segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O CAÇA VOTOS II

E , o tiro saiu pela culatra.
As pressas chegaram ao arraial, de diversos pontos do grandes centros populacionais, devidamente empacotadas, em envelope azul, por dois carteiros da nova classe da elite dos mesmos, que embrulha  sela, endereça e paga portes.
O impossível aconteceu.
O arraial em silêncio sepulcral, como adivinhando, algo macabro, espera expetante, uma, duas, três até vinte vezes e, as pressas, agora, finalmente libertadas, das amarras opressoras, presenciais e monetárias do “caça votos”, por um B, de 98 boas vontades, conseguem livrar-se de 75, A de amarras e assim poder regressar ao seu habitat natural.
P. S. – a viagem seria rentável e agradabilíssima não fora um traiçoeiro labirinto.

Enviado por leitor devidamente identificado


3 comentários:

Luís de Matos disse...

O Caça votos II, em termos de resultado eleitoral, não corresponde à verdade. Das duas uma, ou é má fé ou houve lapso(o que não acredito) na divulgação do resultado final. A Lista A obteve 95 votos e a Lista B obteve 98 votos. Ganhou portanto, a Lista B com mais 3 votos que a A.
Em relação à prosa devo dizer que em nada dignifica a Instituição APIT, nem os seus utentes e população em geral, porque merece respeito e consideração, bem como todos os órgãos sociais desde a sua fundação em 1992, da qual eu fui seu fundador e sócio nº.1. Custa-me assistir a esta luta fratricida, infantil, diria no mínimo, que a nada conduz e temo mesmo o agravar da situação se as pessoas não se unirem em prol de uma causa comum.Luís de Matos

Anónimo disse...

Sr. Luís de Matos
Vou deitar os seus adjetivos para o lixo.
Alcança-se das vossas palavras que o senhor subscreve a ação do “caça votos” que consistiu nestas ações:
a) Pressionar as pessoas, (várias) na sua própria casa, para votarem na lista A, depois destas disserem, por telefone, que não votavam.
b) Pagando cotas em atraso de vários anos.
c) Levando-as de carro ao notário, e pagando o registo das assinaturas.
d) Ficando com as procurações.
e) Escrevendo o endereço, pelas pessoas que assinaram as mesmas, metendo-as em correio azul, pagando os portes.
Parecia tudo normal, e democrático na Assembleia.
E, conta o sr. para o resultado da votação com estes vinte votos, quando vários acórdãos do código civil dissem o contrário.
Medite nesta pergunta;
Se todas as pessoas votassem por procuração a assembleia realizar-se-ia?
Boa noite.
2016-11-19.

Francisco Tata disse...

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