terça-feira, 25 de janeiro de 2011

UMA “VISTA DE OLHOS" PELA IMPRENSA DIÁRIA


É CASO PARA PENSAR: ENCAVACADO E MAL PAGO


SÓ JÁ CÁ FALTAVA D. MÁRIO I A METER O "BEDELHO" ONDE NÃO É CHAMADO 



E AQUELES A QUEM ANDASTE A "GAMAR"? PERDERAM O QUÊ?...VAI-TE "CATAR"!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

COISAS DA VIDA - POR SEAN

" Coisas da Vida "
Na sequência dos amores dos meus amigos

« Se o vento soprar de Leste, não te faças ao mar. Nunca mais encontrarás terra. »
--- Provérbio popular da ilha do Pico. ---

De como a neta do João Cachalote ( famoso baleeiro do Pico ) se deitou com um alentejano do Alandroal durante o casamento da irmã.

O cenário era a Vila da Madalena na ponta oeste da ilha.
A noiva, neta mais velha do João Cachalote, que diziam ser o homem mais rico da ilha : Dono da fábrica de conserva de peixe e produtor do verdelho de maior fama do arquipélago. Também proprietário de canoas e " gasolinas " para a faina da pesca à baleia e do único estabelecimento hoteleiro, digno desse nome, que havia na Madalena.
O noivo, sargento da Força Aérea Portuguesa, açoreano, natural da ilha do Pico e estacionado na Base Aérea das Lages, ilha Terceira.
Namoro antigo, ainda do tempo dos bancos da escola, culminava agora no casamento.
O noivo saíra dos Açores para assentar praça na aviação. Fizera a recruta e a especialidade no continente, mais exactamente na serra da Carregueira.
E é aqui que o nosso conterrâneo entra na estória.
Alandroalense e açoriano, companheiros de camarata. Camas vizinhas. Na recruta fizeram amizade e na especialidade, cimentaram-na.
Depois de passarem a prontos e de várias colocações noutros estabelecimentos militares, voltaram a encontrar-se na Base Aérea das Lages, em vésperas do casamento.
Era inevitável. O AMFC iria ao casamento do amigo.
O noivo, rapaz de família reduzida, com poucos convidados, quis apresentar o amigo à família da noiva uns dias antes do casamento.
Foi nessa ocasião que o " click " se deu.
O alentejano ficou preso àqueles olhos negros do meio do Atlântico. Mas não só aos olhos, também ao resto. Sendo que o resto, era bastante.
A irmã da noiva era uma rapariga alta, bonita, muito morena, com a cintura muito vincada e muito descontraída na maneira de vestir. Não nos devemos esquecer que isto se passa no início dos anos sessenta e que a sociedade açoriana era uma sociedade muito conservadora. As mini-saias que usava davam aquele ar de rebeldia para que os Açores ainda não estavam preparados naquela época.
Notava-se que os modos dela destoavam no ambiente de austeridade que se vivia naquela casa.
Soube o AMFC, logo de seguida, que ela estudava em Lisboa e que tinha ido a casa apenas para o casamento da irmã. Em Lisboa, vivia na zona da avenida de Roma e fazia parte daquela fauna que frequentava a Mexicana e o Vává. Isto constituiu mais um motivo para ele se interessar.
« Gostaram-se » como se dizia nos Açores. O enlevo com que se olhavam naqueles dias antes do casamento, os longos passeios que davam, a forma como se procuravam, não passaram despercebidos aos restantes membros da família, sobretudo à mãe da rapariga que, no entanto, não teve tempo para se dedicar a lhes correr a peugada, devido aos afazeres próprios de quem está prestes a casar a filha mais velha.
Escusado será dizer que pouco tempo demoraram a ir para a cama.
Como o AMFC estava hospedado no hotel do avô da noiva, ela aparecia-lhe no quarto por volta da meia-noite e só saía alta madrugada.
Foram noites de muita luxúria e sexo transgressor, mas devido ao facto do AMFC ser uma pessoa digna do maior respeito e consideração, não me vou pôr aqui a relatar o que se passou.
Ele, se quiser, que conte os pormenores.
Apenas posso adiantar que aquela neta do João Cachalote e aquelas noitadas a meio do Atlântico lhe ficaram na memória durante muitos anos.

Sean O'Flaherty D. Rivera Kerrigan
Alandroal. Janeiro de 2011

CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Pós eleições
Miguel Sampaio

Segunda, 24 Janeiro 2011 10:17
Hoje 24 de Janeiro de 2011, é o primeiro dia de um novo ciclo. A partir de agora tudo será diferente, se estas eleições serviram para alguma coisa, foi para separarem definitivamente as águas e não foi a vitória do candidato da direita o principal indicador dessa mudança; antes a forma como decorreu a campanha, o que nela foi ou não investido, as estratégias expressas e as dissimuladas por detrás de aparentes apoios, essa sim, o claro sinal dos tempos que hoje chegam.
Se o centrão, era até aqui uma nebulosa impressão, ele é a partir de hoje uma dolorosa constatação.
Ficou provado que neste país existe um grande partido com duas faces que vão predominando consoante as conveniências conjunturais. É um partido cuja ideologia é a perpetuação no poder, a manutenção do país num estado de coutada que apenas aproveita interesses identificados, que passam pelo desmantelamento do Estado Social, pelo desinvestimento no sector público do Estado, pela perda de direitos dos cidadãos e pelo apoio expresso aos grupos económicos sem fronteiras, que apostam unicamente no lucro, que encaram o país e o mundo como um imenso tabuleiro de monopólio e que vêem os cidadãos como peças fungíveis, descartáveis, como meros instrumentos dos seus propósitos.
Vêm aí as privatizações em catadupa, a venda a pataco dos CTT da CP da Caixa Geral de Depósitos e do mais que entretanto se verá e, vêm aí sob o patrocínio daqueles que supostamente apoiariam o candidato que defendeu os valores opostos e, vêm aí com o beneplácito daquele que agora venceu e que na verdade sempre foi o seu candidato.
Não deixa de ser curiosa a reacção dos dirigentes ditos socialistas ao desfecho eleitoral,
Enquanto a esquerda constatava mortificada o resultado negativo, eles de ar aparentemente compungido, prosseguiam a sua estratégia, afivelando as máscaras e apontando como atores de tragédia clássica os responsáveis pelo insucesso.
Segundo um destacado militante do PS, Alegre perdeu por causa do apoio do BE, já que ele afastou a candidatura do centro e é ao centro que se ganham eleições.
Espantosa declaração de um homem que se diz de esquerda, então segundo as suas palavras, o que conta para o seu partido é o resultado das eleições, apenas; Um candidato mesmo sendo da esquerda tem de apresentar propostas de direita, passar uma imagem de liberal.
Aí surge a bifurcação, se dizendo-se de esquerda propõe a direita, ou mente à direita ou mente à esquerda; não é fiável, não é candidato para ninguém e o seu objectivo passa apenas pela vitória custe o que custar, não é o caso de Alegre que sempre foi claro nas suas propostas.
Resta a hipótese mais plausível que é o falso apoio, para minar a candidatura, para eliminar riscos e assim assegurar que a outra metade do centrão tenha o acesso ao poder mais facilitado.
Esta foi a estratégia, de dentro puderam sabotar melhor, sabendo que têm os dias contados neste acto da farsa do poder, usaram a sua imagem desgastada para descredibilizar a candidatura que supostamente apoiaram.
Agora para sair de cena em glória, só lhes resta o acto costumeiro de sacudirem a água do capote e é precisamente isso que estão a fazer.
Até para a semana
Miguel Sampaio

DIVULGAÇÃO

CONTOS DOUTRA HORA

As noites para ouvir e contar histórias continuam!!! O projecto “Contos doutra hora” prossegue com a sua 2.ª edição, continuando a animar a Biblioteca Municipal Almeida Faria, em Montemor-o-Novo, sempre com entradas livres.
Dia 27 de Janeiro de 2011 * 21h00 * Hammu Topia



Hammu Topia Traz-nos Contos Berberes... uma voz de veludo! Imperdivel!



Os “Contos doutra hora”, uma organização da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, com a parceria de Carlos Marques, é um projecto de intervenção artística assente na divulgação do acto de contar histórias / narração oral. Desta forma, uma vez por mês, teremos um contador diferente, com um repertório diferente e uma forma particular de contar histórias. O contador conta para pais, filhos e toda a gente que goste de ouvir histórias ao início da noite na Biblioteca Municipal.
Para ter acesso a mais informações consulte:
http://www.contosdoutrahora.blogspot.com/
http://www.bichodecontos.blogspot.com/

Próximos Contos Doutra Hora:
24 Fevereiro - Helena Faria
31 de Março - Contador Surpresa
28 de Abril - Angelo Torres


Workshop Teatro Fórum - bullying, a violência pelo silêncio
Sannah Kvist




Dirigido a pais, professores, auxiliares e educadores, a proposta para este workshop consiste em debater, usando métodos participativos, o que é hoje em dia, o fenómeno do bullying. De que forma nos relacionamos com este e como podemos fazer a diferença tomando decisões conscientes, observando, analisando e agindo perante as diferentes situações, contextos e papéis a desempenhar.
Vamos focar-nos em métodos de teatro participativo onde o espectador se torna actor, actuando, tomando decisões e influenciando a situação para uma possível resolução pacífica.
- Identificação de casos e introdução de alguns dos métodos de teatro participativo ao grupo;
- Exploração desses métodos e criação de situações fictícias partindo de exemplos e histórias reais;
- Apresentação de pequenas cenas e introdução aos métodos interactivos e participativos, procurando alternativas e soluções para os problemas apresentados.
11, 12 e 13 de Fevereiro
Sexta-feira: 20h30 às 23h30
Sábado: 10h às 12h30  - 14h30 às 18h30
Domingo: 10h às 12h30

Formador: Marco Ferreira
Local: Sala Polivalente do Centro Juvenil de Montemor-o-Novo
Inscrições e/ou + Informações: 967 407 748 (Susana Nunes)
p.ruinas@gmail.com
917 389 135 (Anabela Ferreira
Centro Juvenil)

Paulo Canas - Serviço de Relações Públicas e Comunicação

Câmara Municipal de Montemor-o-Novo







CÁ NO ALENTEJO

Cavaco Silva venceu em nove concelhos, uns de gestão camarária comunista, outros socialista (Viana Alentejo, Évora, Estremoz, Vendas Novas, Vila Viçosa, Reguengos de Monsaraz, Mourão e Borba) além de Redondo (Independente).
Por seu turno, Manuel Alegre venceu apenas num concelho do distrito (Alandroal)
Quanto a Francisco Lopes, candidato apoiado pelo PCP e PEV, ganhou em quatro concelhos do distrito (Mora, Portel, Montemor-o-Novo e Arraiolos),

O primeiro implante no Alentejo de um “pacemaker” de segunda geração, que permite a portadores fazerem sem limitações a ressonância magnética, um dos principais exames para diagnosticar doenças oncológicas e neurológicas, foi feito no Hospital de Beja.

A GNR anunciou a apreensão de mais de duas dezenas de armas e a detenção de um homem, durante duas buscas domiciliárias e três buscas em viaturas automóveis, em Avis.
De acordo com a GNR, foram apreendidas 17 espingardas de caça, 6 carabinas para caça grossa, 2 revolveres e cerca de duas mil munições de vários calibres a maioria projécteis tipo "zagalote" e balas.
A GNR apreendeu ainda várias armas brancas, spray de gás pimenta e livros de facturas.
Durante a operação, que decorreu nos últimos dois dias, a GNR deteve um homem, de nacionalidade portuguesa, pelo crime de posse ilegal de arma, o qual foi libertado por determinação do Ministério Público.

O presidente da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira, mantém a intenção de suspender a concessão do fornecimento de água prestado pela Águas do Centro Alentejo, por não ser financeiramente viável, mas aguarda pelas negociações com a empresa.

domingo, 23 de janeiro de 2011

PRESIDENCIAIS - 2011


ALANDROAL


30,35



29,08





27,59





8,68





3,66






0.64


DISTRTO - ÉVORA


37,63


24,68
21,67
11,86
3,18
1,01

DESPORTO NO FIM-DE-SEMANA

Taça Distrito de Évora – 3ª Eliminatória

Sporting de Viana 3 – Estremoz 2 (após prolongamento)
Monte Trigo 2 – Calipolense 3 (após prolongamento)
Redondense 1 – Canaviais 0
Oriola 1– Portel 0 (após prolongamento)
Os jogos das meias-finais, a ter lugar no dia 10 de Abril de 2011 são:
Redondo - Oriola
Sporting de Viana - Calipolense.

Distrital da 1ª Divisão - Acerto de Calendário

Aldeense 1 – Luso Morense 2
Arcoense 0 – Lavre 0
Fazendas do Cortiço 2 – S. Bartolomeu do Outeiro 2.

Nacionais

2ª Divisão

Atlético Reguengos 1– Operário 2
Juventude 1 – Praiense 0

3ª Divisão

Aljustrelense 2– Esperança de Lagos 1
Estrela Vendas Novas 6 – Moura 1
Beira Mar Monte Gordo 0 – União de Montemor 3. (desistência do Beira Mar Monte Gordo)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SUGESTÕES PARA O FIM-DE-SEMANA

 ALANDROAL



REDONDO

Serões à lareira


No dia 21 de Janeiro de 2011, pelas 21h, na Biblioteca Municipal de Redondo.
A Biblioteca Municipal de Redondo vai acolher mais uma sessão dos Serões à Lareira, desta vez os contadores de histórias convidados vão ser alguns elementos do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Redondo.

ÉVORA



MONTEMOR

No Mercado Municipal de Montemor - Cantares das Janeiras e Atelier de Desenho

As animações no Mercado Municipal de Montemor-o-Novo, após a experiência ocorrida no final do ano passado, vão continuar! Desta formas as manhãs de sábado prometem diversão e boas razões para ir ao “coração da cidade”.
Este Sábado, dia 22 de Janeiro, às 10h00, recuperamos um pouco do espírito da época Natalícia através dos Cantares das Janeiras. Cantar as Janeiras ou "cantar os Reis", é uma tradição em Portugal, que consiste no cantar de músicas pelas ruas por grupos de pessoas anunciando o nascimento de Jesus, desejando um feliz ano novo.
A 29 de Janeiro, a manhã de sábado será dedicada ao desenho. O pintor Montemorense Manuel Casa Branca, vai orientar um atelier de desenho intitulado “Esboçar o mercado”. A iniciativa é aberta as pessoas de todas as idades, bastando para participar ir munido de material riscador e de uma boa dose de imaginação.
Segundo o Grupo dos Amigos do Mercado, a partir de agora, os 1ºs Sábados de cada mês serão de Vendas Locais, abertos a todas as Associações e produtos locais diversos (artesanato, usados, outros). Pontualmente, haverão também algumas acções nos 2ºs e 3ºs Sábados de cada mês. No 4º Sábado de cada mês, a Câmara Municipal convidará grupos locais para animarem o Mercado.
Estas acções serão organizadas pelo Grupo dos Amigos do Mercado, contando com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e de todas as Associações Locais e Vendedores que se têm juntado a estas iniciativas.
Fica o convite: Compre Local, Venha ao Mercado!
Mais informações no blog redemontemor.blogspot.com ou pelo e-mail cidadania.montemor@gmail.com.

DESPORTO PARA O FIM-DE-SEMANA

FUTEBOL

Taça Distrito de Évora – 3ª Eliminatória – 22/01

Sporting de Viana – Estremoz
Monte Trigo – Calipolense
Redondense – Canaviais
Oriola – Portel.

Os jogos das meias-finais, a ter lugar no dia 10 de Abril de 2011 são:
Vencedor Redondo - Canaviais - vencedor Oriola - Portel
Vencedor Sporting de Viana - Estremoz - vencedor Monte Trigo - Calipolense.

Distrital da 1ª Divisão – 22/01

Aldeense – Luso Morense
Arcoense – Lavre
Fazendas do Cortiço – S. Bartolomeu do Outeiro.

Nacionais

2ª Divisão

Atlético Reguengos – Operário
Juventude – Praiense

3ª Divisão

Aljustrelense – Esperança de Lagos
Estrela Vendas Novas – Moura
Beira Mar Monte Gordo – União de Montemor.




ATLETISMO

Grande Prémio de Atletismo Cidade de Montemor-o-Novo

No próximo dia 27 de Fevereiro (Domingo), em Montemor-o-Novo, realiza-se a 11.ª edição do Grande Prémio de Atletismo “Cidade de Montemor-o-Novo”. Vão ser perto de mil atletas, que irão dar um colorido fantástico às ruas de Montemor-o-Novo, tornando a manhã deste domingo num verdadeiro hino ao desporto.
Integrada nas Comemorações do 23.º Aniversário de Elevação de Montemor a Cidade, a prova é uma organização da Associação dos Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo, da Câmara Municipal de Montemor, da Junta de Freguesia de N.ª Srª. do Bispo e da Junta de Freguesia de N.ª Sr.ª da Vila. Apoiam ainda esta prova a Associação de Atletismo de Évora, a Mota-Engil e o Intermarché de Montemor-o-Novo.
O Grande Prémio de Atletismo inclui escalões jovens (benjamins, infantis, iniciados e juvenis), com provas a iniciar às 9h30, mas o seu ponto alto será às 10h30, com a prova de 10 quilómetros onde, com um espírito ainda mais competitivo, vão estar em jogo magníficos prémios monetários. As inscrições deverão ser efectuadas até ao 24 de Fevereiro de 2011, para os atletas portugueses, devendo os atletas estrangeiros efectuar a sua inscrição até ao dia 22 Fevereiro de 2011. Para a Corrida 10 Km a inscrição tem um custo de 3,50€ por atleta, sendo gratuitas para os escalões jovens.
Esta jornada desportiva não ficaria completa, sem a já tradicional “Corrida para todos”, uma iniciativa que já vai para a sua 8.ª edição. Sob o lema “Dê Vida aos Anos”, esta prova de 3 km´s, sem classificações, pode ser efectuada a correr ou a caminhar, unindo várias centenas de pessoas, representando várias gerações de Montemorenses e Forasteiros, num espírito salutar de boa disposição e amizade. Para a “Corrida para Todos” as inscrições são gratuitas e devem ser enviadas até ao 24 de Fevereiro de 2011 para a Secção de Atletismo dos Bombeiros Voluntários de Montemor, tel.266 899 180 fax. 266 899 188 e-mail. marquesjpa@sapo.pt.
Horário das provas:
11º Grande Prémio de ATLETISMO Cidade de Montemor-o-Novo
9h30 - benjamins/infantis masc./fem.(1000 metros)
9h45 - Iniciados - masc./fem. (2000 metros)
10h00 - Juvenis - masc./fem. (3000 metros)
10h30 - seniores/juniores/veteranos - masc. (10.000 metros)
- seniores/juniores/Veteranos - fem. (10.000 metros)
12h00 - Entrega de prémios

Paulo CanasServiço de Relações Públicas e Comunicação
Câmara Municipal de Montemor-o-Novo

RUGBY

Agenda do RCM para o fim-de-semana

Séniores: Este Sábado, dia 22de Janeiro pelas 15h, no Campo da Guia, terá lugar a 2ºMão da Meia-Final do Campeonato Nacional da I Divisão entre a Cascais e a equipa do RCM.
Sub 18: Também este Sábado, no Parque Desportivo de Montem,or-o-Novo, pelas 14 horas, o RCM recebe a equipa do Direito, para a 12ºJornada do Campeonato Nacional de Sub 18, Grupo A-1ºFase.


COLABORAÇÃO - DR. LABOREIRO

A Propósito do Presidente Manuel Teixeira-Gomes

« A que hoje talvez falte a quem se debruça sobre a revolução e sobre a I Republica é essa sensibilidade relativamente a homens que pensavam de forma muito difrente d de hoje»
Vitorino Magalhães Godinho (in “Jornal de Letras”)

Totalmente avesso aos ideais democráticos, o Estado Novo tentou esvaziar a memória do povo português, em relação aos princípios democráticos da I Republica, omitindo referências às figuras republicanas que os cultivavam e difundiam proibindo mesmo manifestações cívicas comemorativas da Republica, ordenando a exclusão de referencias circunstanciadas à Republica de 1910 nos programas de História, ou censurando a Historiografia sobre as figuras históricas deste período democrático republicano,
Ora, comemorar é celebrar com solenidade um acontecimento: e oxalá, seja “oferecido” ao país, republicano e democrático que voltamos a ser, o perfil patriótico, culto, democrático, republicano e humanista – que preencheu a figura de Teixeira Gomes: como diplomata, escritor, jornalista e Presidente da Republica (publicitando o seu exemplo cívico, nos momentos das Comemorações dos 150 anos do seu nascimento).
Manuel Teixeira-Gomes nasceu em Portimão, em Maio de 1860 – no seio de uma família de comerciantes e exportadores de frutos secos algarvios. Seu avô paterno, de ideais republicanos e aventureiros, alistara-se nos exércitos de Napoleão: seu pai, igualmente republicano, tivera uma incisiva educação em França. Manuel Teixeira-Gomes iria herdar tais influencias: é certo que a família o envia, aos 10 anos de idade, para Coimbra, a cursar os estudos preparatórios com vista à carreira de médico – inscrevendo-o no Seminário Diocesano (internato frequentado pelos filhos das melhores famílias do Reino) ai conhecendo, e criando amizade, José Relvas; porem aos 17 anos, cursando Medicina, inverte os propósitos e prefere a boémia literária, a leitura, a escrita, os debates, a propaganda republicana, a colaboração nos jornais (não abrindo sequer os livros de estudo médicos), faltando às aulas e não fazendo qualquer cadeira). Rompe com a família, e resolve dedicar-se essencialmente à criação literária.
Ruma mais tarde a Lisboa, onde frequenta assiduamente a Biblioteca Nacional e os meios literários; priva com João de Deus e Fialho de Almeida.
A certa altura, cumprindo o seu breve serviço militar, ei-lo no Porto convivendo com as artes e as letras, frequentando as tertúlias intelectuais (nas tardes de musica na Cordoaria), às mesas do “Suisso”, na “Casa do Bonjardim”, e convivendo com Soares dos Reis, Marques de Oliveira, Queirós Veloso, Basílio Teles e Sampaio Bruno. Colabora em vários jornais e revistas da cidade invicta – nomeadamente “A Folha Nova” e no “Primeiro de Janeiro”.
Nunca foi conspirador ou agitador político, mas foi sempre fiel ao seu perfil republicano.
Filho-familia, e elegante, cultivou a irreverência intelectual; apaixonou-se pela Viscondessa de Menezes, que retratou, e oferecendo o quadro, juntamente com um retrato seu pintado por Marques de Oliveira, ao Museu Municipal do Porto – com a condição de serem expostos (um olhando o outro – numa eternização de amor).
Aos trinta e cinco anos, resolve assentar; é altura, como considera, de reencontrar a família. Como era detentor de fino trato social, era fisicamente apresentável, dominava fluentemente o francês, o inglês e o árabe, foi fácil ao pai aceder a que desempenhasse a actividade de promotor comercial na Europa Ocidental dos produtos das empresas da família: actividade que floresceu economicamente e que lhe permitiu viajar pela Andaluzia, Itália, França, Alemanha, Grécia, Holanda, Bélgica, Inglaterra – e pelos países do Magrebe: visitando a par da actividade económica os mais importantes museus, estudando as culturas e história dos diferentes países e escrevendo ao mesmo tempo que se inteirava da Arte – ao mesmo tempo que frequentava os Teatros Líricos e assistia aos concertos eruditos.
Mas os seus encantos pelo sexo feminino persistem: refere mesmo os seus amores platónicos por uma flamenga exuberante (em Antuérpia), por uma cigana bela ( em Córdova), por uma bailarina encantadora (em Génova), ou por uma menina doce e linda – a mulher da sua vida (em Sevilha). Contudo, sem que nunca tenha casado assume viver maritalmente com uma jovem lindíssima – Belmira das Neves – filha de pescadores, e de que teria duas filhas.
Cansado de viagens, com encargos familiares, resolve fixar-se em Portimão – sem no entanto, deixar de se deslocar a Lisboa para assistir às operas do S. Carlos, aos Concertos de Viana da Mota no Trindade, ou conviver com Abel Botelho, Malheiro Dias, Fialho de Almeida, Gualdino Gomes, Teófilo Braga, Trindade Coelho ou Manuel de Arriaga . nas tertúlias literárias e políticas.
Ora, esta nesta fase sedentária que, entre a ocupação no escritório e os passeios à beira-mar, reaparece o prazer pela criação literária: surgindo o “Inventário de Junho” “Cartas sem Moral Nenhuma”, “Gente Singular”. “Agosto Azul”, e “Sabina Freire”.
Porem , a vida menos agitada não atraiçoa os seus princípios de democrata republicano e sentido humanista: em Portimão Teixeira Gomes apoia o líder republicano, leva a Portimão gente grada da oposição republicana, colabora no jornal “A Luta”, de Brito Camacho. Até mesmo, é visto inesperadamente – a gritar “Vivas”, e a dar saltos de contentamento, sozinho numa rua de Portimão: acabara de ter conhecimento da Revolução de 5 de Outubro e de que saíra vitoriosa. Era a Republica que ele saudava.
E, em 1911, a sua vida mudaria: o seu fino trato social, mesmo dandy a sua cultura, o seu domínio de línguas estrangeiras, o seu bom relacionamento a alto nível levam-no a ser sondado para embaixador em Londres – cargo diplomático de larga responsabilidade política, dada a circunstância de Portugal ser uma das poucas Republicas da Europa (e a Inglaterra ser uma Monarquia), e o facto de a Inglaterra ser a maior potência mundial da época, e ainda o facto de a Inglaterra ter dado asilo politico à família Real e aos aristocratas portugueses após o 5 de Outubro.
Contudo Teixeira Gomes apesar dos escassos meios humanos e económicos conseguiu impor-se de tal forma na diplomacia inglesa, que foi considerado um dos mais prestigiados diplomatas acreditados em Inglaterra – acabando mesmo com persuasão e pressão diplomática, refrear os ânimos anti-republicanos dos monárquicos portugueses em Londres. Quando abandonou o cargo diplomático em Inglaterra teria uma especial distinção de reconhecimento por parte do Rei Jorge V e da Câmara do Comércio Luso-Britânica. Teixeira-Gomes seria ainda nosso embaixador em Madrid mas em 1923 encontramo-lo aceite por todos os partidos políticos e eleito Presidente da Republica Portuguesa.
O seu tacto politico, a sua cultura geral, o seu trato diplomático conseguiram reconciliar os partidos políticos desavindos: convivendo com o povo (na rua nas sessões culturais, nas manifestações desportivas), recebendo em Belém os lideres dos partidos ou mesmo desactivando pronunciamentos militares, percorrendo (apenas acompanhado pelo seu motorista) os quartéis de Lisboa, falando com os sindicatos. Porem, cansado com os radicalismos políticos entende ser melhor demitir-se apesar de dissuadido por uma antenor ocasião. Efectivamente, em 1925, abdica e parte para a Argélia – aí sentindo-se liberto – passeando pela Europa, Tunísia Marrocos escrevendo, lendo, ouvindo boa musica, visitando museus, frequentando ópera. São destes momentos, o surgimento de mais livros: “Regressos” “Miscelânea” “Correspondências” “Novelas Eróticas” “ Cartas a Columbano” “Maria Adelaide” “Carnaval Literário” e “Londres Maravilhosa” – onde explora o ensaio, a critica, a análise da arte, a epistolografia, a ficção.
Morre aos 81 anos, em Argel sendo transladados os seus restos mortais para o nosso país (em 1950) e sepultado em Portimão, sua terra natal: transladação despoletada pelos Democratas Portugueses que fizeram pressão sobre o Estado Novo para o regresso do Presidente Teixeira Gomes a Portugal.
José Alexandre Laboreiro

Transcrito do mensário Folha de Montemor, Janeiro 2011, com a devida autorização do Autor.

CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS (HOMENAGEM)

Inside Job - A Verdade da Crise


De: Charles Ferguson
Argumento: Charles Ferguson, Chad Beck, Adam Bolt



Com realização do documentarista Charles Ferguson e narração do actor Matt Damon, um documentário que tenta comprovar a "verdade da crise". Ou seja, dedica-se a enumerar as razões que levaram à crise económica de 2008 que se estendeu a todos os pontos do globo. Após uma profunda investigação, com entrevistas aos mais conceituados economistas, políticos e comentadores, o realizador faz as várias conexões entre as fracções da sociedade mostrando como tudo poderia ter sido evitado.

NOTA DE IMPRENSA C.M.A.

CENDREV e Autarquia preparam novo ano de colaboração



Após o primeiro ano de cooperação, onde o balanço foi extremamente positivo, a Câmara Municipal de Alandroal e o Centro de Artes Dramáticas de Évora (CENDREV) encontram-se já a preparar o novo ano de actividades culturais, dando continuidade ao protocolo estabelecido em 2010.
O novo protocolo prevê a realização de novos espectáculos promovidos pelo CENDREV, mas também a continuidade do périplo pelas Aldeias do concelho, ainda não visitadas, pelos tão saudosos Bonecos de Santo Aleixo.
Além do objectivo central, de potenciar a promoção cultural da região através da criação de sinergias com associações e entidades locais e regionais, que possam constituir e apresentar no Alandroal um conjunto de propostas culturais diversificadas, de qualidade e direccionadas para o nosso público, o protocolo a assinar entre o CENDREV e a Câmara Municipal de Alandroal para 2011 prevê ainda o estreitamento das relações entre as duas entidades.
Exemplo disso é o facto de estarem a ser preparadas acções de formação, destinadas aos técnicos do Município, tendo em vista a melhoria do serviço prestado aquando dos espectáculos e a optimização dos sistemas de som e luz instalados. Está, igualmente previsto o início das aulas de representação - Teatro, conduzidas pelos artistas do CENDREV e destinadas, em primeira mão, ao grupo de teatro da Universidade Sénior de Alandroal.
A Câmara Municipal de Alandroal não pode deixar de expressar o seu contentamento com a forma como decorreu este primeiro ano de colaboração com o CENDREV. Desde a qualidade dos espectáculos à disponibilidade e profissionalismo de todos os elementos do grupo, passando pela própria afluência de público, com muitas casas cheias por este concelho fora.

José Russo, Presidente da Direcção do CENDREV, faz o balanço do protocolo com a Câmara Municipal de Alandroal no ano de 2010.
“O balanço que fazemos é francamente positivo. Tivemos uma afluência de público muito grande em todos os espectáculos. Nestas coisas da cultura o factor da continuidade é absolutamente determinante. Para se formarem públicos e para fomentar o gosto pela cultural é fundamental a continuidade nas apostas culturais. Para nós essa é a aposta que tem que ser feita. Nesse sentido, este protocolo entre a CMA e o CENDREV parece-nos o instrumento mais eficaz, uma vez que prevê uma relação bilateral, que passa pela apresentação de espectáculos, pela prestação de formação e apoio em áreas técnicas, pelo desenvolvimento de actividades específicas para as crianças em idade escolar, etc. Além disso, e muito importante, tem uma preocupação de sustentabilidade financeira, quer para nós CENDREV, quer para as próprias Autarquias, uma vez que implica valores de investimento bastante reduzidos”.
Não perca a entrevista na íntegra na próxima edição do Coordenadas
Gabinete de Imprensa C.M.A.

BREVES DO ALENTEJO

O Município de Reguengos de Monsaraz está a divulgar as suas potencialidades turísticas na Fitur – 31ª Feira Internacional de Turismo de Madrid, que decorre até ao dia 23 de Janeiro em 10 pavilhões da Feira de Madrid – IFEMA.


Aljustrel: Sindicato dos mineiros exige retoma “em pleno” da extracção e da produção

Mora: Fluviário ultrapassa 500 mil visitantes

IMPRENSA REGIONAL




CRÓNICA DE OPINIÃO DA RÁDIO DIANA/FM

Nós e os políticos
Martim Borges de Freitas


Sexta, 21 Janeiro 2011 11:09
Volta e meia, pergunto-me se devo ou não criticar a classe política quando tenho de manifestar publicamente a minha opinião sobre o assunto. Em regra, tenho concluído que sim, com a consciência de que há quem diga que aqueles que mais conhecem a política, nomeadamente partidária, se deveriam abster de tecer comentários públicos negativos sobre os políticos. Percebo o argumento, diria até que teria propensão para o aceitar. Mas, na verdade, tenho concluído exactamente o contrário. Paradoxalmente, porque estou plenamente convencido de que ainda há uma via para a regeneração político-partidária, que passa pelos actuais partidos políticos e que, por isso, é preciso que quem conduz a política em Portugal saiba ouvir o que nós, os cidadãos deste país, temos para dizer sobre o políticos e sobre a sua forma de fazer política.
De acordo com um estudo recente, a fama dos políticos e dos governos não podia estar pior em vésperas de eleições presidenciais. A dias de o país decidir quem será o próximo Presidente da República, uma sondagem de opinião mostra que a desconfiança na classe política é generalizada. Só 6 %, repito, 6%, confiam na classe política!
Além disso, na mesma sondagem, 46% (quase metade) dos inquiridos considera que as actuais condições económicas e sociais são piores do que há 40 anos, antes do 25 de Abril, e mais de metade (58%) vê-as como piores do que há 25 anos, antes de Portugal entrar para a Comunidade Económica Europeia. Portanto, é lícito concluir-se que, para esses, a actuação da classe política pouco mudou com o 25 de Abril de 1974, mantendo os mesmos vícios, a mesma filosofia, mas de sinal contrário. De facto, ao contrário do que antes sucedia, em que os políticos não justificavam os seus actos, hoje demonstram uma aparente abertura à opinião pública, cultivando a habilidade de, como se diz, "falar sem dizer nada". A tendência para se acreditar cada vez menos nas promessas que se ouve nos períodos eleitorais e a apetência para fazer ouvidos moucos às palavras dos políticos é, por conseguinte, cada vez mais evidente. De facto, quantas promessas têm sido feitas ficando nós com a sensação de que nunca houve sequer a mínima intenção de as cumprir? É essa desconfiança que os cidadãos manifestam em relação à classe política que se vai tornando cada vez mais óbvia e que, depois, se reflecte, de eleição para eleição, na crescente abstenção na hora de acorrer às urnas. Ou não será isso uma clara manifestação do cepticismo que os cidadãos vêm sentindo em relação aos políticos que os governam? Se isso não é sinal evidente de desencanto e de descrença, então o que é que será?
Na opinião da larguíssima maioria dos cidadãos portugueses, tem sido, portanto, real e incontestável a inaptidão dos que têm passado pelas cadeiras do poder. Mas esta forte desconfiança e este enorme desinteresse face ao sistema político revelados pelos inquiridos (do estudo a que me tenho estado a referir), parecem entrar em contradição com outras respostas. Por exemplo, mais de metade dos portugueses, 64 % dos portugueses, considera que a forma mais eficaz de influenciar a sociedade é votar. Se assim é, temos aqui uma janela de esperança: a regeneração da política pode fazer-se. E pode fazer-se através da democracia. E, dentro desta, através dos partidos. A meu ver, dos actuais partidos. Como? Regenerando-os. Regenerando-os através de uma nova forma de estar na política e de uma nova forma de fazer política. Para que um dia, quando falarmos de Portugal, do desenvolvimento e do futuro de Portugal, em vez de dizermos "nós e eles, os políticos", possamos dizer, "nós, os portugueses".
Martim Borges de Freitas

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

NOTAS DE IMPRENSA C.M.A.

Alandroal vai receber “I Encontro de Associações Jovens do Alentejo”




O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal vai receber, no próximo dia 22 de Janeiro, a partir das 15:00 horas, o I Encontro de Associações Jovens do Alentejo. O evento vai ser organizado pela Associação Jovem de Santiago Maior e conta com o apoio da Câmara Municipal de Alandroal.
Com o objectivo central de preparar e discutir estratégias para a constituição de uma Federação de Associações Jovens no Alentejo, o encontro contará com a presença de cerca de quinze Associações Jovens, provenientes de toda a região Alentejana. Cada Associação participante deverá preparar uma pequena apresentação das suas actividades e contribuir com algumas ideias para a constituição da Federação. Propostas de nome, estatutos e corpos dirigentes, serão alguns dos aspectos abordados durante o encontro.
Carlos Bia, presidente da Associação Jovem de Santiago Maior, assegura que “é um privilégio organizar este I Encontro de Associações Jovens do Alentejo, com o objectivo de constituir a futura Federação de Associações Juvenis do Alentejo. Vamos receber uma comitiva de 20 dirigentes associativos representando os 3 distritos alentejanos, portanto, não poderíamos estar mais satisfeitos e honrados por ser o Alandroal a acolher este encontro."
Importa referir que a constituição de uma Federação de Associações Jovens no Alentejo vem possibilitar e fomentar a trocar de experiencias e saberes entre as Associações que a venham a constituir. Além disso, pretende-se promover a criação de sinergias e o trabalho em rede. As Associações interessadas em participar no encontro poderão inscrever-se através do link http://ajcforms.wufoo.com/forms/federaaao/.

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Gabinete e Imprensa C.M.A.


Aplicação de herbicida em espaços públicos


A Divisão de Ambiente e Serviços Urbanos do Município de Vila Viçosa vai, durante o período que decorre de Janeiro a Junho, proceder à aplicação de herbicida em diversos caminhos rurais (conforme Aviso n.º 1/2011) e espaços públicos do concelho, nomeadamente nas calçadas, parques, bermas e valetas de caminhos e estradas municipais (Aviso n.º 2/2011). De acordo com a classificação toxicológica, o produto químico utilizado é considerado irritante, sendo o intervalo de segurança de quatro semanas, por isso, alertamos os munícipes para que tenham cuidado.

Final do Campeonato de Skate em 3 jornadas

Depois das inevitáveis alterações causadas pelas más condições meteorológicas, a final do Campeonato de Skate em 3 Jornadas vai ser disputada no próximo Sábado, dia 22 de Janeiro.No final da prova, que se inicia às 10H30, o Executivo Municipal vai entregar os prémios aos vencedores deste primeiro Campeonato de Skate realizado em Vila Viçosa.



22 de Janeiro 2011 - 10H30 -  Local: Skate Parque de Vila Viçosa

Gabinete de Imprensa

Câmara Municipal de Vila Viçosa

DUQUES & CENAS - (RUBRICA DO DR JOÃO LUÍS)

Queloreto de Çódio


Vem aí o acordo horto-gráfico. O projecto acabou por ver a luz do dia sem se saber porquê. De país colonizador e que imprimiu regras (religiosas, sociais, linguísticas, administrativas) aos povos de África e do Brasil (se bem, se mal, isso agora não vem ao caso), Portugal passa a país colonizado que vai ter de aceitar um acordo político, mascarado com as cores da fraternidade e a fingir um intercâmbio em nome sei lá do quê. Os Norte-americanos e os Britânicos nunca se incomodaram com as diferentes formas de escrever (e de falar) dos seus cidadãos. Os Espanhóis e os países da América Latina nem discutem essas diferenças. Só um país chamado Portugal é que teve a ideia peregrina de pôr o pessoal a escrever como os brasileiros e os africanos. Mais surreal do que isto foi a chegada de uns tanques de guerra para proteger aqueles tipos da Cimeira da Nato. É que essas armas de defesa só chegaram muito depois daquela cambada ter regressado a casa.
Devo confessar, desde já, que me vai ser muito doloroso e difícil abandonar a grafia do meu português e adoptar a forma de escrever de um tipo de português que, para mim, não passará de uma excepção a todas e quaisquer regras adoptadas há várias décadas. Vai ser o Inferno para quem está habituado ao português de Portugal. As televisões começaram a fazer passar no rodapé alguns títulos com a nova grafia e eu até fiquei agoniado. A nossa língua começou já a ser um objecto de violência para a qual não há adjectivos possíveis e suficientemente fortes que a classifiquem. Enquanto professor, ensinarei de acordo com a legislação. Enquanto cidadão que escreve por aí, não vou conseguir abdicar tão depressa da verdadeira língua portuguesa.
Por enquanto, é um choque. É como se me obrigassem, a partir de agora, a conduzir pela direita ou a atropelar velhinhas de andarilho nas passadeiras. É um sentimento de perda e uma vontade de voltar ao útero materno. Mas, como diz o outro, este é um problema menor em relação a outros bem maiores. Um deles é, por exemplo, a fome que muitas crianças começaram a sentir diariamente, problema que algumas escolas tentam ajudar a ultrapassar servindo refeições durante as férias. Pensado bem, para uma criança com fome é indiferente se ela é tratada pelos políticos como um sujeito exce(p)cional, um obje(c)to desprezível ou um mero complemento indire(c)to a quem não se dá condições para ser feliz.

J.L.N.

DIVULGAÇÃO

Alandroal United - Associação Desportiva Cultural e Recreativa de Alandroal

A Associação Alandroal United vem por este meio informar que, no próximo dia 29 de Janeiro, realizar-se-á no Alandroal um torneio de Paintball, sendo este o "1º Episodio da Mini Campanha Alentejo 2011".


A AAU irá estar presente em colaboração com a LAP (Legião Alentejana de Paintball).

O Presidente da Direcção
José Galvão

                                                                             xxxxxxxxxxxxxxxx

Nota de Imprensa – Ref: 01/10

Assunto: Divulgação de evento taurino


Ao longo de 25 anos a Rádio Campanário – Voz de Vila Viçosa sempre esteve ao lado da Festa Brava, respeitando-a e dando-lhe a dignidade que a Tauromaquia merece.
Em 2010 esta estação emissora realizou o seu primeiro Festival Taurino na Praça de Touros de Vila Viçosa, um evento taurino que resultou num enorme sucesso e que foi considerado por muitos o arranque para a temproada 2010.
Dado o sucesso alcançado no ano transacto a Direcção Rádio Campanário – Voz de Viçosa decidiu levar por diante neste ano de 2011 o segundo festival da Rádio Campanário.
Assim, as portas da Praça de Touros de Vila Viçosa abrir-se-ão no dia 2 de Abril para receber este grandioso acontecimento taurino.
Quanto ao cartel para este festival será divulgado oportunamente.

Com elevada consideração
A Direcção

CÁ NO ALENTEJO

Nova rede de tecnologia no Alentejo e Lezíria do Tejo por 41,8 ME

Uma rede regional de ciência e tecnologia, para fomentar parcerias entre os mundos científico e empresarial, vai “nascer” no Alentejo e Lezíria do Tejo, num investimento de quase 41,8 milhões de euros, cofinanciado por fundos comunitários.

Boicote domingo em cima da mesa
Deputados socialistas por Beja não querem a luta pelo Intercidades nas eleições presidenciais

A cidade de Beja promove este fim-de-semana, dias 21 e 22, a "Festa Almutâmide da Poesia", uma iniciativa para evocar o poeta bejense na passagem dos 970 anos do seu nascimento.

Évora: Empresas DECSIS e HP Portugal investem dois milhões num centro de dados.

IMPRENSA REGIONAL