quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

VOLTA E MEIA O JEREMIAS BRINDA-NOS COM ESTAS “PRECIOSIDADES”


O ALANDROAL SEMPRE FOI TERRA DE GRANDES MUSICOS!
QUE GRANDES BAILES NA ESPLANADA…

RECORDO-OS TODOS COM MUITA SAUDADE… TODOS BONS AMIGOS!
 O Pingalhete - a Filha - O Manuel Roma - o Lila - O Zé Colunas ....
O Baíco -.... - O Manuel Salomé - o Manuel Roma - o João Salomé - o  Berbem - o Barradas...

4 comentários:

Anónimo disse...

O ALANDROAL SEMPRE FOI TERRA DE GRANDES MUSICOS!

No Alandroal e não só, o Baico e o irmão Zé Salomé Vieira que está ao piano eram do Redondo.
Mas como diz e bem, foi terra de grandes músicos,só que sempre ACARINHARAM MAIS OS DE FORA QUE OS DE DENTRO, AINDA HOJE ASSIM É, NOS TEMPOS DE HOJE AINDA É PIOR.

Anónimo disse...

Sr. Francisco Manuel

Sobre a 1ª foto, peço a seguinte correcção: O saxofonista é o Sr. José António Salgado (ou António José, já não sei precisar). Que não o Sr. Pingalhete.

Sobre a 2ª foto, apenas ordenar nomes e instrumentos de então: José Vieira (Zézinho) ao piano, depois saxo alto e tenor; Manuel Salomé (Baíco), acordeão, depois piano e saxo alto; Manuel Salomé (Manolito), voz depois saxo alto e viola (eléctrica); Manuel Roma, bateria; João Salomé, violino depois baixo ou "rabecão"; António Berbém, "rabecão" depois trombone de pistons; e, António Barradas, trompete e percurção.

SITUANDO-NOS NA ÉPOCA. Animaram por 3 ou 4 anos o Carnaval de Loulé (atente-se!!!!), participando em outros eventos nacionais (Vila Viçosa, Borba, Elvas, Beja, Portalegre, Coimbra, Águeda, etc.).

Não só pela imagem mas também pelo conhecimento que algumas pessoas possam guardar da qualidade do seu trabalho, muito difícil para a época (anos 50/60 do século passado), merecem toda a nossa gratidão.

Grato pelas duas postagens

Venham mais











Francisco Tata disse...

Muito obrigado pela sua correção. Muito obrigado pelo seu comentário.
Tem por certo toda a razão.
Tive o privilégio de ainda assistir a muitos bailes abrilhantados por estas orquestras, embora já tenham passado muitos anos e a memória se faz esfumando.
O que me levou a indicar como sendo o Pingalhete o homem do saxofone foi a moça ao lado que está a tocar acordéon, na medida em que me recordo de ver os dois (Pai e Filha ) a tocarem numa Orquestra na qual também actuava o meu grande e saudoso amigo Zé Colunas.
É sempre bom recordar bons momentos passados e saber que há quem partilhe do mesmo ideal.
Muito obrigado.
Chico Manuel

Anónimo disse...



OBS.


Muito brevemente acrescentarei que dos músicos da BASS o único que

ainda está vivo chama-se Antonio Joaquim Berbem ( corrigam-me se estiver

enganado).

Há cerca de dois/três anos tentei que a Câmara aproveitando o facto de

ele estar no Alandroal no espectaculo do Mário Laginha lhe prestasse

uma curta e simples Homenagem publica no Quintal do Relógio. Era

Presidente o Sr.João Grilo.

A resposta veio enrolada,distorcida,negativa e nem aquela simples

e mais do que justa Homenagem se conseguiu ali fazer.

Humanamente, o meu Tio, teria ficado contente e reconhecido (até

porque ainda hoje está vivo).


Melhores cumprimentos


Antonio Neves Berbem