Sem ponta por onde se lhe pegue
Carlos Sezões
Quarta, 23 Fevereiro 2011 09:47
O eurodeputado independente eleito pelo Bloco de Esquerda, Rui Tavares, escreveu num jornal que a moção de censura do seu partido "não tem ponta por onde se lhe pegue".
E tem toda a razão. Uma moção anunciada com motivações meramente tácticas e propagandísticas pelo seu eterno líder Francisco Louçã, sem ambição de ser aprovada, não tem sentido num tempo em que o país precisa, acima de tudo, de tranquilidade política interna e de reforçar a sua reputação internacional. Menos sentido tem ainda quando se hostiliza o maior partido da oposição, que poderia garantir a sua aprovação. Em suma, um absurdo completo.
Mas, de facto, o Bloco de Esquerda também é um partido sem ponta por onde se lhe pegue. Com uma cartilha extremista, entrelaçada nas correntes estalinistas e trotskistas, com uma visão totalitária de sociedade, sem um projecto minimamente estruturado para Portugal, a única coisa que sabemos destes senhores é que defendem uma economia nacionalizada e centralizada (portanto estagnada, sem qualquer espaço para a criatividade e para o mérito) e que gostariam de ver Portugal fora da NATO. O Bloco nada constrói, não tenta lançar pontes mesmo na sua área ideológica, para construir alguma forma de alternativa...existe apenas para si próprio, para gestos vazios e sem impacto na sociedade.
Mas o Governo e o partido que o suporta também aparentam, cada vez mais, não ter ponta por onde se lhes pegue. O primeiro-ministro, aquando do anúncio da moção, entrou numa fase de quase histeria, atirando-se ao PSD, com considerações pouco simpáticas sobre a sua responsabilidade e invocando o "interesse nacional" que, supostamente, só ele defende. O PSD, com serenidade, lá transmitiu ao País a sua resposta, no tempo certo, passados poucos dias. Era dispensável tamanho drama e tanta gritaria.
No início desta semana, mais uma cena insólita. Foi anunciado que o défice da administração central terá diminuído cerca de 58% em Janeiro, em relação ao mesmo período do ano passado. O governo lançou de imediato a boa nova como se fosse um milagre da boa gestão e administração do Estado. Afinal, sabe-se que, infelizmente, a receita fiscal foi a principal responsável pela queda do défice do Estado. O desejado corte nas despesas só ajudou em 100 milhões, pelo que a subida dos impostos explica quase 80% da redução do défice do Estado. Imagino que qualquer português que sinta na pele a redução do seu salário e o aumento dos seus impostos observe com incredulidade esta postura dos seus responsáveis políticos, fazendo do fruto seus sacrifícios um mero (e indevido) argumento de propaganda.
Acredito, pois, que qualquer cidadão olhe para tudo isto e conclua simplesmente que a política portuguesa actual não terá ponta por onde se lhe pegue...e provavelmente terá toda a razão!
Carlos Sezões
Gestor
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
CÁ NO ALENTEJO
Évora: Câmara promete pagar a agentes culturais com a «maior brevidade possível»
A Câmara de Évora compromete-se a pagar com a a «maior brevidade possível» as verbas acordadas, em 2009 e 2010, com os agentes culturais do concelho. Em nota enviada às redacções e assinada pela vereadora responsável pelo pelouro da cultura, Cláudia Sousa Pereira, é referido que as verbas de 2009 correspondem a «subsídios à actividade» e as de 2010 a «apoios pontuais».
»»» A nota da CME surge na véspera da realização de uma acção de protesto dos agentes culturais do concelho para reclamar o pagamento de subsídios
»»» 'verbas de 2010 corresponderam, no que aos nove agentes constituídos em plataforma diz respeito, a um total de 571.376,95 euros'
http://www.noticiasalentejo.pt/
Alentejo em "força" na Bolsa deTurismo de Lisboa 2011
O lançamento de novos projectos e pacotes turísticos, a divulgação de roteiros e semanas gastronómicas, a actuação de grupos corais e provas de vinhos são algumas das atracções do Alentejo, este ano, na Bolsa de Turismo de Lisboa.
http://correioalentejo.com/
Empresa de manutenção de aviões investe cinco ME no aeroporto de Beja
A ANA - Aeroportos de Portugal anunciou hoje ter assinado com a empresa Aeromec um acordo para a construção e exploração de um hangar no aeroporto de Beja destinado à manutenção de aeronaves, num investimento de cinco milhões de euros.
http://sol.sapo.pt/
A Câmara de Évora compromete-se a pagar com a a «maior brevidade possível» as verbas acordadas, em 2009 e 2010, com os agentes culturais do concelho. Em nota enviada às redacções e assinada pela vereadora responsável pelo pelouro da cultura, Cláudia Sousa Pereira, é referido que as verbas de 2009 correspondem a «subsídios à actividade» e as de 2010 a «apoios pontuais».
»»» A nota da CME surge na véspera da realização de uma acção de protesto dos agentes culturais do concelho para reclamar o pagamento de subsídios
»»» 'verbas de 2010 corresponderam, no que aos nove agentes constituídos em plataforma diz respeito, a um total de 571.376,95 euros'
http://www.noticiasalentejo.pt/
Alentejo em "força" na Bolsa deTurismo de Lisboa 2011
O lançamento de novos projectos e pacotes turísticos, a divulgação de roteiros e semanas gastronómicas, a actuação de grupos corais e provas de vinhos são algumas das atracções do Alentejo, este ano, na Bolsa de Turismo de Lisboa.
http://correioalentejo.com/
Empresa de manutenção de aviões investe cinco ME no aeroporto de Beja
A ANA - Aeroportos de Portugal anunciou hoje ter assinado com a empresa Aeromec um acordo para a construção e exploração de um hangar no aeroporto de Beja destinado à manutenção de aeronaves, num investimento de cinco milhões de euros.
http://sol.sapo.pt/
AINDA O ALANDROAL NA RTP1
Os Restaurantes primaram por apresentar a nossa excelente Gastronomia
Uma reportagem com o símbolo Al Barram
De regresso a casa
TOME NOTA –INTERESSA A TODOS
CENSOS 2011 - INFORMAÇÃO AOS CIDADÃOS
Em Março/Abril, o Instituto Naciona l de E s t a t í s t i c a ( INE) , com o apoio das Câmaras Municipai s e das Juntas d e Freguesia, realiza os Censos 2011.
O objectivo dos Censos 2011 é o de recensear todos os cidadãos e famílias residentes, ou apenas presentes, no território português, independentemente da sua nacionalidade, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação.
A recolha de dados decorre simultaneamente em todo o território nacional e a resposta é obrigatória por Lei.
Os recenseadores estarão visivelmente identificados e prestarão todos os esclarecimentos, e eventual apoio, necessários ao preenchimento dos questionários.
Os dados individuais recolhidos destinam-se apenas a fins estatísticos, são confidenciais e estão sujeitos a segredo estatístico, pelo que não podem ser divulgados. Todos os profissionais envolvidos na execução dos Censos estão obrigados, por Lei, ao dever de sigilo, podendo, em caso de infracção (nunca ocorrida) ser processados civil e criminalmente.
As respostas aos Censos 2011 devem ser dadas em Março/Abril, tendo por referência o dia 21 de Março («momento censitário»).
Os Censos 2011 apresentam uma novidade: a resposta pela Internet, e-censos
Pela primeira vez, em Portugal, a resposta aos questionários pode ser dad pela Internet e não apenas através do tradicional preenchimento em papel.
Como decorrem os trabalhos de campo?
Todas as residências são contactadas, por um recenseador, para entrega da documentação relativa à operação: os questionários em papel e um envelope fechado, contendo os códigos de acesso para a resposta segura pela Internet.
A documentação é deixada na caixa do correio, no caso de os moradores se encontrarem ausentes.
A resposta aos Censos tem início a 21 de Março de 2011.
Se optar por responder pela Internet o recenseador não voltará a contactá-lo, uma vez que é notificado por sms de que a sua resposta já foi dada.
Caso opte por preencher os questionários em papel o recenseador voltará à sua residência para recolhê-los.
À medida que forem dadas as respostas, em algumas freguesias do país é reinquirida, presencialmente, uma pequena amostra da população para controlo da qualidade. Nestes casos, o contacto será, igualmente, efectuado por um recenseador do INE, devidamente identificado, que lhe prestará todos os esclarecimentos.
Trabalhos de campo
Os trabalhos de campo dos Censos 2011 decorrem no período de 7 de Março a 24 de Abril de 2011, alargado, se necessário, para o controlo de qualidade.
Os trabalhos de campo obedecem às seguintes fases:
Fase 1: De 7 a 20 de Março: Distribuição da documentação aos cidadãos
Fase 2: De 21 a 27 de Março: Resposta só pela Internet
Fase 3: De 28 de Março a 10 de Abril: Resposta pela Internet e em papel
Fase 4: De 10 a 24 de Abril: Resposta só em papel
Estará disponível a Linha de Apoio 800 22 2011 (chamada gratuita), nos dias úteis das 9h00 às 20h00, de 1 de Março até ao final do processo de recolha.
Responder aos Censos é f á c i l , c ómodo e seguro
As respostas devem ser dadas tendo sempre por referência o dia 21 de Março de 2011.
Para responder pela Internet é necessário: - Aceder á página de resposta www.censos2011.pt (a partir de 21 de Março)
- Introduzir os códigos de acesso seguro indicados no envelope, bem com os códigos relativos ao alojamento, impressos no respectivo questionário em papel (toda esta documentação é entregue pelo recenseador em sua casa);
- Responder aos questionários;
- Premir a opção «enviar».
No final é apresentado um comprovativo de envio, com sucesso, da sua resposta.
Caso não possa responder pela Internet preencha os questionários em papel.
O recenseador voltará a sua casa para recolhê-los.
Mais esclarecimentos: Em http://www.censos2011.ine.pt/
L i n h a d e A p o i o 8 0 0 2 2 2 0 1 1 (chamada gratuita) nos dias úteis das 9h00 às 20h00, a partir de 1 de Março de 2011.
Pode ainda informar-se na sua Câmara Municipal ou Junta de Freguesia.
INE, 1 de Fevereiro de 2011
Em Março/Abril, o Instituto Naciona l de E s t a t í s t i c a ( INE) , com o apoio das Câmaras Municipai s e das Juntas d e Freguesia, realiza os Censos 2011.
O objectivo dos Censos 2011 é o de recensear todos os cidadãos e famílias residentes, ou apenas presentes, no território português, independentemente da sua nacionalidade, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação.
A recolha de dados decorre simultaneamente em todo o território nacional e a resposta é obrigatória por Lei.
Os recenseadores estarão visivelmente identificados e prestarão todos os esclarecimentos, e eventual apoio, necessários ao preenchimento dos questionários.
Os dados individuais recolhidos destinam-se apenas a fins estatísticos, são confidenciais e estão sujeitos a segredo estatístico, pelo que não podem ser divulgados. Todos os profissionais envolvidos na execução dos Censos estão obrigados, por Lei, ao dever de sigilo, podendo, em caso de infracção (nunca ocorrida) ser processados civil e criminalmente.
As respostas aos Censos 2011 devem ser dadas em Março/Abril, tendo por referência o dia 21 de Março («momento censitário»).
Os Censos 2011 apresentam uma novidade: a resposta pela Internet, e-censos
Pela primeira vez, em Portugal, a resposta aos questionários pode ser dad pela Internet e não apenas através do tradicional preenchimento em papel.
Como decorrem os trabalhos de campo?
Todas as residências são contactadas, por um recenseador, para entrega da documentação relativa à operação: os questionários em papel e um envelope fechado, contendo os códigos de acesso para a resposta segura pela Internet.
A documentação é deixada na caixa do correio, no caso de os moradores se encontrarem ausentes.
A resposta aos Censos tem início a 21 de Março de 2011.
Se optar por responder pela Internet o recenseador não voltará a contactá-lo, uma vez que é notificado por sms de que a sua resposta já foi dada.
Caso opte por preencher os questionários em papel o recenseador voltará à sua residência para recolhê-los.
À medida que forem dadas as respostas, em algumas freguesias do país é reinquirida, presencialmente, uma pequena amostra da população para controlo da qualidade. Nestes casos, o contacto será, igualmente, efectuado por um recenseador do INE, devidamente identificado, que lhe prestará todos os esclarecimentos.
Trabalhos de campo
Os trabalhos de campo dos Censos 2011 decorrem no período de 7 de Março a 24 de Abril de 2011, alargado, se necessário, para o controlo de qualidade.
Os trabalhos de campo obedecem às seguintes fases:
Fase 1: De 7 a 20 de Março: Distribuição da documentação aos cidadãos
Fase 2: De 21 a 27 de Março: Resposta só pela Internet
Fase 3: De 28 de Março a 10 de Abril: Resposta pela Internet e em papel
Fase 4: De 10 a 24 de Abril: Resposta só em papel
Estará disponível a Linha de Apoio 800 22 2011 (chamada gratuita), nos dias úteis das 9h00 às 20h00, de 1 de Março até ao final do processo de recolha.
Responder aos Censos é f á c i l , c ómodo e seguro
As respostas devem ser dadas tendo sempre por referência o dia 21 de Março de 2011.
Para responder pela Internet é necessário: - Aceder á página de resposta www.censos2011.pt (a partir de 21 de Março)
- Introduzir os códigos de acesso seguro indicados no envelope, bem com os códigos relativos ao alojamento, impressos no respectivo questionário em papel (toda esta documentação é entregue pelo recenseador em sua casa);
- Responder aos questionários;
- Premir a opção «enviar».
No final é apresentado um comprovativo de envio, com sucesso, da sua resposta.
Caso não possa responder pela Internet preencha os questionários em papel.
O recenseador voltará a sua casa para recolhê-los.
Mais esclarecimentos: Em http://www.censos2011.ine.pt/
L i n h a d e A p o i o 8 0 0 2 2 2 0 1 1 (chamada gratuita) nos dias úteis das 9h00 às 20h00, a partir de 1 de Março de 2011.
Pode ainda informar-se na sua Câmara Municipal ou Junta de Freguesia.
INE, 1 de Fevereiro de 2011
CORREIO RECEBIDO C/ PEDIDO DE PUBLICAÇÃO
REUNIÃO CONCELHIA DIA 26.02.2011 - JUROMENHA
Caros Companheiros/as,
Para ser elaborado em conjunto o plano de actividades para 2011, convocam-se todos(as) os(as) aderentes, e simpatizantes, para a próxima reunião de concelhia, que irá ser realizada no Sábado (dia 26) pelas 11,00 horas na Junta de Freguesia de Nª Srª do Loreto (Juromenha). O único ponto de trabalho será o Plano de Actividades para 2011.
Após a reunião iremos fazer um almoço convívio no Restaurante Mateus (Juromenha), aproveitando a iniciativa gastronómica do peixe do rio que decorre no concelho até dia 27.02.2011.
Quem estiver interessado confirme a presença com o camarada Zeferino (tel 961 143 941), preferencialmente até ao dia 24.02.2011 (Quinta-Feira).
Mais uma vez se destaca a importância da participação de todos/as os/as aderentes de modo a dar continuidade à nossa intervenção.
Núcleo do Bloco de Esquerda do Alandroal
Caros Companheiros/as,
Para ser elaborado em conjunto o plano de actividades para 2011, convocam-se todos(as) os(as) aderentes, e simpatizantes, para a próxima reunião de concelhia, que irá ser realizada no Sábado (dia 26) pelas 11,00 horas na Junta de Freguesia de Nª Srª do Loreto (Juromenha). O único ponto de trabalho será o Plano de Actividades para 2011.
Após a reunião iremos fazer um almoço convívio no Restaurante Mateus (Juromenha), aproveitando a iniciativa gastronómica do peixe do rio que decorre no concelho até dia 27.02.2011.
Quem estiver interessado confirme a presença com o camarada Zeferino (tel 961 143 941), preferencialmente até ao dia 24.02.2011 (Quinta-Feira).
Mais uma vez se destaca a importância da participação de todos/as os/as aderentes de modo a dar continuidade à nossa intervenção.
Núcleo do Bloco de Esquerda do Alandroal
DÁ QUE PENSAR!!!
Rubrica onde se transcrevem, pensamentos, frases e artigos de personalidades de renome, onde se reflecte o estado da Nação e nos deixam a pensar….
Por que motivo não se demite Rui Pereira?
Rui Pereira é sério, informado e culto. Conheço-o relativamente bem e não compreendo como se mantém depois das inúmeras trapalhadas do seu ministério.
Recorde-se: os carros da PSP para a NATO; a cedência de dados aos EUA (que a própria Comissão de Protecção de Dados – e muito bem veio criticar), os radares da costa não funcionam e, sobretudo, a brutal trapalhada do voto nas presidenciais.
Henrique Monteiro
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Uma das empresas mais endividadas do Estado: a CP.
A greve está consagrada na Constituição: Nas actuais circunstâncias do país, o bom senso dos trabalhadores e dos sindicatos também o devia estar.
Fernando Madrinha
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Temos gente muito boa neste país que não está a ser aproveitada. Se calhar porque não querem ser políticos.
Estou pessimista enquanto o país não quiser olhar para o mérito. Os lugares ocupam-se por mérito e não por fichas de partido.
Pedro Soares dos Santos (administrador da Jerónimo Martins)
“”””””””””””””””””””””””””””””””””””””””””””””
Uma dá o óvulo, a outra a barriga. Um bebé já pode ter duas mães
Nova solução de procriação assistida para lésbicas já atrai portuguesas. Até ao momento, 13 casais foram a Espanha engravidar. Procura de tratamentos no país vizinho tem vindo a aumentar
In Jornal I de hoje
Por que motivo não se demite Rui Pereira?
Rui Pereira é sério, informado e culto. Conheço-o relativamente bem e não compreendo como se mantém depois das inúmeras trapalhadas do seu ministério.
Recorde-se: os carros da PSP para a NATO; a cedência de dados aos EUA (que a própria Comissão de Protecção de Dados – e muito bem veio criticar), os radares da costa não funcionam e, sobretudo, a brutal trapalhada do voto nas presidenciais.
Henrique Monteiro
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Uma das empresas mais endividadas do Estado: a CP.
A greve está consagrada na Constituição: Nas actuais circunstâncias do país, o bom senso dos trabalhadores e dos sindicatos também o devia estar.
Fernando Madrinha
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Temos gente muito boa neste país que não está a ser aproveitada. Se calhar porque não querem ser políticos.
Estou pessimista enquanto o país não quiser olhar para o mérito. Os lugares ocupam-se por mérito e não por fichas de partido.
Pedro Soares dos Santos (administrador da Jerónimo Martins)
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Uma dá o óvulo, a outra a barriga. Um bebé já pode ter duas mães
Nova solução de procriação assistida para lésbicas já atrai portuguesas. Até ao momento, 13 casais foram a Espanha engravidar. Procura de tratamentos no país vizinho tem vindo a aumentar
In Jornal I de hoje
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O ALANDROAL NA TV
Antecipadamente peço desculpa pela falta de qualidade das fotos que se seguem.
As mesmas foram obtidas directamente do televisor, como tal de muito fraca qualidade.
No entanto não quer o Al Tejo deixar de proporcionar, principalmente a todos os conterrâneos que estão longe, momentos que se viveram hoje na nossa terra e que via Tv deram a conhecer, mais uma vez o muito de bom que possuìmos, não só no caracter da nossa gente mas também pelo que de bom produzimos.
(AGUARDAMOS QUE O NOSSO FOTÓGRAFO AL BARRAM NOS ENVIE A REPORTAGEM COMPLETA)
E tal como previsto o nosso fotógrafo privativo (Al Barran) já nos fez chegar fotografias decentes para ilustrar o acontecimento.
As mesmas foram obtidas directamente do televisor, como tal de muito fraca qualidade.
No entanto não quer o Al Tejo deixar de proporcionar, principalmente a todos os conterrâneos que estão longe, momentos que se viveram hoje na nossa terra e que via Tv deram a conhecer, mais uma vez o muito de bom que possuìmos, não só no caracter da nossa gente mas também pelo que de bom produzimos.
(AGUARDAMOS QUE O NOSSO FOTÓGRAFO AL BARRAM NOS ENVIE A REPORTAGEM COMPLETA)
E tal como previsto o nosso fotógrafo privativo (Al Barran) já nos fez chegar fotografias decentes para ilustrar o acontecimento.
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM
A velha profissão nacional
Francisco Costa
O tremendismo, para além de ser um neologismo, diz-me o meu corrector automático de texto e a ausência da palavra no dicionário de língua portuguesa, é habitualmente usado para descrever algo que é exagerado. O termo é por exemplo usado pelos espanhóis, num contexto de pós-guerra civil e pode definir-se como um estilo muito próprio de descrever a realidade sob a óptica do exagero e do pessimismo radical.
Os tremendistas são de sempre.
Por exemplo, os velhos do Restelo foram-no à sua maneira. Camões atribuiu-lhes o carácter pessimista e até reaccionário de que padecem alguns de nós, portugueses. Afinal de que sofre por exemplo o respeitável Medina Carreira? É que consigo imaginá-lo a declamar:
A que novos desastres determinas
De levar estes reinos e esta gente?
Que perigos, que mortes lhe destinas
Debaixo dalgum nome preminente?
Para qualquer tremendista não existe amanhã e custa-lhe tanto acreditar na humanidade que basta-lhe o exercício sádico de descredibilizar a esperança. Se dessem a escolher a um tremendista o livro das suas vidas, de certeza que optariam pelo fascículo bíblico do apocalipse.
Um tremendista nunca tem razão. Apesar de muitas vezes nos deixar na dúvida.
Por exemplo nenhum destes apóstolos da desgraça conseguiu prever a subida desenfreada dos preços do petróleo em 2008, nem conseguiu prever a pior crise económica internacional de sempre. Prever um tremendista não prevê. Mas consegue sempre adivinhar que vai ficar muito pior do que está.
Soluções um tremendista nunca tem. A não ser que se interrompa a democracia para pôr tudo na ordem.
E visão também não. Adivinharia ele que em 2011 um movimento convulsivo havia de sacudir a Tunísia, estender-se ao Egipto e espalhar-se por estados autocráticos institucionalizados e anocracias ou regimes de autoritarismo incoerente? Imaginará ele onde parará esta onda que ameaça as próprias ameaças que tanto bradou?
Ou seja o tremendista, para além de não prever ou antecipar coisa nenhuma, age com a intenção de criar nos outros a ideia de uma tragédia eminente, com o propósito camuflado de coarctar a decisão sob a pressão do medo.
Ora eu não reconheço o medo como bom conselheiro.
Acho muito mais útil ignorá-lo.
Obrigado e até para a semana.
Francisco Costa
Francisco Costa
O tremendismo, para além de ser um neologismo, diz-me o meu corrector automático de texto e a ausência da palavra no dicionário de língua portuguesa, é habitualmente usado para descrever algo que é exagerado. O termo é por exemplo usado pelos espanhóis, num contexto de pós-guerra civil e pode definir-se como um estilo muito próprio de descrever a realidade sob a óptica do exagero e do pessimismo radical.
Os tremendistas são de sempre.
Por exemplo, os velhos do Restelo foram-no à sua maneira. Camões atribuiu-lhes o carácter pessimista e até reaccionário de que padecem alguns de nós, portugueses. Afinal de que sofre por exemplo o respeitável Medina Carreira? É que consigo imaginá-lo a declamar:
A que novos desastres determinas
De levar estes reinos e esta gente?
Que perigos, que mortes lhe destinas
Debaixo dalgum nome preminente?
Para qualquer tremendista não existe amanhã e custa-lhe tanto acreditar na humanidade que basta-lhe o exercício sádico de descredibilizar a esperança. Se dessem a escolher a um tremendista o livro das suas vidas, de certeza que optariam pelo fascículo bíblico do apocalipse.
Um tremendista nunca tem razão. Apesar de muitas vezes nos deixar na dúvida.
Por exemplo nenhum destes apóstolos da desgraça conseguiu prever a subida desenfreada dos preços do petróleo em 2008, nem conseguiu prever a pior crise económica internacional de sempre. Prever um tremendista não prevê. Mas consegue sempre adivinhar que vai ficar muito pior do que está.
Soluções um tremendista nunca tem. A não ser que se interrompa a democracia para pôr tudo na ordem.
E visão também não. Adivinharia ele que em 2011 um movimento convulsivo havia de sacudir a Tunísia, estender-se ao Egipto e espalhar-se por estados autocráticos institucionalizados e anocracias ou regimes de autoritarismo incoerente? Imaginará ele onde parará esta onda que ameaça as próprias ameaças que tanto bradou?
Ou seja o tremendista, para além de não prever ou antecipar coisa nenhuma, age com a intenção de criar nos outros a ideia de uma tragédia eminente, com o propósito camuflado de coarctar a decisão sob a pressão do medo.
Ora eu não reconheço o medo como bom conselheiro.
Acho muito mais útil ignorá-lo.
Obrigado e até para a semana.
Francisco Costa
HISTÓRIAS DO MANEL LOENDRERO
MEMÓRIAS DE MANUEL LOENDRÊRO - in A PLANÍCIE, 15/02/83
Vinha ê uma vez pá vila a cavalo no burro pa fazê o avio, condo óvi atrás de mim um altemoven de esgalha bordão por a estrada adiente.
Passô por mim ca força toda... Tamein si nã passassi más valia uma botas e condo começô a subiri a barrêra do ôto lado da estrada, dê um estralo e começô às panderêtas até que se parô. "olhó! - pensi eu - já está escangalhado". Fui lá ó pei pa vê o que tinha acontecido. Tava o home olhando pa um pineu. Prigunti-lhe donde ele era e disse quera de Lisboa.
Pá, tá tudo dito - pensi eu. Vinha-me imbora condo o vi priparado pa mudá o pineu mas volti pa trás, porque vi o baboso, que nã tinha gêto ninhum páquilo.
Dexi-me do burro, desviio e comeci a mudar a roda, mas vi logo caquilo nã era só do pineu. Espoji-me no chão e espreti pa debaxo do carro pa vê o qué caquela moenga tinha e vi o enxo e a jente, tudo entrotado.
Condo ia alivantar-me vi o home mexendo num ninho d'abêsporas.
- Que bichos são estes? - preguntou eli.
- Nã mexa nisso! Nã as trilhe! - Griti-lhe eu. Tá bem dexa!
Foi mêmo o quele foi fazeri. As abêsporas alivanteram voio e hôve uma que le deu uma nicada nos bêços cu fez dar um berro, ôtra foi-se ó burro. O burro assim cas viu zunindo de roda das orelhas, escarampatô-se e esgalhô fugindo por a chapada arriba. Ê rasgui fugindo atrás deli pó apanhari. Daí a podaço condo volti todo esbrazeado, tava o ôtro cum lenço nos bêços quêxando-se.
- Vocei é mesmo enchaparrado - Disse-leu. - Atã vocei nã sabe que na se pode mexeri num ninho d'asbesporas? E vá lá teve sorti, porque se fossem tarantas...
Ati o burro a uma arve e fui veri so home tinha os beços munto enchados. Hei mãe! Tava com umas beçoletas que pareciom o bebrum dum penico! Atão o bocana nã queria pôr pomada naquilo?! Lá o convenci a pori lama nos bêços porque pá picada na há melhori. Condo tava cos beços enlameados, disse-le cu melhor era vir com migo à vila à busca dum mecânico. Montô-se, em cima do burro e lá fomos. O engraçado é que condo chigámos e me desmonti, olhi pa trás e ele nã estava lá. Devi ter escorregado da albarda, porque eles sabem andari de cu tremido, mas de burro, anda cá se queres... Já não volti pa trás, porque tinha de fazê o avio à minha Bia e despois fechavam as loges. Tóoouuuu!
Vinha ê uma vez pá vila a cavalo no burro pa fazê o avio, condo óvi atrás de mim um altemoven de esgalha bordão por a estrada adiente.
Passô por mim ca força toda... Tamein si nã passassi más valia uma botas e condo começô a subiri a barrêra do ôto lado da estrada, dê um estralo e começô às panderêtas até que se parô. "olhó! - pensi eu - já está escangalhado". Fui lá ó pei pa vê o que tinha acontecido. Tava o home olhando pa um pineu. Prigunti-lhe donde ele era e disse quera de Lisboa.
Pá, tá tudo dito - pensi eu. Vinha-me imbora condo o vi priparado pa mudá o pineu mas volti pa trás, porque vi o baboso, que nã tinha gêto ninhum páquilo.
Dexi-me do burro, desviio e comeci a mudar a roda, mas vi logo caquilo nã era só do pineu. Espoji-me no chão e espreti pa debaxo do carro pa vê o qué caquela moenga tinha e vi o enxo e a jente, tudo entrotado.
Condo ia alivantar-me vi o home mexendo num ninho d'abêsporas.
- Que bichos são estes? - preguntou eli.
- Nã mexa nisso! Nã as trilhe! - Griti-lhe eu. Tá bem dexa!
Foi mêmo o quele foi fazeri. As abêsporas alivanteram voio e hôve uma que le deu uma nicada nos bêços cu fez dar um berro, ôtra foi-se ó burro. O burro assim cas viu zunindo de roda das orelhas, escarampatô-se e esgalhô fugindo por a chapada arriba. Ê rasgui fugindo atrás deli pó apanhari. Daí a podaço condo volti todo esbrazeado, tava o ôtro cum lenço nos bêços quêxando-se.
- Vocei é mesmo enchaparrado - Disse-leu. - Atã vocei nã sabe que na se pode mexeri num ninho d'asbesporas? E vá lá teve sorti, porque se fossem tarantas...
Ati o burro a uma arve e fui veri so home tinha os beços munto enchados. Hei mãe! Tava com umas beçoletas que pareciom o bebrum dum penico! Atão o bocana nã queria pôr pomada naquilo?! Lá o convenci a pori lama nos bêços porque pá picada na há melhori. Condo tava cos beços enlameados, disse-le cu melhor era vir com migo à vila à busca dum mecânico. Montô-se, em cima do burro e lá fomos. O engraçado é que condo chigámos e me desmonti, olhi pa trás e ele nã estava lá. Devi ter escorregado da albarda, porque eles sabem andari de cu tremido, mas de burro, anda cá se queres... Já não volti pa trás, porque tinha de fazê o avio à minha Bia e despois fechavam as loges. Tóoouuuu!
AO CORRER DO TECLADO - RÚBRICA DO AL-KALATY
INVISIVEIS, COM A IMAGINAÇÃO GUERREIRA IDEAL…
A imaginação diferencia-se e serve para o bem e para o mal, e o aproveitamento dos Big Foot quer pela sua forma de trabalhar e movimento muito silencioso, tem como aliada a rapidez no mar, inclina suas âncoras e preferências para muitos desmandos neste país, que possui para nossa felicidade uma zona marítima imensa, onde os benefícios são pouco valorizados.
Estas embarcações especiais, tratadas e utilizadas como autênticos submarinos em ponto pequeno, com tonalidades ideais para o disfarce em mares e marés, confundindo-se com cascas de nozes, eficazes ao serviço da pesca, ainda que ilícita seja ou não, dadas as distancias a percorrer e a perigosidade que tendem a transparecer.
Entre as jogadas dos traficantes, as indecisões e a pouca prontidão, cumulativas com incertezas das autoridades, perante situações que não dominam, ou não dispõem de equipamentos adequados, ficam paradas imaginando sem actuar, não aquilatando ao pormenor aquilo que na verdade acontece abusivamente.
Assim e á vontade, esta gente enquanto se diverte, pode perfeitamente brincar aos ladrões, ás escondidas, pode até jogar ás moedas sem dinheiro… sabendo que ao chegar a terra, o pilim aparecerá multiplicado, finalizando-se com férias pagas para todos – os da quadrilha.
Já muitos perceberam tratar-se de formas de vida audaciosa, formas de negócios escuros, formas de contornar o estabelecido legalmente; muitos até sabem onde se passa e como se passa – desde informações, a armas, minério, produtos nucleares, jóias e ouro, passando por armas e munições, para esta gente tudo serve desde que dê algum, e dê luta que se veja, seja droga ou cocaína- que interessa?
Os variados relatórios sobre a economia oculta e ilícita, comporta-se como uma base para um apertar das malhas que mina o mundo, independentemente da sua localização, com prejuízo nítido para Portugal, por se encontrar situado mesmo á mão, no cruzamento de rotas e encruzilhadas do Atlântico, entre as Américas e a Europa.
110213 jpbr
Bastante práticas e rápidas estas coisinhas flutuantes muito bem-parecidas com as belas embarcações de recreio.
Propiciam para além do mais, agradabilíssimo modo de vida e outras formas de passar o tempo, bem passado, e ao mesmo tempo, na obscuridade, a tentativa de enganar, prejudicar, traficar tudo e todos. A imaginação diferencia-se e serve para o bem e para o mal, e o aproveitamento dos Big Foot quer pela sua forma de trabalhar e movimento muito silencioso, tem como aliada a rapidez no mar, inclina suas âncoras e preferências para muitos desmandos neste país, que possui para nossa felicidade uma zona marítima imensa, onde os benefícios são pouco valorizados.
Estas embarcações especiais, tratadas e utilizadas como autênticos submarinos em ponto pequeno, com tonalidades ideais para o disfarce em mares e marés, confundindo-se com cascas de nozes, eficazes ao serviço da pesca, ainda que ilícita seja ou não, dadas as distancias a percorrer e a perigosidade que tendem a transparecer.
Entre as jogadas dos traficantes, as indecisões e a pouca prontidão, cumulativas com incertezas das autoridades, perante situações que não dominam, ou não dispõem de equipamentos adequados, ficam paradas imaginando sem actuar, não aquilatando ao pormenor aquilo que na verdade acontece abusivamente.
Assim e á vontade, esta gente enquanto se diverte, pode perfeitamente brincar aos ladrões, ás escondidas, pode até jogar ás moedas sem dinheiro… sabendo que ao chegar a terra, o pilim aparecerá multiplicado, finalizando-se com férias pagas para todos – os da quadrilha.
Já muitos perceberam tratar-se de formas de vida audaciosa, formas de negócios escuros, formas de contornar o estabelecido legalmente; muitos até sabem onde se passa e como se passa – desde informações, a armas, minério, produtos nucleares, jóias e ouro, passando por armas e munições, para esta gente tudo serve desde que dê algum, e dê luta que se veja, seja droga ou cocaína- que interessa?
Os variados relatórios sobre a economia oculta e ilícita, comporta-se como uma base para um apertar das malhas que mina o mundo, independentemente da sua localização, com prejuízo nítido para Portugal, por se encontrar situado mesmo á mão, no cruzamento de rotas e encruzilhadas do Atlântico, entre as Américas e a Europa.
110213 jpbr
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
NOTA DE IMPRENSA C.M.A.
Participe nos directos do “Portugal no Coração”
A II Mostra Gastronómica do Peixe do Rio vai estar em destaque na RTP amanhã, dia 22.
Gabinete de Imprensa C.M.A.
NOTA - Os Cantadores dos Reis vão participar amanhã num directo (da nossa Praça da República) no programa da RTP Portugal no Coração, do João Baião e Tânia Ribas. A seguir ao almoço.
A II Mostra Gastronómica do Peixe do Rio vai estar em destaque na RTP amanhã, dia 22.
A II Mostra Gastronómica do Peixe do Rio vai ser tema do programa televisivo, da RTP1, “Portugal no Coração”, emitido amanhã dia 22 de Fevereiro, ao longo da tarde. A Câmara Municipal de Alandroal convida toda a população a participar nos directos para este programa, a partir das 15:30, na Praça da República - “Jardim das Meninas”, no Alandroal.
Os restaurantes aderentes à II Mostra do Peixe do Rio vão participar no programa, com a apresentação dos seus pratos mais característicos, confeccionados com peixe do rio. Também o artesanato e a cultura do concelho terão um espaço de destaque durante a emissão do programa. O “Portugal no Coração” é um "talk-show" ligeiro, alegre e informal, que se dedica a mostrar os aspectos característicos do nosso país. Sendo pequeno em área, Portugal é um país grande em história, cultura, tradições e gastronomia. De entre as tradições gastronómicas o Peixe do Rio assume um papel de destaque e o concelho de Alandroal é uma “montra” privilegiada deste tipo de iguaria.Gabinete de Imprensa C.M.A.
NOTA - Os Cantadores dos Reis vão participar amanhã num directo (da nossa Praça da República) no programa da RTP Portugal no Coração, do João Baião e Tânia Ribas. A seguir ao almoço.
CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM
Transcrição da crónica diária transmitida aos microfones da :http://www.dianafm.com/
A cultura manifesta-se
Miguel Sampaio
Segunda, 21 Fevereiro 2011 10:09
A cultura manifesta-se esta quarta-feira através dos seus agentes.
Manifesta-se na Praça do Sertório, em frente da Câmara Municipal de Évora, que "in illo tempore" já foi uma cidade de cultura.
Agora pelos vistos, o seu objectivo é ser uma cidade com espectáculos.
Assim a modos que uma cidade Barbie, ou um limão seco, com casca grossa, mas sem nenhum sumo.
Por fora e a uma distancia conveniente até parece que a cidade vive e pulsa; é Cidade Património da Humanidade, tem uma Universidade, com o que isso implica de criação e de actividade, ainda tem turistas vindos de inúmeras procedências em busca do mito.
Mas depois, o que acontece é espuma irrisória, maquilhagem, cenários feitos à medida de um Cecil B. DeMille de trazer por casa.
Porque na verdade, uma aposta na cultura implica riscos, implica acima de tudo diálogo e confronto de ideias e debate, implica transparência e a transparência implica coragem.
No fundo até se entende, não é fácil ter ideias, é complicado não ter propostas e ouvir as propostas de outros sem as entender e ter de decidir acerca da sua bondade e ter de disponibilizar meios para que elas se concretizem.
É mais fácil apostar no histrião de passagem, que chega, debita, recebe e parte, sem vínculos nem compromissos, sem história, sem responsabilidade.
Fecham-se museus, repositórios da cultura popular, do que esteve na base daquilo que hoje somos enquanto cidade, enquanto região, para se abrirem outros utilizando o argumento da rentabilidade, sabendo todos que isso é uma falácia. Organizam-se festivais, trazem-se artistas e candidatos a artistas e séquitos de artistas, gastam-se milhares de euros nesses fogos-fátuos, para depois não se cumprirem os compromissos assumidos com as casas de cultura da cidade; com aqueles que se esforçam e dão a cara e abdicam de muito, para que esta cidade não perca a memória do que já foi, para que esta cidade tenha gente, não marionetas a aplaudir um rei que não vai nu, antes esfarrapado, mendigo, demagogo, que se agarra ao poder e prefere reinar na terra do nunca em vez de ver realizadas as aspirações do seu povo.
Esta manifestação é de todos, não apenas dos agentes culturais, é a manifestação daqueles que como o João sem Medo, não querem ter uma abóbora no lugar da cabeça. De todos os que sabem que sem cultura não se vive, vegeta-se apenas, que sabem que muito mais do que o dinheiro o que conta é a dignidade, porque ela não tem preço.
Ou se tem ou não.
Miguel Sampaio
A cultura manifesta-se
Miguel Sampaio
Segunda, 21 Fevereiro 2011 10:09
A cultura manifesta-se esta quarta-feira através dos seus agentes.
Manifesta-se na Praça do Sertório, em frente da Câmara Municipal de Évora, que "in illo tempore" já foi uma cidade de cultura.
Agora pelos vistos, o seu objectivo é ser uma cidade com espectáculos.
Assim a modos que uma cidade Barbie, ou um limão seco, com casca grossa, mas sem nenhum sumo.
Por fora e a uma distancia conveniente até parece que a cidade vive e pulsa; é Cidade Património da Humanidade, tem uma Universidade, com o que isso implica de criação e de actividade, ainda tem turistas vindos de inúmeras procedências em busca do mito.
Mas depois, o que acontece é espuma irrisória, maquilhagem, cenários feitos à medida de um Cecil B. DeMille de trazer por casa.
Porque na verdade, uma aposta na cultura implica riscos, implica acima de tudo diálogo e confronto de ideias e debate, implica transparência e a transparência implica coragem.
No fundo até se entende, não é fácil ter ideias, é complicado não ter propostas e ouvir as propostas de outros sem as entender e ter de decidir acerca da sua bondade e ter de disponibilizar meios para que elas se concretizem.
É mais fácil apostar no histrião de passagem, que chega, debita, recebe e parte, sem vínculos nem compromissos, sem história, sem responsabilidade.
Fecham-se museus, repositórios da cultura popular, do que esteve na base daquilo que hoje somos enquanto cidade, enquanto região, para se abrirem outros utilizando o argumento da rentabilidade, sabendo todos que isso é uma falácia. Organizam-se festivais, trazem-se artistas e candidatos a artistas e séquitos de artistas, gastam-se milhares de euros nesses fogos-fátuos, para depois não se cumprirem os compromissos assumidos com as casas de cultura da cidade; com aqueles que se esforçam e dão a cara e abdicam de muito, para que esta cidade não perca a memória do que já foi, para que esta cidade tenha gente, não marionetas a aplaudir um rei que não vai nu, antes esfarrapado, mendigo, demagogo, que se agarra ao poder e prefere reinar na terra do nunca em vez de ver realizadas as aspirações do seu povo.
Esta manifestação é de todos, não apenas dos agentes culturais, é a manifestação daqueles que como o João sem Medo, não querem ter uma abóbora no lugar da cabeça. De todos os que sabem que sem cultura não se vive, vegeta-se apenas, que sabem que muito mais do que o dinheiro o que conta é a dignidade, porque ela não tem preço.
Ou se tem ou não.
Miguel Sampaio
DUQUES & CENAS - (RUBRICA DO DR JOÃO LUÍS)
Criou-se uma campanha de solidariedade para recolha fundos de apoio ao assassino confesso do cronista social Carlos Castro. Serei incapaz de doar um cêntimo. Celebrou-se em Nova Iorque uma missa de sufrágio pela alma da vítima. Celebrou-se em Cantanhede uma missa de apoio a Renato Seabra. Fiquei curioso em relação a quem Deus irá escutar. Do espectáculo degradante e desnecessário que foi o lançamento das cinzas de Castro num respiradouro do metro de Nova Iorque, desse já ninguém nos livra. A poesia do gesto transformou-se num acto grotesco e insensível. Os meios de comunicação social conseguiram envenenar a opinião pública e Seabra é quase inocente antes do julgamento. De Castro, mostrou-se os amigos na missa de 30.º dia e não se ouviu falar mais, nem da família, que deve estar a passar por momentos de enorme sofrimento. Será isto a efemeridade da fama de que tantos actores falam mas da qual não abdicam? Ou Castro era de tal forma malquisto que merece mergulhar para sempre no fogo eterno do esquecimento?
J.L.N.
J.L.N.
COLABORAÇÃO - DR. LABOREIRO
O elogio da preguiça
«Concluída no sétimo dia, toda a obra que havia feito, Deus repousou no sétimo dia do trabalho por Ele realizado. Abençoou o sétimo dia e santificou-o, visto ter sido nesse dia que Deus repousou de toda a obra da criação»
(in Génesis)
Gilles Lipovetsky, no seu livro de ensaios “ O Império do Efémero” refere que o valor do uso da mercadoria que motiva fundamentalmente os consumidores o que se visa em primeiro lugar é o “standinga categoria , a conformidade, a diferença social. Os objectos já não são mas que “expoentes de classe”, significantes e discriminadores sociais, funcionam como sinais de mobilidade e de aspiração social.
É precisamente esta lógica de objecto/signo que impulsiona a renovação acelerada dos objectos, a sua reestruturação sob a égide da moda: a efemeridade e a inovação sistemática destinam-se apenas a reproduzir a diferenciação social, e a afirmação de um estatuto.
Ora, na entrevista/apresentação do seu último livro (“A Cultura-Mundo”), concedida à revista “Visão”, Lipovetsky observa que, no mundo ocidental, bastantes famílias trabalham sem descanso, sem repouso, para equilibrarem a subsistência da família com um consumo desenfreado – de modo a que os pais e os filhos não sejam discriminados socialmente no seu meio relacional, mantendo - a custo – uma aparência social. A isto, acresce os casos de “turbo-empregos”, em que – num agiotismo de acrescentar a vencimentos invejáveis, mais acrescentos de salários escandalosos – são rejeitados as salvaguardas do repouso do corpo e do espírito: não respeitando a necessidade do conforto psíquico e físico, a saúde, a dignidade da Pessoa, a realização pessoal da leitura, da vista a uma exposição de arte, da audição de um concerto ou da fruição de um espectáculo teatral ou de cinema ( sacrificando à manutenção de uma aparência, o tempo de lazer e de reflexão e de pensamento).
“ As pessoas trabalham mais hoje do que alguma vez aconteceu” – afirma Alain de Breton (filósofo suíço), acrescentando que “temos a sensação que vivemos a era do lazer, das férias, das viagens por prazer, mas é capaz de não ser assim”. Efectivamente, hoje vivemos obcecados em ter uma vida produtiva.
Trabalhar muito, incessantemente – havendo gente que fica com inquietações ao domingo à tarde, saudosa do escritório. Ou que invente pretextos para não tirar férias. Contudo, no computo geral do binómio trabalho-lazer, refere Vítor Balanciano (in “Publico”) a “estranha sociedade esta em que uma parte está desesperada por excesso de trabalho, e a outra por não ter emprego.
Uma sociedade onde se fala de esbanjamento de recursos naturais, como o petróleo e a água, e onde se esquece o desperdício do recurso mais precioso: o ser humano com direito à preguiça, porque o tempo é o principal recurso não renovável”.
Analisando a tríade homem-trabalho-lazer, à luz desta sociedade de consumo, refere João Paulo II (in “ Centesimus Annus”): “Alienado é o Homem que recusa trancender-se a si próprio e viver a experiência do dom de si e da formação de uma autentica comunidade humana, orientada para o seu destino último que é Deus. Alienada é a sociedade que, nas suas formas de organização, de produção e consumo, torna mais difícil a realização deste dom e a constituição dessa solidariedade inter-humana”.
- Porém, ironicamente, neste mundo neo-liberal (por vezes e capitalismo salvagem), e, a um tempo igualmente de “sociedade espectáculo” (como lhe chama Guy Debord), assiste-se predominantemente a uma acomodação de tendência a nivelar por baixo – temperada pela aparência e pelo prazer do consumo desenfreado (como já notava Ortega e Gasset, in “ A Rebelião das Massas”), mas numa adaptação que condiciona a aceitação sem revolta ou desespero, como refere Claude Julien (in “ Le Monde Diplomatique”); Olhem bem à vossa volta, e respondam, quantos dos vossos contemporâneos estão prontos a aceitar este retraio odiosamente sarcástico de uma sociedade que, sem indignação, se acomoda a crescentes desigualdades, se habitua à injustiça quotidiana, que parece ter pedido toda a faculdade de revolta?”
Desigualdades sociais (culturais, politicas e jurídicas) que inspirariam as Encíclicas de Leão XIII, Pio XI, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II - relativas aos direitos humanos (envolvendo o direito ao salário digno e o direito ao lazer – de ,modo à realização pessoal do trabalhador perante a Cultura e a Educação e face à Família). Tenhamos a esperança de João Paulo II manifestada n “ O Esplendor da Verdade”; “…o próprio progresso das culturas demonstra que, no homem existe algo que transcede as culturas. Esse “algo” é precisamente “ a natureza do homem”; esta natureza é exactamente a medida da cultura, e constitui a condição para que o homem não seja prisioneiro de nenhuma das suas culturas. Mas afirme a sua dignidade pessoal pelo viver conforme a verdade profunda do seu ser”. Afinal, como nos ensina o Génesis, “ele os criou homem e mulher. Abençoando-os, Deus disse-lhes: “crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra”. É uma questão de, dentro de uma evolução cultural e de mentalidades a construir ao longo dos tempos, se ir arquitectando uma distribuição cristã da riqueza (material e espiritual) entre todos os homens – enquanto todos Filhos de Deus e Irmãos em Cristo,
José Alexandre Laboreiro
Transcrito da Folha de Montemor (Fevereiro 2011) e aqui publicado com a devida autorização do Autor
«Concluída no sétimo dia, toda a obra que havia feito, Deus repousou no sétimo dia do trabalho por Ele realizado. Abençoou o sétimo dia e santificou-o, visto ter sido nesse dia que Deus repousou de toda a obra da criação»
(in Génesis)
Gilles Lipovetsky, no seu livro de ensaios “ O Império do Efémero” refere que o valor do uso da mercadoria que motiva fundamentalmente os consumidores o que se visa em primeiro lugar é o “standinga categoria , a conformidade, a diferença social. Os objectos já não são mas que “expoentes de classe”, significantes e discriminadores sociais, funcionam como sinais de mobilidade e de aspiração social.
É precisamente esta lógica de objecto/signo que impulsiona a renovação acelerada dos objectos, a sua reestruturação sob a égide da moda: a efemeridade e a inovação sistemática destinam-se apenas a reproduzir a diferenciação social, e a afirmação de um estatuto.
Ora, na entrevista/apresentação do seu último livro (“A Cultura-Mundo”), concedida à revista “Visão”, Lipovetsky observa que, no mundo ocidental, bastantes famílias trabalham sem descanso, sem repouso, para equilibrarem a subsistência da família com um consumo desenfreado – de modo a que os pais e os filhos não sejam discriminados socialmente no seu meio relacional, mantendo - a custo – uma aparência social. A isto, acresce os casos de “turbo-empregos”, em que – num agiotismo de acrescentar a vencimentos invejáveis, mais acrescentos de salários escandalosos – são rejeitados as salvaguardas do repouso do corpo e do espírito: não respeitando a necessidade do conforto psíquico e físico, a saúde, a dignidade da Pessoa, a realização pessoal da leitura, da vista a uma exposição de arte, da audição de um concerto ou da fruição de um espectáculo teatral ou de cinema ( sacrificando à manutenção de uma aparência, o tempo de lazer e de reflexão e de pensamento).
“ As pessoas trabalham mais hoje do que alguma vez aconteceu” – afirma Alain de Breton (filósofo suíço), acrescentando que “temos a sensação que vivemos a era do lazer, das férias, das viagens por prazer, mas é capaz de não ser assim”. Efectivamente, hoje vivemos obcecados em ter uma vida produtiva.
Trabalhar muito, incessantemente – havendo gente que fica com inquietações ao domingo à tarde, saudosa do escritório. Ou que invente pretextos para não tirar férias. Contudo, no computo geral do binómio trabalho-lazer, refere Vítor Balanciano (in “Publico”) a “estranha sociedade esta em que uma parte está desesperada por excesso de trabalho, e a outra por não ter emprego.
Uma sociedade onde se fala de esbanjamento de recursos naturais, como o petróleo e a água, e onde se esquece o desperdício do recurso mais precioso: o ser humano com direito à preguiça, porque o tempo é o principal recurso não renovável”.
Analisando a tríade homem-trabalho-lazer, à luz desta sociedade de consumo, refere João Paulo II (in “ Centesimus Annus”): “Alienado é o Homem que recusa trancender-se a si próprio e viver a experiência do dom de si e da formação de uma autentica comunidade humana, orientada para o seu destino último que é Deus. Alienada é a sociedade que, nas suas formas de organização, de produção e consumo, torna mais difícil a realização deste dom e a constituição dessa solidariedade inter-humana”.
- Porém, ironicamente, neste mundo neo-liberal (por vezes e capitalismo salvagem), e, a um tempo igualmente de “sociedade espectáculo” (como lhe chama Guy Debord), assiste-se predominantemente a uma acomodação de tendência a nivelar por baixo – temperada pela aparência e pelo prazer do consumo desenfreado (como já notava Ortega e Gasset, in “ A Rebelião das Massas”), mas numa adaptação que condiciona a aceitação sem revolta ou desespero, como refere Claude Julien (in “ Le Monde Diplomatique”); Olhem bem à vossa volta, e respondam, quantos dos vossos contemporâneos estão prontos a aceitar este retraio odiosamente sarcástico de uma sociedade que, sem indignação, se acomoda a crescentes desigualdades, se habitua à injustiça quotidiana, que parece ter pedido toda a faculdade de revolta?”
Desigualdades sociais (culturais, politicas e jurídicas) que inspirariam as Encíclicas de Leão XIII, Pio XI, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II - relativas aos direitos humanos (envolvendo o direito ao salário digno e o direito ao lazer – de ,modo à realização pessoal do trabalhador perante a Cultura e a Educação e face à Família). Tenhamos a esperança de João Paulo II manifestada n “ O Esplendor da Verdade”; “…o próprio progresso das culturas demonstra que, no homem existe algo que transcede as culturas. Esse “algo” é precisamente “ a natureza do homem”; esta natureza é exactamente a medida da cultura, e constitui a condição para que o homem não seja prisioneiro de nenhuma das suas culturas. Mas afirme a sua dignidade pessoal pelo viver conforme a verdade profunda do seu ser”. Afinal, como nos ensina o Génesis, “ele os criou homem e mulher. Abençoando-os, Deus disse-lhes: “crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra”. É uma questão de, dentro de uma evolução cultural e de mentalidades a construir ao longo dos tempos, se ir arquitectando uma distribuição cristã da riqueza (material e espiritual) entre todos os homens – enquanto todos Filhos de Deus e Irmãos em Cristo,
José Alexandre Laboreiro
Transcrito da Folha de Montemor (Fevereiro 2011) e aqui publicado com a devida autorização do Autor
CÁ NO ALENTEJO
A CNA-Confederação Nacional da Agricultura está a promover uma Jornada Descentralizada de Informação e Mobilização a nível nacional. No caso do Alentejo esta jornada inclui a realização, durante os meses de Fevereiro e Março, de vários encontros com agricultores.
O "azeite" vai ser o tema central da Feira da Água e do Regadio que vai decorrer em Ferreira do Alentejo entre 24 e 26 de Junho.
O município de Arronches inaugurou no passado sábado um hotel rural com cerca de 30 quartos, cujas obras começaram em 1999, num investimento que ronda os 2,5 milhões de euros.
A Turismo do Alentejo tem aberto o concurso para a segunda edição dos “Prémios Turismo do Alentejo”. Até dia 7 de Março podem apresentar candidaturas todos as entidades públicas ou privadas que promovam projectos de natureza ou interesse turístico em áreas como o enoturismo, o turismo rural, a gastronomia, a comunicação, a animação turística, entre outros.
O "azeite" vai ser o tema central da Feira da Água e do Regadio que vai decorrer em Ferreira do Alentejo entre 24 e 26 de Junho.
O município de Arronches inaugurou no passado sábado um hotel rural com cerca de 30 quartos, cujas obras começaram em 1999, num investimento que ronda os 2,5 milhões de euros.
A Turismo do Alentejo tem aberto o concurso para a segunda edição dos “Prémios Turismo do Alentejo”. Até dia 7 de Março podem apresentar candidaturas todos as entidades públicas ou privadas que promovam projectos de natureza ou interesse turístico em áreas como o enoturismo, o turismo rural, a gastronomia, a comunicação, a animação turística, entre outros.
COMEÇO A FICAR PREOCUPADO
Abra este link :
http://jornal.publico.pt/noticia/21-02-2011/governo-avanca-com-debate-para-a-mudanca-do-mapa-autarquico-21353722.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+JornalPublico+%28P%C3%9ABLICO+-+Edi%C3%A7%C3%A3o+Impressa%29
Eu começo a ficar preocupado. E o leitor?
domingo, 20 de fevereiro de 2011
DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA
FUTEBOL
Distritais de Évora
Divisão de Honra
Escouralense 3 – Oriola 2
Bencatelense 1 – Portel 1
Redondense 5 – Sporting de Viana 0
Canaviais 0 – Monte Trigo 2
Santiago Maior – Giesteira – adiado para 10 Abril
Lusitano 5– Perolivense 0
Borbense 1– Calipolense 1.
1ª Divisão
19/02
Vera Cruz 1 – S. Manços 2
Alcaçovense 2 – Valenças 2
Cabrela 4 – Brotense 0
Santana do Campo 1 – Corval 1
20/02
Aldeense 2 – Arcoense 1
Luso Morense 2– Arraiolense 1
Lavre 2 – S. Bartolomeu do Outeiro 1
Rosário 0 – Fazendas do Cortiço 1.
CDC Terena
Distrital de Juvenis: Canaviais – Terena – 19/02 – 16,30
Distrital Infantis Futebol 7 – Fase Final : Terena – Monte Trigo – 19/02- 10,30
Nacionais:
2ª Divisão
Atlético de Reguengos 2 – Atlético 3
Juventude – Operário - adiado
3ª Divisão
Aljustrelense 2 – Odemirense 0
Messinense 1 – Moura 3
Esperança de Lagos 2 – União 1.
Distritais de Évora
Divisão de Honra
Escouralense 3 – Oriola 2
Bencatelense 1 – Portel 1
Redondense 5 – Sporting de Viana 0
Canaviais 0 – Monte Trigo 2
Santiago Maior – Giesteira – adiado para 10 Abril
Lusitano 5– Perolivense 0
Borbense 1– Calipolense 1.
1ª Divisão
19/02
Vera Cruz 1 – S. Manços 2
Alcaçovense 2 – Valenças 2
Cabrela 4 – Brotense 0
Santana do Campo 1 – Corval 1
20/02
Aldeense 2 – Arcoense 1
Luso Morense 2– Arraiolense 1
Lavre 2 – S. Bartolomeu do Outeiro 1
Rosário 0 – Fazendas do Cortiço 1.
CDC Terena
Distrital de Juvenis: Canaviais – Terena – 19/02 – 16,30
Distrital Infantis Futebol 7 – Fase Final : Terena – Monte Trigo – 19/02- 10,30
Nacionais:
2ª Divisão
Atlético de Reguengos 2 – Atlético 3
Juventude – Operário - adiado
3ª Divisão
Aljustrelense 2 – Odemirense 0
Messinense 1 – Moura 3
Esperança de Lagos 2 – União 1.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
O ALANDROAL NA TV
Se não teve oportunidade de ver hoje de manhã aqui fica o link para saber como foi:
http://www.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=11286&e_id=&c_id=1&dif=tv&hora=11:00&dia=19-02-2011
http://www.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=11286&e_id=&c_id=1&dif=tv&hora=11:00&dia=19-02-2011
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