se que as ajudas de Estado são proibidas, isso ficou a dever-se à circunstância de a Madeira ser uma zona remota e ultraperiférica, que precisaria de ser compensada por essa insularidade para atrair investimento e actividade económica.
Mas, para que não subsistam dúvidas quanto à minha posição, sou, portanto, completamente contrário à existência de offshore, o que me levaria, pois, a votar a favor da sua interdição em centros de decisão abrangentes, como, por exemplo, a União Europeia. Mas resistiria ao sacrifício da Zona Franca da Madeira, enquanto, pelo menos a União Europeia, continuasse a permitir que outros offshore existissem no seu interior. Mas, claro, ultrapassado esse limite, sacrificaria, então, o offshore da Madeira.
Lisboa, 6 de Outubro de 2011
Martim Borges de Freitas
Offshore? Contra, of course!
Martim Borges de Freitas
Sexta, 07 Outubro 2011 09:09
Vou hoje abordar um assunto relativamente ao qual já há muito tempo que tenho uma opinião formada, mas que, por uma razão ou por outra, ainda não o tinha aqui tratado. Refiro-me aos offshore, isto é, a contas bancárias e empresas abertas não sujeitas à legislação nacional, em paraísos fiscais, geralmente com o intuito de serem pagos menos impostos do que no seu país de origem. Paraísos fiscais que são, estados nacionais ou regiões autónomas onde a lei facilita a aplicação de capitais estrangeiros com taxas de tributação muito baixas ou mesmo nulas. Como a grande maioria dos países que permitem a criação deste tipo de empresa ou a abertura deste tipo de contas bancárias fica em ilhas, daí a designação de offshore, embora alguns países continentais, como o Luxemburgo ou o Mónaco, também as permitam.
Se é verdade que é já de si um problema a diferenciação de tratamento entre empresas e contas ancoradas em offshore, relativamente às que obedecem à legislação nacional, um problema ainda maior é o da origem desconhecida dos capitais e, evidentemente, o do desconhecimento da identidade dos seus proprietários, uma vez que os offshore garantem a origem desconhecida dos capitais, protegendo a identidade dos respectivos proprietários, através de um sigilo bancário absoluto. Além disso, são territórios marcados por uma enorme facilidade na atribuição de licenças para a abertura de empresas e são geralmente avessos à aplicação de normas de direito internacional, sobretudo as que tentam controlar o fenómeno da lavagem de dinheiro. Vai sendo, aliás, cada vez mais frequente as autoridades de diversos países depararem-se com contas-fantasma, para onde são canalizados recursos oriundos de diversos meios ilícitos, como a corrupção político-administrativa, por um lado, e os tráficos de droga, de armamento, de pessoas, de órgãos humanos, entre outros, por outro. Se a legislação dos paraísos fiscais faz tudo para proteger a identidade dos investidores, ela tudo faz para os manter no anonimato.
Vistas as características dos offshore, tal como as elenquei, é fácil perceber o conjunto de razões, fiscais e criminais, que me levam a dizer que sou, por princípio, contra os offshore. Mas há uma limitação: é que, para as pessoas que defendem o que eu defendo e tratando-se de uma matéria que não está na esfera de decisão de um só país ou de um só centro de decisão, interditar, por exemplo, em Portugal, o offshore da Madeira, significaria apenas obrigar, quem lá está estabelecido, a mudar para um outro offshore. E não, como deveria ser, se fosse possível, a concorrer para uma maior equidade fiscal ou para tornar mais difícil a lavagem de dinheiro e, portanto, os outros crimes que lhe estão associados.
É preciso dizer, em abono da verdade, que a Zona Franca da Madeira é um offshore diferente, ao menos na sua origem, já que ficou apenas autorizada a aceitar inscrições de empresas e a conceder-lhes benefícios fiscais num determinado prazo, obrigando-as a obedecer a alguns pré-requisitos em termos de criação de postos de trabalho e de pagamento de IRC. E se a União Europeia aceitou a existência da Zona Franca da Madeira, sabendo-se que as ajudas de Estado são proibidas, isso ficou a dever-se à circunstância de a Madeira ser uma zona remota e ultraperiférica, que precisaria de ser compensada por essa insularidade para atrair investimento e actividade económica.
Mas, para que não subsistam dúvidas quanto à minha posição, sou, portanto, completamente contrário à existência de offshore, o que me levaria, pois, a votar a favor da sua interdição em centros de decisão abrangentes, como, por exemplo, a União Europeia. Mas resistiria ao sacrifício da Zona Franca da Madeira, enquanto, pelo menos a União Europeia, continuasse a permitir que outros offshore existissem no seu interior. Mas, claro, ultrapassado esse limite, sacrificaria, então, o offshore da Madeira.
Lisboa, 6 de Outubro de 2011
Martim Borges de Freitas
NOVELA DE "CORDEL"
É por isso que o crime de lenocínio está previsto: «Quem, profissionalmente ou com intenção lucrativa, fomentar, favorecer ou facilitar o exercício por outra pessoa de prostituição ou prática de actos sexuais de relevo é punido com pena de prisão de 6 meses a 5 anos», refere o artigo 170 do Código Penal.
By: Xico
DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA
FUTEBOL
Distritais de Évora
Divisão de Honra – 09/10 - 16 horas
Lavre – Perolivense
Giesteira – Portel
Calipolense – Monte Trigo
Estremoz – Santiago Maior – apita Bruno Piçarra
Sporting de Viana – Bencatelense
Canaviais – Borbense
Oriola – Escouralense.
1ª Divisão
Aldeense – Fazendas do Cortiço
Arcoense – Arraiolense
Corval – S. Manços
Brotense – S. Bartolomeu do Outeiro
Cabrela – Rosário – apita Nuno Mateus
Luso Morense – Valenças
Santana do Campo – Alcaçovense.
Nacionais
2ª Divisão
Mafra – Juventude
Estrela V. Novas – Fátima
Oriental – Atlético de Reguengos
Moura – Sertanense
3ª Divisão
União de Montemor – Sesimbra
Farense – Aljustrelense
Fabril Barreiro – Redondense.
Jogos para o fim e semana de 08 e 09 de Outubro de 2011
Camp. Nacional da 3º Div - Serie F - Grupo União Sport / GD Sesimbra 09/10/2011 15.00 -Estádio 1º de Maio
Camp. Nacional de Juniores "A" - II Div - Serie D - Despertar Spg Clube / Grupo União Sport - 08/10/2011 15.00:
Camp. Nacional de Juniores "B" (Juvenis) - Serie D - Amora FC / Grupo União Sport - 09/10/2011 11.00
FUTSAL
Apresentação da equipa de Futsal
Este Sábado dia 08/10/11 irá decorrer a apresentação da primeira equipa de Futsal do GUS. O jogo será diante da forte formação da Casa do Benfica de Alcochete que disputa um dos mais fortes distritais de futsal do pais (Distrital de Setúbal) e nesta temporada aposta forte na subida aos nacionais. Para isso conta com um plantel condizente com as suas ambições contando nas suas fileiras com atletas que ja representaram clubes da 1ª e 2ª divisão nacionail, onde se destaca Valter, que ja representou o Montemorense GDM, tendo posteriormente representado o Onze Unidos na 1ª divisão.
Pelas 15e30h começam as actividades com uma pequena actuação do grupo de cantares alentejanos "Fora de Horas" (onde actua tambem o Presidente do GUS, José Vicente Grulha). Depois pelas 15e50h tem lugar a apresentação atleta a atleta de todo o grupo que representará o GUS nesta temporada, efectuada com a colaboração de Paulo Canas da rádio nova antena. Pela 16h o jogo de futsal e ao intervalo tem lugar uma apresentação de danças de salão.
Será portanto uma tarde de festa para que os sócios do GUS possam ficar a conhecer esta equipa que os representará na época 2011/2012.
15.30h - "Fora de Horas
15.50h - Apresentação do Plantel GUS 2011/2011
16.00h - Jogo GUS - CBA (1ª Parte)
16.45h - Apresentação de danças de salão
17.00h - Jogo GUS - CBA (2ª Parte)
Distritais de Évora
Divisão de Honra – 09/10 - 16 horas
Lavre – Perolivense
Giesteira – Portel
Calipolense – Monte Trigo
Estremoz – Santiago Maior – apita Bruno Piçarra
Sporting de Viana – Bencatelense
Canaviais – Borbense
Oriola – Escouralense.
1ª Divisão
Aldeense – Fazendas do Cortiço
Arcoense – Arraiolense
Corval – S. Manços
Brotense – S. Bartolomeu do Outeiro
Cabrela – Rosário – apita Nuno Mateus
Luso Morense – Valenças
Santana do Campo – Alcaçovense.
Nacionais
2ª Divisão
Mafra – Juventude
Estrela V. Novas – Fátima
Oriental – Atlético de Reguengos
Moura – Sertanense
3ª Divisão
União de Montemor – Sesimbra
Farense – Aljustrelense
Fabril Barreiro – Redondense.
Jogos para o fim e semana de 08 e 09 de Outubro de 2011
Camp. Nacional da 3º Div - Serie F - Grupo União Sport / GD Sesimbra 09/10/2011 15.00 -Estádio 1º de Maio
Camp. Nacional de Juniores "A" - II Div - Serie D - Despertar Spg Clube / Grupo União Sport - 08/10/2011 15.00:
Camp. Nacional de Juniores "B" (Juvenis) - Serie D - Amora FC / Grupo União Sport - 09/10/2011 11.00
FUTSAL
Apresentação da equipa de Futsal
Este Sábado dia 08/10/11 irá decorrer a apresentação da primeira equipa de Futsal do GUS. O jogo será diante da forte formação da Casa do Benfica de Alcochete que disputa um dos mais fortes distritais de futsal do pais (Distrital de Setúbal) e nesta temporada aposta forte na subida aos nacionais. Para isso conta com um plantel condizente com as suas ambições contando nas suas fileiras com atletas que ja representaram clubes da 1ª e 2ª divisão nacionail, onde se destaca Valter, que ja representou o Montemorense GDM, tendo posteriormente representado o Onze Unidos na 1ª divisão.
Pelas 15e30h começam as actividades com uma pequena actuação do grupo de cantares alentejanos "Fora de Horas" (onde actua tambem o Presidente do GUS, José Vicente Grulha). Depois pelas 15e50h tem lugar a apresentação atleta a atleta de todo o grupo que representará o GUS nesta temporada, efectuada com a colaboração de Paulo Canas da rádio nova antena. Pela 16h o jogo de futsal e ao intervalo tem lugar uma apresentação de danças de salão.
Será portanto uma tarde de festa para que os sócios do GUS possam ficar a conhecer esta equipa que os representará na época 2011/2012.
15.30h - "Fora de Horas
15.50h - Apresentação do Plantel GUS 2011/2011
16.00h - Jogo GUS - CBA (1ª Parte)
16.45h - Apresentação de danças de salão
17.00h - Jogo GUS - CBA (2ª Parte)
A PROPÓSITO DE UM COMENTÁRIO
Em recente postagem, e em jeito de brincadeira, perguntávamos “como os Papas se cumprimentavam”. Foram vários os comentários, as respostas…enfim houve participação.
Mas um chamou-me a tenção.
Vinha de França e era esclarecedor (tanto que mereceu destaque).
Não me vou debruçar sobre o conteúdo do mesmo e a lição de história que o mesmo nos dá.
Mas um parágrafo chamou-me a atenção - nele se podia ler:
“Esta situação apenas é do meu conhecimento porque, sendo filho de emigrantes, durante os anos sessenta do século passado, fiz a escola nessa cidade francesa.
E este cisma da Cristandade, que originou o papado de Avignon, faz parte da história da cidade.
Aprendi isso nos bancos da escola.”
FAZ PARTE DA HISTÓRIA DA CIDADE
APRENDI ISTO NOS BANCOS DA ESCOLA.
Depreendo assim que em Avignon, se ensina nos bancos da escola a história da localidade, os seus heróis, as suas tradições, a sua cultura.
Quem sou eu para aqui vir “postar postas de pescada” sobre o ensino em Portugal?
Direi apenas, e é apenas uma simples opinião, que se tem vindo a degradar de ano para ano pós 25 de Abril. E os resultados estão à vista!..
Mas o que me levou a “alinhavar” estas linhas foi o pensamento que de imediato me acudiu: Não seria de todo o interesse que em cada localidade se ministrasse uma disciplina (facultativa, claro), sobre as raízes, a cultura, os heróis, as tradições, os acontecimentos relevantes, dessa mesma localidade?
Exemplificando: se indagar-mos a qualquer jovem aluno sobre quem foi Diogo Lopes de Sequeira, Pêro Rodrigues, até mesmo o motivo porque na nossa sala de visitas está um busto do Drº Xavier, se têm conhecimento que em Juromenha caiu um meteorito (que nos roubaram), que a nossa Fonte está mutilada (porque nos roubaram), que no nosso Concelho há dos melhores poetas populares, quem mandou construir os Castelos de que nos orgulhamos, que o Alandroal teve uma Deputada, Um Reitor da Universidade de Évora…Algum saberá’?
Por vezes (opinião minha), estas pequenas coisas motivam-nos para que as raízes que nos ligam ao local onde nascemos se fortifiquem e dão-nos animo para lutar contra tantas adversidades que presentemente enfrentamos.
Chico Manuel
Mas um chamou-me a tenção.
Vinha de França e era esclarecedor (tanto que mereceu destaque).
Não me vou debruçar sobre o conteúdo do mesmo e a lição de história que o mesmo nos dá.
Mas um parágrafo chamou-me a atenção - nele se podia ler:
“Esta situação apenas é do meu conhecimento porque, sendo filho de emigrantes, durante os anos sessenta do século passado, fiz a escola nessa cidade francesa.
E este cisma da Cristandade, que originou o papado de Avignon, faz parte da história da cidade.
Aprendi isso nos bancos da escola.”
FAZ PARTE DA HISTÓRIA DA CIDADE
APRENDI ISTO NOS BANCOS DA ESCOLA.
Depreendo assim que em Avignon, se ensina nos bancos da escola a história da localidade, os seus heróis, as suas tradições, a sua cultura.
Quem sou eu para aqui vir “postar postas de pescada” sobre o ensino em Portugal?
Direi apenas, e é apenas uma simples opinião, que se tem vindo a degradar de ano para ano pós 25 de Abril. E os resultados estão à vista!..
Mas o que me levou a “alinhavar” estas linhas foi o pensamento que de imediato me acudiu: Não seria de todo o interesse que em cada localidade se ministrasse uma disciplina (facultativa, claro), sobre as raízes, a cultura, os heróis, as tradições, os acontecimentos relevantes, dessa mesma localidade?
Exemplificando: se indagar-mos a qualquer jovem aluno sobre quem foi Diogo Lopes de Sequeira, Pêro Rodrigues, até mesmo o motivo porque na nossa sala de visitas está um busto do Drº Xavier, se têm conhecimento que em Juromenha caiu um meteorito (que nos roubaram), que a nossa Fonte está mutilada (porque nos roubaram), que no nosso Concelho há dos melhores poetas populares, quem mandou construir os Castelos de que nos orgulhamos, que o Alandroal teve uma Deputada, Um Reitor da Universidade de Évora…Algum saberá’?
Por vezes (opinião minha), estas pequenas coisas motivam-nos para que as raízes que nos ligam ao local onde nascemos se fortifiquem e dão-nos animo para lutar contra tantas adversidades que presentemente enfrentamos.
Chico Manuel
CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS - (HOMENAGEM)
A NOSSA VIDA
Sinopse:
Claudio trabalha nos subúrbios de Roma.
Ama apaixonadamente a mulher, que está grávida do terceiro filho de ambos. No entanto, um acontecimento dramático vem perturbar a vida da família. Desiludido e zangado com a vida, Claudio luta contra a injustiça que os vitimou. O amor e o apoio dos amigos e da família e o riso dos filhos vão ajudá-lo a triunfar.
De: Daniele Luchetti
Com : Elio Germano, Raoul Bova, Isabella Ragonese, Luca Zingaretti, Stefania Montorsi, Giorgio Colangeli
Sinopse:
Claudio trabalha nos subúrbios de Roma.
Ama apaixonadamente a mulher, que está grávida do terceiro filho de ambos. No entanto, um acontecimento dramático vem perturbar a vida da família. Desiludido e zangado com a vida, Claudio luta contra a injustiça que os vitimou. O amor e o apoio dos amigos e da família e o riso dos filhos vão ajudá-lo a triunfar.
De: Daniele Luchetti
Com : Elio Germano, Raoul Bova, Isabella Ragonese, Luca Zingaretti, Stefania Montorsi, Giorgio Colangeli
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
CONHECE BEM O CONCELHO DO ALANDROAL?
Sabe quantos povoados e lugares constituem a freguesia de Santiago Maior?
São nove. Sabe indicá-los todos?
São nove. Sabe indicá-los todos?
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM
A espiral continua
Eduardo Luciano
Quinta, 06 Outubro 2011 09:10
Na segunda-feira, primeiro dia útil do mês de Outubro, os alunos do secundário das freguesias rurais do concelho foram confrontados com uma situação estranha.
Apesar de terem pago os seus passes sociais não podiam ser transportados pela rodoviária sem o pagamento do respectivo bilhete.
A explicação dada pelos motoristas era simples: a Câmara não tinha pago a sua parte logo o passe não era válido.
Na freguesia da Torre de Coelheiros a população, alertada no fim-de-semana por alguns rumores, decidiu que os jovens não pagariam duas vezes o transporte e como tal não puderam ir nesse dia às aulas.
Em todo este processo há duas entidades que ficam muito mal na fotografia, a Rodoviária e a “gerência” da Câmara Municipal.
A Rodoviária porque usou despudoradamente os jovens que necessitavam de transporte para fazer pressão sobre a câmara para obter um pagamento e a gestão municipal porque não soube acautelar uma situação que poderia afectar as centenas de alunos abrangidos por este sistema de transportes.
Este triste episódio trouxe de novo à luz do dia três características essenciais da gestão do PS na câmara de Évora.
Uma gestão que levou a autarquia ao descalabro financeiro ao ponto de não conseguir garantir o essencial, embora não hesite apostar no acessório se isso trouxer benefícios de notoriedade.
Uma gestão que é incapaz de assumir responsabilidades próprias, atirando-as sempre para cima de terceiros. Aqui a Rodoviária, ali o Tribunal de Contas, acolá a crise, mais à frente a meteorologia e se tudo isto falhar… resta sempre o azar.
E por último a atitude de franca agressividade, impaciência e desconforto sempre que os munícipes são capazes de se organizar e aparecer na reunião de câmara para fazer ouvir a sua voz.
Perante um salão nobre repleto de pais e de jovens da Torre de Coelheiros e de S. Manços, que pretendiam explicações e garantias, o presidente da câmara fez o que sempre lhe vi fazer em tais circunstâncias.
Vitimizou-se, acusou os presidentes da juntas de freguesia de manipularem as populações, tentou intimidar quem intervinha, lembrando que tudo estava a ser gravado, ameaçando acabar com a reunião se mais alguém se manifestasse batendo palmas.
Conseguiu o pleno. Todos os que estiveram presentes na reunião sentiram-se indignados e desrespeitados pela sugestão de que seriam manipuláveis e sem vontade própria.
As dificuldades em cumprir compromissos vão-se acentuar. Hoje o transporte, amanhã as cantinas escolares, depois de amanhã a recusa das juntas de freguesia em assumirem os protocolos sem o pagamento das dívidas, para a semana os trabalhadores ao serviço de agentes culturais atirados para o desemprego porque a câmara não cumpre os seus compromissos.
E é neste clima que o presidente da câmara afirma tranquilamente numa entrevista: "Os dois anos têm corrido bastante bem, tendo em conta o contexto que vivemos".
Já imaginaram como seria se tivessem corrido mal?
Até para a semana
Eduardo Luciano
Eduardo Luciano
Quinta, 06 Outubro 2011 09:10
Na segunda-feira, primeiro dia útil do mês de Outubro, os alunos do secundário das freguesias rurais do concelho foram confrontados com uma situação estranha.
Apesar de terem pago os seus passes sociais não podiam ser transportados pela rodoviária sem o pagamento do respectivo bilhete.
A explicação dada pelos motoristas era simples: a Câmara não tinha pago a sua parte logo o passe não era válido.
Na freguesia da Torre de Coelheiros a população, alertada no fim-de-semana por alguns rumores, decidiu que os jovens não pagariam duas vezes o transporte e como tal não puderam ir nesse dia às aulas.
Em todo este processo há duas entidades que ficam muito mal na fotografia, a Rodoviária e a “gerência” da Câmara Municipal.
A Rodoviária porque usou despudoradamente os jovens que necessitavam de transporte para fazer pressão sobre a câmara para obter um pagamento e a gestão municipal porque não soube acautelar uma situação que poderia afectar as centenas de alunos abrangidos por este sistema de transportes.
Este triste episódio trouxe de novo à luz do dia três características essenciais da gestão do PS na câmara de Évora.
Uma gestão que levou a autarquia ao descalabro financeiro ao ponto de não conseguir garantir o essencial, embora não hesite apostar no acessório se isso trouxer benefícios de notoriedade.
Uma gestão que é incapaz de assumir responsabilidades próprias, atirando-as sempre para cima de terceiros. Aqui a Rodoviária, ali o Tribunal de Contas, acolá a crise, mais à frente a meteorologia e se tudo isto falhar… resta sempre o azar.
E por último a atitude de franca agressividade, impaciência e desconforto sempre que os munícipes são capazes de se organizar e aparecer na reunião de câmara para fazer ouvir a sua voz.
Perante um salão nobre repleto de pais e de jovens da Torre de Coelheiros e de S. Manços, que pretendiam explicações e garantias, o presidente da câmara fez o que sempre lhe vi fazer em tais circunstâncias.
Vitimizou-se, acusou os presidentes da juntas de freguesia de manipularem as populações, tentou intimidar quem intervinha, lembrando que tudo estava a ser gravado, ameaçando acabar com a reunião se mais alguém se manifestasse batendo palmas.
Conseguiu o pleno. Todos os que estiveram presentes na reunião sentiram-se indignados e desrespeitados pela sugestão de que seriam manipuláveis e sem vontade própria.
As dificuldades em cumprir compromissos vão-se acentuar. Hoje o transporte, amanhã as cantinas escolares, depois de amanhã a recusa das juntas de freguesia em assumirem os protocolos sem o pagamento das dívidas, para a semana os trabalhadores ao serviço de agentes culturais atirados para o desemprego porque a câmara não cumpre os seus compromissos.
E é neste clima que o presidente da câmara afirma tranquilamente numa entrevista: "Os dois anos têm corrido bastante bem, tendo em conta o contexto que vivemos".
Já imaginaram como seria se tivessem corrido mal?
Até para a semana
Eduardo Luciano
BREVES CÁ DO ALENTEJO
A dívida da Câmara Municipal de Évora em 2010 ascendeu a mais de 68 milhões de euros, de acordo com os números constantes do relatório de gestão do município.
Entre 2007 e 2010 o endividamento subiu 13 milhões de euros. Câmara tem 1204 funcionários.
Três idosos foram assistidos nos últimos dias no Hospital de Évora devido a desidratação, provocada pelo calor.
Vinhos do Alentejo levaram mais de 7.500 pessoas ao CCB.
IMPRENSA
Entre 2007 e 2010 o endividamento subiu 13 milhões de euros. Câmara tem 1204 funcionários.
Três idosos foram assistidos nos últimos dias no Hospital de Évora devido a desidratação, provocada pelo calor.
Vinhos do Alentejo levaram mais de 7.500 pessoas ao CCB.
IMPRENSA
INFORMAÇÃO C.M.A.
Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca Prepara-se Para Iniciar Novo Ano Lectivo
O Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca prepara-se para iniciar o seu segundo ano lectivo, com algumas novidades e a mesma motivação, empenho e dinâmica que marcaram o seu primeiro ano de actividade. A Sessão Oficial de Abertura está marcada para o próximo dia 15 de Outubro, a partir das 16:00 horas, no Fórum Cultural de Alandroal. A cerimónia de abertura do novo ano lectivo vai contar com a presença do director da Escola Popular Túlio Espanca, Bravo Nico, e do presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, e vai servir para apresentar as actividades e aulas programadas para este ano. Ao longo da tarde haverá tempo ainda para assistir a uma representação do Grupo de Teatro do Pólo de Alandroal, mostrando assim algum do trabalho desenvolvido no primeiro de actividade do Pólo. Para o novo ano lectivo, que se inicia depois da sessão de apresentação, no dia 17 de Outubro, a Câmara Municipal de Alandroal preparou um conjunto de novidades que vão desde a introdução de aulas de alfabetização, história universal e relações internacionais, até à realização de workshops de culinária em vários pontos do concelho de Alandroal. Além destas actividades, e há semelhança do que aconteceu no primeiro de actividade do Pólo de Alandroal, vão estar em funcionamento também as aulas de Informática, inglês, teatro e ginástica. A realização de visitas de estudo e de algumas iniciativas em parceria com outros pólos completam o plano de trabalhos para o ano lectivo 2011/20112. A Autarquia alandroalense pretende descentralizar as actividades, levando a Escola Popular a vários pontos do concelho e dinamizando os edifícios das antigas escolas primárias, à medida que estejam reunidas as condições para isso. Se deseja participar nas actividades do Pólo de Alandroal da Escola popular Túlio Espanca basta que se dirija à Câmara Municipal de Alandroal ou a qualquer Junta de Freguesia do concelho e formalize a sua inscrição. Em alternativa poderá também aceder ao site da Autarquia (www.cm-alandroal.pt) e fazer a sua inscrição online.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
INFORMAÇÃO C.M.M.N.
O Pólo de Alandroal da Escola Popular Túlio Espanca prepara-se para iniciar o seu segundo ano lectivo, com algumas novidades e a mesma motivação, empenho e dinâmica que marcaram o seu primeiro ano de actividade. A Sessão Oficial de Abertura está marcada para o próximo dia 15 de Outubro, a partir das 16:00 horas, no Fórum Cultural de Alandroal. A cerimónia de abertura do novo ano lectivo vai contar com a presença do director da Escola Popular Túlio Espanca, Bravo Nico, e do presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, e vai servir para apresentar as actividades e aulas programadas para este ano. Ao longo da tarde haverá tempo ainda para assistir a uma representação do Grupo de Teatro do Pólo de Alandroal, mostrando assim algum do trabalho desenvolvido no primeiro de actividade do Pólo. Para o novo ano lectivo, que se inicia depois da sessão de apresentação, no dia 17 de Outubro, a Câmara Municipal de Alandroal preparou um conjunto de novidades que vão desde a introdução de aulas de alfabetização, história universal e relações internacionais, até à realização de workshops de culinária em vários pontos do concelho de Alandroal. Além destas actividades, e há semelhança do que aconteceu no primeiro de actividade do Pólo de Alandroal, vão estar em funcionamento também as aulas de Informática, inglês, teatro e ginástica. A realização de visitas de estudo e de algumas iniciativas em parceria com outros pólos completam o plano de trabalhos para o ano lectivo 2011/20112. A Autarquia alandroalense pretende descentralizar as actividades, levando a Escola Popular a vários pontos do concelho e dinamizando os edifícios das antigas escolas primárias, à medida que estejam reunidas as condições para isso. Se deseja participar nas actividades do Pólo de Alandroal da Escola popular Túlio Espanca basta que se dirija à Câmara Municipal de Alandroal ou a qualquer Junta de Freguesia do concelho e formalize a sua inscrição. Em alternativa poderá também aceder ao site da Autarquia (www.cm-alandroal.pt) e fazer a sua inscrição online.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
INFORMAÇÃO C.M.M.N.
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM
Aproveitemos o Mar!
Carlos Sezões
Quarta, 05 Outubro 2011 08:55
O Dia Mundial do Mar celebrou-se no passado dia 29 de Setembro, numa efeméride que passou quase despercebida. Para Portugal este não é um tema qualquer. Temos uma longuíssima linha de costa, beneficiamos da maior zona económica exclusiva da União Europeia e detemos uma herança histórica formidável como país marítimo. Como podemos aproveitar estas características e atributos, perguntar-me-ão? De muitas formas e com impactos positivos em termos de economia, emprego, conhecimento e inovação.
Em primeiro lugar, apostar na área dos transportes marítimos e da gestão portuária. Mais de metade das mercadorias (produtos e matérias-primas) que transitam no comércio mundial fazem-no por mar. O comércio marítimo tem registado um crescimento enorme (com as exigências de novos terminais e plataformas logísticas associadas). Portugal está numa situação geográfica única, podendo assumir-se como interface na relação Europa – América – África e ainda aproveitar a aposta europeia no transporte marítimo de curta distância. De referir ainda outro ponto forte adicional, a disponibilidade de infra-estruturas recentes e da capacidade instalada.
Depois, teremos o sector da náutica de recreio e do turismo náutico. Quer por motivações desportivas ou apenas pelo lazer das férias, estas são áreas de seduzem anualmente milhões de turistas, com elevadíssimas taxas de crescimento.
Em termos económicos, não podemos esquecer a pesca, a aquicultura e as indústrias alimentares inerentes. Aqui, a exploração de áreas de potencial aquícola, novos modelos de comercialização do pescado e valorização da sua indústria serão, a meu ver, linhas estratégicas fundamentais.
A nível energético, teremos um sector com um potencial elevadíssimo, assente nas modalidades renováveis das ondas, das marés e da chamada eólica off-shore.
Por último, teremos a área da construção e reparação naval. Teremos de fazer uma aposta forte na modernização, reconversão ou criação de novos estaleiros com vista às necessidades de mercado de grandes unidades e de embarcações de recreio.
Esta aposta não será, por si só, a solução mágica para todos os males da economia portuguesa - mas pode seguramente ajudar. E esta é mais uma daquelas áreas em que os diagnósticos estão feitos…resta-nos apenas executar.
Carlos Sezões
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
ALUSÃO AO DIA QUE HOJE SE COMEMORA
A República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia 5 de Outubro da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República.Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.
Fonte: wilkipedia.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
UM ORGULHO PARA TODOS NÓS
No passado dia 25 de Agosto a nossa banda recebeu na nossa sede uma equipa de reportagem da tvi24 mais concretamente do programa autores. Esta reportagem foi sobre o funcionamento da escola de musica da banda e passou no passado dia 30 de Setembro.
Aqui esta o link do video:
http://www.tvi24.iol.pt/programa/3682/25
Colaboração Direcção da Banda do Centro Cultural do Alandroal
(Se tal como nós sente orgulho por uma das coisas mais validas do Alandroal não deixe de clikar e emocionar-se com as palavras do nosso grande Maestro Alfaiate)
Aqui esta o link do video:
http://www.tvi24.iol.pt/programa/3682/25
Colaboração Direcção da Banda do Centro Cultural do Alandroal
(Se tal como nós sente orgulho por uma das coisas mais validas do Alandroal não deixe de clikar e emocionar-se com as palavras do nosso grande Maestro Alfaiate)
PARA MEDITAR!
Sei que vou morrer nos próximos dez, quinze anos. E não quero enlouquecer até lá. O ideal era morrer de repente. Tenho muito medo da demência.
Maria Filomena Mónica
Tenho a sorte de ser uma pessoa com bastante idade, mas não me considero uma pessoa envelhecida. Para mim um velho é uma pessoa que olha para trás. Eu olho mais para o futuro.
Victor Melicias
E, ao estar viva, a sexualidade da terceira idade pode ser tão importante como a sexualidade da segunda idade ou a do inicio de tudo, quando os jovens começam a experimentar o seu próprio corpo. Devemos reflectir que é só esta vida que nós conhecemos. Claro que, com esta idade, é muito mais difícil desejar alguem, porque já tenho uma fasquia muito alta.
São José Lapa
Maria Filomena Mónica
Tenho a sorte de ser uma pessoa com bastante idade, mas não me considero uma pessoa envelhecida. Para mim um velho é uma pessoa que olha para trás. Eu olho mais para o futuro.
Victor Melicias
E, ao estar viva, a sexualidade da terceira idade pode ser tão importante como a sexualidade da segunda idade ou a do inicio de tudo, quando os jovens começam a experimentar o seu próprio corpo. Devemos reflectir que é só esta vida que nós conhecemos. Claro que, com esta idade, é muito mais difícil desejar alguem, porque já tenho uma fasquia muito alta.
São José Lapa
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM
"Quem castiga um, cem avisa"
Cláudia Sousa Pereira
Terça, 04 Outubro 2011 09:23
"Quem castiga um, cem avisa", diz o provérbio que a propósito da semana da mobilidade que se comemorou por essa Europa fora há uns dias atrás, me faz falar hoje sobre as multas. As do trânsito, mais precisamente.Julgo que é inegável que tudo aquilo que se faz enquanto cidadão e que muitas vezes atinge proporções colectivas e caracteriza um povo, ou pelo menos uma comunidade, depende maioritariamente da educação. Às vezes parece genético, mas só assim o é porque quer dizer que a educação, ou falta dela, se cumpriu e houve mudança nos comportamentos. E convenhamos também que nem apenas a escola educa: educa a família, educam as instituições que regulamentam e fiscalizam, educam a cidade e os cidadãos que entre si interagem, formal e informalmente.
Educar para o trânsito é uma das disciplinas que, neste mundo de automobilizados, pode ser considerada nuclear. E por muito fundamental que seja, e é, transmitir noções e regras seguras aos condutores (e já agora aos peões também) é um erro imaginar que educar para o trânsito significa apenas e só isso. Punir quem não cumpre também educa, e é precisamente a aplicação de sanções, ou castigos como sugere o provérbio, que torna eficaz as regras.
O apelo ao bom senso que muitos multados exigem por parte de quem os multa é um desabafo comum. Aliás, ter bom senso nestes casos é não multar, já que normalmente ninguém reclama se deixar de ser multado. E é também um argumento perigoso, apesar do bom senso poder equiparar-se ao princípio da razoabilidade da administração pública. Porque varia de pessoa para pessoa e depende das circunstâncias de cada caso, o bom senso de não multar cai por terra, sobretudo quando apenas há o conflito entre o interesse individual e a segurança do trânsito ou o interesse público. Porque é que quem multa deve ter bom senso na aplicação da lei se o infractor não teve quando lhe desobedeceu?
Ao contrário do que pensa quem se imagina perseguido pelas leis e pelos códigos, o objectivo dos mesmos é que não haja infracções e por isso é também fundamental que o papel da fiscalização passe também pela advertência. Quem fiscaliza deve sempre que possível orientar quem se prepare para infringir: «ponha o capacete», «não se esqueça do cinto», «desligue o telemóvel», «este lugar é reservado a cidadãos portadores de deficiência». Mas depois de cometidas as infracções só existe o dever de multar. Quando quem organiza e fiscaliza o trânsito deixa de punir os infractores para apenas os advertir, transmite a mensagem errada a todos de que a multa é desnecessária. E se o trabalho inicial de advertência for prolongado acaba por tornar-se uma armadilha para quem gere o trânsito, servindo de argumento para futuros infractores, e gerando situações de caos. Pois é, quando não vai a bem… é uma pena!
Até para a semana!
Cláudia Sousa Pereira
NOTAS INFORMATIVAS
Alandroal vai “Pensar Com Arte” no próximo dia 12 de Outubro
No mundo em que vivemos torna-se cada vez mais importante pensar a sociedade e tudo aquilo que nos rodeia. E quanto mais cedo se começar a “treinar” essa capacidade melhor. Com esta ideia em mente, a Câmara Municipal de Alandroal vai promover a iniciativa “Pensar Com Arte”, que tem como objectivos a promoção do desenvolvimento da capacidade cognitiva das nossas crianças e a divulgação do programa pedagógico “Filosofia Para Crianças”.Debates de ideias, workshops e uma sessão de cinema, são algumas das actividades programadas para o próximo dia 12, a partir das 10:00h, no Fórum Cultural de Alandroal. Um dos pontos altos desta iniciativa está agendado para as 10:30, com a projecção do filme “Uma Casa na História”, de José Meireles. No final da projecção do filme haverá lugar a um debate de ideias, que contará com a presença do realizador.Para a parte da tarde está reservado o workshop “Pensar Bem Para Interpretar Bem”, que será conduzido pela Dr.ª Teresa Santos, e que pretende dar a conhecer a todos os presentes o programa pedagógico “Filosofia Para Crianças”. A Câmara Municipal de Alandroal convida toda a população a estar presente nesta iniciativa que pretende levá-lo a pensar “Pensar Com Arte”. Para participar basta que se dirija à Biblioteca Municipal de Alandroal e formalize a sua inscrição, de forma gratuita.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
Comunicado
Pelo direito dos Montemorenses aos cuidados de saúde
Os montemorenses continuam a ser confrontados com uma estratégia política de degradação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), nas suas várias componentes. Os utentes do SNS continuam a ser prejudicados e a ver ser-lhes negado o acesso ao direito à saúde. Mantêm-se as restrições às credenciais de transporte de doentes, continuam a ser anunciados cortes cegos no sector da saúde, como o aumento das taxas moderadoras, o aumento dos medicamentos, a redução de 200 milhões de euros nos custos dos hospitais, cortes na comparticipação de medicamentos e, mais recentemente, encerramentos e redução de horários em Serviços de Atendimento Permanente (SAP). Estas medidas são resultado das políticas do novo governo PSD/CDS que vai mais longe e aplica medidas ainda mais gravosas do que as previstas no Memorando da Troika FMI/União Europeia/BCE, degradando as condições de vida dos montemorenses.No início do mês de Outubro foi dispensada, por parte da ARS, a empresa de segurança que prestava serviço no SAP, no período nocturno e a escala de serviço de médicos, enfermeiros e funcionários, também no período nocturno, só é conhecida até meados do mês de Outubro. Estes acontecimentos recentes poderão ser indicadores da intenção da Administração Regional de Saúde (ARS) Alentejo de encerrar o SAP de Montemor-o-Novo, no período da noite o que causará enormes prejuízos para a população do concelho Face a estes ataques, a Comissão de Utentes rejeita qualquer redução no funcionamento das urgências de Montemor-o-Novo, durante 24 horas, e apela a todos os montemorenses que reúnam esforços para lutar contra a retirada de direitos. A Comissão de Utentes manifesta total solidariedade e apoio a toda a população do concelho, afirmando que esta luta não irá parar enquanto forem desprezadas as populações e os seus direitos.Assim, deveremos ter como objectivo reunir esforços para, com a luta da população do concelho, reivindicar a reabertura dos postos médicos já encerrados (S. Geraldo, Fazendas do Cortiço, Baldios, S. Brissos e Casa Branca), o não encerramento das urgências e a imediata revogação dos cortes nas credenciais de transporte de doentes, que continua a penalizar os montemorenses com menores recursos. A Comissão de Utentes apela a todos os utentes do SNS e a todos os que sofrem as consequências da política que juntem a todas as lutas que se seguirão, apresentando as suas reivindicações.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Montemor-o-NovoMontemor-o-Novo, 03 de Outubro de 2011
No mundo em que vivemos torna-se cada vez mais importante pensar a sociedade e tudo aquilo que nos rodeia. E quanto mais cedo se começar a “treinar” essa capacidade melhor. Com esta ideia em mente, a Câmara Municipal de Alandroal vai promover a iniciativa “Pensar Com Arte”, que tem como objectivos a promoção do desenvolvimento da capacidade cognitiva das nossas crianças e a divulgação do programa pedagógico “Filosofia Para Crianças”.Debates de ideias, workshops e uma sessão de cinema, são algumas das actividades programadas para o próximo dia 12, a partir das 10:00h, no Fórum Cultural de Alandroal. Um dos pontos altos desta iniciativa está agendado para as 10:30, com a projecção do filme “Uma Casa na História”, de José Meireles. No final da projecção do filme haverá lugar a um debate de ideias, que contará com a presença do realizador.Para a parte da tarde está reservado o workshop “Pensar Bem Para Interpretar Bem”, que será conduzido pela Dr.ª Teresa Santos, e que pretende dar a conhecer a todos os presentes o programa pedagógico “Filosofia Para Crianças”. A Câmara Municipal de Alandroal convida toda a população a estar presente nesta iniciativa que pretende levá-lo a pensar “Pensar Com Arte”. Para participar basta que se dirija à Biblioteca Municipal de Alandroal e formalize a sua inscrição, de forma gratuita.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
Comunicado
Pelo direito dos Montemorenses aos cuidados de saúde
Os montemorenses continuam a ser confrontados com uma estratégia política de degradação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), nas suas várias componentes. Os utentes do SNS continuam a ser prejudicados e a ver ser-lhes negado o acesso ao direito à saúde. Mantêm-se as restrições às credenciais de transporte de doentes, continuam a ser anunciados cortes cegos no sector da saúde, como o aumento das taxas moderadoras, o aumento dos medicamentos, a redução de 200 milhões de euros nos custos dos hospitais, cortes na comparticipação de medicamentos e, mais recentemente, encerramentos e redução de horários em Serviços de Atendimento Permanente (SAP). Estas medidas são resultado das políticas do novo governo PSD/CDS que vai mais longe e aplica medidas ainda mais gravosas do que as previstas no Memorando da Troika FMI/União Europeia/BCE, degradando as condições de vida dos montemorenses.No início do mês de Outubro foi dispensada, por parte da ARS, a empresa de segurança que prestava serviço no SAP, no período nocturno e a escala de serviço de médicos, enfermeiros e funcionários, também no período nocturno, só é conhecida até meados do mês de Outubro. Estes acontecimentos recentes poderão ser indicadores da intenção da Administração Regional de Saúde (ARS) Alentejo de encerrar o SAP de Montemor-o-Novo, no período da noite o que causará enormes prejuízos para a população do concelho Face a estes ataques, a Comissão de Utentes rejeita qualquer redução no funcionamento das urgências de Montemor-o-Novo, durante 24 horas, e apela a todos os montemorenses que reúnam esforços para lutar contra a retirada de direitos. A Comissão de Utentes manifesta total solidariedade e apoio a toda a população do concelho, afirmando que esta luta não irá parar enquanto forem desprezadas as populações e os seus direitos.Assim, deveremos ter como objectivo reunir esforços para, com a luta da população do concelho, reivindicar a reabertura dos postos médicos já encerrados (S. Geraldo, Fazendas do Cortiço, Baldios, S. Brissos e Casa Branca), o não encerramento das urgências e a imediata revogação dos cortes nas credenciais de transporte de doentes, que continua a penalizar os montemorenses com menores recursos. A Comissão de Utentes apela a todos os utentes do SNS e a todos os que sofrem as consequências da política que juntem a todas as lutas que se seguirão, apresentando as suas reivindicações.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Montemor-o-NovoMontemor-o-Novo, 03 de Outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
UM LIVRO QUE DEVERIA SER DO CONHECIMENTOS DE TODOS OS HABITANTES DO CONCELHO DO ALANDROAL.
Mão amiga fez-nos chegar o livro cuja capa aqui exibimos, da autoria de Ana Paula Fitas, que dá pelo nome de = OCUPAÇÃO SEXUAL DOS ESPAÇOS E REDES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL EM ALDEIA DA VENDA = Edição da Câmara Municipal do Alandroal em 1994.
Embora já aqui mencionado em artigo da Autora recentemente publicado nunca até à data tínhamos tido o privilégio da sua leitura. Mas nunca é tarde.
Trata-se de uma obra de excelente pesquisa sobre hábitos e costumes da nossa gente que vão desde a localização da Aldeia da Venda, o modo de vida dos habitantes, os seus hábitos alimentares a sua subsistência, os seus tempos de lazer, as suas culturas e vários aspectos da sua vida em comum.
É na verdade imperdoável não proceder à leitura do mesmo.
Desconheço se o mesmo está disponível para venda no Posto de Turismo, mas sei de fonte segura que algumas dezenas do mesmo se encontram encaixotados algures numa arrecadação da Câmara Municipal.
Seria talvez um bom serviço em prol da cultura do Alandroal proceder à venda a um preço simbólico, ou mesmo fazer em certos eventos oferta do mesmo a todos aqueles que se interessam em conhecer as raízes mais profundas da nossa gente.
O mesmo critério, se me é permitido, deveria ser seguido com outras obras patrocinadas pela Autarquia em especial o “Alegrias Mágoas e Mangações” onde se divulgam os nossos Poetas Populares.
Chico Manuel
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA FM
Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/
A Justiça
Miguel Sampaio
Segunda, 03 Outubro 2011 10:54
Ontem domingo, uma grande manifestação, organizada pela CGTP, percorreu as ruas de Lisboa e Porto. Milhares e milhares de pessoas desfilaram o seu descontentamento face á situação terrível que se vive em Portugal.
Avoluma-se a percepção de que esta crise é um pretexto para o capitalismo financeiro acumule cada vez mais e mais riqueza à custa do trabalho.
Além da divida, que se recusam a auditar, criam nas pessoas uma sensação de medo e insegurança, difíceis de ultrapassar e que as levam a suportar toda a espécie de atentados aos seus direitos, como se não existisse alternativa a este caminho de austeridade.
Na verdade, o que se está a passar é a criação de duas sociedades distintas, que apesar de ocuparem o mesmo espaço, não se misturam.
De um lado aqueles que detêm o dinheiro e consequentemente o poder e detêm por isso o poder, os mesmos que vivem em condomínios fechados, que possuem grande qualidade de vida, que se dedicam à caridade e para quem a crise não constitui problema, antes é uma excelente oportunidade de negócio.
Do outro lado a grande maioria, os actuais servos da gleba, que não conseguem, mesmo tendo trabalho e portanto um vencimento certo, ultrapassar por mais que se esforcem o limiar da subsistência.
Em teoria todos têm os mesmos direitos, na prática esta premissa está longe de ser verdadeira.
Vejamos a título de exemplo o caso da Justiça. O autarca de Oeiras, Isaltino Morais, foi condenado a dois anos de prisão porque ao longo do seu mandato se foi apropriando de dinheiros públicos para benefício próprio.
Como tem dinheiro, que roubou, vai utilizando o estratagema dos recursos para instâncias superiores, não para provar a sua inocência, mas para fazer que o tempo passe e com isso que a pena prescreva. Não lhe interessa sequer limpar a sua imagem, não necessita disso, apesar de julgado e condenado as pessoas continuaram a votar nele… o que é importante é que a pena a que foi condenado atinja a prescrição e ele possa ter por fim a sua reforma dourada.
Paralelamente, recordo-vos o caso daquela senhora idosa que foi julgada e condenada por ter roubado numa grande superfície comercial, creio que um frasco de shampu…
Há dias o tribunal da Relação de Évora absolveu um homem que tinha recorrido de uma sentença do tribunal de primeira instância e que o condenava por violência doméstica.
A pena a cumprir era de um ano e meio de prisão, a Relação de Évora considerou que apesar do arguido agredir comprovadamente a mulher desde 2004, e de lhe ter dado com uma cadeira, provocando-lhe várias escoriações, isso constitui apenas uma simples agressão remível com uma multa de 800€ e uma compensação de 500€ à vítima.
Mandam-se assim os direitos às malvas, dando-se um sinal que a estrada para as agressões está aberta mediante pagamento de portagem. Isto porquê? Porque assim o Estado não tem de suportar os custos da pena de prisão? Porque a Mulher não teve dinheiro para contratar o advogado de Isaltino Morais?
Vocês decidam.
Miguel Sampaio
A Justiça
Miguel Sampaio
Segunda, 03 Outubro 2011 10:54
Ontem domingo, uma grande manifestação, organizada pela CGTP, percorreu as ruas de Lisboa e Porto. Milhares e milhares de pessoas desfilaram o seu descontentamento face á situação terrível que se vive em Portugal.
Avoluma-se a percepção de que esta crise é um pretexto para o capitalismo financeiro acumule cada vez mais e mais riqueza à custa do trabalho.
Além da divida, que se recusam a auditar, criam nas pessoas uma sensação de medo e insegurança, difíceis de ultrapassar e que as levam a suportar toda a espécie de atentados aos seus direitos, como se não existisse alternativa a este caminho de austeridade.
Na verdade, o que se está a passar é a criação de duas sociedades distintas, que apesar de ocuparem o mesmo espaço, não se misturam.
De um lado aqueles que detêm o dinheiro e consequentemente o poder e detêm por isso o poder, os mesmos que vivem em condomínios fechados, que possuem grande qualidade de vida, que se dedicam à caridade e para quem a crise não constitui problema, antes é uma excelente oportunidade de negócio.
Do outro lado a grande maioria, os actuais servos da gleba, que não conseguem, mesmo tendo trabalho e portanto um vencimento certo, ultrapassar por mais que se esforcem o limiar da subsistência.
Em teoria todos têm os mesmos direitos, na prática esta premissa está longe de ser verdadeira.
Vejamos a título de exemplo o caso da Justiça. O autarca de Oeiras, Isaltino Morais, foi condenado a dois anos de prisão porque ao longo do seu mandato se foi apropriando de dinheiros públicos para benefício próprio.
Como tem dinheiro, que roubou, vai utilizando o estratagema dos recursos para instâncias superiores, não para provar a sua inocência, mas para fazer que o tempo passe e com isso que a pena prescreva. Não lhe interessa sequer limpar a sua imagem, não necessita disso, apesar de julgado e condenado as pessoas continuaram a votar nele… o que é importante é que a pena a que foi condenado atinja a prescrição e ele possa ter por fim a sua reforma dourada.
Paralelamente, recordo-vos o caso daquela senhora idosa que foi julgada e condenada por ter roubado numa grande superfície comercial, creio que um frasco de shampu…
Há dias o tribunal da Relação de Évora absolveu um homem que tinha recorrido de uma sentença do tribunal de primeira instância e que o condenava por violência doméstica.
A pena a cumprir era de um ano e meio de prisão, a Relação de Évora considerou que apesar do arguido agredir comprovadamente a mulher desde 2004, e de lhe ter dado com uma cadeira, provocando-lhe várias escoriações, isso constitui apenas uma simples agressão remível com uma multa de 800€ e uma compensação de 500€ à vítima.
Mandam-se assim os direitos às malvas, dando-se um sinal que a estrada para as agressões está aberta mediante pagamento de portagem. Isto porquê? Porque assim o Estado não tem de suportar os custos da pena de prisão? Porque a Mulher não teve dinheiro para contratar o advogado de Isaltino Morais?
Vocês decidam.
Miguel Sampaio
BREVES CÁ DO ALENTEJO
O Fórum Cultural de Alandroal acolhe a exposição de fotografia “Alentejo”, da autoria conjunta de Vicente Arrifes e José Inácio Claré, ambos artistas locais. Composta por cerca de 30 obras, a exposição tem como tema de fundo o Alentejo.
Alandroal: Mário Moita animou serão de Sábado no Fórum Cultural
(veja e oiça AQUI galeria fotográfica e entrevista do Presidente João Grilo à Rádio Campanário)
Cardo investigado no tratamento do cancro
O cardo, planta usada no fabrico de queijo, tem potenciais propriedades anti-tumorais que poderão prevenir e tratar dois tipos de cancro, um da mama e outro do fígado.
Este é um dos resultados de uma linha de investigação sobre o potencial anti-tumoral dos extractos do cardo seguida por cientistas do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL), situado em Beja.
Com grande afluência de público, entre conhecedores e degustadores, a tenda dos Vinhos do Alentejo, montada no Centro Cultural de Belém acolheu a mostra de vinhos das multiplas regiões alentejanas e com garbo e glamour apresentaram vinhos novos e vinhos de topo de gama.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo vai promover várias iniciativas para promover o aleitamento materno e a boa prática da amamentação no âmbito da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2011 que começa nesta segunda-feira.
No Alentejo, a produção de vinho deve sofrer este ano, no Alentejo, uma diminuição devido "à instabilidade climática", que permitiu "o desenvolvimento de míldio", mas sem prejudicar a qualidade final, afirmou a presidente da CVR do Alentejo.
A música popular alentejana, a dança contemporânea e a música tradicional portuguesa são algumas das propostas que integram a programação do Outubro Mês da Música, iniciativa organizada pelo município de Reguengos de Monsaraz
Estremoz: Município tenta de novo vender estaleiro municipal por 340 mil euros em hasta pública.
Um grupo de pais de alunos da aldeia de Torre de Coelheiros não deixou ir hoje os filhos à escola, porque a empresa de transporte exigiu a compra de bilhete, após atraso no pagamento da comparticipação da câmara.
IMPRENSA
Alandroal: Mário Moita animou serão de Sábado no Fórum Cultural
(veja e oiça AQUI galeria fotográfica e entrevista do Presidente João Grilo à Rádio Campanário)
Cardo investigado no tratamento do cancro
O cardo, planta usada no fabrico de queijo, tem potenciais propriedades anti-tumorais que poderão prevenir e tratar dois tipos de cancro, um da mama e outro do fígado.
Este é um dos resultados de uma linha de investigação sobre o potencial anti-tumoral dos extractos do cardo seguida por cientistas do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL), situado em Beja.
Com grande afluência de público, entre conhecedores e degustadores, a tenda dos Vinhos do Alentejo, montada no Centro Cultural de Belém acolheu a mostra de vinhos das multiplas regiões alentejanas e com garbo e glamour apresentaram vinhos novos e vinhos de topo de gama.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo vai promover várias iniciativas para promover o aleitamento materno e a boa prática da amamentação no âmbito da Semana Mundial do Aleitamento Materno 2011 que começa nesta segunda-feira.
No Alentejo, a produção de vinho deve sofrer este ano, no Alentejo, uma diminuição devido "à instabilidade climática", que permitiu "o desenvolvimento de míldio", mas sem prejudicar a qualidade final, afirmou a presidente da CVR do Alentejo.
A música popular alentejana, a dança contemporânea e a música tradicional portuguesa são algumas das propostas que integram a programação do Outubro Mês da Música, iniciativa organizada pelo município de Reguengos de Monsaraz
Estremoz: Município tenta de novo vender estaleiro municipal por 340 mil euros em hasta pública.
Um grupo de pais de alunos da aldeia de Torre de Coelheiros não deixou ir hoje os filhos à escola, porque a empresa de transporte exigiu a compra de bilhete, após atraso no pagamento da comparticipação da câmara.
IMPRENSA
COLABORAÇÃO - JOÃO PEDRO ROMA
A BILHA DE GÁS … FUGIDIA!
Peço as minhas desculpas aos meus caros conterrâneos, mas agradecia se porventura algum pudesse auxiliar a deslindar este caso verídico, tão real quão perigoso e certamente nunca visto, pelo menos para mim, como alentejano de sete costado, que me prezo.
Porque não sabereis da Nota Voadora tal como eu não sei da bilha de gás molhada e escorregadia, que se passeava na estrada, pondo em perigo os transeuntes e automobilistas inadvertidos, que certo dia de Inverno circulavam na estrada Caneças/Pontinha.
Neste percurso, bem conhecido, nesta estrada desenhada por vendedores de lotes de terreno ilegais e vendidos a olho para habitações clandestinas, tal como as suas características e mantida com falta de escoamentos, que a edilidade de Odivelas lhe vai dando o necessário alcatrão.
Em pleno Inverno ventoso e chuvoso, descia eu a rampa em que no meio faz uma curva e no cotovelo lhe colocaram um poste de electricidade para amparar quem ali batesse ou escorregasse por ali abaixo.
Acontece que nessa descida com curva á direita por mim percorrida, com ventos assustadores e pingos que não ficavam atrás, dizia eu, de súbito me aparece uma bilha de gás a rebolar e eu sem possibilidades nem discernimento para resolver o caso rapidamente, dado o perigo que se previa.
Enquanto maturava que fazer, reparei que era perseguido por uma viatura, cujo condutor desfrutava do espectáculo rindo-se, sem saber também o que fazer, e, por fim acelerou para me ultrapassar, e mesmo não acedendo ao seu sinal, ainda assim este ultrapassou num ápice sem autorização, nem medindo o perigo da manobra, parando mais á frente e com um chapéu-de-chuva aberto dada a carga de água, fixando a ponta do cabo para o fazer mudar de direcção, até que este lá foi bater no poste eléctrico que no meu entender, tanto mal faz ao automobilista, no caso de intempéries.
Com a imprevidência, o condutor fazendo a manobra perigosa, foi muito solícito e rápido na tentativa do roubo de uma bilha de gás que certamente os donos ainda hoje procuram.
Por tal motivo e face ao acontecimento, permito-me pedir aos meus conterrâneos a ajuda possível em nome do dono da bilha de gás, identificando o veículo deste caso .
Agradecendo desde já os incómodos criados.
JPBR
Peço as minhas desculpas aos meus caros conterrâneos, mas agradecia se porventura algum pudesse auxiliar a deslindar este caso verídico, tão real quão perigoso e certamente nunca visto, pelo menos para mim, como alentejano de sete costado, que me prezo.
Porque não sabereis da Nota Voadora tal como eu não sei da bilha de gás molhada e escorregadia, que se passeava na estrada, pondo em perigo os transeuntes e automobilistas inadvertidos, que certo dia de Inverno circulavam na estrada Caneças/Pontinha.
Neste percurso, bem conhecido, nesta estrada desenhada por vendedores de lotes de terreno ilegais e vendidos a olho para habitações clandestinas, tal como as suas características e mantida com falta de escoamentos, que a edilidade de Odivelas lhe vai dando o necessário alcatrão.
Em pleno Inverno ventoso e chuvoso, descia eu a rampa em que no meio faz uma curva e no cotovelo lhe colocaram um poste de electricidade para amparar quem ali batesse ou escorregasse por ali abaixo.
Acontece que nessa descida com curva á direita por mim percorrida, com ventos assustadores e pingos que não ficavam atrás, dizia eu, de súbito me aparece uma bilha de gás a rebolar e eu sem possibilidades nem discernimento para resolver o caso rapidamente, dado o perigo que se previa.
Enquanto maturava que fazer, reparei que era perseguido por uma viatura, cujo condutor desfrutava do espectáculo rindo-se, sem saber também o que fazer, e, por fim acelerou para me ultrapassar, e mesmo não acedendo ao seu sinal, ainda assim este ultrapassou num ápice sem autorização, nem medindo o perigo da manobra, parando mais á frente e com um chapéu-de-chuva aberto dada a carga de água, fixando a ponta do cabo para o fazer mudar de direcção, até que este lá foi bater no poste eléctrico que no meu entender, tanto mal faz ao automobilista, no caso de intempéries.
Com a imprevidência, o condutor fazendo a manobra perigosa, foi muito solícito e rápido na tentativa do roubo de uma bilha de gás que certamente os donos ainda hoje procuram.
Por tal motivo e face ao acontecimento, permito-me pedir aos meus conterrâneos a ajuda possível em nome do dono da bilha de gás, identificando o veículo deste caso .
Agradecendo desde já os incómodos criados.
JPBR
domingo, 2 de outubro de 2011
DESPORTO NO FIM -DE-SEMANA
FUTEBOL
Distrital de Évora
Divisão de Honra
Portel 1 – Lavre 0
Monte Trigo 4– Giesteira 0
Santiago Maior 1 – Calipolense 2
Bencatelense 1 – Estremoz 2
Borbense 0 – Sporting de Viana 2
Escouralense 2 – Canaviais 1
Perolivense 0 – Oriola 1.
1ª Divisão
Arraiolense 4 – Aldeense 0
S. Manços 1 – Arcoense 1
S. Bartolomeu do Outeiro 0 – Corval 2
Rosário 2 – Brotense 0
Valenças 0 – Cabrela 2
Alcaçovense 0 – Luso Morense 0
Fazendas do Cortiço 2 – Santana do Campo 0
Nacionais
2ª Divisão
Mafra 1 – Moura 1
Juventude 3 – Caldas 0
Pinhal Novense 1 – Estrela de V.Novas 2
Atlético de Reguengos 1– Torriense 1
3ª Divisão
Despertar 0 – União de Montemor 3
Aljustrelense 0 – Messinense 1
Lagos 1 – Redondense 0.
Resultados das camadas jovens do G.U.S.
Camp. Nacional de Juniores "A" - II Div. - Serie D
Grupo União Sport 1 / Intern. C Almancil 4
Camp. Nacional de Juvenis - Serie D
Imortal Desportivo Clube 5 / Grupo União Sport 0
AFINAL QUEM MANDA NO FUTEBOL EM PORTUGAL?
Os Oliveiras, a Sport Tv, o loby, o império criado pelos mesmos.
Simplesmente vergonhoso!
Eu bem estranhei quando vi que os jogos das Divisões secundárias tinham início às 15 horas, Ainda pensei que seria engano.
Mas não, não era.
E só hoje vi (até porque foi omitido pela imprensa) que tal facto se devia à transmissão em directo, precisamente às 16 horas do União de Leiria – Braga, precisamente por um dos muitos canais dos “Oliveiras”.
Ora, segundo julgo saber havia uma determinação, que os jogos com transmissão directa na Tv só poderiam começar após a realização dos outros jogos (não vi em qualquer sitio a revogação desta determinação).
Tratando-se de um jogo com interesse para todos os “amantes do futebol”, dado que o Braga divide a liderança com o Benfica e o Porto, e o Sporting espera um deslize, por certo que tal constitui facto bastante para afastar milhares de espectadores de outros campos.
E quantos afasta dos Distritais que têm início à mesma hora?
Afinal quem manda nisto do Futebol? A caduca FPF? A Liga?
NÂO:….
MANDA O OLIVEIRA E TODA ESSA CORJA DE ALDRABÕES que dominam por completo este miserável futebol que cada vez mais está podre. E eles cada vez mais ricos.
Vejamos se o Pais do Amaral tem “bolas” para lhes fazer frente!
Chico Manuel
Distrital de Évora
Divisão de Honra
Portel 1 – Lavre 0
Monte Trigo 4– Giesteira 0
Santiago Maior 1 – Calipolense 2
Bencatelense 1 – Estremoz 2
Borbense 0 – Sporting de Viana 2
Escouralense 2 – Canaviais 1
Perolivense 0 – Oriola 1.
1ª Divisão
Arraiolense 4 – Aldeense 0
S. Manços 1 – Arcoense 1
S. Bartolomeu do Outeiro 0 – Corval 2
Rosário 2 – Brotense 0
Valenças 0 – Cabrela 2
Alcaçovense 0 – Luso Morense 0
Fazendas do Cortiço 2 – Santana do Campo 0
Nacionais
2ª Divisão
Mafra 1 – Moura 1
Juventude 3 – Caldas 0
Pinhal Novense 1 – Estrela de V.Novas 2
Atlético de Reguengos 1– Torriense 1
3ª Divisão
Despertar 0 – União de Montemor 3
Aljustrelense 0 – Messinense 1
Lagos 1 – Redondense 0.
Resultados das camadas jovens do G.U.S.
Camp. Nacional de Juniores "A" - II Div. - Serie D
Grupo União Sport 1 / Intern. C Almancil 4
Camp. Nacional de Juvenis - Serie D
Imortal Desportivo Clube 5 / Grupo União Sport 0
AFINAL QUEM MANDA NO FUTEBOL EM PORTUGAL?
Os Oliveiras, a Sport Tv, o loby, o império criado pelos mesmos.
Simplesmente vergonhoso!
Eu bem estranhei quando vi que os jogos das Divisões secundárias tinham início às 15 horas, Ainda pensei que seria engano.
Mas não, não era.
E só hoje vi (até porque foi omitido pela imprensa) que tal facto se devia à transmissão em directo, precisamente às 16 horas do União de Leiria – Braga, precisamente por um dos muitos canais dos “Oliveiras”.
Ora, segundo julgo saber havia uma determinação, que os jogos com transmissão directa na Tv só poderiam começar após a realização dos outros jogos (não vi em qualquer sitio a revogação desta determinação).
Tratando-se de um jogo com interesse para todos os “amantes do futebol”, dado que o Braga divide a liderança com o Benfica e o Porto, e o Sporting espera um deslize, por certo que tal constitui facto bastante para afastar milhares de espectadores de outros campos.
E quantos afasta dos Distritais que têm início à mesma hora?
Afinal quem manda nisto do Futebol? A caduca FPF? A Liga?
NÂO:….
MANDA O OLIVEIRA E TODA ESSA CORJA DE ALDRABÕES que dominam por completo este miserável futebol que cada vez mais está podre. E eles cada vez mais ricos.
Vejamos se o Pais do Amaral tem “bolas” para lhes fazer frente!
Chico Manuel
PARABÉNS DONA DADINHA
...e...hoje...dois de Outubro, deste AUSPICIOSO!!! Novo século, DADINHA chegou aos 94 anos...DE VIDA INTENSA..."CHEIA" DE PRIVAÇÕES. Trabalhou, trabalhou, trabalhou e....trabalhou. Á luz do candeeiro de petróleo. Noites, semanas, meses, anos A DESENHAR SOBRE PANO (tecido) com a velhinha máquina de costura "Singer"... trabalhos de "altares" e de particulares famílias, de AUTOR (A) desconhecido (a)?.
...e, logo pela manhã, ainda sai "do seu quarto" cantando, "COISAS" do meu tempo e que me não saiem do pensamento.
BOA SORTE MÃE PARA TODO O TEU TEMPO.
Tói da Dadinha
(Pena o Tói não ter enviado uma foto da sua mãe, Gostávamos de a compartilhar com todos. Parabéns também a esta encíclica geração que ela nos legou: Manel - Tói - Quim.
...e, logo pela manhã, ainda sai "do seu quarto" cantando, "COISAS" do meu tempo e que me não saiem do pensamento.
BOA SORTE MÃE PARA TODO O TEU TEMPO.
Tói da Dadinha
(Pena o Tói não ter enviado uma foto da sua mãe, Gostávamos de a compartilhar com todos. Parabéns também a esta encíclica geração que ela nos legou: Manel - Tói - Quim.
O BORDA D´ÁGUA NO MUNDO RURAL – (Rubrica mensal do Tói da Dadinha)
« EM OUTUBRO, CENTEIO RUIVO »
- AGRICULTURA
Iniciar a colheita da azeitona e combater a gafa. Semear cereais praganosos. Em viveiro, semear as amendoeiras e os pessegueiros. Nos lugares mais secos e abrigados, plantar as oliveiras. No Minguante (dia 20) estercar as covas para árvores a transplantar na Primavera. Plantar árvores de fruto e podar (corte diagonal) as árvores resistentes ao frio.
- HORTA
Resguardar do gelo e preparar canteiros para a sementeira de alface e cebola. Semear em local definitivo agrião, cenoura e rabanete. Colher feijões. No fim do mês, plantar morangueiros, alhos e cebolinhas. Colocar em local definitivo as couves de Primavera e a alface de Inverno; colher a castanha, noz, avelã, abóbora e melão de Inverno.
- JARDIM
Estrumar, semear, flores (como no mês anterior) e plantar roseiras, crisântemos, lírios, narcisos, tulipas, cíclames, açucenas, jacintos, junquilhos, anémonas. Colher as flores de Outono: Dálias, rosas, etc.
Bons êxitos e afectuosas Saudações Rurais
Tói da Dadinha
- AGRICULTURA
Iniciar a colheita da azeitona e combater a gafa. Semear cereais praganosos. Em viveiro, semear as amendoeiras e os pessegueiros. Nos lugares mais secos e abrigados, plantar as oliveiras. No Minguante (dia 20) estercar as covas para árvores a transplantar na Primavera. Plantar árvores de fruto e podar (corte diagonal) as árvores resistentes ao frio.
- HORTA
Resguardar do gelo e preparar canteiros para a sementeira de alface e cebola. Semear em local definitivo agrião, cenoura e rabanete. Colher feijões. No fim do mês, plantar morangueiros, alhos e cebolinhas. Colocar em local definitivo as couves de Primavera e a alface de Inverno; colher a castanha, noz, avelã, abóbora e melão de Inverno.
- JARDIM
Estrumar, semear, flores (como no mês anterior) e plantar roseiras, crisântemos, lírios, narcisos, tulipas, cíclames, açucenas, jacintos, junquilhos, anémonas. Colher as flores de Outono: Dálias, rosas, etc.
Bons êxitos e afectuosas Saudações Rurais
Tói da Dadinha
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