Alguns, mesmo depois de avisados, para não dizer escaldados, ainda não perderam o hábito de apreveitarem a oportunidade de darem umas voltinhas de borla, apenas pelo prazer de se exporem a perigos, ou arranjar sarilhos a terceiros.Andar sem bilhete pode sair muito caro, dado que os infractores poderão ter de pagar entre 120 e 180 euro se forem apanhados, isto na Carris, sem analizar outros tipos de transportes.
Diz-se que o crime não compensa e, usar os públicos sem bilhete, pode dar geito… mas não é a melhor ideia, e pode arranjar problemas sem fim.
Por falta de honestidade de alguns que, deslocando-se com bilhetes sem validade, arriscam-se a ser surpreendidos pelos fiscais, e serem penalizados pela infração.
Porque é uma abrigagação do passageiro, validar o título á entrada do transporte, incluindo os passes pré-pagos, no intuito de evitar as coimas..
O Diploma veio alterar o regime das contra-ordenações, passando a prever que as coimas e a aplicação seja 100 vezes no minimo, a 150 vezes como máximo, do valor da tarifa cobrada a bordo.
Se a coima for paga imediatamente ao agente ou, no prazo de 5 dias, nas instalações da Empresa, a liquidação farze-há pela importancia mínima, reduzida de 20%, acrescida do valor de bilhete que não tinha sido paga.
CASOS QUE DÃO DIREITO AMULTA:
- Bilhetes fora da validade
-Títulos inválidos para a linha, percursos, zona ou comboio em que viaja.
-Títulos que nãp perternçam ao utente.
-Títulos com direito a redução de preço sem fazer prova desse direito, dando como exemplo passe de 3ª idade
-Títulos onde faltem dados (nome, zona etç) ou cujos dados não tenham correspondencia entre si.
-Títulos com registo electrónico alterado ou danificado.
-Títulos sem validação nos casos em que é exigida.
-Títulos cujo estado de conservação não permita a verificação ou da validade.
10711 JPBR
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