Pelos princípios que desde sempre me regem (fui dos que votei NÃO ao referendo sobre o aborto, nos moldes em que o mesmo foi aprovado), não posso ficar insensível ao que li no Montemorense deste mês, na rubrica “Lido”.
Para que meditem e tirem as suas conclusões aqui lhes deixo o texto integral da autoria de Francisco Sarsfield Cabral.
“Entretanto numa revista médica britânica, um artigo defendia que matar bebés recém nascidos deveria ser permitido, tal como o aborto. Os autores desse artigo argumentam que tantos os recém nascidos como os fetos são apenas pessoas potenciais, não tendo por isso direitos, incluindo o direito à vida.
Em vez de infanticídio, chamam aborto “ aborto após nascimento” à morte deliberada de recém-nascidos.
É esta a lógica do aborto levada às últimas consequências. Os fetos não têm direito à vida, nem os recém nascidos.
E as crianças, quando é que passam a ter esses direitos? Em breve veremos justificar o assassinato de crianças de 5 ou 6 anos, por ainda não terem idade da razão. E de deficientes mentais, como fez Hitler. Este caso tem, no entanto, a virtude de pôr em evidência a lógica assassina DO ABORTO"
Francisco Sasfield Cabral.
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